O MARXISMO REVOLUCIONÁRIO CONSTITUTIVO DA TEORIA DE MICHEL PÊCHEUX.

Por Gílber Martins Duarte – Doutor em Análise do Discurso – UFU

RESUMO: Discutimos, nesse artigo, o ponto sem retorno do marxismo revolucionário constitutivo da teoria materialista do discurso de Michel Pêcheux, a luta por mudar o mundo e não apenas interpretá-lo. Portanto, a luta pela transformação das relações de produção não é apenas um conceito marxista acadêmico da análise do discurso pêcheutiana, é sua razão de existir, enquanto teoria que intervém nas lutas de classe que se travam por meio de e através da linguagem. O nosso estudo procura trazer à tona os argumentos do próprio Pêcheux que, na teoria, coloca, no posto de comando, essa concepção irrecuável do marxismo revolucionário: mudar o mundo social. Palavras Chaves: Marxismo revolucionário; Pêcheux; Análise do Discurso.

ABSTRACT: We discuss, in this article, the irretrievable point sets by the revolutionary Marxism constitutive of the materialist theory of discourse created by Michel Pêcheux, that is, the philosophical Marxist struggle for changing the social world and not just interpreting it. Thus, the struggle for transformation of the production relations is not only an academic Marxist concept from Discourse Analyses formulated by Pêcheux, but, exactly, its own reason of existence as theory that intervenes in the class struggles marked in and through language. Our study searches showing some arguments extracted from Pêcheux´s theory that puts at command post, in theory, this irretrievable conception of the revolutionary Marxism: the struggle to change the social world. Key Words: Revolutionary Marxism; Pêcheux; Discourse Analysis.

É inconteste o fato de que o marxismo é constitutivo da obra de Michel Pêcheux. Em qualquer estudo que, de algum modo, se refira ao autor, há o reconhecimento de que, por influência de Louis Althusser, há uma constitutividade marxista do criador de “uma teoria materialista do discurso” (PÊCHEUX, 1997, p.94). Ora, mas o que esse reconhecimento do marxismo constituinte da teoria materialista do discurso significa nas práticas de leituras vigentes na academia, quando se trata de tomar posição por se inscrever ou não em Michel Pêcheux? Faz-se essa inscrição a partir de inquietações políticas similares ao autor ou por mero performativo acadêmico?

A questão que tentaremos discutir nesse artigo é, portanto, esta: que marxismo é este, tão vulgarmente reconhecido na fundação da Análise do Discurso, mas, ao mesmo tempo, tão pouco salientado e tão pouco desenvolvido nas práticas teórico-político-analíticas que se dizem inscrever em Pêcheux? A hipótese que trazemos para discussão é: em Análise do Discurso, cita-se muito Michel Pêcheux, recortam-se diversos conceitos de suas obras, como retalhos condizentes à costura de qualquer tecido, mas não se conhecem profundamente os fundamentos marxistas que, inclusive, são as causas políticas profundas que derivaram na teoria materialista do discurso.
Até quando podemos julgar válidas certas leituras, que, sabendo-se políticas e querendo-se teóricas, tomam algumas árvores, e, por estes poucos exemplares, tiram conclusões sobre o conjunto da floresta?A preocupação da reflexão aqui apresentada é, pois, esta: sabendo-se políticos e responsabilizando-se teoricamente pelos efeitos que criamos, quer tenhamos consciência disso ou não, queremos fazer exigências a certas inscrições apressadas à obra de Michel Pêcheux.

E como essas exigências de leitura poderiam criar efeitos concretos, pensando-se na vasta produtividade teórico-acadêmico derivante da Análise de Discurso de orientação pecheutiana? Trazendo à tona elementos claros de não recuo, o que procuraremos demonstrar na sequência. É inegável, contudo, que sempre há possibilidades de se ler no retrocesso, de se ler no aquém, em se tratando de filosofia marxista. Nossa exigência, todavia, é que os sujeitos que porventura o façam, que o façam sabendo-se partícipes desse desvio: é o mínimo, aliás, que se espera de quem se diz inscrever em Pêcheux, autor, inclusive, totalmente exigente e autocrítico em relação a suas próprias teorias.

Isto posto, quais elementos de não recuo trazemos para discussão-reflexão, quando se trata de ler e inscrever-se em Michel Pêcheux? Justamente o marxismo revolucionário que fervilha na construção de sua teoria materialista do discurso, em nosso ponto de vista, o ponto nevrálgico que nunca deixaria o autor acomodar-se, nem como partidário da neutralidade científica, nem como voz pretensamente universal detentora da verdade evidente, nem como teórico conformado com a reprodução do status quo, nem como sujeito pretensamente acima das tensões da luta de classe.

Para desenvolver a tese de que Pêcheux era sabedor e conscientemente inscrito no marxismo revolucionário, trazemos uma citação especial de um dos autores recorrentemente citado como referência bibliográfica nas obras de Pêcheux, trata-se de E. Balibar. Este último, interpretando o lugar teórico do marxismo na filosofia, descreve propriamente o ponto de não retorno a que todo marxista consequente necessariamente precisa assumir-aderir, sob pena de ser apenas mais um leitor partidário do recuo e do aquém:

Escrever: “Os filósofos apenas interpretaram o mundo de outra maneira; o que importa é transformá-lo”, é afirmar que há um ponto de não-retorno para todo pensamento que se queira efetivo, terrestre ou “mundano”. É também proibir a si mesmo voltar atrás, para a filosofia. Ou melhor, é condenar-se, se por acaso se começasse outra vez a interpretar o mundo, e especialmente o mundo social, a recair sob o qualificativo de filosofia, já que entre a filosofia e a revolução não há meio-termo. (BALIBAR, 1995, p. 28-29)

Essa afirmação do marxismo revolucionário, comentada por Balibar (1995) e desenvolvida por Marx em Teses sobre Feuerbach, argumentando que “os filósofos só interpretaram o mundo de diferentes maneiras; do que se trata é de transformá-lo” (MARX, 2007b, p.103), coloca para toda filosofia posterior a disjuntiva de ou “apenas interpretar o mundo”, ou a prática “irrecuável e irretornável” de que o que “importa é transformá-lo”. Portanto, a partir desse resgate teórico, qual a tese que defendemos nesse artigo? Justamente a tese de que esse ponto de não recuo do marxismo revolucionário sempre foi parte integrante do marxismo constitutivo das concepções de Pêcheux.

E o que isso coloca para teoria materialista do discurso ou para Análise do Discurso derivante de Michel Pêcheux? Exatamente a questão do engajamento político na luta de classes, pois seria mero academicismo uma Análise do Discurso, que se diz inscrita em Pêcheux, não estar, de alguma forma, enraizada na luta marxista que coloca na ordem dia a superação das contradições dos conflitos de classe, lutando pela “transformação das relações de produção” (PÊCHEUX, 1997, 137) e jamais se conformando com a “reprodução” dessas “relações de produção” (PÊCHEUX, 1997, 137), que, conforme sabem os marxistas, baseiam-se na exploração do trabalho da classe trabalhadora, isto é, na exploração da mais-valia (parcela de tempo de trabalho não pago aos trabalhadores que é responsável por gerar o chamado lucro dos patrões e todas as desigualdades sociais daí decorrentes).

Quanto a esse ponto, Pêcheux (1997) é bastante claro e taxativamente engajado:

Esse aspecto da “prática política de tipo novo” constituído pelo marxismo-leninismo visa transformar a configuração do “complexo dos aparelhos ideológicos do Estado”, de modo que na relação contraditória de reprodução/transformação das relações de produção, a transformação predomina sobre a reprodução, por um desarranjo-rearranjo das relações de desigualdade-subordinação que caracterizam o “todo complexo com dominante” dos aparelhos ideológicos de Estado e das formações ideológicas inerentes às relações de produção capitalistas. (PÊCHEUX, 1997, p. 208)

Portanto, a luta pela transformação das relações de produção é o elemento nodal de qualquer teoria consequente que reivindica o marxismo revolucionário, incluindo aí a teoria materialista do discurso proposta por Pêcheux. A propósito, Pêcheux (1997) faz questão de diferenciar-se de um suposto marxismo academicista, mostrando que não é este o seu lugar. A grande questão é que a teoria materialista do discurso não pretende ser um “mero interpretativismo” ou um “teoricismo” que lê-analisa-investiga a partir de um recuo filosófico-político. O ponto de não retorno colocado pelo marxismo revolucionário, explícito em Balibar (1995) e em Marx (2007b), conforme mostramos acima, também é evidente nas concepções teórico-políticas de Pêcheux:

O marxismo especulativo-universitário, que serve de garantia a impensáveis “ciências humanas marxistas”, isto é, a um encobrimento do marxismo em um novo academicismo, constitui um desvio político que se chama o teoricismo. Esse desvio consiste essencialmente em não reconhecer que, no caso específico do marxismo-leninismo, o corte científico está subordinado a uma revolução filosófica (…) esse ponto, como dissemos, é o da prática política revolucionária na união do movimento operário com a teoria marxista. (…) sua “inovação” radical (…) se encontra no fato de que seu objeto (objeto da teoria e da prática dessa ciência) é, precisamente, essa reprodução/transformação das relações de produção, de modo que os interesses teóricos do materialismo histórico e os interesses práticos (políticos) do movimento operário são, a rigor, indissociáveis. Em outros termos, a prática teórica do materialismo histórico pressupõe e implica a prática política do proletariado, com o vínculo que as une: em suma, trata-se da formação histórica de uma política científica, contemporânea à formação histórica do movimento operário, e ligada, de seu interior, a um conhecimento científico da luta de classes. (PÊCHEUX, 1997, P. 202-203)

Portanto, o marxismo revolucionário constitutivo de Pêcheux não faz concessões ao academicismo universitário, e este é um fato marcante estranhamente silenciado em muitas práticas de leitura-análise que, inclusive, reivindicam a teoria materialista do discurso de Michel Pêcheux. Este fato, porém, tão inadvertidamente praticado sem qualquer pejo, já era, de alguma forma, previsto, reconhecido e criticado pelo próprio autor, quando, em nota a essa mesma citação, comenta:

Ao dizer que a ideia de “ciências humanas marxistas” é literalmente impensável, não estamos pretendendo dizer que o efeito acadêmico que ela traduz seja irrealizável; bem ao contrário, infelizmente. (PÊCHEUX, 1997, p.235)

Ou seja, silenciar-apagar-desviar o marxismo revolucionário das práticas acadêmicas tem sido uma recorrência de longa data, não sendo, pois, problemática menor, em se tratando da facticidade de que sempre há efeitos políticos advindos e circulantes no âmbito do “aparelho ideológico escolar” (ALTHUSSER, 1999), inclusive o aparelho ideológico escolar especificamente chamado de academia. Para também lembrar aspectos do marxismo revolucionário – constante de Louis Althusser e claramente fundador das concepções de Michel Pêcheux – é preciso asseverar a máxima de que, para o marxismo revolucionário, não há filosofia neutra, ou seja, por quaisquer que sejam as variações acadêmico-teóricas perpassa “a luta de classes na teoria” (ALTHUSSER, 1978, p. 34). Portanto, a grande pergunta é: a qual classe interessa apagar-silenciar-desviar o marxismo revolucionário constitutivo de Pêcheux? Teorizar no recuo, teorizar sob a égide de um marxismo que não coloca na ordem do dia a transformação das relações de produção é nada menos que ideologicamente colaborar com a ordem capitalista burguesa.

Afetado por essa necessidade do não recuo político-teórico, Pêcheux (1997) avisava:
O próprio objeto da ciência (marxista-leninista) da história (“concepções, mecanismos e formas da luta de classes”) faz com que todo encobrimento ideológico desse objeto (reinscrição nas formas da ideologia dominante) constitua simultaneamente um “retrocesso” na luta de classes na teoria e na luta de classes em geral, isto é, na luta pela transformação das relações de produção. (PÊCHEUX, 1997, p. 202) (grifo em negrito nosso)

Recuam, pois, as leituras que, reivindicando passar por Pêcheux, desviam-se de sua constitutividade marxista revolucionária, abstendo-se da luta por superar as contradições de classe. É nesse ponto, portanto, que estamos aqui buscando intervir, colocando exigências não menos destituídas de propósitos políticos do que as exigências feitas pelo próprio Pêcheux, em sua conjuntura e em seu tempo.

Uma análise do discurso aliada ao movimento operário não é uma exceção na constitutividade da teoria materialista do discurso, como muitas vezes faz-se parecer em muitíssimas leituras que dizem inscrever-se em Pêcheux, muito pelo contrário, é a regra. Só uma leitura retalhada desse autor somada a um desconhecimento profundo do marxismo que o constitui não se dão conta dessa tomada de posição político-teórica, que, como tal, necessariamente produz efeitos nos sujeitos que buscam tirar consequências dessa inscrição político-epistemológica.

Aqui se coloca a seguinte questão: partindo das concepções da teoria materialista do discurso, por que e para que analisar o discurso? Para se tornar mais um exímio intérprete do mundo da linguagem, conforme ratificaria a filosofia anterior ao aparecimento do marxismo? Ou a razão de ser da teoria materialista seria, teórica e politicamente, fortalecer a luta pela transformação do mundo atravessado pela luta de classes, isto é, pela reprodução/transformação das relações de produção? A nós, não nos restam dúvidas de que é o segundo objetivo a grande motivação do esforço teórico-político de Pêcheux. A análise do discurso de viés pecheutiana, constituída a partir do marxismo revolucionário, é clara:

Compreende-se, assim, como a aparição do marxismo-leninismo (ao mesmo tempo teoria científica dos processos históricos e prática política do proletariado) constitui um corte na região da política, corte que “continua” ainda hoje; (…) A transformação das relações de produção, em suas diferentes etapas – da tomada do poder político pelos trabalhadores à ocupação-transformação-destruição da “máquina do Estado” na transição socialista para o modo de produção comunista –, é o objeto dessa prática de tipo novo (…) diremos que essa “prática de tipo novo” inclui, em uma necessária intrincação, ao mesmo tempo um trabalho político sobre o aparelho de Estado(…) e um trabalho político-ideológico sobre “os aparelhos ideológicos de Estado”. Mais precisamente, um trabalho sobre a ideologia dominante que neles é realizada, enquanto “condições ideológicas da reprodução das relações de produção”, isto é (…), na verdade um trabalho sobre o complexo contraditório-desigual-sobredeterminado dos aparelhos ideológicos de Estado. (PÊCHEUX, 1997, p.206-208)

Aqui cabe, portanto, explicitar esse ponto sem retorno colocado pelo marxismo revolucionário constitutivo da análise do discurso baseada no materialismo histórico. Sem a luta pelo socialismo, que busca incidir na destruição do Estado Capitalista Burguês, com toda a sua parafernália econômico-jurídico-ideológico-discursiva, construído com base na exploração da classe trabalhadora, a teoria materialista do discurso ou a análise do discurso fundada por Michel Pêcheux não teria sequer existido. Não ter existido tal teoria seria, pois, no âmbito dos estudos da linguagem, render-se ao recuo ou ao retrocesso da luta de classes na teoria, fazendo concessões ao próprio capitalismo, já que, circunscritos apenas à linguística e suas derivações idealistas, abrir-se-ia mão, nas teorias da linguagem, da luta política que almeja a superação dessa contradição histórico-econômico-ideológica-discursiva:

O aspecto ideológico da luta para a transformação das relações de produção se localiza, pois, antes de mais nada, na luta para impor, no interior do complexo dos aparelhos ideológicos de Estado, novas relações de desigualdade-subordinação ( o que se encontra expresso, por exemplo, na palavra de ordem “colocar a política no posto de comando”), que acarretariam uma transformação do conjunto do “complexo dos aparelhos ideológicos de Estado” em sua relação com o aparelho de Estado e uma transformação do próprio aparelho de Estado. (PÊCHEUX, 1997, p.147)

Em nota, Pêcheux complementa essa afirmação que orienta a luta política de uma Análise do Discurso que não se permite apagar-silenciar-desviar sua fundação marxista revolucionária: “trata-se, como lembra E. Balibar no texto já evocado, de substituir o aparelho de Estado burguês ao mesmo tempo por um outro aparelho de Estado, e por uma coisa diferente de um aparelho de Estado.” (PÊUCHEUX, 1997, p. 181)

Torna-se, pois, evidente que, como ainda vivemos atravessados por uma conjuntura cindida em uma árdua luta de classes ou em uma árdua batalha entre a “reprodução/transformação das relações de produção” (PÊCHEUX, 1997, p.143), os aspectos fundadores da teoria materialista do discurso, quais sejam, as palavras de ordem do marxismo revolucionário seguem tão vivas e tão atuais como nunca. Qual o sentido de se inscrever na teoria materialista do discurso, se recuar é o caso? Trata-se de uma política meramente “academicista”, conforme vimos, e não destituída de lugar na luta de classes, já que o retrocesso também produz seus efeitos. Esta é, portanto, uma exigência que continua posta: tanto o capitalismo continua produzindo seus efeitos, tanto os marxistas revolucionários seguem travando suas batalhas. Em suma, assumindo o marxismo revolucionário constitutivo de Pêcheux, não podemos deixar de trazer essa discussão para ordem do dia.

Como a linguagem torna-se objeto de reflexão-intervenção de uma análise do discurso materialista, aliada do marxismo revolucionário? Como ler, a partir dessa análise do discurso materialista e intervencionista, sem cair na pura ideologia idealista-interpretativista, isto é, como ler sendo teoria político-científica, inscrita no materialismo histórico dialético, aliada do movimento operário? No fundo este era o grande projeto de Pêcheux: a partir da análise do discurso, ler os mistérios da reprodução/transformação das relações de produção para desarranjar o processo, colocando a luta pela transformação das relações de produção no posto de comando. Não é por acaso que o autor descreve as seguintes orientações:
a ideia de que a reprodução das relações de produção não necessitaria ser explicada, porque “caminham por si mesmas”, tanto que não são atingidas mesmo que não se levem em consideração as falhas e os malogros do sistema, é uma ilusão eternalista e antidialética. Na realidade, a reprodução, bem como a transformação, das relações de produção é um processo objetivo cujo mistério é preciso desvendar, e não um simples estado de fato que bastaria ser constatado. (PÊCHEUX, 1997, p.148) (grifo em negrito nosso)

Ou seja, Pêcheux, em sintonia com o marxismo revolucionário, sabe muito bem qual é o ponto nevrálgico em que a teoria materialista do discurso pode e deve intervir, justamente no desvendamento do mistério, tanto da reprodução, quanto da transformação das relações de produção, para desarranjar tal processo em prol da luta revolucionária da classe trabalhadora. O autor, com essas orientações, quer demonstrar claramente que a luta “reprodução/transformação das relações de produção” (luta de classes) não é um processo transparente e imutável, cabendo apenas constatá-lo nas interpretações teóricas do mundo, ao contrário, cabe a intervenção teórica de uma análise do discurso comprometida com as lutas do movimento operário.

É possível, contudo, que diante das questões que aqui estamos colocando, fruto da luta de classes que se trava na própria teoria, como bem o disse Althusser (1978), muitos sujeitos talvez possam se sentir interpelados por contra-identificação, recorrendo aos velhos argumentos positivistas, tentando fazer parecer que esse engajamento político da teoria marxista não passa de “planfletarismo”. Ora, como se trata de luta ideológica de classe travada na teoria, perfeitamente compreende-se essa tomada de posição política que quer fazer a teoria regredir a uma filosofia anterior a Marx, a qual, diga-se de passagem, sentia-se confortavelmente conformada com seu lugar especulativo de “intérprete do mundo”, servindo à reprodução das relações de produção de suas respectivas conjunturas econômico-jurídico-ideológicas.
A questão outra, o “corte epistemológico” (PÊCHEUX, 1997, p. 192) colocado pelo marxismo revolucionário, entretanto, não se enquadra nessa ideologia idealista, interpretativista e academicista que se abstem de cumprir um papel na luta pela transformação das relações de produção, nesse sentido, a análise materialista do discurso, em sintonia com o marxismo revolucionário, só cumpre seu compromisso com o materialismo histórico dialético de fundamento marxista se se assume como “política científica” (PÊCHEUX, 1997, p.203) aliada do movimento operário.

No caso de se estudar a linguagem, sob a perspectiva de uma teoria materialista do discurso, mantendo-se fiel aos princípios do marxismo revolucionário que procura intervir politicamente na luta de classes como centro dos conflitos econômico-jurídico-ideológicos que, sobremaneira, se deixam atravessar e marcar na linguagem, não é casual que Pêcheux cria uma de suas mais brilhantes formulações teóricas que, com toda propriedade, em nosso ponto de vista, deveria reverberar em todas as análises discursivas dos analistas de discurso que se reivindicam de fato marxistas, pelo menos até que se superem as condições histórico-econômico-jurídico-ideológicas que permitiram a postulação de tal formulação teórica, qual seja:
a objetividade materialista do ponto de vista do proletariado se caracteriza discursivamente por tomadas de posição a favor de certas palavras, formulações, expressões, etc., contra outras palavras, formulações ou expressões, exatamente como uma luta pela produção dos conhecimentos. (PÊCHEUX, 1997, p.209-210)

A validade dessa formulação teórica é tão significativa, do ponto de vista da teoria materialista do discurso, que poderíamos colocá-la como uma “coisa-a-saber” (PÊCHEUX, 2002, p.37), ou seja, na linguagem, as palavras, as formulações, as expressões não são lugares ingênuos, neutros, indiferentes, opacos, evidentes, ao contrário, são lugares em que a própria luta de classes – reprodução/transformação das relações de produção – se trava.

E aqui voltamos mais uma vez à pergunta: o que é analisar o discurso, assumindo o marxismo revolucionário constitutivo de Michel Pêcheux? Trata-se de fazer intervir a teoria em favor de desmistificar os conflitos de classe que se travam nas palavras, nas formulações, nas expressões, na linguagem, buscando ter-se maior clareza das disputas econômico-jurídico-ideológicas de classe, de forma a fortalecer a luta do movimento operário que busca transformar as relações de produção. Não existe meio termo para o marxismo revolucionário: ou se está do lado da revolução que serve à luta pela transformação das relações de produção ou se está do lado da mera especulação que serve à reprodução dos processos econômico-jurídico-ideológicos. Essas duas palavras têm lugar definido na luta política das classes. E o marxismo revolucionário não tem pejo de ser política científica do movimento operário: Pêcheux também não o tinha, conforme o demonstramos em diversas citações até aqui pontuadas, a partir principalmente da obra Semântica e Discurso.

Não estivesse colocado esse diferencial de ser “política científica” (PÊCHEUX, 1997, p.203) aliada e preocupada com as lutas da classe trabalhadora, a teoria materialista do discurso ou simplesmente a análise do discurso de cunho pecheutiana, a exemplo do que nos coloca Balibar (1995), estaria condenada a voltar a ser uma mera teoria idealista-interpretativista-academicista-filosófica, própria da filosofia anterior a Marx: “é condenar-se, se por acaso se começasse outra vez a interpretar o mundo, e especialmente o mundo social, a recair sob o qualificativo de filosofia, já que entre a filosofia e a revolução não há meio-termo.” (BALIBAR, 1995, p. 28-29).

Nesse contexto e com essas preocupações é que a teoria materialista do discurso, no âmbito dos estudos da linguagem, discute o conceito de prática discursiva, com vistas a entender as contradições constitutivas dos sujeitos do discurso, procurando decifrar os elementos de reprodução/transformação econômico-jurídico-ideológico-discursivos atravessados nesses mesmos sujeitos do discurso e como tais devendo ser apreendidos pelo viés do marxismo revolucionário como conhecimentos científicos aliados da política do proletariado:

toda prática discursiva está inscrita no complexo contraditório-desigual sobredeterminado das formações discursivas que caracteriza a instância ideológica em condições históricas dadas. (…) a questão da prática discursiva levará necessariamente à questão do efeito do complexo das formações discursivas na forma-sujeito. (…) todo sujeito é constitutivamente colocado como autor de e responsável por seus atos (por suas “condutas” e por suas “palavras”) em cada prática em que se inscreve; e isso pela determinação do complexo das formações ideológicas (e, em particular, das formações discursivas) no qual ele é interpelado em “sujeito-responsável”. (PÊCHEUX, 1997, p.213-214)

Há que se destacar aqui a materialidade das práticas discursivas em que os sujeitos se inscrevem: determinados pelo complexo das formações ideológicas e das formações discursivas, suas “condutas” e “palavras” são a materialidade que revela as práticas em que estão inscritos, sendo que os sujeitos sempre são chamados a responder por suas “condutas” e por suas “palavras”. Há que se frisar, por fim, que essas práticas, materializadas em “palavras” e em “condutas”, não são indiferentes à luta de classes, ao contrário, são determinadas pela contradição “reprodução/transformação das relações de produção” (PÊCHEUX, 1997, p.143), esse é o ponto materialista que jamais é negligenciado pelo marxismo revolucionário constitutivo de Pêcheux, por isso as práticas discursivas ou não discursivas são sempre determinadas, e não uma ação a-histórica que nasce, idealisticamente, na cabeça de cada sujeito: “não há, para sermos exatos, prática de um sujeito, há apenas os sujeitos de diferentes práticas” (PÊCHEUX, 1997, p.218).

São conceituadas, destarte, três modalidades de práticas discursivas em que os sujeitos se inscrevem, que, no fundo, revelam a constitutividade da contradição reprodução/transformação das relações de produção, que interpelam os indivíduos em sujeitos das diferentes práticas. As três modalidades de práticas discursivas, determinadas por fatores econômico-histórico-jurídico-ideológicos, constitutivas dos sujeitos, são descritas como: tomadas de posição política por identificação, tomadas de posição política por contra-identificação e tomadas de posição política por desidentificação.

A tomada de posição política dos sujeitos por identificação é chamada de a primeira modalidade:

A primeira modalidade consiste numa superposição (um recobrimento) entre o sujeito da enunciação e o sujeito universal, de modo que a “tomada de posição” do sujeito realiza seu assujeitamento sob a forma do “livremente consentido”: essa superposição caracteriza o discurso do “bom sujeito” que reflete espontaneamente o Sujeito (em outros termos: o interdiscurso determina a formação discursiva com a qual o sujeito, em seu discurso, se identifica, sendo que o sujeito sofre cegamente essa determinação, isto é, ele realiza seus efeitos “em plena liberdade”). (PÊCHEUX, 1997, p. 215)
A tomada de posição política dos sujeitos por contra-identificação é chamada de a segunda modalidade:

A segunda modalidade caracteriza o discurso do “mau sujeito”, discurso no qual o sujeito da enunciação “ se volta” contra o sujeito universal por meio de uma “tomada de posição” que consiste, desta vez, em uma separação (distanciamento, dúvida, questionamento, contestação, revolta…) com respeito ao que “o sujeito universal” lhe “dá a pensar”: luta contra a evidência ideológica, sobre o terreno dessa evidência, evidência efetada pela negação, revertida a seu próprio terreno. (…) Em suma, o sujeito, o “mau sujeito”, “mau espírito”, se contra-identifica com a formação discursiva que lhe é imposta pelo “interdiscurso” como determinação exterior de sua interioridade subjetiva, o que produz as formas filosóficas e políticas do discurso-contra (isto é, contradiscurso), que constitui o ponto central do humanismo (antinatureza, contranatureza, etc.) sob suas diversas formas teóricas e políticas, reformistas e esquerdistas. (PÊCHEUX, 1997, p. 215-216)
Antes de apresentar a terceira modalidade de prática discursiva, (PÊCHEUX, 1997) pergunta:
Haveria, de fato, algo mais simples do que opor a aceitação livremente consentida (primeira modalidade) à recusa (segunda modalidade) e ver nesse “antagonismo” o segredo da política e do trabalho científico? Ora, o que, justamente, nosso desvio permite compreender é que esse “antagonismo” (…) se manifesta, em realidade, no interior da forma-sujeito, na medida em que o efeito daquilo que definimos como o interdiscurso continua a determinar a identificação ou a contra-identificação do sujeito com uma formação discursiva, na qual a evidência do sentido lhe é fornecida, para que ele se ligue a ela ou a rejeite. Estamos diante do que P. Henry caracterizou recentemente sob a forma do par acobertamento-rejeição, que não deve ser confundido com o processo que ele chama a “integração”. (PÊCHEUX, 1997, p. 216)

Ou seja, Pêcheux levanta tais questionamentos justamente para formular que tais modalidades de práticas discursivas, derivadas de tomadas de posição política por identificação ou por contra-identificação, ainda não revelam o trabalho político que o marxismo revolucionário deve exercer sobre a constituição dos sujeitos: tais modalidades de práticas discursivas ainda estão no nível das contradições ideológicas espontâneas. Tanto a tomada de posição política por identificação, tanto a tomada de posição política por contra-identificação inscrevem-se, mesmo com contradições, nos marcos da reprodução das relações de produção, já que são modalidades de práticas discursivas que não tem como horizonte ou como projeto político científico a luta pela transformação das relações de produção.

O trabalho político-científico, aliado da prática política do proletariado, seria inaugurado pela terceira modalidade de prática discursiva, chamada de desidentificação:
Essa integração designa, de fato, o caráter historicamente novo da prática ideológica do proletariado, que consiste, diremos por nossa conta, em trabalhar de maneira explícita e consequente sobre a forma-sujeito. Mas isso significa, também, apontar a existência capital de uma “terceira modalidade” subjetiva e discursiva, paradoxalmente, caracterizada pelo fato de que ela integra o efeito das ciências e da prática política do proletariado sobre a forma-sujeito, efeito que toma a forma de uma desidentificação, isto é, de uma tomada de posição não subjetiva (…) Na realidade, o funcionamento dessa “terceira modalidade” constitui um trabalho (transformação-deslocamento) da forma-sujeito e não sua pura e simples anulação. Em outros termos, esse efeito de desidentificação se realiza paradoxalmente por um processo subjetivo de apropriação dos conceitos científicos e de identificação com as organizações políticas “de tipo novo”. A ideologia – “eterna” enquanto categoria, isto é, enquanto processo de interpelação dos indivíduos em sujeitos – não desaparece; ao contrário, funciona de certo modo às avessas, isto é, sobre e contra si mesma, através do “desarranjo-rearranjo” do complexo das formações ideológicas (e das formações discursivas que se encontram intrincadas nesse processo). (PÊCHEUX, 1997, p. 217-218)

Portanto, essas discussões-formulações em torno das modalidades de práticas discursivas que interpelam indivíduos em sujeitos não são teoricismos sem razão de ser na crítica econômico-jurídico-social-ideológico-discursiva. Mais uma vez, a grande preocupação de Pêcheux (1997) não era simplesmente descrever as modalidades de práticas discursivas que descrevem as contradições espontâneas dos sujeitos (identificação e contra-identificação discursivo-ideológica), interpretando tais contradições por si e em si, como uma radiografia dos conflitos político-linguageiros. Ao contrário, trata-se de descrever tais modalidades de práticas discursivas para apontar o lugar político diferencial do marxismo revolucionário, qual seja: produzir conhecimentos, em aliança com “a prática política de tipo novo” do movimento operário, travando uma luta de classes na teoria para interpelar os sujeitos da classe operária a se “desidentificar” com as discursividades ideologicamente reprodutoras das relações de produção, realizando “um trabalho (transformação-deslocamento) da forma-sujeito”. Resumiria Pêcheux:

É a essa enorme tarefa de explicação e de organização da luta do proletariado que Lênin se consagra, no quadro de uma “prática política de tipo novo”, visando trabalhar ideológica e politicamente as massas ainda influenciadas pelo “social-chauvinismo da Segunda Internacional”. E essa prática comporta, entre outros elementos, um “discurso político de tipo novo”, uma modalidade discursiva capaz de traçar linhas de demarcação em relação aos efeitos discursivo-ideológicos da identificação e da contra-identificação, destruindo certas evidências (por exemplo, aquela segundo a qual a França é [também] a pátria dos proletários franceses, e o mesmo com respeito à Alemanha, etc.) e também alguns paralelos, ao restabelecer as relações dissimuladas por certas oposições (por exemplo, a oposição guerra/paz). Essa prática política (marxista-leninista) supõe, ao mesmo tempo, um trabalho teórico de retorno ao materialismo histórico e um trabalho de luta pela organização do proletariado, e se inscreve, por essa razão, na linha do Manifesto do Partido Comunista, onde Marx e Engels haviam, por antecipação, contrabatido certas “evidências”. (PÊCHEUX, 1997, p. 225-226)

Qual o lugar, portanto, da teoria materialista do discurso, inscrita no marxismo revolucionário constitutivo de Michel Pêcheux? Diremos por nossa própria conta e por nosso próprio risco: ler e combater certas “evidências”, certas “naturalizações”, certas “legitimações”, certas “eternizações”, de caráter econômico-jurídico-ideológico-discursivo, que, na prática, servem para manter a classe trabalhadora sob o jugo das relações de produção baseadas na exploração e na opressão, ou seja, sob o jugo da reprodução das relações de produção. O trabalho político científico da teoria materialista do discurso ou da análise do iscurso, politicamente coerente com o marxismo revolucionário, consiste em lutar por deslocar sujeitos rumo à transformação das relações de produção, ou seja, para “transformar o mundo”, ponto, este, sem retorno para os marxistas consequentes. Com as formulações e demonstrações político-teóricas aqui apresentadas, esperamos ter mostrado que este também era o lugar político-teórico de Pêcheux. Ficam, assim, postas nossas exigências de não retorno e não recuo.

BIBLIOGRAFIA
ALTHUSSER, L. “Ideologia e Aparelhos Ideológicos de Estado (Notas para uma investigação)”. In: Um mapa da ideologia. Rio de Janeiro. Contraponto EditoraLtda, 1999, p.105-178.
ALTHUSSER, L. Resposta a John Lewis.Rio de Janeiro. Edições Graal, 1978.
BALIBAR, E. A Filosofia de Marx. Rio de Janeiro. Jorge Zahar Editor, 1995.
MARX, K. “As Teses sobre Feuerbach”. In: MARX, K. & ENGELS, F. A ideologia Alemã. São Paulo. Martins Fontes, 2007b, p.99-103.
__________. O Capital. Crítica da Economia Política. Volume I. São Paulo, Nova Cultural, 1988.
PÊCHEUX, M. Semântica e Discurso: uma crítica à afirmação do óbvio. Campinas, SP. Editora da UNICAMP, 1997.
________. O Discurso: Estrutura ou Acontecimento. Campinas, SP. Pontes. 2002.

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53 respostas para O MARXISMO REVOLUCIONÁRIO CONSTITUTIVO DA TEORIA DE MICHEL PÊCHEUX.

  1. Yusnaidys Arteaga Rodriguez disse:

    Resumindo: UMA MERDA DE ARTIGO. ORIUNDO DE UMA CABEÇA DOENTE

  2. Marileia Gomes Duarte disse:

    O PT é , sim, um partido comunista. Porem, quem acreditar que o Lula vai cortar cana em algum “soviet” tá muito enganado. Cada militante, ativista, e demais membros, na estratégia gramscista, é um intelectual e portanto fará parte da burocracia, da NOMENKLATURA, e deverá gozar dessa prerrogativa.Todos sabem que 99% da violência urbana na América latina vem da narcoguerrilha, em particular da NARCOGUERRILHA colombiana, comunofascista – FARC, membro do FORO de SÃO PAULO, criado por Lula e obedecendo as orientações de Fidel Castro. Outro 1% vem de outras causas, ainda assim com algum vínculo ideológico. As notícias da legalização da maconha , por enquanto no Uruguai, são dadas mas sem muitas possibilidades aos leitores de compreender o que está por trás dessa legalização, cujo o objetivo final é arrecadar fundos para o projeto político de comunizar toda a América, salvando , inicialmente, os narcoguerrilheiros, para , depois, anistiá-los e colocá-los a salvo no estado “burguês”, com indenizações bilionárias. A legalização é uma tragédia anunciada. Vai encher o bolso de uma elite que se diz “comunista” e, posteriormente, ao flagelo, acusarão os “capitalistas” pelo fracasso.

  3. Professora Leila disse:

    A lógica comunista seria confiscar todas as árvores e vende-las, repartindo a maior parte do o dinheiro com a cúpula do partido.
    O pouco dinheiro restante seria destinado a comprar comida (Bolsa Esmola) somente para simpatizantes do partido. O resto do povo ficaria na pior por falta de condições dignas.

    • Professora Leila disse:

      DIÁLOGO ENTRE EU E UM DEMENTE MARXISTA PETISTA:
      PETRALHA MARXISTA ateu, cita a BÍBLIA- “O Bem-aventurado Senhor disse: Falando palavras sábias, você está se lamentando pelo que não é dígno de pesar.”
      RESPOSTA AO PSICOPATA – Certamente o Bem-aventurado Senhor não estava se referindo ao assassinato de pessoas. Se tirar vidas não é digno de pesar, então estamos “fritos”!
      PETRALHA MARXISTA fala sobre o vídeo do 11 de setembro onde se ouvem gritos de inocentes – “Os lamentos que se ouvem no vídeo também são ouvidos em outras partes do mundo onde o império massacra.”
      RESPOSTA AO PSICOPATA- Massacre é massacre meu caro, seja no ocidente ou no oriente! Existe o bom massacre??
      PETRALHA MARXISTA – ou o diabo- CONTINUA -“O ato terrorista não tem por função matar, mas chamar a atenção para uma causa.”
      RESPOSTA AO PSICOPATA-Essa foi de lascar!! Explodir prédios, explodir aviões é apenas uma forma de chamar a atenção. Sugiro então que passem a colocar melancia na cabeça, é menos mortal para nós, pobres criaturas!

      ELES SÃO MUITO PERIGOSOS…SÃO MALÉVOLOS E ESSE DEMENTE SOCIALISTA LIVRE NÃO É DIFERENTE, BASTA LER SEUS ARTIGOS, TUDO PELA CAUSA.

  4. Annabella Orsola Bellini Schimmelpfenning disse:

    Aff! São assim msm, eles sempre usam uma “INjustificativa” para os crimes deles “Para algo maior”. São psicopatas de verdade, não se envergonham em defender um regime que matou mais q o nazismo. para eles, o genocídio no comunismo, q foi infinitamente maior o número de mortos nesse regime q no nazismo, mas para eles, essas mortes são justificáveis. SQN.

  5. Annabella Orsola Bellini Schimmelpfenning disse:

    PT,SOCIALISMO/COMUNISMO é um partido político ou uma organização criminosa?

  6. Nayara Pérez disse:

    NÓS BRASILEIROS , INDEPENDENTE DE TUDO ,TEMOS QUE NOS UNIR NESTA HORA MUITO SÉRIA QUE O BRASIL ESTA VIVENDO. DEIXAR DE LADO AS DIFERENÇAS E LUTAR PELO MESMO OBJETIVO. UM OBJETIVO COMUM DE DEFENDER OQUE ACREDITAMOS SER O CERTO . BRASILEIROS UNIDOS SOMOS FORTES. FORA MARXISTAS.
    PERTENÇO A OUTRA RELIGIÃO MAS CONCORDO E APOIO ESTAS PALAVRAS. TODOS TEMOS QUE NOS UNIR CONTRA O INIMIGO COMUM!!!

  7. Manoel Braga disse:

    O que é um “idiota útil”? Se nunca ouviste falar do termo “idiota útil”, fica a saber que era a atitude que Vladimir Lenin ( ideólogo e idolatrado pelo PT) nutria pelos ocidentais que viam com bons olhos o avanço da Revolução de 1917. Inventado pela Rússia Soviética, este termo descrevia pessoas que davam apoio a pessoas como Lenin e Stalin enquanto estes levavam a cabo atrocidades atrás de atrocidades. Lenin e os comunistas olhavam para estas pessoas com grande desprezo mas apercebiam-se da sua utilidade na disseminação da propaganda comunista nos seus países. Atualmente, esse termo refere-se a esquerdistas e outros “progressistas” existentes por todo o mundo – normalmente (mas não exclusivamente) estudantes e professores universitários, ativistas homossexuais, feministas, líderes dos movimentos sem terra, sem teto, e outros. Estas pessoas, em grande parte, não são idiotas no verdadeiro sentido do termo, mas sim pessoas que se alinharam com um movimento, assumindo que estão a trabalhar para um “mundo melhor”. Invariavelmente, quando descobrem que foram enganados, costuma ser tarde demais. Eles são “idiotas” porque operam com informação parcial mas assumem que têm informação suficiente para saber como todas as outras pessoas existentes no mundo devem viver as suas vidas. Depois da sua missão estar terminada [total subversão da ordem social], eles deixam de ser úteis e normalmente fazem parte do primeiro grupo a ser fisicamente eliminado pelas mesmas entidades para quem eles trabalharam.

  8. Marileia Gomes Duarte disse:

    Comunismo e o livro negro… A sistematização do terror não é rara na história humana, tendo repontado na Revolução Francesa do século 18 na fase violenta do jacobinismo, na “industrialização do extermínio judaico” pelos nazistas, e na inquisição da Igreja Católica, que durante séculos queimava os corpos para purificar as almas. O “Livre noir” me veio às mãos num momento oportuno em que, reaberto na mídia e no Congresso o debate sobre a violência dos “anos de chumbo” nas décadas de 60 e 70, me pusera a reler o “Brasil Nunca Mais”, editado em 1985 pela Arquidiocese de São Paulo. Comparados os dois, verifica-se que o Brasil não ultrapassou o abecedário da violência, palco que foi de um miniconflito da Guerra Fria, enquanto que o “Livre noir” é um tratado ecumênico sobre as depravações ínsitas do comunismo, este sem dúvida o experimento mais sangrento de toda a história humana. Produziu quase 100 milhões de vítimas, em vários continentes, raças e culturas, indicando que a violência comunista não foi mera aberração da psique eslava, mas, sim, algo diabolicamente inerente à engenharia social marxista, que, querendo reformar o homem pela força, transforma os dissidentes primeiro em inimigos e, depois, em vítimas. A aritmética macabra do comunismo assim se classifica por ordem de grandeza: China (65 milhões de mortos); União Soviética (20 milhões); Coréia do Norte (2 milhões); Camboja (2 milhões); África (1,7 milhão, distribuído entre Etiópia, Angola e Moçambique); Afeganistão (1,5 milhão); Vietnã (1 milhão); Leste Europeu (1 milhão); América Latina (150 mil entre Cuba, Nicarágua e Peru); movimento comunista internacional e partidos comunistas no poder (10 mil). O comunismo fabricou três dos maiores carniceiros-psicopatas da espécie humana, Lênin, Stálin e Mao Tse-tung. Lênin foi o iniciador do terror soviético. Enquanto os czares russos em quase um século (1825 a 1917) executaram 3.747 pessoas, Lênin superou esse recorde em apenas quatro meses após a revolução de outubro de 1917. Alguns líderes do Terceiro Mundo figuram com distinção nessa galeria de assassinos. Em termos de percentagem da população, o campeão absoluto foi Pol Pot, que exterminou em 3,5 anos um quarto da população do Camboja. Fidel Castro, por sua vez, é o campeão absoluto da “exclusão social”, pois 2,2 milhões de pessoas, equivalentes a 20% da população da ilha, tiveram de fugir. Juntamente com o Vietnã, Fidel criou uma nova espécie de refugiado, o “boat people” – ou seja, os “balseros”, milhares dos quais naufragaram, engordando os tubarões do Caribe. A vasta maioria dos países comunistas é culpada dos três crimes definidos no artigo 6º do Estatuto de Nuremberg: crimes contra a paz, crimes de guerra e crimes contra a humanidade. A discussão brasileira sobre os nossos “anos de chumbo” raramente situa as coisas no contexto internacional da Guerra Fria, a qual alcançou seu apogeu nos anos 60 e 70, provocando um “refluxo autoritário” no Terceiro Mundo. Houve intervenções militares no Brasil e na Bolívia em 1964, na Argentina em 1966, no Peru em 1968, no Equador em 1972, e no Uruguai em 1973. Fenômeno idêntico ocorreu em outros continentes. Os militares coreanos subiram ao governo em 1961 e adquiriram poderes ditatoriais em 1973. Houve golpes militares na Indonésia em 1965, na Grécia em 1967 e, nesse mesmo ano, o presidente Marcos impunha a lei marcial nas Filipinas, e Indira Gandhi declarava um “regime de emergência”. Em Taiwan e Cingapura houve autoritarismo civil sob um partido dominante. O grande mérito dos regimes democráticos é preservar os direitos humanos, estigmatizando qualquer iniciativa de violá-los. Mas por lamentáveis que sejam as violências e torturas denunciadas no “Brasil, Nunca Mais”, elas empalidecem perto das brutalidades do comunismo cubano, minudenciadas no “Livre noir”. Comparados ao carniceiro profissional do Caribe, os militares brasileiros parecem escoteiros destreinados apartando um conflito de subúrbio… Enquanto Fidel fuzilou entre 15 mil e 17 mil pessoas (sendo 10 mil só na década de 60), o número de mortos e desaparecidos no Brasil, entre 1964 e 1979, a julgar pelos pedidos de indenização, seria em torno de 288, segundo a Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal, e de 224 casos comprovados, segundo a Comissão de Mortos e Desaparecidos do Ministério da Justiça. O Brasil perde de longe nessa aritmética macabra. Em 1978, quando em nosso Congresso já se discutia a “Lei da Anistia”, havia em Cuba entre 15 mil e 20 mil prisioneiros políticos, número que declinou para cerca de 12 mil em 1986. No ano passado, 38 anos depois da Revolução de Sierra Maestra, ainda havia, segundo a Anistia Internacional, entre 980 e 2.500 prisioneiros políticos na ilha. Em matéria de prisões e torturas, a tecnologia cubana era altamente sofisticada, havendo “ratoneras”, “gavetas” e “tostadoras”. Registre-se um traço de inventividade tecnológica – a tortura “merdácea”, pela imersão de prisioneiros na merda. Não houve prisões brasileiras comparáveis a La Cabaña (onde ainda em 1982 houve 100 fuzilamentos), Boniato, Kilo 5,5 ou Pinar Del Rio. Com estranha incongruência, artistas e intelectuais e políticos que denunciam a tortura brasileira visitam Cuba e chegam mesmo a tecer homenagens líricas a Fidel e a seu algoz-adjunto Che Guevara. Este, como procurador-geral, foi comandante da prisão La Cabaña, onde, nos primeiros meses da revolução, ocorreram 120 fuzilamentos (dos 550 confessados por Fidel Castro), inclusive as execuções de Jesus Carreras, guerrilheiro contra a ditadura batista, e de Sori Marin, ex-ministro da agricultura de Fidel. Note-se que Che foi o inventor dos “campos de trabalho coletivos”, na península de Guanaha, versão cubana dos “gulags soviéticos” e dos “campos de reeducação” do Vietnã. A repressão comunista tem características particularmente selvagens. A responsabilidade é “coletiva”, atingindo não apenas as pessoas, mas as famílias. É habitual o recurso a trabalhos forçados, em campos de concentração. Não há separação carcerária, ou mesmo judicial, entre criminosos comuns e políticos. Em Cuba, criou-se um instituto original, o da “periculosidade pré-delitual”, podendo a pessoa ser presa por mera suspeita das autoridades, independentemente de fatos ou ações. Causa-me infinda perplexidade, na mídia internacional e em nosso discurso político local, a “angelização” de Fidel e Guevara e a “satanização” de Pinochet. Isso só pode resultar de ignorância factual ou de safadeza ideológica. Pinochet foi ditador por 17 anos; Fidel está no poder há 39 anos. Pinochet promoveu a abertura econômica e iniciou a redemocratização do país, retirando-se após derrotado em plebiscito e em eleições democráticas como senador vitalício (solução que, se imitada em Cuba, facilitaria o fim do embargo). Fidel considera uma obscenidade a alternância no poder, preferindo submeter a nação cubana à miséria e à fome, para se manter ditador. Pinochet deixou a economia chilena numa trajetória de crescimento sustentado de 6,5% ao ano. Antes de Fidel, a economia cubana era a terceira em renda por habitante entre os latino-americanos e hoje caiu ao nível do Haiti e da Bolívia. O Chile exporta capitais, enquanto Fidel foi um pensionista da União Soviética e, agora, para arranjar divisas, conta com remessas de exilados e receitas de turismo e prostituição. Em termos de violência, o número de mortos e desaparecidos no Chile foi estimado em 3.000, enquanto Fidel fuzilou 17 mil! Apesar de fronteiras terrestres porosas, o Chile, com população comparável à de Cuba e sem os tubarões do Caribe, sofreu um êxodo de apenas 30 mil chilenos, hoje em grande parte retornados. Sob Fidel, 20% da população da ilha, ou seja, algo que nas dimensões brasileiras seria comparável à Grande São Paulo, teve de fugir. Em suma, Pinochet submeteu-se à democracia e teve bom senso em economia. Fidel é um PhD em tirania e um analfabeto em economia. O “Livre noir” nos dá uma idéia da bestialidade de que escapamos se triunfassem os radicais de esquerda. Lembremo-nos que, em 1963, Luiz Carlos Prestes declarava desinibidamente que “nós os comunistas já estamos no governo, mas não ainda no poder”. É sumamente melancólico, porém não irrealista, admitir-se que, no albor dos anos 60, este grande país não tinha senão duas miseráveis opções: “anos de chumbo” ou “rios de sangue”…

  9. Rodolfo Pereira Mascarenhas disse:

    PARA GRAMSCI E PARA ESSE SOCIALISTA LIVRE é um dever romper com o conhecimento em sua forma racional, para que indivíduo seja incapaz distinguir a verdade da mentira, abolir seu sentido crítico ocidental e inculcar em seu lugar a visão política do momento, convertida numa expressão e voz das necessidades do regime, das inclinações de seus líderes, das expressões de sua classe social, ou seja, instrumentos cegos do comunismo.

  10. Marileia Gomes Duarte disse:

    VOCÊ JÁ ESTÁ NUMA DITADURA COMUNISTA:

    As denúncias de Romeu Tuma Junior mostram quão avançado está o Brasil no estágio de transição à ditadura bolivariana imposta pelo PT. Encontramo-nos prestes a igualar a tirania socialista existente na Venezuela. Quem quer que ainda acredite estar a viver sob um regime democrático não passa de um completo idiota. Após 2014, transformar-nos-emos, sem sombra de dúvida, em súditos de um Estado policial stalinista dominado e comandado por psicopatas da pior espécie.

  11. Annabella Orsola Bellini Schimmelpfenning disse:

    É O SOCIALISMO, QUE ESSE OTÁRIO DEFENDE,TRANSIÇÃO PARA O COMUNISMO. TIRAR DE QUEM TRABALHA DURO, PARA GANHAR UM POUCO MAIS , PARA DAR PROS BOLSISTAS DA ESQUERDALHA E PAGAR OS DÉFICITS QUE ESSA GESTORA DE ARAQUE, TEM DADO NO PAÍS!
    http://www.jogodopoder.com/blog/politica/imposto-de-renda-pt-estuda-elevar-aliquota-para-35/
    Imposto de renda: PT estuda elevar alíquota para 35%
    05/11/2013 by admin01 9 comentários

    Imposto de renda: cúpula do partido estuda aumentar a arrecadação e ampliar alíquota para um possível segundo mandato de Dilma.
    Alíquota de 27,5% do IRPF foi criada em caráter provisório em 1999

  12. Sophia Emma Schmidt Hartmann disse:

    Avisem a canalhada MARXISTAS que hoje é festa..Pelo andar da carruagem, pelas últimas notícias recebidas, a cifra de CEM MILHÕES DE MORTOS pelo comunismo/socialismo será ultrapassada brevemente. Notícias que chegam da VENEZUELA E ARGENTINA confirmam mais mortes em conflitos.Hoje, eles não dormem….É festa na ratoeira! CANALHAS em júbilo!!!

  13. Leo disse:

    A GÊNESE SOCIALISTA (fascismo-comunismo-nazismo) em sua principiológica cínica, hipócrita, mentirosa, violenta e criminosa – decididamente não tem limites.

    Os crimes de Lênin e Stálin foram aplaudidos pelos comunistas do mundo inteiro (nos anos 20 a 50 do século XX) (muitos ainda por cegueira ideológica não acreditaram no relatório secreto de Nikita Kruschev, primeiro-secretário, lido no XX Congresso do Partido Comunista da União Soviética, em 24 de fevereiro de 1956 em que reconhece oficialmente os crimes do regime sob Stálin de pessoas inocentes ou seja, da tragédia do comunismo russo); outros cinicamente aceitam a barbárie em nome da missão, assim como do Grande Timoneiro (anos 50-70) – cujos erros de MAO foram admitidos pelo Partido Comunista chinês em 1979; os de Pol Pot quando de sua condenação por genocídio; enquanto Fidel Castro, ainda no poder (nos estertores) continua negando as atrocidades cometidas na Ilha de Cuba, mas não deixa de ser objeto de amor patológico e adoração por esquerdistas brasileiros e latino americanos, alguns chegando até a prantos histéricos em sua presença.

  14. Leo disse:

    O que diz um grande dramaturgo comunista:

    Quem luta pelo comunismo tem de poder lutar e não lutar; dizer a verdade e não dizer a verdade; manter a palavra e não cumprir a palavra, etc., etc., etc”. Bertolt Brecht a seus camaradas em Die Massnahme

    O fundador do totalitarismo comunista e guru dessa facção é bem claro:

    É moral tudo o que serve para destruir a velha sociedade exploradora para unir todos os trabalhadores em torno ao proletariado que está criando uma nova sociedade comunista. Wladmir Illich Ulianov Lênin (1870-1924), Colected Works (1923), XVI, p. 142-145; e completa com proficiência:

    O melhor é corromper! O melhor é corromper!. Lênin

    Outro guru da facção:

    ”O fim pode justificar os meios enquanto houver algo que justifique o fim”. Leon Trotsky

    Portanto, esperar uma conduta ajustada aos princípios e valores da civilização ocidental dessa facção inspirada no marxismo-leninismo-trotskismo-maoísmo-castrismo é pura ilusão (ou utopia como eles pregam).

  15. Professora Antonia disse:

    É muito fácil enganar as pessoas. Fácil demais. Especialmente aquelas pessoas que se acham espertas. Nasce um otário a cada minuto.

    Goebbels sabia disso. Lenin sabia disso. Obama e seus mentores sabem disso.

    Por exemplo: o socialismo, essa termo tão inocente, tão com cara de bonzinho, até hoje é vendido como um sistema igualitário. Há centenas de partidos pelo mundo que ainda mantém esse nome na legenda, e não falta nem mesmo quem ainda acredite em suas teorias. O Idelber, respeitado acadêmico, ontem mesmo escreveu (rufar de tambores):

    “Eu sou dos que acham que o leninismo está longe de ter esgotado sua significação histórica.”

    Uau. Bem-vindos ao Túnel do Tempo!

    Deixemos para lá o que diabos quer dizer “significação histórica”. Amigos, Lenin era um assassino que sentia prazer em relatar como enforcava camponeses. Não sou eu quem digo, é Bertrand Russell em sua autobiografia (ele o conheceu brevemente). E olhem que o tio Bertrand era um quê de esquerda.

    Mas voltando ao tema da enganação geral. Ora, o que é esse tal “socialismo”? Nada mais é do que a tirania opressora para realizar e justificar o roubo, puro e simplesmente.

    “A propriedade é um roubo!”, gritava Proudhon. Eu digo que o socialismo é um roubo maior. Tomar à força de Pedro para dar um troco a Zé Mané e ficar com o resto. Durante a Revolução Russa, milhões de pessoas foram tungadas de suas propriedades, e nunca mais as tiveram de volta. Do que difere isso dos confiscos nazistas?

    Mesmo nas versões light do socialismo, continua sendo roubo, só que através de imposto ou algum outro tipo de confisco.

    Mas, como eu digo, é fácil enganar as pessoas, mesmo em escala global, mesmo contra toda evidência.

    É uma coisa, na verdade, muito triste. Significa que “sistemas milagrosos” de “justiça social” continuarão sendo vendidos aos otários, ao preço de miséria, caos social e econômico, e quem sabe até uma que outra guerra ou genocídio. Eternamente…

    • Professora Leila disse:

      fato…o que a mioria quer é:poder desfrutar (de qualquer coisa) sem que para isso precise se esforçar..daí…para eleger o mais “prático”…ou seja o “socialismo” é um pulinho……no banco de empregos em SP ontem .:-sobram 33.000 vagas…..a procura cai de 250 pessoas ao dia para 5…pq é mes de dezembro…e tdo mundo vai para a ‘praia”…..palavras da coordenadora……depois disso…falar o que??????

      • Professora Antonia disse:

        Proudhon irritou Marx com sua Filosofia da Miséria (estava certo!); Marx revidou com sua Miséria da Filosofia… Se desentenderam e acabaram de mal…

    • PM Francisco disse:

      socialismo é a vaselina para o comunismo….

  16. Professora Antonia disse:

    Socialismo: Conjunto de doutrinas que se propõe a promover o bem comum pela transformação da sociedade e das relações entre as classes sociais, mediante a alteração do regime de propriedade. Comunismo: Qualquer sistema econômico e social, baseado na propriedade coletiva. Sistema social, politico e econômico, desenvolvido teoricamente por KARL MARX. Sutil a diferença, mas no geral é tudo uma mierda de utopias que nunca funcionaram em lugar algum!!!!

  17. PM Francisco disse:

    A partir da desgraça marxista, Lênin e Stalin promoveram o ‘ holodomor ‘ ou seja, um holocausto na Ucrânia onde 14 milhões de Ucranianos morreram de fome, por não aceitar ter que trabalhar para alimentar o estado e todos aqueles que desejavam escravizar este povo.
    Muito ‘ humanitário ‘, o comunismo matou mais pessoas que os Nazistas na história.

  18. PM Francisco disse:

    A diferença entre socialismo livre e comunismo, é que o comunismo tentou se impor a força aramada e se posicionando contra DEUS. O socialismo livre mudou a tática, se diz cristão e a revolução é feita na cabeça das pessoas, manipulando as suas mentes.

  19. Yusnaidys Arteaga Rodriguez disse:

    MANDAMENTOS DO PSICOPATA MARXISTA

    1- Zelais apenas pelos vossos interesses;
    2 – Não honreis a mais ninguém além de vós;
    3 – Fazei o mal, mas fingi fazer o bem-lembra-te de que humanos amam serem enganados
    4 – Cobiçai e procurai fazer tudo o que puderdes;
    5 – Sede miseráveis;
    6 – Sede brutais;
    7 – Lograi o próximo toda vez que puderdes com um sorriso
    8 – Matai os vossos inimigos;se não puderes, maculai suas honra
    9 – Usai a força da sedução em vez da bondade ao tratardes com o próximo;
    10 – Pensai exclusivamente no PODER
    Maquiável

    Acorrei, espíritos que velais sobre os pensamentos mortais! Tirai-me o sexo e, dos pés à cabeça, enchei-me até transbordar da mais implacável crueldade! Fazei que meu sangue fique mais espesso; fechai em mim todo acesso, todo caminho à piedade, para que nenhum escrúpulo compatível com a natureza possa turvar meu propósito feroz, nem possa interpor-se entre ele e a execução! Vinde a meus seios e convertei meu leite em fel, vós gênios do crime, do lugar de onde presidis, sob substâncias invisíveis, a hora de fazer o mal! Vem noite tenebrosa, envolve-te com a sombria fumaça do inferno para que meu punhal agudo não veja a ferida que ele vai fazer e para que o céu, espiando-me através da cobertura das trevas não possa gritar-me: ŽŽ pára! pára! “.
    Lady Macbeth, nos momentos que antecedem ao assassinato do rei Duncan, que dorme em seu castelo como hóspede.
    A tragédia de Macbeth.

  20. Manoel Braga disse:

    Quem é a favor do mundo socialista,(COISA QUE ESSE SOCIALISTA BLOGUEIRO DEFENDE EM VÁRIOS ARTIGOS) da Rússia, ou da China, ou de Cuba, é também a favor do Estado assassino.Pertence a mesma escola, de que os fins justificam os meios…do Zé Dirceu, Dilma, Genoíno… Nossos dirigentes, estão trilhando por esse caminho que para a Nação é, e será desastroso! O Brasil não pode aceitar mais…, chegamos no limite de riscar o fósforo…

    • Annabella Orsola Bellini Schimmelpfenning disse:

      Esse regime ao qual a família marxista e Ptralha pertence, é o submundo… Como aqui, ainda não existe pena capital, nem tão pouco prisão perpétua. Deveriam ser apenados no máximo…

  21. Nayara Pérez disse:

    Na minha opinião o comunismo é o braço político do satanismo. Eles possuem o mesmo princípio da quebra da hierarquia-mérito , vejamos :
    -Na “grande rebelião” lúcifer achou-se igual ‘a deus.
    -No comunismo “somos todos iguais” .
    Tanto no comunismo como no satanismo tenta-se obter algo a qual não se tem o mérito como comer o pão que não se suou e como obter poderes sem o trabalho da revolução da consciência.

  22. Chemin De Saint Jacques "CUBANA" disse:

    Alguém viu onde anda o “douto” Socialista Livre????
    Quando um Idiota Útil é colocado contra a parede pela razão em um debate sobre algum assunto polêmico, este costuma optar pela neutralidade, disfarçada de imparcialidade.

    Ocorre que faltam argumentos ao idiota útil para debater racionalmente, logo, quando o discurso emocional, faz falácias, o ad hominem e as tentativas de censura contra aqueles que discordem de suas opiniões, criticando-as racionalmente, o idiota útil posa como “imparcial”, mas a verdade é que ele passa a uma falsa neutralidade, suprimindo o que pensa por falta da solidez de suas ideias.

    Nesta fase o idiota útil tenta se passar por imparcial para legitimar suas falácias, tentando a todo custo colar a imagem de parcial no debatedor. Porém, a parcialidade está tão impregnada no idiota útil, que este não compreende a diferença entre ser imparcial e neutro e acaba assumindo a neutralidade pensando que está se passando por imparcial.

    São capazes de mentir mesmo quando a verdade é conhecida, tudo para corroborar um discurso incoerente e desprovido de argumentação. Mesmo quando você mostra os dados verdadeiros e prova por a + b que estão mentindo, os idiotas úteis mantém o personagem e tentam desmoralizar as provas.

    A incoerência chega a tal ponto que se as provas de que estão distorcendo os fatos ou mentindo forem da mesma fonte por eles citadas, os idiotas úteis começam a demonizar tal fonte, ora, ela só serve então se estiver de acordo com os que eles pensam? Sim, para eles só presta aquilo que está de acordo com seus delírios.

    Se o assunto for sobre Nelson Mandela, logo, após provar aos idiotas úteis que o mesmo não merece a santificação, por eles pregadas, o discurso se torna “neutro” (mas a opinião não se altera, pois são dependentes das mentiras que contam a si próprios, parra manterem seu mundo de ilusão).

    Vira algo como: “ele pode ter feito coisas não aprováveis (note a escolha de palavras), porém, fez muitas coisas boas e que deixaram um legado de paz e bla bla bla”. São capazes de inventar coisas que Mandela não fez, apenas para legitimar as falácias, ou de conferir a este, feitos de outras pessoas, desprezando o conhecimento do debatedor.

  23. Professor Nikolai Yuri Kuznetsov Tchébrikov disse:

    Liberdade Econômica manteve Austrália no topo dos principais índices

    A Austrália está em 2ª no Ranking Mundial do Índice de Desenvolvimento Humano 2013, em 3ª no Índice de Liberdade Econômica da Fundação Heritage, na 2ª posição no IRBES (índice que mede a qualidade do retorno dos impostos em serviços públicos nos 30 países com maior carga tributária sobre o PIB) e em 7ª no índice de custo benefício da saúde.

    A que se deve isso? Bem, retornemos ao último governo do Partido Liberal na Austrália, antes dos trabalhistas assumirem o poder, que agora volta ao governo com o conservador Tony Abbott.

    Com o ex-Primeiro Ministro conservador John Howard, do Partido Liberal, a Austrália viveu seu auge, com crescimento econômico acelerado e estável, além de inflação média em 2,3% ao ano. Cortou impostos e realizou acordos de livre comércio internacional, atraindo empresas multinacionais, gerando emprego e renda.

    A mineração foi importante para impulsionar a economia australiana no período. Porém, o Partido Trabalhista assumiu o poder em 2007 e começou a mexer onde não devia a partir de 2010. Impostos aumentaram, a competitividade diminuiu e serviços públicos pioraram.

    Como então a Austrália conseguiu se manter no topo dos índices? Graças às reformas liberais anteriores que conferiram dinamismo à economia australiana e mantiveram até 2010 os índices de crescimento altos. A partir de 2010 com novo aumento de impostos e gastos governamentais, a economia perdeu um pouco de seu brilho, levando a população à insatisfação que conferiu nas últimas eleições, em 2013, 91 das 150 cadeiras do Parlamento ao Partido Liberal e o posto mais alto, o de Primeiro Ministro.

    O Índice de Desenvolvimento Humano da Austrália cresceu menos, mas manteve-se oscilando entre a 1ª e 2ª posições, ajudado também pela crise de 2008 onde economias menos dinâmicas interferiram no IDH da população. Contudo, os trabalhistas não tiveram tempo de mexer nas desregulamentações e acordos de livre comércio internacional dos governos Liberais, o que garantiu que a Liberdade Econômica Australiana continuasse entre as maiores, apesar de perder uma posição, caiu de 2ª para a 3ª posição.

    A renda per capta anual australiana é a 6ª maior do mundo, mas manteve-se nessa posição desde que os trabalhistas assumiram o governo, e os Micro e Pequenos Empreendedores, principalmente do setor de turismo, são responsáveis pela maioria dos empregos.

    O novo Primeiro Ministro australiano já informou que cortará gastos governamentais, impostos, regulamentações, controlar a imigração e cortar outras taxas, para devolver a estabilidade política e econômica ao país.

    O que podemos aprender com a Austrália? Ora, que a Liberdade Econômica conferida pelos governos liberais conseguiu impedir o desastre nos seis anos de Governo do Partido dos Trabalhadores, que aproveitou durante seus três primeiros anos o crescimento proporcionado pelas medidas liberais, mas não soube fazer a manutenção do sistema, aplicando a receita esquerdista que aumentou a inflação, diminuiu o crescimento e piorou os serviços.

    A diferença é clara, quando observamos a perda de uma posição no IRBES, no IDH e no Índice de Liberdade Econômica, que mesmo assim manteve a Austrália no topo de ambos. Com a volta dos liberais a tendência é que o país reassuma as posições perdidas, volte a crescer consideravelmente, diminua a inflação e aumente a atratividade aos investidores estrangeiros, aumentando a geração de emprego e a renda, que voltará a subir.

    Como disse o novo Primeiro Ministro australiano, Tony Abbott: “A partir de agora declaro que a Austrália está sob nova administração e novamente aberta aos negócios”.

    Fontes:

    Deutsche Welle (DW) – http://www.dw.de/oposi%C3%A7%C3%A3o-conservadora-vence-elei%C3%A7%C3%B5es-na-austr%C3%A1lia/a-17073273

    IG Economia – http://ricardogallo.ig.com.br/index.php/2010/05/04/australia-vai-aumentar-impostos-das-mineradoras-e-bom-vale-e-mmx-se-ligarem/

    West1 – http://www.west1.com.br/bck/west/bck/pages.php?recid=57

    Index of Economic Freedom – http://www.heritage.org/index/ranking

    Estadão Dados (IDH 2013) – http://blog.estadaodados.com/ranking-do-indice-de-desenvolvimento-humano-idh-2013/

    Época – http://epoca.globo.com/tempo/noticia/2013/09/brasil-e-o-bultimo-em-rankingb-sobre-eficiencia-de-sistemas-de-saude.html

    IBPT – https://www.ibpt.org.br/noticia/896/

    • Professor Nikolai Yuri Kuznetsov Tchébrikov disse:

      A Liberdade vence – Suíça contra o socialismo

      A vitória ocorreu em terreno suíço e não é para menos, pois a Suíça está no TOP 5 de Liberdade Econômica da Fundação Heritage. Os eleitores recusaram uma lei que visava limitar o salário de executivos das empresas (que são privadas) em no máximo 12 vezes o menor salário.

      A juventude socialista está revoltada por que empresas privadas pagam até 200 vezes mais para executivos do que para empregados. O que tenho a dizer? Os idiotas úteis existem por lá também e como todo esquerdopata que se preze odeiam o sucesso alheio e a liberdade.

      Afirmo isso com minha consciência tranquila. Primeiro, por que as empresas privadas possuem donos e/ou acionistas a cabe somente a estes decidir quanto pagarão para aqueles que trabalham em suas empresas. A propriedade é privada e não dos imbecis de plantão que pensam que deixando os mais ricos, menos ricos, beneficiarão em algo os mais pobres. Como se a economia fosse um jogo de soma zero.

      Deixar o mais rico, menos rico, não torna o mais pobre, menos pobre. Esse dinheiro não será repassado aos mais pobres. Não deixará de entrar na conta de um para ir à conta do outro. O salário de X diminuir não aumentará o salário de Y.

      O que conseguiriam é diminuir o incentivo desses executivos para obterem determinados resultados, pois seus salários seriam rebaixados ao menor patamar da história suíça e transformaria o país no detentor da lei salarial mais rígida do planeta. O incentivo cortado, os resultados diminuem levando junto boa parte do lucro e obrigando empresas a cortarem empregos.

      O que socialistas fazem questão de não compreender (entre diversos outros pontos) é que sufocar o rico apenas aumenta as mazelas dos mais pobres, pois são os primeiros os responsáveis pelos investimentos necessários às empresas para que estas obtenham elevado desempenho, logo, gerando empregos.

      E daí se o executivo de sua empresa ganha 200 vezes mais que você? O que você faz para merecer ganhar o mesmo que ele? Possui a mesma qualificação e desempenha o mesmo trabalho com as mesmas responsabilidades e resultados? Se não está satisfeito, pois acha que vale tanto quanto esse executivo, então procure um emprego que lhe pague o mesmo valor que ele recebe, pois se você é um profissional tão qualificado, experiente e capaz, logo, não terá dificuldade em alcançar tal meta.

      Criar bodes expiatórios é típico da esquerda desesperada por enganar a si própria. Tentam repetir uma mentira diversas vezes para que se torne verdade. Colocam a culpa pelo próprio fracasso no sucesso alheio. Mas não conseguiram enganar os cidadãos suíços, com seus discursos desprovidos de racionalidade e baseados na demagogia socialista.

      Os 65,3% dos eleitores contrários a lei mostraram que as falácias socialistas não são imbatíveis.

      Limitar o salário de executivos casaria a derrocada dos resultados das empresas, logo, afastaria os investidores estrangeiros. Sabendo que a Suíça está cheia de multinacionais poderosas como a farmacêutica Novartis, o menor desempenho das gigantes ali instaladas resultaria em elevação do índice de desemprego e fuga de investidores.

      Se um funcionário ganha X e o executivo 200 vezes X é porque a empresa está atingindo os resultados necessários para que o executivo mantenha o alto salário e o funcionário seu emprego. Invejar o próximo e lutar pelo rebaixamento deste não lhe conferirá maior poder aquisitivo, nem melhor qualidade de vida. Apenas o deixará menos “rico” e você igual estava antes, só que com maior insegurança no trabalho e cobranças muito maiores. Estás preparado para assumir uma posição mais importante e trabalhar sobre maior pressão sem que haja qualquer benefício extra que não a manutenção de seu emprego, só para que alguém que ganha mais que você tenha o salário rebaixado?

      Quanto mais dinheiro a empresa ganhar, maior será o potencial de investimento para ganhar mais espaço no mercado e lucrar mais. Esse cenário propicia a abertura de mais postos de trabalho (geração de empregos) e ampliação de setores, demandando mais líderes e profissionais mais qualificados para preencher tais vagas. Isso não ocorrerá por que a empresa é boazinha e quer lhe ver feliz, mas por que essa é a estratégia de mercado mais inteligente e que trará melhor retorno para a própria empresa.

      Antes de olhar para o salário do outro, olhe para o trabalho do mesmo, os resultados, a história profissional e pessoal, o curriculum vitae e depois olhe para si. A ruína do outro não lhe trará vantagem alguma, ao contrário, pode significar sua ruína e de seus colegas no longo prazo.

      A desigualdade sempre existirá, mas saiba observá-la, pois não se resume ao outro ganhar 200 vezes mais que você. Você recebe de acordo com o valor de sua mão de obra? E o outro, também recebe? Se sim, então, onde está toda essa desigualdade? Há uma diferença econômica entre vocês, mas que é explicada pelas diferentes responsabilidades e funções exercidas por cada um e não uma desigualdade gritante.

      Você receberá de acordo com o valor de sua mão de obra e a qualidade de seu trabalho e por esses mesmos critérios serás recompensado, ou dispensado, ou permanecerá estagnado. Você é responsável pelas suas decisões, pelo seu sucesso e pelo seu fracasso, sendo os fatores externos no máximo influenciadores, mas não necessariamente determinantes. Um fator externo ser primordial para seu sucesso ou fracasso é a exceção e não a regra e mesmo nesses casos há de se atentar a qual foi sua análise de tal fator, sendo sua a responsabilidade por esta.

      A liberdade econômica proporciona ao indivíduo a oportunidade de empreender, valoriza o trabalhador devido à necessidade de mão de obra mais qualificada e eleva os índices sociais e econômicos. Para tanto, basta verificar que os países mais livres do mundo estão nas primeiras posições do Ranking do Índice de Desenvolvimento Humano e de Renda per capta. A própria Suíça possui PIB per capta anual de US$43.900 ocupando a 15ª posição no ranking, enquanto Singapura que também está no TOP 5 do Index of Economic Freedom da Heritage Foundation possui PIB per capta de US$60.500, ocupando a 6ª posição.

      Não sendo isso suficiente, no Índice de Desenvolvimento Humano a Suíça está no TOP 10 e Singapura no TOP 20. A expectativa de vida nos dois países está também entre as maiores do mundo, com 82,5 anos e 81,2 anos respectivamente. Para completar, os demais países do TOP 5 de liberdade econômica são: Austrália, Hong Kong e Nova Zelândia, com PIB per capta anual de US$40.800 (23ª), US$49.800 (11ª) e US$28.000 (47ª) e expectativa de vida e 82 anos, 81.9 anos e 80.8 anos respectivamente. Confira nos links disponibilizados ao final do artigo as informações prestadas. Compare as fontes e verá que a renda per capta é muito próxima ao PIB per capta, refutando a falácia da “má distribuição de renda” nesses países.

      Enfim, me estendi mais do que pretendia, mas que fique claro, não há mera ideologia fundamentando este artigo, mas a observação da história social, política e econômica e a clareza dos fatos. Fatos estes que os cidadãos suíços se atentaram brilhantemente.

      • Sophia Emma Schmidt Hartmann disse:

        O socialismo já foi refutado como escola econômica décadas atrás. Enquanto projeto político mostrou-se como o maior aborto da humanidade – responsável por milhões de mortes. Mesmo assim, milhares de intelectuais não cansam de pregar essa doutrina.

        Para Ayn Rand, o socialismo não é um problema que nasce na economia ou política – esses são os sintomas. As raízes do socialismo encontram-se em desvios da moralidade.

      • Chemin De Saint Jacques "CUBANA" disse:

        MARXISTAS que desejam viver no primitivismo, sem indústria ou capitalismo, o Haiti é o lugar certo para a estadia!

  24. Professor Nikolai Yuri Kuznetsov Tchébrikov disse:

    A Liberdade vence – Suíça contra o socialismo

    A vitória ocorreu em terreno suíço e não é para menos, pois a Suíça está no TOP 5 de Liberdade Econômica da Fundação Heritage. Os eleitores recusaram uma lei que visava limitar o salário de executivos das empresas (que são privadas) em no máximo 12 vezes o menor salário.

    A juventude socialista está revoltada por que empresas privadas pagam até 200 vezes mais para executivos do que para empregados. O que tenho a dizer? Os idiotas úteis existem por lá também e como todo esquerdopata que se preze odeiam o sucesso alheio e a liberdade.

    Afirmo isso com minha consciência tranquila. Primeiro, por que as empresas privadas possuem donos e/ou acionistas a cabe somente a estes decidir quanto pagarão para aqueles que trabalham em suas empresas. A propriedade é privada e não dos imbecis de plantão que pensam que deixando os mais ricos, menos ricos, beneficiarão em algo os mais pobres. Como se a economia fosse um jogo de soma zero.

    Deixar o mais rico, menos rico, não torna o mais pobre, menos pobre. Esse dinheiro não será repassado aos mais pobres. Não deixará de entrar na conta de um para ir à conta do outro. O salário de X diminuir não aumentará o salário de Y.

    O que conseguiriam é diminuir o incentivo desses executivos para obterem determinados resultados, pois seus salários seriam rebaixados ao menor patamar da história suíça e transformaria o país no detentor da lei salarial mais rígida do planeta. O incentivo cortado, os resultados diminuem levando junto boa parte do lucro e obrigando empresas a cortarem empregos.

    O que socialistas fazem questão de não compreender (entre diversos outros pontos) é que sufocar o rico apenas aumenta as mazelas dos mais pobres, pois são os primeiros os responsáveis pelos investimentos necessários às empresas para que estas obtenham elevado desempenho, logo, gerando empregos.

    E daí se o executivo de sua empresa ganha 200 vezes mais que você? O que você faz para merecer ganhar o mesmo que ele? Possui a mesma qualificação e desempenha o mesmo trabalho com as mesmas responsabilidades e resultados? Se não está satisfeito, pois acha que vale tanto quanto esse executivo, então procure um emprego que lhe pague o mesmo valor que ele recebe, pois se você é um profissional tão qualificado, experiente e capaz, logo, não terá dificuldade em alcançar tal meta.

    Criar bodes expiatórios é típico da esquerda desesperada por enganar a si própria. Tentam repetir uma mentira diversas vezes para que se torne verdade. Colocam a culpa pelo próprio fracasso no sucesso alheio. Mas não conseguiram enganar os cidadãos suíços, com seus discursos desprovidos de racionalidade e baseados na demagogia socialista.

    Os 65,3% dos eleitores contrários a lei mostraram que as falácias socialistas não são imbatíveis.

    Limitar o salário de executivos casaria a derrocada dos resultados das empresas, logo, afastaria os investidores estrangeiros. Sabendo que a Suíça está cheia de multinacionais poderosas como a farmacêutica Novartis, o menor desempenho das gigantes ali instaladas resultaria em elevação do índice de desemprego e fuga de investidores.

    Se um funcionário ganha X e o executivo 200 vezes X é porque a empresa está atingindo os resultados necessários para que o executivo mantenha o alto salário e o funcionário seu emprego. Invejar o próximo e lutar pelo rebaixamento deste não lhe conferirá maior poder aquisitivo, nem melhor qualidade de vida. Apenas o deixará menos “rico” e você igual estava antes, só que com maior insegurança no trabalho e cobranças muito maiores. Estás preparado para assumir uma posição mais importante e trabalhar sobre maior pressão sem que haja qualquer benefício extra que não a manutenção de seu emprego, só para que alguém que ganha mais que você tenha o salário rebaixado?

    Quanto mais dinheiro a empresa ganhar, maior será o potencial de investimento para ganhar mais espaço no mercado e lucrar mais. Esse cenário propicia a abertura de mais postos de trabalho (geração de empregos) e ampliação de setores, demandando mais líderes e profissionais mais qualificados para preencher tais vagas. Isso não ocorrerá por que a empresa é boazinha e quer lhe ver feliz, mas por que essa é a estratégia de mercado mais inteligente e que trará melhor retorno para a própria empresa.

    Antes de olhar para o salário do outro, olhe para o trabalho do mesmo, os resultados, a história profissional e pessoal, o curriculum vitae e depois olhe para si. A ruína do outro não lhe trará vantagem alguma, ao contrário, pode significar sua ruína e de seus colegas no longo prazo.

    A desigualdade sempre existirá, mas saiba observá-la, pois não se resume ao outro ganhar 200 vezes mais que você. Você recebe de acordo com o valor de sua mão de obra? E o outro, também recebe? Se sim, então, onde está toda essa desigualdade? Há uma diferença econômica entre vocês, mas que é explicada pelas diferentes responsabilidades e funções exercidas por cada um e não uma desigualdade gritante.

    Você receberá de acordo com o valor de sua mão de obra e a qualidade de seu trabalho e por esses mesmos critérios serás recompensado, ou dispensado, ou permanecerá estagnado. Você é responsável pelas suas decisões, pelo seu sucesso e pelo seu fracasso, sendo os fatores externos no máximo influenciadores, mas não necessariamente determinantes. Um fator externo ser primordial para seu sucesso ou fracasso é a exceção e não a regra e mesmo nesses casos há de se atentar a qual foi sua análise de tal fator, sendo sua a responsabilidade por esta.

    A liberdade econômica proporciona ao indivíduo a oportunidade de empreender, valoriza o trabalhador devido à necessidade de mão de obra mais qualificada e eleva os índices sociais e econômicos. Para tanto, basta verificar que os países mais livres do mundo estão nas primeiras posições do Ranking do Índice de Desenvolvimento Humano e de Renda per capta. A própria Suíça possui PIB per capta anual de US$43.900 ocupando a 15ª posição no ranking, enquanto Singapura que também está no TOP 5 do Index of Economic Freedom da Heritage Foundation possui PIB per capta de US$60.500, ocupando a 6ª posição.

    Não sendo isso suficiente, no Índice de Desenvolvimento Humano a Suíça está no TOP 10 e Singapura no TOP 20. A expectativa de vida nos dois países está também entre as maiores do mundo, com 82,5 anos e 81,2 anos respectivamente. Para completar, os demais países do TOP 5 de liberdade econômica são: Austrália, Hong Kong e Nova Zelândia, com PIB per capta anual de US$40.800 (23ª), US$49.800 (11ª) e US$28.000 (47ª) e expectativa de vida e 82 anos, 81.9 anos e 80.8 anos respectivamente. Confira nos links disponibilizados ao final do artigo as informações prestadas. Compare as fontes e verá que a renda per capta é muito próxima ao PIB per capta, refutando a falácia da “má distribuição de renda” nesses países.

    Enfim, me estendi mais do que pretendia, mas que fique claro, não há mera ideologia fundamentando este artigo, mas a observação da história social, política e econômica e a clareza dos fatos. Fatos estes que os cidadãos suíços se atentaram brilhantemente.

  25. Professor Nikolai Yuri Kuznetsov Tchébrikov disse:

    A falácia dos marxistas da exploração predatória dos trabalhadores no Livre Mercado

    Quem realmente explora o trabalhador é o Estado através da tomada forçada do dinheiro pelo qual este trabalhou utilizando a carga tributária. O que interessa ao Estado é o crescimento de suas receitas e a estagnação dos trabalhadores, assim estes ficarão sempre necessitados de algo vindo do Estado.

    Achar que o empresário não quer ver a ascensão do funcionário é acreditar na falácia dos sindicatos, que só interessa a exploração predatória do trabalhador, ou seja, pagar muito menos do que ele vale para desempenhar funções acima de seus limites e lucrar com tal exploração; que na verdade gera prejuízos ao empresário. Isso está errado. Se o funcionário cresce é porque obteve uma melhoria significante do próprio desempenho no trabalho e essa melhoria aumenta os lucros da empresa.

    Nenhum empresário é bonzinho e justamente por isso, por visar o lucro e o crescimento da empresa, que os empresários possuem interesse no desenvolvimento e crescimento de seus funcionários. Tanto é que foi o mercado e não o Estado que criou as promoções e o plano de carreira. O Estado copiou esse modelo do setor privado, porém aplicando da pior maneira possível no funcionalismo público.

    Se você é um ótimo funcionário, sua mão de obra é qualificada, mas você ganha pouco, logo, você pode pedir aumento ao seu chefe, ou na negativa deste, buscar outra oportunidade no mercado. Sendo você esse profissional qualificado e empenhado, obviamente não terá dificuldades de obter essa melhor oportunidade.

    A CLT e o salário mínimo dificultam a entrada de pessoas inexperientes, ou pouco qualificada no mercado de trabalho, o que lhes proporcionaria mais experiência e qualificação, principalmente aos jovens. Para estes, inclusive, a regulamentação sobre os estágios e a criação do jovem aprendiz dificultam ainda mais a obtenção dessas vagas, pois tais regulamentações obrigam os empresário a buscarem apenas aqueles que valem o custo (a empresa precisa ter um número mínimo de funcionários CLT para poder contratar um número X de estagiários, o que aumenta o custo destes), marginalizando os demais trabalhadores e joga-os à “informalidade”, agravando problemas como a entrada dessas pessoas no mercado negro exploratório e de alto risco do tráfico de drogas.

    tráfico

    Também como resultado do engessamento das relações trabalhistas e obrigaram diversos empresários a explorarem mais seus funcionários (tirar o máximo pagando o mínimo possível) e vemos isso principalmente no setor de atendimento e empresas de terceirização, porém, esse mesmo setor de atendimento que segue essa lógica (os Call Centers, por exemplo) proporciona a primeira oportunidade de trabalho às diversas pessoas, principalmente jovens, possuem planos de carreira para cooptar os profissionais (pois a concorrência faz o mesmo) e oferece o salário mínimo a muitos trabalhadores inexperientes e com pouquíssima qualificação, muitos dos quais a mão de obra não valeria os R$678,00 (trabalhei nesse setor no começo da vida como trabalhador e mantenho muitos amigos que ainda estão nele).

    Devido também a alta rotatividade desse setor vemos as empresas nele inseridas aumentando os salários e criando mais cargos para os planos de carreira, além de aumentarem os benefícios. Claro, algumas ainda não se adaptaram a essa realidade, porém, são prejudicadas por uma rotatividade ainda maior de funcionários, perda do investimento inicial com cooptação e treinamento, além de má fama, o que afasta novos funcionários.

    Os empresários tem muito interesse em ver seus funcionários crescerem dentro de suas empresas, pois isso diminui a necessidade de investimentos com treinamento de novos funcionários, diminui a quantidade de erros administrativos e funcionais, diminui o custo para cooptação de funcionários no mercado e aumenta a satisfação dos funcionários que crescem, motivando-os a trabalhar cada vez melhor.

    Os sindicatos amparados pelo Estado utilizam da generalização, ou seja, pegam como exemplo a minoria dos empresários brasileiros para demonizar todo o sistema de tentar fortalecer a falácia de que eles são indivíduos inescrupulosos e que querem lucrar através da miséria e exploração predatória dos trabalhadores.

    Porém dessa minoria de empresários muitos são “parceiros” do próprio Estado e se beneficiam do sufocamento que este provoca sobre a concorrência, pois cria as reservas de mercado, garantido que o consumidor seja refém dessas “empresas amigas”, que como estão com o lucro garantido oferecem produtos e serviços inferiores a preços maiores, sabendo que o consumidor não terá alternativa, pois a diminuição do consumo não afetará sensivelmente seus lucros, não há substitutos que consigam atrapalhar e nem empresas com potencial para exploração do mesmo setor, posto que serão destruídas pelo Estado.

    Um bom exemplo disso é o setor de transporte coletivo, onde as empresas de ônibus possuem o monopólio de determinadas linhas e/ou rotas determinado e protegido pelo governo, que inclusive subsidia suas atividades diretamente com o nosso dinheiro. Os táxis são bem mais caros e mesmo dividindo com mais pessoas dificilmente será mais barato e as caronas foram inibidas pelo Estado, que as criminalizou punindo os motoristas que dividirem os custos com os passageiros, considerando-os prestadores irregulares de serviço. É também muito difícil o indivíduo que depende do transporte coletivo diminuir a utilização deste a não ser que tenha um carro próprio e neste caso terá um custo maior e que enfrentar mais trânsito devido não haver pistas especiais (corredores) como para os ônibus, ou os trilhos que são para o trem/metrô.

    Nessas empresas o funcionário não precisa ser valorizado, pois além de ser um mercado fechado, de fácil reposição, pouca necessidade de treinamento e baixa rotatividade, as empresas tem seus lucros garantidos pela ajuda estatal com subsídios e o já mencionado sufocamento dos concorrentes. Portanto, perder alguns funcionários nesse cenário, mesmo que sejam bons funcionários, não afetará consideravelmente as empresas do setor, que inclusive pagam acima do salário mínimo (o que já o torna desnecessário). Porém, para que haja essa valorização, o mesmo Estado que a impede de ocorrer naturalmente, legitima a ação de sindicatos interessados apenas em uma agenda política própria e aparelhados pelo partido político com maior poder.

    O Estado cria o problema (a desvalorização do trabalhador e as dificuldades de crescimento profissional) e depois finge solucioná-lo com a política do salário mínimo e a ajuda dos sindicatos oportunistas e aparelhados. Sendo ele próprio um mau contratante e patrão e péssimo prestador de serviços.

    Tanto o é que os brasileiros tem mais acesso a produtos e serviços privados que aos serviços mais básicos fornecidos pelo Estado, como água, esgoto e coleta de lixo. Na saúde e educação públicas, por exemplo, há mais atendidos, porém, a qualidade de ambos é indiscutivelmente inferior ao setor privado que é sufocado com regulamentações e impostos, para que a população não perceba ser ele mais barato (pois pagamos mais de impostos diretos e indiretos que pelos serviços) e melhor que o estatal.

    Também ao compararmos os salários no setor público veremos as disparidades e prioridades do Estado (que não estão relacionadas ao povo) nos principais serviços (como Saúde e Educação) enquanto funcionários de setores como os Tribunais e os políticos recebem salários astronômicos; assim como na estrutura oferecida aos funcionários. O Estado diz querer proteger o trabalhador da exploração predatória, sendo que o próprio Estado é mestre nessa prática. A hipocrisia estatal não tem limites.

    No Livre Mercado as empresas agem conforme a regra do próprio mercado, descrita no começo deste artigo. Ou seja, investem no crescimento de seus funcionários, pois isso ajudará no crescimento e aumento dos lucros das próprias empresas. Proporcionam mais oportunidades aqueles com pouca ou nenhuma experiência ou qualificação, através de contratos com remunerações menores, porém possibilidade de crescimento de acordo com diversos fatores como aumento da experiência, melhor qualificação, relacionamento interpessoal, produção (custo benefício produtivo: produz com qualidade e na quantidade satisfatória ou acima), liderança, desempenho, etc.

    O empresário sabe que não valorizando os bons funcionários terá prejuízos, sendo que os valorizando obterá lucros maiores, logo, por causa dessa lógica “egoísta” ele acaba por beneficiar os trabalhadores, no ímpeto de beneficiar a sua própria empresa. Mas somente no Livre Mercado, onde não terá um Estado paternalista para garantir sua clientela e tão menos seus lucros.

  26. Professor Nikolai Yuri Kuznetsov Tchébrikov disse:

    MOMENTO DO ENSINO NACIONAL COM SUAS FACILIDADES DE OBTENÇÃO DE TÍTULOS.

    Levando em consideração que históricamente o ensino sempre foi a mola mestra para o desenvolvimento da sociedade, primeiro pelos escribas da antiguidade, mestres artesãos medievais, escolas e universidades católicas na transição do feudalismo para o capitalismo, observamos à partir do século XIX, a ilustre arte de ensinar e aprender, formando pessoas e desenvolvendo a humanidade, por intermédio da ciência e tecnologia.
    No que diz respeito à secular disputa entre o capitalismo e o socialismo, observamos que o ensino se adequa conforme a ideologia vigente, podendo trazer beneficios ou maleficios à sociedade.
    Dentro de um sistema capitalista/liberal temos como premissas a liberdade e o esforço individual do cidadão em alcançar seus objetivos, pautado no empenho e meritocracia nos seus estudos para desenvolver sua capacidade intelectual e empreendedora. Porém, vejamos um pouco mais atrás no tempo e afirmo que a humanidade sempre foi dividida em dois grupos: os que mandam e os que obedecem, segundo Aristóteles. Não quero com esta afirmativa simplemente dizer que os que obedecem não tenham capacidade ou direito(?) de melhorar sua condição intelectual e avançar, alçando vôos maiores, mas o que seria da sociedade se todos fizessem parte só um ou outro grupo?
    No modelo socialista temos a utopia de reconstruir, refundar, trabalhar para uma sociedade ideal e perfeita, poe intermédio de inclusões, nivelamentos sociais, derrubada do modelo anterior e implantação do novo modelo, o socialista, pela mão invisível do Estado que planeja, promove e executa.
    Tem no seu projeto de ensino, a proposta de emancipação do conhecimento, pautado na construção individual do aluno através da sua realidade, o conhecimento necessário para sua evolução e desenvolvimento como cidadão, isso, algo tão utópico e absurdo quanto a própria teoria marxista que sustenta o projeto igualitário e inclusivo do socialismo.
    Incluir significa criar um grupo mediante parâmetros pré estabelecidos por alguém, aqui temos a primeira atuação forte da mão estatal, que através de seus parâmetros socialistas, descabidamente nivela para limitar a ascensão e para mais facilmente dominar, já que dentro do seu discurso de promoção da educação inclusiva, observa-se um tom romântico e humanista que é de muito preocupante. Afinal, igualar crianças e jovens independentemente se há ou não grandes diferenças entre eles é sinônimo de que todos avançarão para a mesma direção ou que poderá haver uma estagnação intelectual de ambos? Não é dificil de responder esta questão, basta usar a lógica.
    Quero deixar claro, que o Estado, que prática o ensino ideologizante, não quer ter cidadãos, mentes pensantes e inovadoras, mas pessoas limitadas e aprisionadas nas garras do Estado, que as priva do verdadeiro ensino, que forma e capacita e que de forma publicitária exibe meia dúzia de modelos de ensino de sucesso como se em todo o território nacional fosse assim, o que é uma grande mentira.

    Até meados dos anos 80, prevaleceu no país o modelo de ensino promovido pelo regime militar, baseado na pedagogia de Skinner, pedagogo norte americano, que tinha como pressuposto que o treinamento, disciplina e a meritocracia eram as melhores ferramentas para o ensino.
    No entanto, os governos posteriores adotaram uma visão marxista de ensino, afirmando que o modelo Skinneriano não formava pessoas, mas apenas criava “massa de manobra” sem autonomia de pensar e criticar.
    Pois bem, o modelo Paulo Freire, à principio criado para jovens e adultos, hoje é aplicado abolindo certas ferramentas necessárias para a boa formação, a avaliação dos estudantes acabou por ser um pró forma de sala de aula e os resultados todos nós sabemos nos índices apresentados periodicamente.
    Muito curioso é vermos o ensino nacional em queda livre, criando uma massa de aculturados com certificados na mão e sem capacidade intelectual para exercer seu papel na sociedade, se limitando a formar o exército de reserva(desempregados) ou a pleitear trabalhos de baixo nivel, sem contar a dependencia de projetos sociais.
    O ensino básico dividido é duas fases: Educação Infantil e Fundamental.
    A educação infantil, antiga pré escola, se tornou uma espécie de escolinhas privadas/creches mantidas pelo Estado com a finalidade de dar condições dos pais poderem trabalhar.
    O ensino fundamental, antigo ginasial, se tornou outro modelo de creche, onde alunos desestimulados pela metodologia, falta de meritocracia e tutelados pelo ECA, fazem da escola um refúgio sem o menor interesse aos estudos. Citei o ECA, não obstante ser a ferramenta que o Estado usa para desvirtuar os valores familiares e porque não escolares no que tange a autoridade e a disciplina que ambos tentam exigir e o ECA neutraliza, blindando menores contra as ações que irão valorá-lo no futuro.
    O Ensino Profissionalizante ou Médio, antigo cientifico/segundo grau, repete a realidade do ensino fundamental, com um diferencial, que de alguma forma tenta sem sucesso preparar/corrigir em parte o desastre do ensino fundamental em algumas disciplinas e tendo como fator de estímulo aos estudantes a entrada para a universidade. Sem sucesso. O grande caos educacional se encontra no policiamento da classe dos pedagogos que retiraram do professor sua autonomia e autoridade em sala de aula, acrescendo de tarefas burocráticas que não corroboram para o docente. Sem contar que pedagogos. formados para atuar na alfabetização e na burocracia escolar, atuam sem preparo em salas de aula dos ensino fundamental e médio.
    Tirante esses fatos e exemplos da realidade do ensino básico que fundamenta e prepara o jovem para a universidade, é unânime dentro da docência a incapacidade metodológica aplicada e os parâmetros de função da pedagogia não corroboram para um ensino de qualidade.
    As faculdades e universidades nos ultimos 20 anos vêm progressivamente recebendo jovens mal preparados e orientados para a vida acadêmica, onde o simples exercício de leitura, escrita e interpretação, literalmente não é pessivel ser ministrado, afinal tanto foi desconstruido o ensino através destas ferramentas básicas, que ao chegarem no ensino superior simplesmente não sabem ou conseguem pratica-la.

    A pedagogia construtivista aplicada no ensino fundamental e médio, literalmente, atrofia a capacidade de aprender, através do seu mundo lúdico de ensinar e crer que o aluno, seja criança ou jovem, tem a capacidade de contruir seu conhecimento. Nada disso. A única construção do construtivismo freiriano são jovens irresponsáveis, desestimulados e utópicos que acham que tudo ou quase tudo acontece sem esforço e dedicação.

    A proliferação de escolas e faculdades públicas/privadas no período dos governos social democrata e socialista(PSDB/PT) foram importantes no que tange á visão de concorrência e oportunidades, mas quando observamos o MEC ditando as regras através do PCN e PNE para os três niveis de ensino incluindo o EAD, podemos ter de forma velada a chamada ditadura do ensino através do discurso de inclusão, onde rede pública e privada do ensino básico usam os mesmos livros didáticos, metodologia e policiamento pedagógico aos docentes, ou seja, o Estado promove o modelo de ensino que acredita ser ideal, não mais tendo a opção privada, pois este ou segue o modelo estatal ou pode perder o seu registro de funcionamento.
    Com relação ao modelo EAD de ensino, observamos ser o formato que contempla apenas tão somente aos jovens que acreditam que apenas um diploma mudará sua vida.
    É de longa data e de ciência de boa parte dos docentes e acadêmicos, que a pesquisa e a inovação tecnológica no ensino estão literalmente sucateadas e os poucos centros, que ainda produzem algum produto inovador nos ambientes acadêmicos, são apenas para serem usados na propaganda do Estado, onde não há um ensino de qualidade desde a base, nenhuma universidade entre as melhores do mundo, nenhum trabalho cientifico relevante divulgado e a maior prova do descaso e da falência do ensino nacional são os brasileiros atuando em acadêmias estrangeiras, desenvolvendo o que poderiam fazer aqui, mas sem incentivo, acabam por se mudar para outros países e deixando projetos relevantes vinculados a universidades estrangeiras.
    O problema: ensino nacional, se resolve facilmente: desvinculando o ECA do ensino, mudando a metodologia(construtivismo) por uma que realmente ensine e produza bons estudantes e futuros cidadãos, acabando com a ditadura do MEC ideologizador sobre as instituições de ensino, tratar os estudantes com o respeito que precisam para se desenvolverem como cidadãos, acabando com essa inclusão que não inclui ninguém,mas cria uma massa de jovens “imbecilizados” e nivelados por baixo.
    Estruturalmente o ensino está literalmente sucateado e na prática os ditames de Gramsci se fazem cada dia mais presentes e atuantes para o cenário revolucionário que vive o país.

    As observações acima citadas estão balisadas no texto constitucional:
    Art. 24. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre:
    IX – educação, cultura, ensino e desporto.

    Art. 205. A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.

    Nesse artigo e inciso, podemos observar que existe claramente uma diferença entre educação e ensino. No caso da educação, ela é dever da família, ficando o Estado como um salva guarda em casos extraordinários onde a família não tem a capacidade para tanto, pois o Estado não tem a primazia de substituir a família.
    O ensino é dever do Estado no que tange a organização e as diretrizes, porém é salvo guardada na constituição que o Estado proteja a pluralidade do ensino e do pensamento, algo que há muito tempo é descumprido, como podemos observar nos livros didaticos da FNLD distribuídos para as redes de ensino, onde a doutrinação e a falta de conteudo necessario ao ensino é gritantemente visível.
    Art. 206. O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:
       I – igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;
       II – liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber;
       III – pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas, e coexistência de instituições públicas e privadas de ensino.
    Art. 207. As universidades gozam de autonomia didático-científica…
    Art. 208. O dever do Estado com a educação será efetivado…
    Pautado nos três artigos, deixo as seguintes considerações:
    A confusão epistemológica criada propositadamente pelo Estado entre os termos educação e ensino é explicita, no momento em que o legislador constituinte originário esclarece as diferenças entre as denominações e suas funções legais, não obstante o ensino ser um direito do cidadão a sua permanencia no estabelecimento escolar é uma opção dentro da liberdade que o cidadão tem por força constitucional.
    O inciso I expõe, “Igualdade de condições para o acesso…”, esta afirmação do texto constitucional deixa claro que qualquer tipo de cota ou privilégio ao acesso ao ensino está fora do contexto legal.
    O inciso II, “pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas”… Esta afirmação tem no seu teor o bom senso democrático e o respeito às liberdades de um estado democrático de direito, no entanto na práxis o que observamos nos últimos dez anos é a implementação de um sistema de ensino engessado em uma cartilha pedagógica única (construtivismo) e um alinhamento ideológico explicíto, observado nos teores e informações dos livros didáticos das redes públicas e privada.
    O art. 207. “As universidades gozam de autonomia didático-científica”…se analisarmos a realidade universitária encontraremos uma tomada da politíca ideológica e confimando a constatação do padrão marxista/gramiscista, inclusive no ensino superior, onde incluiria uma politização exacerbada do ambiente acadêmico através dos DCE’s, explicitando a atuação partidária no ambiente onde a ciência e o conhecimento deveriam imperar, que o diga os alunos da USP, UNICAMP, UFF, USFC…
    O art. 208. “O dever do Estado com a educação será efetivado”…novamente observamos a tentativa do Estado em ser o mantenedor e promotor da educação(?) mantendo a interpretação erronêa do termo educação. Este dever estatal se limita quando houver ausência da atuação familiar, mas se o termo educação se refere à ensino, esta atuação é na efetivação estrutural e organizacional, respeitando as liberdades dos cidadãos e das instituições de optar, gerir e praticar as metodologias/didáticas que acharem mais eficazes para o ensino de seus dicentes.
    Concluo, acreditando que as observações e exemplos reais citados e comentados possam contribuir para a reflexão e elaboração do PNE que irá direcionar os rumos do ensino nacional nos próximos dez anos.

    • Leo disse:

      A educação funciona tanto que o Brasileiro médio não sabe reconhecer o que é socialismo, nem outra forma de governo, tornando os indefesos e incapazes de procurar a solução, pois acreditam que o remédio é veneno.
      Nossa mídia é socialista, nosso governo é socialista, os partidos são socialistas, a democracia é só fachada do regime socialista.
      Mas quando dizem que o Brasil é socialista eles negam.
      O pior é que cada um tem sua própria visão particular do que seria o socialismo mágico e apoia qualquer político que promete instaurar o verdadeiro socialismo, utópico.
      O problema é que quando um político fala de VERDADEIRO socialismo, ta falando de ditadura.

  27. Marileia Gomes Duarte disse:

    Enquanto aqui há torcida de futebol que tem orgulho em ostentar a cara do genocida “Che” ídolo desse blogueiro socialista livre, na Polônia existe torcida que tem horror ao comunismo! GENTE INSTRUÍDA É OUTRO NÍVEL!
    Será que teremos que passar pelos horrores que o povo polonês passou para que passemos a odiar essa ideologia genocida?? Vejam o vídeo…me comoveu!

  28. Chemin De Saint Jacques "CUBANA" disse:

    SOCIALISTA LIVRE: Não lhe parece plausível que todo o ser humano que repita o mesma conduta do sr. Marx seja um excelente mentiroso e grande sociopata..????
    SÓ UM LEMBRETE: Böhm-Bawerk foi o economista que ajudou a fundar os alicerces da economia livre, e refutou as insanidades de Karl Marx e de sua pseudociência, como a teoria da exploração capitalista.

  29. Manoel Braga disse:

    O TRABALHO NOS AFASTA DE TRÊS GRANDES MALES: O TÉDIO, O VÍCIO E A POBREZA.
    Do contrário temos o socialismo e todo seu assistencialismo eleitoreiro: nos aproximando destes males! PORTANTO VAI TRABALHAR VAI…..MARXISTA DE UMA FIGA

  30. Leo disse:

    Uma falácia típica para gerar gargalhadas durante a noite! rsrs O governo quando gera empregos (através da servidora pública) destrói um numero ainda maior, visto que retira recursos da iniciativa privada. Ainda mais terrível é colocar-se como vetor desta mesma lesada iniciativa privada, que tem recursos subtraídos de forma abusiva… Mesmo assim, o setor privado ainda consegue empregar milhões e o governo, tenta roubar seu mérito.
    Isto me lembra a famosa “Falácia da janela quebrada” de Bastiat, ou seja, o governo permite a depredação dos bens e patrimônios públicos, depois contrata funcionários para consertá-los, na argumentação de que isto gerará riqueza e distribuição de renda para a nação!

    • Leo disse:

      Conta-se que Milton Friedman em visita a China viu um grande número de homens cavando com pás para construir uma represa.

      Ficou intrigado. Por que não usam escavadoras ou de qualquer máquinas de terraplanagem? Um funcionário do governo explicou que usando pás criaram mais empregos.

      Resposta de Friedman: “Então por que não usar colheres ?”

      • Manoel Braga disse:

        A EMPRESA PRIVADA ALÉM DE GERAR OS EMPREGOS GERA TAMBÉM OS RECURSOS QUE VIRA IMPOSTOS VÃO TAMBÉM FINANCIAR A GERAÇÃO DE EMPREGOS NO ESTADO !! ENFIM, TUDO VEM DO SETOR PRIVADO !! SÓ ESTA BESTA MARXISTA NÃO SABE !

    • Manoel Braga disse:

      EssE parasita sabe o que é emprego ou o que é trabalhar???

  31. Sgt PM RJ Antonio Carlos Carneiro Pinto disse:

    Uma das falácias socialistas mais comuns: a pobreza africana é culpa do “capitalismo”. Todavia, a quase totalidade destas nações estão muito distante do conceito de livre mercado. Entretanto, a nação mais próximas deste conceito: Maurícios é aquela que angariou o maior crescimento socioeconômico nas ultimas décadas. Fontes: http://countryeconomy.com/hdi/mauritius e http://hdrstats.undp.org/images/explanations/MUS.pdf Lembrando: seu IDH é maior que do Brasil e cresce a um ritmo notável!

  32. Yusnaidys Arteaga Rodriguez disse:

    Não se trata de pura debilidade intelectual, mas de tacanha publicidade demagoga! Eles seguem Lenin: “Acuse os adversários do que você faz, chame-os do que você é!”.
    Vejo que os discursos MARXISTAS são sempre os mesmos, me chamam de egoísta por não aceitar o socialismo, mas você não vê nenhum deles levantando a mão pra dar tudo o que tem pra ajudar os mais necessitados.. Quem se diz socialista é hipócrita!
    Na propaganda do PCdoB.
    Falaram apenas de democracia, pervertendo os verdadeiros conceitos de democracia e comunismo pra dar a falsa ideia que são a mesma coisa, assim se vc provar para um ignorante que o Brasil precisa de Democracia ele vai votar no Pc do B.
    E não importa o que o coitado acredita ou como ele é manipulado que acredita que vão ser as coisas.
    No manifesto do partido esta escrito que vão fazer um comunismo como da coreia do norte.
    E vc não pode reclamar legalmente que foi enganado pois os manifestos dos partidos estão a disposição do publico.
    Mas ninguém lê e se baseia nos mal entendidos dos políticos, que dizem absolutamente qualquer coisa para serem eleitos.

  33. Leo disse:

    A propósito onde anda esse Gílber??? Tomando champagne, comendo caviar, com seus amigos marxistas, e debatendo sobre a revolução comunista???

  34. Pingback: marxismo, linguagem e discurso - marxismo21marxismo21

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