Reaças se contorcem, porque Stédile foi condecorado com a medalha Tiradentes!

Em uma atitude simbólica corajosa, o Governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), escolheu condecorar João Pedro Stédile (MST), em Ouro Preto, no dia 21 de abril, com a medalha da Inconfidência Mineira. Os reacionários de todos os naipes, guiados pela Revista Veja golpista, não tardaram ir para as redes sociais destilar seus ódios, chamando Stédile de bandido ou mesmo chamando o governador de bandido.

Ora, para esses direitistas-fascistas da classe dominante, todos que lutam pelo povo são bandidos. E pior, são hipócritas, porque a medalha Tiradentes deve ir mesmo para quem luta, para quem resiste à opressão, para quem resiste às injustiças, como fizera outrora Tiradentes. Não temos dúvida, esses mesmos reacionários, que acham um absurdo dar a medalha de honra de Tiradentes a João Pedro Stédile, são os mesmos que também enforcariam Tiradentes, caso tivessem vivido na época da Inconfidência Mineira: cuspiriam nos despojos de Joaquim José da Silva Xavier e também o chamariam de bandido.

A cada época seus inconfidentes, a cada época seus mártires. Stédile representa a luta do povo pobre que resiste por reforma agrária, por trabalho, por democracia, por vida digna. Homenagem mais do que justa. E relembrando o grito de guerra do MST: Pátria livre, VENCEREMOS!

Por: Gílber Martins Duarte – Militante SOCIALISTA LIVRE (FCT) – Sind-UTE/Uberlândia/MG – Doutor em Análise do Discurso/UFU – Professor da Rede Estadual de Minas Gerais – Membro MEOB/CSP-CONLUTAS – EDITOR DO BLOG www.socialistalivre.wordpress.com

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2 respostas para Reaças se contorcem, porque Stédile foi condecorado com a medalha Tiradentes!

  1. Joze zenildo malafaia disse:

    Este Blog está a serviço do movimento comunista internacional. O mesmo movimento que deu liberdade e democracia aos povos da antiga União Soviética, ao povo chinês, ao povo cubano e venezuelano.

    • Almir Szmik disse:

      REPASSANDO !!!

      CONTO UM CONTO E NÃO AUMENTO NENHUM PONTO
      Percival Puggina

      O fato abaixo descrito ocorreu em meados de 2010. Certa tarde, tocou meu telefone e alguém me perguntou se poderia atender o secretário de Segurança Pública, general Edson Goularte. Pouco havíamos falado até então, o secretário e eu. Dele só tinha a imagem de um homem sereno e firme. Surpreendeu-me com um convite: “O senhor aceitaria comparecer, como meu convidado, a uma reunião que manterei amanhã com representantes do Conselho Nacional de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana?”. Sim, eu aceitaria, claro. Como não?

      No dia seguinte, de paletó e gravata, como convém, compareci ao gabinete do secretário. Dali, após rápido cafezinho, fomos para a sala
      onde transcorreria o encontro. Falando pelos visitantes, o presidente do dito Conselho (o mesmo desembargador que ainda hoje dirige o organismo) fez breve relato de suas observações sobre o ocorrido na desocupação de uma fazenda em São Gabriel e reconheceu que as investigações a propósito do assassinato de um invasor avançavam regularmente. Em seguida, apresentou um curioso conjunto de postulações que considerava necessárias para haver mais paz no campo.
      Muito o gratificaria, por exemplo, que o governo gaúcho criasse uma brigada agrária, uma polícia agrária, uma justiça agrária (ou coisa que o valha) e sei lá mais o que agrário. Propunham, enfim, a criação de um conjunto de órgãos específicos para atuar em conflitos no meio rural (entendendo-se por conflitos aquilo que acontece quando o MST decide invadir alguma coisa, claro).
      As propostas foram recusadas pelo secretário. O Estado não dispunha de recursos para criar essas novas
      estruturas e o governo não via razão para fracionar as existentes.
      Ponto. Vamos adiante.

      Foi então que se deu o episódio a seguir, que relato em virtude de sua exemplaridade. Um dos membros do grupo visitante, em tom de espanto e sensibilidade arrepiada, disse ter chegado ao seu conhecimento que o comando da operação policial postado diante da área invadida impedira a entrega de alimentos aos invasores. Quando ele se articulava para dar sequência às expressões de sua inconformidade, o secretário interrompeu: “Por ordem minha!”. Entreolharam-se, incrédulos, os membros do Conselho. E o general prosseguiu:
      “Se a Justiça determinara que eles saíssem, como haveria o Estado de lhes entregar alimentos para que ficassem?”. Diante de lógica tão irretorquível, o outro optou por dramatizar ainda mais:
      “Mas havia crianças ali, secretário!”. Só não fungou uma lágrima porque ela não lhe veio. E o general, no mesmo tom sereno:
      “A porteira estava fechada quando entraram, mas sempre esteve aberta para saírem. Responsabilize os pais pela situação que descreve”.

      Por que estou contando isso? Porque esse diálogo serve para mostrar que movimentos revolucionários tipo MST, e a mentalidade revolucionária dos que deles se valem, são capazes de apresentar mistificações como teses e sofismas como argumentos, cobrando das autoridades, para aquelas e para estes, atenção e acatamento.

      FONTE: ¨BLOG¨ DO AUTOR

      “O orçamento deve ser equilibrado, o Tesouro Público deve ser reposto, a dívida pública deve ser reduzida, a arrogância dos funcionários públicos deve ser moderada e controlada, e a ajuda a outros países deve ser eliminada, para que Roma não vá à falência. As pessoas devem novamente aprender a trabalhar, em vez de viver às custas do Estado “.
      (Tulius Cícero – Ano 55 AC).
      “Ou o Brasil tira os comunistas do poder, ou os comunistas acabam com o Brasil!!!”

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