SOU SOCIALISTA LIVRE, MEU VOTO VAI PARA A ESQUERDA SOCIALISTA!

As eleições burguesas não mudam muita coisa, mas é o momento de se tomar posição e de dizer qual projeto de sociedade queremos. Nesse sentido, no primeiro turno das eleições, nosso voto deve ir para o PCB, PCO, PSOL, PSTU.

Os outros partidos, PSDB, PT, PSB, DEM, PMDB, PSC e afins – apoiados pela grande mídia e financiados pelos grandes empresários – apesar de haver diferenças entre eles, com uns tendendo um pouquinho à esquerda e outros tendendo um pouquinho ou muito à direita, no essencial, esses partidos vão seguir reproduzindo o capitalismo como se esse sistema fosse eterno, inevitável, impossível de ser superado.

A tese desses grandes partidos reprodutores do sistema é falsa. Colocam o capitalismo como lógica social insuperável e isso apenas serve para garantir que a classe burguesa siga dominando e lucrando muito, enquanto a classe trabalhadora segue sendo explorada e oprimida, com baixos salários, sem educação pública de qualidade, sem saúde pública de qualidade, sem transporte público de qualidade, sem moradia popular de qualidade, sem pleno emprego, padecendo altos índices de violência urbana.

Para mudar essas diversas contradições criadas pelo capitalismo e seus governos, só construindo o projeto socialista, com democracia, com liberdade, com justiça social. Chamamos esse novo mundo a ser construído de SOCIALISMO LIVRE, porque também rechaçamos o dito “socialismo” em que não há liberdade de expressão, não há liberdade de imprensa, não há liberdade de crítica, não há liberdade de organização política.

Para construir esse mundo socialista livre, não há meio termo, só a nossa luta consciente e a nossa organização política podem fazê-lo. Entendemos que os partidos da esquerda socialista estão no caminho dessa luta por um mundo novo, de cunho socialista, logo, mesmo sabendo das muitas diferenças existentes entre as diversas correntes da esquerda, o essencial é que há uma grande IGUALDADE em todos: o combate ao capitalismo, com suas explorações, opressões e misérias. Nessa luta estamos todos juntos, portanto, temos de votar nos lutadores socialistas.

Na luta pela construção de um mundo SOCIALISTA LIVRE, batalhamos para que haja unidade e livre debate respeitoso entre toda a esquerda socialista, sem sectarismo, sem oportunismo, e sem ninguém se achar o dono absoluto da verdade. Acreditando e apostando nessa filosofia política é que dizemos: sou SOCIALISTA LIVRE, meu voto vai para a ESQUERDA: PCB, PCO, PSOL, PSTU. Venham lutar e construir conosco a corrente política do SOCIALISMO LIVRE.

Baixe aqui nosso PANFLETO: Boletim SOCIALISTA LIVRE – ELEIÇÕES

Acessem nosso Blog: www.socialistalivre.wordpress.com

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Sobre socialistalivre

Esse Blog está a serviço da Luta pelo Socialismo. Defendemos a plena liberdade do ser humano, mas somos radicalmente contra a liberdade de explorar, como a burguesia faz, e contra a liberdade de oprimir como os machistas fazem, os racistas fazem, os homofóbicos fazem, os praticantes de bullying fazem, os preconceituosos fazem, os possessivos fazem e os autoritários de plantão fazem. Assim, defendemos que cada corpo-consciência deve ter liberdade de ser o que ESCOLHE SER, desde que esta liberdade não oprima e explore os outros! Defendemos a plena liberdade de postura crítica e a plena democracia operária, todos devem ter o direito de expressar o que pensam! Defendemos a Revolução Socialista e a necessidade de libertação da classe trabalhadora do jugo do capitalismo. No entanto,somos contra comandos de hierarquias políticas ou de figuras públicas mais poderosas no seio dos lutadores que travam a batalha pelo socialismo. Defendemos que cada militante deve ousar pensar por si mesmo, cada militante deve ter o direito de concordar, mas também de discordar daquilo que julga equivocado, por isso nos definimos como Socialistas Livres e esse Blog está a serviço dos que desejam militar de acordo com essa concepção. Convidamos a todos a conhecerem nosso jeito diferente de entender e de praticar a política socialista, com liberdade, democracia operária, direito de crítica e respeito ao diferente. Saudações Socialistas Livres.
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58 respostas para SOU SOCIALISTA LIVRE, MEU VOTO VAI PARA A ESQUERDA SOCIALISTA!

  1. Ricardo da Mata disse:

    Ué, cadê os reaças burros que sempre vêm aqui? hahhahahahaha

    • Professor Paulo Ricardo disse:

      Os socialistas têm o ‘bom hábito’ de chamar todos que lhe opõe de burgueses. Bom hábito por que o termo burguês é um nobre adjetivo. Certamente usam esta definição por ignorância. O termo burguês surgiu no final da idade média quando a Europa voltara a ser protegida das invasões bárbaras. Os servos, cansados dos abusos feudais começaram a abandonar sua proteção e se conglomeraram em pequenos povoados chamados burgos (pequenas cidades). Eles viviam do seu próprio esforço sem a dependência de um rei. Eram pessoas simples que praticavam vários ofícios trocando bens entre si de forma voluntaria. Haviam artesãos, botânicos, pequenos agricultores, comerciantes etc. Graças ao esforço destas pessoas, a Europa refloresceu, tornou-se ícone por sua cultura, beleza e intelectualidade. Com eles houve a ascensão da economia de mercado que transformou regiões miseráveis nas nações mais desenvolvidas de todos os tempos, implementando tecnologia, gerando emprego e renda. Portanto, burguês é sinônimo de trabalho, livre associação, mérito e progresso. Os socialistas abominam esta palavra por que são contrários a toda nobreza que ela carrega; desejam viver da renda alheia, sem qualquer esforço ou preocupação com o futuro.

    • Professor Paulo Ricardo disse:

      Socialistas costumam dizer não há nada de mais contraditório e estupido em um pobre capitalista. Alegam que tais pessoas rendem-se aos interesses do empregador que para eles reflete a imagem de um simples explorador. Na verdade não há nada de mais adequado e inteligente que isto. Quando o mais pobre defende o capitalismo ele não defende a condição de um empregador temporário, mas os ganhos que obtém através do trabalho remunerado. Ao defender o capitalismo, a pessoa mais pobre deseja um padrão de vida confortável vendendo sua mão de obra de forma voluntária. Esta ação é adequada, pois através deste esforço próprio, o mais pobre pode adquirir bens e ter acesso a serviços que não existiram de outra forma. Assim alcança sua independência. É uma conduta inteligente, pois o mais pobre sabe mais que ninguém, que não pode ficar esperando a benevolência alheia. Ele luta sua batalha diária sem a fantasia de que burocratas façam por ele, o que os pais de classe média alta fazem por seus filhos socialistas que nunca trabalharam na vida.

      • Ricardo da Mata disse:

        Como pode a pessoa ter um raciocínio tão simplório e não vê (ou não quer ver) a realidade? O pobre não tem outra opção ou trabalha por nada (o Brasil tem um dos piores salários do mundo) ou morre de fome.

    • Rubia disse:

      Charadinha:

      O que é, o que é: rouba muito do que você ganha, te devolve uma pequena parte e ainda se faz de bonzinho?

  2. Vallore disse:

    No socialismo nada é mais previsível que a escassez. Na Venezuela, 1/3 dos produtos básicos já não são encontrados mais nos supermercados.

  3. Gertrudes disse:

    Esquerdistas: não entendem de dados, cruzamentos de dados e lógica desde a publicação do manifesto comunista!

  4. Rubia disse:

    O pior de tudo é a veneração insana a essa doutrina em Universidades…uma vez fui em uma palestra cujo tema abordava a dívida externa brasileira. E do lado de fora, colocaram um stand de livros..Todos eram unanimemente marxistas! Achei muito contra-senso aquela situação, pois deve-se considerar que o Socialismo é destituído de fundamentação econômica sólida.

    • Ricardo da Mata disse:

      é ridículo o argumento dele que o capitalismo gera super produção da qual o trabalhador comum não iria possuir poder de aquisição,os cretinos que partem na mesma premissa ignorando a linha de credito. mais o que mais me irrita são os verdadeiros idiotas uteis que nunca leram nem ele nem o maldito Lênin e morem de amor por esses boçais

      • Rubia disse:

        era um vagabundo mesmo esse fdp ! que satã o tenha

      • Vallore disse:

        Sem os intelectuais marxistóides de cérebro podre o Marxismo nunca teria ido para a frente, tanto que nos Estados Unidos só através de conspirações eles conseguem desvirtuar a juventude, e aqui no Brasil os trabalhadores não estão nem aí para o Marxismo, que promove o Marxismo aqui é um bando de desocupados sustentados pelo povo através do Governo. Aliás o Brasil é o único País no mundo onde a revolução Marxista está sendo feita pelos vagabundos, desmiolados e escórias da sociedade.

      • Gertrudes disse:

        Socialismo e comunismo é coisa de moleque playboy que fica o dia todo fumando maconha e degenerando. Os pobres querem mesmo é trabalhar para consumir e ter boa vida. Pobre quer poder comprar um iPhone, quer viajar para fora do país, quer ter um ou dois carros. Pobre não quer socialismo.

      • Gertrudes disse:

        Quem lê e acredita nesse cretino tem que se fuder

      • Rubia disse:

        Mas no tempo da crise financeira e do alto desemprego, nos Estados Unidos, tentaram implantar um governo socialista(só que obviamente não conseguiram).

    • Não insistam postando fotos e vídeos, obrigado!

      • Rodolfo Aurich Balzer disse:

        Ditador,censor fascista!

      • Rodolfo Aurich Balzer disse:

        “Primeiro eu queria te dizer que eu tenho muito respeito pelo ET de Varginha,o gílber. Eu sei que aqui, quem não viu conhece alguém que viu ou tem alguém na família que viu o gílber. Mas, de qualquer jeito, eu começo dizendo que esse respeito pelo ET gílber de Varginha está garantido”
        (dilmaluca respondendo a uma pergunta ligada aos incentivos à produção de café na região da cidade, que ficou conhecida pela suposta aparição de alienígenas em 1996.)

      • Beatriz disse:

        Será que o poço da ignorância tem fundo? VTNC Bichona

      • Beatriz disse:

        ….e dezenas de milhoes de picaretas, vagabundos, estupidos, oportunistas e criminosos votam nessa corja de ladroes que só fazem o Brasil andar pra trás, mas quem nao paga imposto nao ta nem ai….

      • Rubia disse:

        A cara do socialismo. NÉ???

      • Beatriz disse:

        BICHA CENSORA

  5. Nikolaievitch Smirnov Sokolov Morozov Popov disse:

    O Gílber é covarde e previsivelmente, não responde nada, foge dos debates, preferindo fazer o papel de coitadinho que a esquerda adora fazer. Posso postar o que quiser, apesar do que a esquerda pretende para nosso país, com suas manobras espúrias. E tenho dito.

  6. Julio Cesar Moura disse:

    Já garantimos meia entrada e meia passagem para idosos, professores e estudantes. Agora vamos cobrir também, meia entrada para quem não estuda (seja lá por qual motivo for) desde que seja jovem (15 a 29 anos) e pobre. Se essa festa continuar, daqui a pouco, estaremos cobrindo a parte dos drogados também, desde que sejam jovens, pobres, desocupados e incultos. Neste passo, o número de pessoas produtivas, não jovens, não idosas, não incultas e não drogadas, em pouquíssimo tempo, será insuficiente para sustentar os que se enquadram nas leis demagógicas do país.

    http://oglobo.globo.com/brasil/dilma-regulamenta-meia-entrada-meia-passagem-para-jovem-que-nao-estuda-13569863

    • Nikolaievitch Smirnov Sokolov Morozov Popov disse:

      O PROPÓSITO COMUNISTA É LEVAR O POVO EM MAIORIA À SUBMISSÃO A ELES…

      • Nikolaievitch Smirnov Sokolov Morozov Popov disse:

        POVO SUBMISSO E IGNORANTE É MAIS FÁCIL DE MANIPULAR E ORDENAR

      • Nikolaievitch Smirnov Sokolov Morozov Popov disse:

        PROJETOS PARA GERAR TRABALHOS E TRABALHADORES NENHUM….

      • Julio Cesar Moura disse:

        PODE TER CERTEZA A CONTA VEM PRA QUEM TRABALHA PRODUZ E PAGA PRA VAGABUNDOS VIVEREM ,POR ISSO ACREDITO QUE VAI SER UMA ELEIÇÃO DIFICIL PARA ESSA GENTE AS MIGALHAS QUE O GOVERNO PAGA COM O NOSSO DINHEIRO É MELHOR. QUANDO OLHO PARA O IMPOSTOMETRO FICO IMPRESSIONADO QUE MERDA NÃO PARA DE ARRECADAR DESCULPE BATER EM CAIXA ALTA SEI QUE ESTOU GRITANDO, MAS É MELHOR GRITAR QUE INFARTAR SRSR

    • Julio Cesar Moura disse:

      Pois é, projetos para estimular a MERITOCRACIA, não existem, mas para alimentar a dependência econômica, não faltam.

  7. Julio Cesar Moura disse:

    Parece que pegaram um urinol lotado de fezes com esses socialistas e despejaram no lar do eleitor, através da TV.
    De onde saíram esses “candidatos” socialistas? Qual o critério adotado pelos partidos ou pelo TRE, para dar um espaço a eles na propaganda eleitoral? São postulantes desprezíveis e a propaganda deles, chega a ofender o intelecto da gente.

    • Nikolaievitch Smirnov Sokolov Morozov Popov disse:

      EM TODAS AS ELEIÇOES, É SEMPRE A MESMA COISA. E O POVO, IMBECIL ÚTIL, VOTA NESSES LIXOS. NÃO APRENDEM MESMO. VAI VENDO.

    • Abul Qasim Cesar DA Silveira Al-harawi disse:

      Em pensar que essas “merdas” irão legislar, pois em tese teriam que criar leis boas para o povo, no entanto só tem lixo de candidatos; para piorar são analfabetos funcionais.

    • Rodolfo Aurich Balzer disse:

      É um absurdo serem tão rigorosos os concurso públicos, enquanto esses “amebas” mal sabem ler e escrever, quiça ter conhecimento mediano da Constituição Federal, para dizer a verdade mal sabem redigir uma nota promissória e/ou simples recibo.

    • Rodolfo Aurich Balzer disse:

      Isso é ofensa ao mínimo de intelectualidade das pessoas. Todos nos merecemos respeito. Os partidos socialistas que usam dessa estratégia não respeitam o eleitor.

  8. Evellyn disse:

    Quem Planta mentira, colhe falsidade. Fora socialistas e levem a dilma com vcs.

    • Castrinho disse:

      Todos que destroem este país estão juntos com Dilma. É um absurdo isso.

    • Dirceu Capelli disse:

      Como se não tivesse muito a ver com isso, a presidente Dilma Rousseff afirmou na última segunda-feira que se encontra “inconformada” com os atrasos nas grandes obras brasileiras.

      Como se não tivesse a ver com isso, um dia depois a presidente Dilma foi vistoriar mais uma obra atrasada, a ferrovia Norte-Sul. O trecho que a presidente inaugurou em maio encontra-se parado por falta de manutenção.

      A presidente foi à obra fazer campanha, mas, de acordo com a Folha de S. Paulo, nenhum trem com carga jamais circulou pelo trecho que liga Anápolis a Palmas (TO). Isso porque, depois de pronto, não foi escolhida uma empresa para cuidar da segurança e da manutenção dos trilhos e oferecer trens para o transporte.

      A presidente Dilma também ficou irritada porque não encontrou obras em sua propaganda eleitoral que será veiculada a partir da semana que vem na TV. Mandou seus marqueteiros incluírem imagens de duas obras atrasadas e inacabadas, da hidrelétrica de Belo Monte e da própria Norte-Sul.

      É preciso algum assessor mais corajoso alertar à presidente que desde 2007, quando foi nomeada “mãe do PAC”, ela própria é a principal responsável pela condução das grandes obras do Brasil. Segue então uma lista de obras inconclusas e mesmo superfaturadas da era PT:

      Transposição do rio São Francisco: deveria ter ficado pronta em 2010, mas hoje tem só metade das obras concluídas. A promessa agora é terminá-la em 2015 ou 2016, ao custo de R$ 8,2 bilhões. O preço inicial era de R$ 4 bilhões.

      A ferrovia Transnordestina deveria estar pronta em 2010. Dos 1,7 mil km previstos apenas 96 km estão integralmente prontos. O custo saltou de R$ 4,5 bilhões para R$ 7,5 bilhões.

      A Ferrovia Oeste-Leste (Fiol) deveria começar a funcionar em sua primeira fase em julho de 2013. O orçamento passou de R$ 4,3 bilhões para R$ 5 bilhões. Não há novo prazo para a Fiol ser inaugurada.

      A Refinaria Abreu e Lima quando ficar pronta será a mais cara já feita no mundo. O custo começou em R$ 4 bilhões e já chegou a R$ 35,8 bilhões. Por enquanto tem frequentado mais as páginas policiais do que as de economia.

      A Refinaria Premium I foi uma das maiores promessas da então candidata Dilma para o Maranhão. Passados quase quatro anos, o local onde ocorreu a promessa é apenas um terreno com terraplanagem inconclusa.

      A lista, na verdade, não tem fim. A presidente Dilma não tem sido capaz de entregar suas obras prometidas. Falta apenas admitir que ela quem comandou todo esse fracasso com mão de ferro nos últimos sete anos. A presidente tem tudo a ver com isso.

    • Dirceu Capelli disse:

      Votos em transito é uma maracutaia – tem gente que vai votar 3 ou mais vezes. Deve haver um modo de impedir ou anular depois

    • Gertrudes disse:

      Unicamp mantém distinção máxima a Jarbas Passarinho, ex-ministro do regime militar http://folha.com/no1504693

      • Gertrudes disse:

        O melhor Ministro da Educação que este país teve. Hoje seria fato corriqueiro, normal, se perdesse a honraria, provavelmente também esteja lixando-se para ela, porque o que conta é a própria consciência e não a opinião formada por filhos de lula e dilma. Que importa a Jarbas Passarinho a opinião de cupinchas enfiados nas instituições universitárias? De imbecis que a mais de uma década convivem com conteúdos comunista nas escolas? Talvez ele nem diga, sabendo do fato pense: FODAM-SE!!!

  9. Gertrudes disse:

    Socialismo é isto:
    só a elite governante usufrui de tudo que o capitalismo proporciona, enquanto o povo é explorado, desrespeitado e nivelado pela linha da pobreza.

  10. Rodolfo Aurich Balzer disse:

    Gílber texto fora do contexto é um defeito da inteligência “ab initio”…

    • Professor Paulo Ricardo disse:

      Rodolfo!
      Menos na sua linguagem. O objetivo é o povo. quanto ao Gílber, sabe de nada o inocente….
      Explicando o que significa “ab initio”
      “ab initio” (desde o início)

  11. Professora Magda Wernersbach Ziemann disse:

    Gílber!
    Sinto um sentimento de repulsa às palavras que Marina se utiliza para convencer os incautos, os ignorantes políticos, os preguiçosos mentais que enxergam nela, a sua “representante”. Ora, se uma pessoa como Osmarina Silva, é considerada por alguns brasileiros, a legítima representante deles, é porque tais pessoas não são lá muito exigentes em termos de raciocínio, muito menos, em termos de amor próprio. E isso é um grave sintoma de doença zumbiniana, robotizadora e lobotomizadora. Osmarina Silva é daquele tipo de pessoa que se utiliza de frases de efeito, que nada significam, mas na realidade, ela está pouco se importando com isso, vez que já pesquisou seu eleitorado e concluiu que ele tem mente fraca e que não costuma enxergar além da ponta do nariz e nem tem visão periférica. Resumindo: Osmarina Silva só convence quem não usa o cérebro. Em eventual 2° turno entre Osmarina e dilma, EU JOGO A TOALHA E DESISTO DO BRASIL, me abstenho de votar em pessoas que pensam que TODOS neste país, são os zumbis que as seguem.

    • Professor Paulo Ricardo disse:

      Já achei, mas não acho mais, que seja apenas um problema de ignorância do brasileiro. Acho sim, que é uma questão de índole. A maioria do povo brasileiro, é composta por pilantras. Por isso acham normal serem governados por bandidos. A etapa seguinte para eles é : conseguirei ser promovido nessa máfia ?

      • Professora Magda Wernersbach Ziemann disse:

        E, se me permite acrescentar algo ao seu comentário, prezado Professor Paulo Ricardo, eu digo que tais pessoas são também, aquelas que não fazem a mínima ideia do que é ser patriota, tanto que se renderam sem relutância ao “vermelho”, assimilaram perfeitamente o “socialismo” como forma de governo e nem imaginam o que é ser democrata.

    • Professora Bernadina disse:

      Verdade!!! Maria Osmarina é um verdadeiro engodo!!!!!

  12. Professor Manoel disse:

    Um país assim, que ri das roubalheiras oficiais; que acha graça nas vigarices governamentais; não haverá de aceitar, sem incômodo e sem dor, uma passagem violenta para a moralidade no trato do dinheiro público, do direito de cada um e nos deveres de todos David Nasser, jornalista da revista “Cruzeiro”, em 1960, como que antevendo o que ocorreria no Brasil”. Em 1964, ocorre o golpe militar.

  13. Loriemarie disse:

    Parabéns socialistas. Em MG secretários teram reposição salarial de 40% e os professores 5%.

  14. Fernando Piovesan disse:

    “Jesus liberta da cachaça” “Jesus também liberta da droga marxista”
    Na quarta-feira, em um encontro com sindicalistas, Lula ironizou os pastores evangélicos dizendo que, para eles, se “você está desempregado, é o diabo, está doente é o diabo”. Silas Malafaia, como já era de se esperar, nem esperou muito para rebater as críticas do ex-presidente às lideranças evangélicas.

    Malafaia acaba de publicar um vídeo em que diz que o mensalão, o petrolão, a roubalheira na refinaria de Pasadena e outros desvios “escondidos”, além do “estelionato eleitoral”, não são culpa do diabo, e sim do PT. O líder da Assembleia de Deus diz que só a mentira vem do demônio, pede que Lula “pare de mentir” e assuma que “sabia de toda a roubalheira do seu partido”.

    Antes do “Deus abençoe a todos” final, Malafaia dá outro conselho ao ex-presidente:

    – Lula, você vai entender. Você sabia que Jesus liberta da cachaça?

  15. Fernando Piovesan disse:

    Certos “intelectuais” acabam invariavelmente do lado do crime, nunca de suas vítimas. É o caso da retardado do Gílber, o mesmo que tentou reescrever a história dos anos 1960, como se comunistas armados e terroristas inspirados em Che Guevara fossem grandes democratas em luta pela liberdade.

  16. PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO (PCB) – CÉLULA UBERLÂNDIA
    A ESQUERDA BRASILEIRA E SEUS DESAFIOS NA CONTEMPORANIEDADE
    AGNALDO DAMASCENO PEREIRA¹

    Essa pequena reflexão é motivada pelas crises políticas e econômicas pelas quais passa o Brasil e, principalmente, pela confusão sócio-político e ideológica que o país está vivendo, que reflete e produz efeitos nocivos para a pequena, porém, aguerrida esquerda brasileira. É bom que se diga que esses acontecimentos e seus estragos são intencionais e deliberados por parte de alguns, com o objetivo de estereotipar, desqualificar e eliminar qualquer tentativa qualitativa de questionar o “status quo” e construir uma sociedade igualitária. Entretanto, existem sempre aqueles bem intencionados e, por questões de (des) informação, têm contribuído de forma ingênua, mas nem por isso menos nociva, para que esse movimento reacionário se fortaleça.
    Nesse sentido, acreditamos que seja importante sabermos distinguir a diferença entre esquerda revolucionária e grupos pequeno-burguês que, por vezes, têm reivindicado e fomentado essas prerrogativas, contribuindo ainda mais para confusão político-ideológica partidária presente em nossa sociedade. Assim, pensamos ser necessário definir com maior clareza o que é ESQUERDA, CENTRO E DIREITA, enquanto ideologias políticas, bem como os interesses e práticas de cada uma dessas agremiações. Já que, uma perspectiva equivocada dessas ideologias, pode nos levar a defender uma visão estreita, fragmentada, individual e jurídica de bem comum, que esta em flagrante oposição ao que acreditamos e defendemos de fato.
    Como ilustração disso, podemos elencar a mais citada expressão da contemporaneidade que é a “Defesa do Estado Democrático de Direito” que, embora represente o resultado da “luta de classe” e social, em dado momento histórico não pode ser rebaixado a sua dimensão burguesa e idealista. Pois fazer isso é retirar sua dimensão transformadora, que anseia por mais igualdade, e que não pode ser entendido como o fim em si mesmo, nem a estratégica finalística do “movimento” de esquerda, mas sim como uma tática necessária para rompermos, de fato, com a sociedade de classe, o Estado burguês, a democracia burguesa, para podermos construir uma sociedade que não ocorra à exploração do homem pelo homem.
    Em primeiro lugar, é bom que se faça algumas ordens de esclarecimentos, tais como: o fato de vivermos em um dos países mais conservadores do mundo o que se explica, em certa medida, pela nossa história colonial de exploração e escravidão dos povos originários e dos negros. O que pode se integrado a isso também, o pacto firmado entre as nossas elites econômicas, que comumente coincide com a elite política, intelectual e (por que não) cultural, que entrega, há mais de 500 anos nossas riquezas para os países imperialistas, dizima, contrabandeia, doutrina e escraviza nossos povos.
    Sem mencionarmos a reprodução cotidiana da grande mídia, da fábrica e das instituições, de modo geral, que fortalece em todas as instâncias a ideologia que oprime, subjuga, patologiza e mata nossas mulheres, homossexuais, nordestinos, formando grupos extremados de nazifascistas, que não toleram o diferente.
    O caso é que toda essa contradição forma nosso preconceito, machismo, racismo e, principalmente, nossa cegueira politica que produz e reproduz um cidadão conservador, elitista, discriminador, incapaz de perceber a diferença entre esquerda e direita, Estado burguês e sociedade comunista, opressor e oprimido, classe trabalhadora e classe dominante.
    É bom que se diga também, que os oprimidos por vezes, nas relações cotidianas e micro-políticas, podem se tornar os opressores, na medida em que, são cooptados a defenderem a “escola sem partido”, a desvalorização do servidor público (em especial o professor), a falta de investimento na saúde, na educação, no saneamento, no lazer de qualidade para os trabalhadores. Ou seja, são sujeitos ativos na promoção e participação da corrupção, no “jeitinho brasileiro”, no elitismo inter e intra-classe, no preconceito, assim, produzem e reproduzem de maneira acrítica tudo que aprisiona a raça humana e a impossibilita de liberta-se das amarras ideológicas que inviabilizam qualquer possibilidade de emancipação, mesmo que, não intencionalmente.
    Diante disso, faz-se necessário refletir sobre as origens de tantas contradições e confusões teóricas, metodológicas, filosóficas e, especialmente, sócio-políticas e ideológicas que se apresentam na prática concreta e cotidiana, que repercutem de maneira nefasta para o conjunto da sociedade e, fundamentalmente, para a classe trabalhadora. Colocando a luta histórica dos partidos de esquerda, dos movimentos sociais e de toda boa intenção individual, em contraposição ao bem comum.
    É certo que o Estado burguês e nossa industrialização consolidaram-se tardiamente e, também por isso, não temos uma tradição muito forte, organizada e sistematizada de esquerda, seja como partido político, movimento social ou sociedade civil organizada, de modo que, além de enfrentarmos a dificuldade de militância em todas as áreas demandadas, devido ao número reduzido de pessoas. Talvez a maior dificuldade resida, na necessidade de construir uma contra hegemonia e motivar as pessoas a combaterem, cotidianamente, por meio das “lutas de classes”, que ocorrem nas diferentes instâncias da realidade concreta da estrutura material e superestrutural, que abarca as ideologias de toda natureza, as concepções discriminatórias de sociedade, tão fomentadas pela sociabilidade autoritária e que mitiga nossa democracia com diversidade.
    Nesse sentido, o que é latente, dominante e disseminado, por meio de nossa imatura cultura política é a ideia da política que atende ao interesse individual, em detrimento ao bem coletivo, a falta de política pública pelo “jeitinho brasileiro”, a indistinção entre esfera pública e esfera privada, a facilidade da corrupção, da improbidade administrativa, do nepotismo, da “troca de favores”, pelo Estado que gere a coisa pública como meio necessário para alcançar uma sociedade justa, igual e sem classe.
    Assim, é preciso fazer uma análise rigorosa e crítica do momento de desenvolvimento das forças produtivas e das relações sociais de produção contemporâneas, sob pena de termos uma percepção equivocada e anacrônica do momento histórico que vivemos. A autêntica esquerda em nosso país não pode ser confundida com as visões liberais e pequeno-burguesas (presentes nos partidos de direita e/ou reformistas). Pois, essa esquerda é um patrimônio da classe trabalhadora e de todas as minorias e oprimidos, não só do país, mas de todo mundo, de modo que, tem um fundamental papel histórico a cumprir, como já dizia Marx.
    Assim, além de enfrentarmos as dificuldades imposta a disseminação oportunista e fisiologistas dos mais de 30 partidos políticos brasileiros que enganam e obscurecem o papel exercido pelos diversos agentes sociais, na medida em que, reivindicam em tempos de eleição, serem os verdadeiros representantes da classe trabalhadora e dos excluídos de modo geral. Aproveitam a forte intervenção institucional e propagandística que possuem, para criar ainda mais, uma visão deturpada e fascistóide da esquerda brasileira, que tem produzido um efeito, ainda mais obscurantista na sociedade, que se torna para os partidos de esquerda um grande bloqueio a ser transposto, considerando os efeitos ideológicos e das práticas sociais conservadoras já naturalizadas.
    Desse modo, é preciso diferenciar a perspectiva revolucionária de esquerda, de outras concepções oportunistas que nega o marxismo em seus fundamentos, como: a visão revisionista, idealista, positivista, social-democrática, do ecletismo pequeno-burguês, que embora se valha de várias roupagens (da benevolência, do voluntarismo, ou da filantropia) é em sua essência o velho capitalismo mesclado ou não. Nesse sentido, faz-se necessária a construção de um debate sério e crítico, que leva a cabo a compreensão que “só existe prática revolucionária, com uma teoria revolucionária”, no sentido de considerar a validade teórico-prático das teorias marxianas e leninistas, bem com a experiência revolucionária da esquerda como fundamental para libertação dos povos, e para nos blindarmos das armadilhas e das cooptações sedutoras do pensamento burguês que nos oprimem e nos torna fantoches do processo histórico.
    Dito isso, é importante, com base na teoria marxista, oferecer uma explicação didática para parte de nossa sociedade. A perspectiva marxiana e a tradição marxista compreendem que existem duas classes fundamentais, burguesia e proletariado, as demais classes intermediárias se aliam a uma ou a outra classe, dentro de seus interesses de manutenção e ampliação das condições econômicas e sociais de sua classe, ou seja, o conjunto da classe média não quer, de modo geral, ser equiparado aos trabalhadores manuais e aliam-se, comumente, com a classe dominante para manter seu “status quo”. Embora para muitos essas nomenclaturas não seja familiares é inconteste sua validade teórico e metodológico, para tanto, vamos buscar estabelecer uma analogia didática que, embora precária, permitirá uma maior compreensão e relação do que são partidos de esquerda, centro e direita.
    Nesse sentido, podemos entender, para o nosso contexto e reflexão (não consideraremos os partidos Totalitários) que os partidos políticos, no Brasil, estão divididos em três grupos, como já exposto: de esquerda ou revolucionários (ex.: PCB, PSTU, PCO e PSOL), que não por acaso não possuem nenhum representante na Câmara Nacional, exceto o PSOL que apresenta 6 representantes num universo de 513 Deputados Federais e 81 Senadores, denotando claramente a falta de representatividade dos trabalhadores e das minorias.
    Haja vista que, os partidos de esquerda como foram dito, representam os trabalhadores, as minorias (negros, índios, mulheres, LGBTTTs) e todos que de algum modo são excluídos pela lógica nefasta e excludente da sociedade de classe, tendo em vista que tem como princípio revolucionar a sociedade em todas as suas dimensões (econômica, politica, social, cultural). Criando e consolidando uma sociedade sem classe, que teria como momento intermediário a estatização de todos os bens, que seriam administrados pela própria classe trabalhadora e conservados pelo processo revolucionário (da ditadura do proletariado), até que se consolidasse culturalmente e materialmente a sociedade sem classe, que representaria um estágio mais avançado da consciência humana, no caminho para a consolidação da sociedade comunista.
    Já os partidos de centro ou reformistas acreditam que por meio de reformas e através do processo eleitoral constituirão uma sociedade mais justa. Nesse sentido desconsideram os condicionamentos advindos da base material e superestrutural de qualquer sociedade, que pode ser entendidas como leis gerais, ou seja, se estamos numa sociedade capitalista, às relações que preponderarão serão burguesas, assim como o Estado, o Direito e o próprio modelo de democracia, de modo que, por essa via, será impossível qualquer forma mais profunda e radical de transformação.
    Apesar de haver uma grande promiscuidade entre os partidos reformistas e de direita, a ponto de não conseguirmos identificá-los de forma puro, mas somente dentro de um contexto histórico e social determinado e das relações politicas estabelecidas. Podemos citar, de forma pouco rigorosa, que o PT e o PC do B podem ser considerados partidos de centro (ou reformistas). O que nos motiva a aproveitar o ensejo para reafirmar, principalmente para os bens intencionados, que o PT não é um partido de esquerda e, apesar de ter feito algumas concessões para a classe trabalhadora, é um partido que se aliou às elites econômicas e politicas de nosso país, não ousando romper com a política econômica e social do Estado Neoliberal (mínimo, de redução de direitos sociais e trabalhistas), o que lhe ocasionou, dentro da perspectiva de democracia burguesa, uma das maiores “puxadas de tapete” da história recente de nosso país ou, simplesmente, o “Golpe” (dado pelos representantes políticos da direita brasileira).
    O fato é que o PT foi traído por seus aliados políticos de direita, liderado pelo PMDB, embora vários outros partidos também fizessem parte do governo e se debandaram como “ratos de porão”, já que não conseguiam mais se beneficiar das politicas desenvolvimentista implementadas pelo governo, não podendo mais aumento de seu “capital político”. O que nos evidencia que as mudanças de opinião e de apoio desses partidos, não representa uma divergência ideológica de fato, mas meramente fisiológica e oportunista, que produz efeitos reais na sociedade como um todo, já que contribui sobremaneira para confundir, ainda mais o cidadão de bem, na medida em que, encortina seus verdadeiros interesses eleitoreiros e de classe. Dizer isso, não é a mesma coisa que dizer que não houve avanços importantes implementados pelo governo do PT.
    Nesse sentido, podemos dizer que houve uma maior consolidação de nossa democracia, mesmo que burguesa a que não isenta os vários ataques e tentativas de cooptação que o movimento de esquerda tem sofrido, por parte inclusive do PT. Os movimentos de esquerda por serem contrários ao retrocesso político-econômico que representa o atual governo interino, assim como somos contrário à forma ilegal e ilegítima de destituição do Governo Dilma, somos taxados pela direita autoritária e “burra” de estarmos apoiando o PT, e que ele é o representante da esquerda no Brasil.
    Ciente de que o governo petista representa um governo burguês, ao qual não nutrimos esperança, até porque já demonstrou que não pretende dar uma guinada à esquerda, mas ao contrário, continuar negociando cargos e mantendo os mesmos privilégios e acordos fisiologistas. Temos convicção que, é imprescindível para a classe trabalhadora o aprofundamento das politicas públicas, sociais e trabalhistas e não o retrocesso. De modo que, quando vamos para rua protestar contra o governo provisório, não estamos fazendo uma defesa ao PT, mas estamos sim, contrários as politicas do Governo Interino, que tem demonstrado um claro retrocesso na tímida e incipiente conquista de nossos direitos, mesmo que, muitos de nossos deles ainda se encontram na dimensão formal.
    Dito isso, podemos fazer ao menos uma conclusão provisória, como o fato de que a quase totalidade dos partidos que tem representatividade no Congresso Nacional não representa uma oposição de fato, uns para com os outros. Mas sim, um arranjo fisiológico e oportunista constituído organicamente a cada dois anos, para garantir seus interesses pessoais, corporativistas e de classe, mas fundamentalmente garantir historicamente a manutenção da propriedade privada.
    Por fim, cabe nessa parte final, falamos dos partidos de direitas ou reivindicatórios, muito embora, todos os partidos são reivindicatórios, na medida em que, reivindica seus interesses econômico e sócio-político, mas também, quando defendem seus pontos de vistas, enquanto necessário para construção de uma sociedade mais justa. Assim, como já foi por diversas vezes mencionados no texto, os partidos de direitas são os partidos da conservação da ordem capitalista e burguesa, sendo contrárias as mudanças de caráter políticos e econômicos, mas principalmente cultural e moral. Já que, na sua maioria, defendem bandeiras, como: a conservação da família machista e patriarca, a proliferação das ideias homofóbicas, racistas, xenofóbicas, e todas aquelas que não aceita e combate a diversidade humana, bem como as conquistas das minorias de modo geral. Num esquema pouco rigoroso, podemos dizer que os partidos de direita representam os interesses da elite econômica e politica, por vezes também cultural, o que não significa dizer que nas suas fileiras, ou seja, seus representantes ideológicos e intelectuais são membro da elite econômica. De forma que, o Bolsonaro (PP/PSC) e Trump (Partido Republicano) são os melhores exemplos da direita no mundo, mas não se enganem com os “lobos em pele de cordeiros”.
    Nessa mesma seara, os partidos de centro representam os interesses e ideologias da classe média e os partidos de esquerda as ideologias e interesses das classes trabalhadoras e as minorias em geral e os oprimidos pela lógica nefasta da sociedade capitalista. É claro que, vários intelectuais da classe média contribuem para a consolidação e ampliação dos interesses e ideologia da classe trabalhadora. O que é necessário compreendermos nesse esquema explicativo (das principais ideologias políticas modernas) é o fato de, a classe trabalhadora apesar de ser maioria numérica, não consegue ter a hegemonia econômica, politica, cultural e ideológica, de modo que, acaba se tornando refém da confusão ideológica instalada, da cooptação da elite e principalmente da falta de acesso a bem culturais e sociais (com prioridade para educação de qualidade).
    Assim, não podemos cair na falácia da forma jurídica e mercantil, que é o discurso hegemônico (dominante/ que prevalece) em nossa sociedade, justamente por atribuir ao sujeito jurídico, direitos, vontades, autonomia, que se apresentam separado da estrutura social. É preciso reafirmar, os aspectos inconciliáveis de escolha ideológica e prática social em detrimento de outra, ou seja, ser conservador e elitista é necessariamente ser contrário à esquerda e tudo que ela representa.
    Feito essa considerações, poderá um sujeito de boa fé perguntar; “Mas qual a diferença de escolher ser de direita ou esquerda, já que representa apenas um conjunto de ideias e práticas divergentes?”. Bom, se fossemos adeptos da ideologia cristã e da democracia burguesa, poderíamos dizer que é uma questão de justiça humana, na qual a maioria não pode ser dominada e oprimida pela minoria. No entanto, achamos mais adequado responder dentro de uma perspectiva teórico-metodológica de um autor marxista, que argumenta no sentido de,
    O ponto de vista potencialmente mais crítico e mais subversivo é da última classe revolucionária, o proletariado. Mas não há dúvida de que o ponto de vista proletário não é de forma alguma uma garantia suficiente do conhecimento da verdade social: é somente o que oferece a maior possibilidade objetiva de acesso à verdade. E isso porque a verdade é para o proletariado uma arma indispensável à sua auto-emancipação. As classes dominantes, a burguesia (e também a burocracia, em um outro contexto) têm necessidade de mentiras e ilusões para manter seu poder. Ele, o proletariado, tem necessidade de verdade… (LOWY, 1994, p. 217 e 218).

    Nesse sentido, nós da esquerda Marxista-leninista, não temos ilusão enquanto ao processo eleitoral, pois esse continuará elegendo os que têm mais recursos econômicos e acesso aos “meios de comunicação de massa” e que normalmente utiliza da máquina pública e dos nossos impostos para se perpetuarem no poder. No entanto, o processo eleitoral é um momento privilegiado para fazemos essas denúncias, elencadas ao longo do texto, mas também um canal direto para conversamos com toda população, construindo e fortalecendo nossa oposição a essa modelo de sociedade, Estado e democracia.
    Essas reflexões explicativas é fruto de vários compilados que fizemos, da leitura de uma literatura crítica, que embora esta apresentada de uma forma rudimentar, acreditamos ser relevante, na medida em que, permite entendermos com mais clareza, e de forma didática, o que é esquerda, centro e direita. Ficando mais palpável para o não acadêmico entender o que são as ideologias politicas, mas também os interesses e as práticas sociais que elas representam.
    Acreditamos ter podido contribuir, com alguns esclarecimentos, para podemos identificar a visão sócio-politica e ideológica de uma pessoa, instituição, Estado e/ou sociedade. Nesse sentido, quando falamos que estamos numa sociedade capitalista já estamos definindo uma serie de condicionantes políticos, econômico e cultural que já estão de alguma forma introjetados e consolidados em nós. Daí, a dificuldade de furar um bloqueio, já pré-determinado e consolidado, desde nosso nascimento até nossa morte, naturalizado pelo senso comum e pela ciência burguesa.
    Desse modo, é preciso ter clareza que defender a esquerda ou a direita não é uma questão apenas de divergências de ideias, onde há a imposição de uma classe sobre outra, da elite numérica sobre o restante da sociedade. Mas, que é também um posicionamento prático, que se efetiva na realidade cotidiana, de maneira bastante dicotômica, que poderá ser ilustrado na morte de fome de uns para o luxo de outros, no domínio da mulher pelo homem, na homofobia, no preconceito e extermínio do índio e do negro. Mas também na concepção de ricos e pobres serem diferentes, por que aqueles têm méritos e esse é incompetente, preguiçoso, incapaz, libidinosos, traiçoeiros, impuro e inferior.
    Assim, convidamos toda população que se sensibiliza com nossas demandas para engrossar as fileiras das resistências e apoiar os candidatos da frente de esquerda, que independentemente das coligações são representantes da classe trabalhadora e de toda minoria mundial, são eles os partidos: PCB (21), PSTU (16), PCO (29) e PSOL (50).

    ¹ Ex- professor de Sociologia da Rede Estadual de MG e privada; Graduado e Licenciado em Ciências Sociais pela UFU (2006/2007); Especialista em Gestão do Trabalho Pedagógico: Supervisão, Orientação e Inspeção pela UNIPAC (2011); Mestre em Educação na linha: Estado, Política e Gestão da Educação pela FACED/UFU (2015); Graduando do último período de Direito da UNIUBE (2016). Operário e Membro do Partido Comunista Brasileiro – PCB/célula Uberlândia – MG (Coordenador de Formação Política).

  17. Partido Comunista Brasileiro – Uberlândia
    Nota sobre as eleições:
    A farsa das eleições mais uma vez é montada e nos obriga a escolher por quem seremos governados. Em uma sociedade capitalista, onde existem ricos e pobres, em outras palavras, exploradores e explorados, o Estado serve exatamente para garantir o “progresso” dos lucros dos patrões e a “ordem” de miséria e repressão para os trabalhadores. Dessa forma, os partidos com mais chances de serem eleitos são os que a burguesia quer, assim, são os que têm mais dinheiro e espaço na televisão, rádio e outdoors.
    Em Uberlândia os candidatos Odelmo (PP), Gilmar (PT) e Alexandre (PSB) não são diferentes, estão intimamente ligados aos interesses de grandes empresários e latifundiários que só exploram o povo trabalhador. Os comunistas participam das eleições sem ilusões, com recursos limitados, denunciam o sistema capitalista e a farsa da democracia burguesa, dando voz as reais necessidades da classe trabalhadora. Nós do PCB em Uberlândia não lançamos candidatos próprios esse ano, mas apoiaremos as candidaturas do PSOL (50) e do PSTU(16), por reconhecer que defendem os interesses dos explorados e oprimidos.

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