Violência. Questão de Governo?

Alagoas, governado pelo PSDB, mostra-se o Estado da Federação com o maior índice de violência contra a pessoa. O Ceará, governado pelo recém- criado PROS, é o terceiro na escalada da violência. São Paulo, reduto do PSDB, é a expressão maior desses desacertos. Enquanto isso, Brasília, ou melhor, o Distrito Federal, governado pelo PT, exibe alarmantes índices de homicídios e outros crimes violentos.

Será que esses fatos não nos autorizam a compreender que a violência é algo acima dos diferentes governos? Não dá para concluir que, acima de PT, PROS, PSDB, PMDB, existe o capitalismo com as suas desigualdades e flagrantes injustiças? Por que, então, nos prostrarmos como répteis rastejantes, presos a questões infundadas e tão reduzidas, quando enfrentamos esse grande problema chamado violência? Não seria de melhor alvitre nos pôr a questionar a essência do problema, e não nos atermos às questões secundárias, periféricas? De onde vem o dinheiro gasto pelo PT, do Delúbio, do Genuíno, do Zé Dirceu, do Palocci, senão próprio de um sistema socioeconômico exaurido e encharcado de vícios, sempre pronto a distribuir propinas aos que lhes servem?

Eis, nesses questionamentos, o caminho para exercitarmos o nosso pensar, as nossas reflexões e, dessa forma, não nos deixarmos continuar sendo enganados. Não há como explicar tantas chagas sociais, que vão da fome à favela, à prostituição, às drogas e, também, à violência, caso nos neguemos a enxergar que todas essas mazelas têm uma só fonte, uma só causa, que é, como já dissemos, um capitalismo exaurido, pronto a praticar e permitir que se pratique os mais hediondos crimes, destacando-se, dentre eles, a cruel agressão ao meio ambiente.

Devemos levar em conta uma lição elementar. A alma do capitalismo é a busca incessante do lucro e, nessa busca, ele atropela os interesses maiores da humanidade. A busca desvairada pelo lucro é a essência desse sistema que deverá ser, urgentemente, desconstruído como uma única forma de salvar a humanidade de um desfecho completamente trágico.

Por: Gilvan Rocha, escritor socialista, articulista, membro do CSL – COLETIVO SOCIALISTAS LIVRES e Presidente do CAEP – Centro de Atividades e Estudos Políticos.

Fortaleza, 24 de fevereiro de 2014.

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27 respostas para Violência. Questão de Governo?

  1. Eu, e suspeito que não só eu, recaio com frequência num velho vício mental: pensar a lei estatal como um absoluto; uma regra que pode ser justa ou injusta, binariamente, e que uma vez sancionada vira um imperativo absoluto, que valerá sempre. Óbvio que não é assim. Aliás, nós brasileiros somos os criadores de dois patrimônios culturais inestimáveis que mostram o quão relativa é a lei do estado (e, na verdade, de qualquer organização impessoal): a “lei que não pega” e o jeitinho. Só porque está no papel, não quer dizer que valha no mundo real. Regras ruins podem (e devem) ser burladas para reduzir a ineficiência que produzem.

    Em tese, o estado é absoluto e soberano. No mundo real, ele é mais uma entidade com poder grande, mas limitado; não pune e nem previne todos os crimes, não faz valer todas as leis. Ele tem custos. Ele pode ser mais ou menos eficaz não só na aplicação mas também na qualidade das leis. Em um arranjo sem estado, você abre mão da idéia de uma lei única e absoluta (que é ilusória), e de um poder inapelável e invencível, da espada de Deus na terra. Em troca você ganha sistemas que podem ser mais eficientes e mais de acordo com as necessidades das pessoas. Troca uma muleta mental pelo campo aberto da realidade.

    Normalmente, estatistas e mesmo libertários aferrados a uma concepção absolutista de lei natural enxergam a justiça como preta e branca: ou uma lei é justa, ou é injusta. Em todos os conflitos possíveis há uma solução racional e plenamente justa. Tudo que foge dela é inaceitável. Discordo. Leis opostas podem ter cada uma o seu mérito. Por exemplo: incitação ao crime deve ser proibida? E incitar ao crime com o uso de dinheiro? Difamação? Poluição visual? Diferentes respostas levarão a diferentes arranjos sociais. O processo de mercado permite a concorrência entre essas diferentes respostas — e a arbitragem entre os diferentes sistemas —, enquanto o estado permite apenas uma resposta única, não-testável e fixa.

    Por mais que se especule, ninguém sabe como seria uma sociedade anárquica moderna, sem monopólio territorial de lei e ordem. Teremos que descobrir. A resposta conservadora é apostar sempre em mais do mesmo. Ou então podemos experimentar e ver no que dá; ousar e criar novas formas de convivência; replicar os modelos de sucesso, que não impede a coexistência dos outros; fazer o que o estado, essa tecnologia ultrapassada de resolução de problemas sociais, é incapaz de fazer. Respostas antigas serão destruídas e novas serão criadas. Como será? Anarquize-se e veremos.

  2. Quando adolescentes criminosos e assassinos são rotulados de “jovens problemáticos” por pessoas que se identificam como sendo de esquerda, isso nos diz mais sobre a mentalidade da própria esquerda do que sobre esses criminosos violentos propriamente ditos.
    Raramente há alguma evidência de que os criminosos sejam meramente ‘problemáticos’, e frequentemente abundam evidências de que eles na realidade estão apenas se divertindo enormemente ao cometer seus atos criminosos sobre terceiros.

    Por que então essa desculpa já arraigada? Por que rotular adolescentes criminosos de “jovens problemáticos” e supor que maníacos homicidas são meros “doentes”?

    Pelo menos desde o século XVIII a esquerda vem se esforçando para não lidar com o simples fato de que a maldade existe — que algumas pessoas simplesmente optam por fazer coisas que elas sabem de antemão serem erradas. Todo o tipo de desculpa, desde pobreza até adolescência infeliz, é utilizada pela esquerda para explicar, justificar e isentar a maldade.

    Todas as pessoas que saíram da pobreza ou que tiveram uma infância infeliz, ou ambas, e que se tornaram seres humanos decentes e produtivos, sem jamais praticarem atos violentos, são ignoradas pela esquerda, que também ignora o fato de que a maldade independe da renda e das origens, uma vez que ela também é cometida por gente criada na riqueza e no privilégio, como reis, conquistadores e escravocratas.

    Logo, por que a existência do mal sempre foi um conceito tão difícil para ser aceito por muitos da esquerda? O objetivo básico da esquerda sempre foi o de mudar as condições externas da humanidade. Mas e se o problema for interno? E se o verdadeiro problema for a perversidade dos seres humanos?

    Rousseau negou esta hipótese no século XVIII e a esquerda a vem negando desde então. Por quê? Autopreservação. Afinal, se as coisas que a esquerda quer controlar — instituições e políticas governamentais — não são os fatores definidores dos problemas do mundo, então qual função restaria à esquerda?

    E se fatores como a família, a cultura e as tradições exercerem mais influência positiva do que as novas e iluminadas “soluções” governamentais que a esquerda está constantemente inventando? E se a busca pelas “raízes da criminalidade” não for nem minimamente tão eficaz quanto retirar criminosos de circulação? As estatísticas ao redor do mundo mostram que as taxas de homicídio estavam em declínio durante as décadas em que vigoravam as velhas e tradicionais práticas tão desdenhadas pela intelligentsia esquerdista. Já quando as novas e brilhantes ideias da esquerda ganharam influência, no final da década de 1960, a criminalidade e violência urbana dispararam.

    O que houve quando ideias antiquadas sobre sexo foram substituídas, ainda na década de 1960, pelas novas e brilhantes ideias da esquerda, as quais foram introduzidas nas escolas sob a alcunha de “educação sexual” e que supostamente deveriam reduzir a gravidez na adolescência e as doenças sexualmente transmissíveis? Tanto a gravidez na adolescência quanto as doenças sexualmente transmissíveis vinham caindo havia anos. No entanto, esta tendência foi subitamente revertida na década de 1960 e atingiu recordes históricos.

    A esquerda sempre se arrogou a função de protetora dos “pobres”. Está é uma de suas principais reivindicações morais para adquirir poder político. Porém, qual a real veracidade desta alegação?

    É verdade que líderes de esquerda em vários países adotaram políticas assistencialistas que permitem aos pobres viverem mais confortavelmente em sua pobreza. Mas isso nos leva a uma questão fundamental: quem realmente são “os pobres”?

    Se você se baseia em uma definição de pobreza inventada por burocratas, como aquela que inclui um número de indivíduos ou de famílias abaixo de algum nível de renda arbitrariamente estipulado pelo governo, então realmente é fácil conseguir estatísticas sobre “os pobres”. Elas são rotineiramente divulgadas pela mídia e gostosamente adotadas por políticos. Mas será que tais estatísticas têm muita relação com a realidade?

    Houve um tempo em que “pobreza” tinha um significado concreto — uma quantidade insuficiente de comida para se manter vivo, ou roupas e abrigos incapazes de proteger um indivíduo dos elementos da natureza. Hoje, “pobreza” significa qualquer coisa que os burocratas do governo, que inventam os critérios estatísticos, queiram que signifique. E eles têm todos os incentivos para definir pobreza de uma maneira que abranja um número suficientemente alto de pessoas, pois isso justifica mais gastos assistencialistas e, consequentemente, mais votos e mais poder político.

    Em vários países do mundo, não são poucas as pessoas que são consideradas pobres, mas que, além de terem acesso a vários bens de consumo que outrora seriam considerados luxuosos — como televisão, computador e carro —, são também muito bem alimentadas (em alguns casos, até mesmo apresentam sobrepeso). No entanto, uma definição arbitrária de palavras e números concede a essas pessoas livre acesso ao dinheiro dos pagadores de impostos.

    Esse tipo de “pobreza” pode facilmente vir a se tornar um modo de vida, não apenas para os “pobres” de hoje, mas também para seus filhos e netos.

    Mesmo quando esses indivíduos classificados como “pobres” têm o potencial de se tornar membros produtivos da sociedade, a simples ameaça de perder os benefícios assistencialistas caso consigam um emprego funciona como uma espécie de “imposto implícito” sobre sua renda futura, imposto este que, em termos relativos, seria maior do que o imposto explícito que incide sobre o aumento da renda de um milionário.

    Em suma, as políticas assistencialistas defendidas pela esquerda tornam a pobreza mais confortável ao mesmo tempo em que penalizam tentativas de se sair da pobreza. Exceto para aqueles que acreditam que algumas pessoas nascem predestinadas a serem pobres para sempre, o fato é que a agenda da esquerda é um desserviço para os mais pobres, bem como para toda a sociedade. Ao contrário do que outros dizem, a enorme quantia de dinheiro desperdiçada no aparato burocrático necessário para gerenciar todas as políticas sociais não é nem de longe o pior problema dessa questão.

    Se o objetivo é retirar pessoas da pobreza, há vários exemplos encorajadores de indivíduos e de grupos que lograram este feito, e nos mais diferentes países do mundo.

    Milhões de “chineses expatriados” emigraram da China completamente destituídos e quase sempre iletrados. E isso ocorreu ao longo dos séculos. Independentemente de para onde tenham ido — se para outros países do Sudeste Asiático ou para os EUA —, eles sempre começaram lá embaixo, aceitando empregos duros, sujos e frequentemente perigosos.

    Mesmo sendo frequentemente mal pagos, estes chineses expatriados sempre trabalhavam duro e poupavam o pouco que recebiam. Era uma questão cultural. Vários deles conseguiram, com sua poupança, abrir pequenos empreendimentos comerciais. Por trabalharem longas horas e viverem frugalmente, eles foram capazes de transformar pequenos negócios em empreendimentos maiores e mais prósperos. Eles se esforçaram para dar a seus filhos a educação que eles próprios não conseguiram obter.

    Já em 1994, os 57 milhões de chineses expatriados haviam criado praticamente a mesma riqueza que o bilhão de pessoas que viviam na China.

    Variações deste padrão social podem ser encontradas nas histórias de judeus, armênios, libaneses e outros emigrantes que se estabeleceram em vários países ao redor do mundo — inicialmente pobres, foram crescendo ao longo de gerações até atingirem a prosperidade. Raramente recorreram ao governo, e quase sempre evitaram a política ao longo de sua ascensão social.

    Tais grupos se concentraram em desenvolver aquilo que economistas chamam de “capital humano” — seus talentos, habilidades, aptidões e disciplina. Seus êxitos frequentemente ocorreram em decorrência daquela palavra que a esquerda raramente utiliza em seus círculos refinados: “trabalho”.

    Em praticamente todos os grupos sociais e étnicos, existem indivíduos que seguem padrões similares para ascenderem da pobreza à prosperidade. Mas o número desses indivíduos em cada grupo faz uma grande diferença para a prosperidade ou a pobreza destes grupos como um todo.

    A agenda da esquerda — promover a inveja e o ressentimento ao mesmo tempo em que vocifera exigindo ter “direitos” sobre o que outras pessoas produziram — é um padrão que tem se difundido em vários países ao redor do mundo.

    Esta agenda raramente teve êxito em retirar os pobres da pobreza. O que ela de fato logrou foi elevar a esquerda a cargos de poder e a posições de autoexaltação — ao mesmo tempo em que promovem políticas com resultados socialmente contraproducentes.

  3. É difícil encontrar um esquerdista que ainda não tenha inventado uma nova “solução” para os “problemas” da sociedade. Com frequência, tem-se a impressão de que existem mais soluções do que problemas. A realidade, no entanto, é que vários dos problemas de hoje são resultado das soluções de ontem.

    No cerne da visão de mundo da esquerda jaz a tácita presunção de que pessoas imbuídas de elevados ideais e princípios morais — como os esquerdistas — sabem como tomar decisões para outras pessoas de forma melhor e mais eficaz do que estas próprias pessoas.

    Esta presunção arbitrária e infundada pode ser encontrada em praticamente todas as políticas e regulamentações criadas ao longo dos anos, desde renovação urbana até serviços de saúde. Pessoas que nunca gerenciaram nem sequer uma pequena farmácia — muito menos um hospital — saem por aí jubilosamente prescrevendo regras sobre como deve funcionar o sistema de saúde, impondo arbitrariamente seus caprichos e especificidades a médicos, hospitais, empresas farmacêuticas e planos de saúde.

    Uma das várias cruzadas internacionais empreendidas por intrometidos de esquerda é a tentativa de limitar as horas de trabalho de pessoas de outros países — especialmente países pobres — em empresas operadas por corporações multinacionais. Um grupo de monitoramento internacional se autoatribuiu a tarefa de garantir que as pessoas na China não trabalhem mais do que as legalmente determinadas 49 horas por semana.

    Por que grupos de monitoramento internacional, liderados por americanos e europeus abastados, imaginam ser capazes de saber o que é melhor para pessoas que são muito mais pobres do que eles, e que possuem muito menos opções, é um daqueles insondáveis mistérios que permeiam a intelligentsia.

    Na condição de alguém que saiu de casa aos 17 anos de idade, sem ter se formado no colégio, sem experiência no mercado de trabalho, e sem habilidades específicas, passei vários anos de minha vida aprendendo da maneira mais difícil o que realmente é a pobreza. Um dos momentos mais felizes durante aqueles anos ocorreu durante um breve período em que trabalhei 60 horas por semana — 40 horas entregando telegramas durante o dia e 20 horas trabalhando meio período em uma oficina de usinagem à noite.

    Por que eu estava feliz? Porque antes de encontrar estes dois empregos eu havia gasto semanas procurando desesperadamente qualquer emprego. Minha escassa poupança já havia evaporado e chegado literalmente ao meu último dólar quando finalmente encontrei o emprego de meio período à noite em uma oficina de usinagem.

    Passei vários dias tendo de caminhar vários quilômetros da pensão em que morava no Harlem até a oficina de usinagem, que ficava imediatamente abaixo da Ponte do Brooklyn, e tudo para poupar este último dólar para poder comprar pão até finalmente chegar o dia de receber meu primeiro salário.

    Quando então encontrei um emprego de período integral — entregar telegramas durante o dia —, o salário somado dos dois empregos era mais do que tudo que eu já havia ganhado antes. Foi só então que pude pagar a pensão, comer e utilizar o metrô para ir ao trabalho e voltar.

    Além de tudo isso, ainda conseguia poupar um pouco para eventuais momentos difíceis. Ter me tornado capaz de fazer isso era, para mim, o mais próximo do nirvana a que já havia chegado. Para a minha sorte, naquela época não havia nenhum intrometido de esquerda querendo me impedir de trabalhar mais horas do que eu gostaria.

    Havia um salário mínimo, mas, como o valor deste havia sido estipulado em 1938, e estávamos em 1949, seu valor já havia se tornado insignificante em decorrência da inflação. Por causa desta ausência de um salário mínimo efetivo, o desemprego entre adolescentes negros no ano de 1949, que foi um ano de recessão, era apenas uma fração do que viria a ser até mesmo durante os anos mais prósperos desde a década de 1960 até hoje.

    À medida que os moralmente ungidos passaram a elevar o salário mínimo, a partir da década de 1950, o desemprego entre os adolescentes negros disparou. Hoje, já estamos tão acostumados a taxas tragicamente altas de desemprego neste grupo, que várias pessoas não fazem a mais mínima ideia de que as coisas nem sempre foram assim — e muito menos que foram as políticas da esquerda intrometida que geraram tais consequências catastróficas.

    Não sei o que teria sido de mim caso tais políticas já estivessem em efeito em 1949 e houvessem me impedido de encontrar um emprego antes de meu último dólar ser gasto.

    Minha experiência pessoal é apenas um pequeno exemplo do que ocorre quando suas opções são bastante limitadas. Os prósperos intrometidos da esquerda estão constantemente promovendo políticas — como encargos sociais e trabalhistas — que reduzem ainda mais as poucas opções existentes para os pobres. Quando não reduzem empregos, tais políticas afetam sobremaneira seus salários.

    Parece que simplesmente não ocorre aos intrometidos que as corporações multinacionais estão expandindo as opções para os pobres dos países do terceiro mundo, ao passo que as políticas defendidas pela esquerda estão reduzindo suas opções.

    Os salários pagos pelas multinacionais nos países pobres normalmente são muito mais altos do que os salários pagos pelos empregadores locais. Ademais, a experiência que os empregados ganham ao trabalhar em empresas modernas transforma-os em mão-de-obra mais valiosa, e fez com que na China, por exemplo, os salários passassem a subir a porcentagens de dois dígitos anualmente.

    Nada é mais fácil para pessoas diplomadas do que imaginar que elas sabem mais do que os pobres sobre o que é melhor para eles próprios. Porém, como alguém certa vez disse, “um tolo pode vestir seu casaco com mais facilidade do que se pedisse a ajuda de um homem sábio para fazer isso por ele”.

  4. Os comentários acima são de um artigo que escrevi sobre: A mentalidade dos marxistas e seus estragos sobre os mais pobres

    • Professora Magda Wernersbach Ziemann disse:

      Esta frase é lapidar:

      “No cerne da visão de mundo da esquerda jaz a tácita presunção de que pessoas imbuídas de elevados ideais e princípios morais — como os esquerdistas — sabem como tomar decisões para outras pessoas de forma melhor e mais eficaz do que estas próprias pessoas.”

      Vou guardá-la na minha memória. Já conhecia esse seu artigo.
      Parabéns pelo artigo, Gladimir

    • Professora Bernadina disse:

      Excelente artigo, deveria sair publicado em algum jornal de grande circulação aqui no Brasil. Ia dar um ataque cardíaco nos esquerdopatas de plantão. Parabéns, Gladimir, assunto muito pertinente, como sempre. Beijos lindo.

    • Professora Bernadina disse:

      Aos mais desavisados, o Gladimir autor desses comentários nasceu pobre. Poderia perfeitamente ser uma das “vítimas sociais” pregada pela esquerda.
      Aqui no Brasil com toda esta política de aumento do salário mínimo está levando cada vez mais os pobres a ficarem a mercê do governo federal. Antes um pobre com salário poderia comprar terrenos em áreas distantes e lá conseguia construir sua casa, com esforço próprio e dos amigos e parentes aos fins de semana; ele conseguia criar seus filhos; não apenas 1 filhos mais 2,3,4,5 filhos. Ninguém na casa passava fome, todos comiam e se vestiam. Mas o governo disse que tudo aquilo era muito sofrimento e resolveu criar regras e mais regras sobre habitação e casas populares. Começou a comprar grandes áreas afastadas da cidade para criar conjuntos populares, consequência estes lugares passaram a ficar muito valorizados e caros para os pobres; proibiu a divisão dos lotes de 250 m2 para 125m2 e hoje o pobre compra apartamento da MRV de 45 m2, praticamente 1/3 da de 125m2, mas isso pode.
      Mas ainda existe tanto regulamento para contratar e demitir um empregado, o trabalho para jovens também é difícil pois o empregador sempre corre o risco de ter processo trabalhista. Um jovem de 14/15/16 poderia facilmente trabalhar algumas horas em um mercado, carregando mercadorias e ajudando pessoas idosas até mesmo ganhando algum trocado o empregador apenas pagaria aquelas horas trabalhadas, mais isso para o governo é crime contra a humanidade; consequência esses jovens se tornam presas para o tráfico de drogas.
      A esquerda só consegue estragar tudo; é a para de elefante da humanidade.

    • Professor Vladimir Enko Korolenko disse:

      Leia isso:
      “É difícil encontrar um esquerdista que ainda não tenha inventado uma nova “solução” para os “problemas” da sociedade. Com frequência, tem-se a impressão de que existem mais soluções do que problemas. A realidade, no entanto, é que vários dos problemas de hoje são resultado das soluções de ontem.”

      Depois entre no site:
      votenaweb.com.br e de uma olhada nos projetos de lei. Você percebe claramente a máxima de “Criar dificuldades para vender facilidades”.
      Estão agora, por exemplo, criando uma lei para flexibilizar a contratação de domésticas, sendo que a poucos meses atrás eles fizeram leis para dificultar a contratação desse tipo de serviço.

    • Dionisio disse:

      Aplaudo de pé. Gladimir é o cara!!
      Sintetizou vários pontos polêmicos em um único artigo, desvelando as várias frentes de estragos causados pela mentalidade esquerdista.
      O pior é ver a quantidade de gente que apoia leis com o governo impondo deveres.
      e muito dos projetos com apoio apenas vão encarecer o produto final, do ponto de vista do consumidor é tudo muito ruim, mas parece que as pessoas não percebem, estou quase me inscrevendo para tentar alertar essas pessoas.

    • Frederico Baggio disse:

      “Esta presunção arbitrária e infundada pode ser encontrada em praticamente todas as políticas e regulamentações criadas ao longo dos anos, desde renovação urbana até serviços de saúde. Pessoas que nunca gerenciaram nem sequer uma pequena farmácia — muito menos um hospital — saem por aí jubilosamente prescrevendo regras sobre como deve funcionar o sistema de saúde, impondo arbitrariamente seus caprichos e especificidades a médicos, hospitais, empresas farmacêuticas e planos de saúde.”

      Parágrafo sensacional!
      Conseguiu resumir de forma muito boa a presunção de incompetentes que querem gerenciar a vida de todo mundo: querem determinar os preços, querem determinar a demanda e a oferta, querem determinar quem pode oferecer e o que não podem demandar, querem controlar a propriedade alheia e a liberdade de associação das pessoas.

    • Professora Magda Wernersbach Ziemann disse:

      Outra coisa que irrita na esquerda é a mania que eles têm de se proclamarem DEFENSORES DA LIBERDADE.

      Eles querem controlar todo aspecto da sociedade, mas porque querem estender regulamentações estatais de casamento pra homossexuais e querem permitir o comércio de maconha altamente regulada e taxada pelo estado, se acham os grandes liberais e reclamam de quem quer controlar suas vidas (nesse ponto geralmente se referem a religiosos questionando a sexualidade deles)

      Ah, e tem a mania de esquerdista de chamar seus inimigos de FASCISTAS. O que é incrivelmente ridículo.
      O mesmo sujeito que quer Tutto nello Stato, niente al di fuori dello Stato, nulla contro lo Stato está chamando os outros de fascistas. Imagine quanto esquerdista bateria palmas pra literatura fascista se não tivessem lido as capas dos livros.

      Outra da esquerda é a idolatria de genocidas totalitários da humanidade, com assassinatos na casa das dezenas, centenas de milhões. Que ainda piora quando esse tipo de gente finge (só pode ser fingimento) estar ultrajada com mortes (geralmente em número drasticamente menor que a dos ídolos da esquerda) em regimes de ditadura “de direita”; ou seja de ditaduras com as quais eles não concordavam.

      E a esquerda que justifica crimes, afaga assassino, é contra punição, culpa a desigualdade e a falta de oportunidades, etc, etc… e que sobretudo chama de “reacionário” e “extrema-direita” aqueles que defendem punições severas pra criminosos.
      No entanto, basta o crime ser de homofobia ou estupro, e de repente a esquerda que quase quer adotar assassinos começa a soltar fogo do nariz de indignação com o horror desses crimes.

      A esquerda é uma grande compilação de teorias idiotas, interpretações errôneas do mundo, rebeldia adolescente, argumentos emocionais sem muita consideração pela lógica, e, claro, como colocado no texto, de políticas práticas desastrosas que corroem a sociedade e prejudica logo os mais vulneráveis.
      A esquerda é, sobretudo, uma fórmula incrível pra controlar idiotas e conseguir mais poder sobre toda a sociedade, como a realidade mostra.

    • Aldegunda Carames More disse:

      No entanto, basta o crime ser de homofobia ou estupro, e de repente a esquerda que quase quer adotar assassinos começa a soltar fogo do nariz de indignação com o horror desses crimes.

    • Aldegunda Carames More disse:

      O que uma lavagem cerebral não faz com uma pessoa. O Brasil hoje tem um IDH baixo com um péssimo índice de liberdade econômica, além de convivermos com uma sociedade que sobrevive de compra de votos que recebe o nome de bolsa-família.

    • Loremarie disse:

      Lembrei de uma doutrina moral que não condena matar parentes! A do marxismo! Basta que eles ainda não tenham nascido, ou que sejam muito velhinhos ou doentes, ou que se promulgue uma lei limitando o número de filhos, etc.

    • Eddy disse:

      Também fui pobre e graças a Deus meus pais nunca receberam bolsa-miséria.
      “um tolo pode vestir seu casaco com mais facilidade do que se pedisse a ajuda de um homem sábio para fazer isso por ele”.
      O Brasil tá vestido (coberto) com vários casacos desde que foi descoberto.

      Essa defesa apaixonada de criminosos sinaliza uma identificação com eles.

      Os esquerdistas gostam tanto dos pobres e da igualdade que querem fazer a maioria das pessoas ficar igualmente pobre.

      Ressalva: sobrepeso e obesidade não indicam necessariamente boa situação econômica. Uma pessoa pode ter excesso de peso por só poder consumir alimentos de má qualidade.

      O Socialista Livre é hipócrita e só relativiza o que é conveniente.

    • Rodolfo Aurich Balzer disse:

      Todo marxista é um merda. É aquele sujeito fraco, desajustado, viciado, que não consegue nem controlar a si mesmo e as suas emoções, mas sempre tem soluções magníficas para os outros. Eu conheci marxista cuja vida pessoal era um verdadeiro caos, sempre fechavam a conta do mês no vermelho, não sabiam nem administrar uma quitanda, mas sempre saiam com soluções fantasticas para o estado, para política nacional e internacional, sempre tinha palpites de como eu deveria educar os meus filhos, ao mesmo tempo que a vida familiar deles era um inferno, os filhos não os respeitavam, usavam drogas e viviam aprontando na rua.

  5. Castrinho disse:

    Esse Socialista Livre é uma idiota útil, defende vários clichês esquerdistas sem nem entender o que está falando.Você é tão ignorante que não sabe que a fonte real de todas essas besteiras que você vomita pela boca, e que infestam o ambiente universitário, a escola de Frankfurt, Adorno, Hockeimer, etc, era toda feita de esquerdinhas que odiavam o capitalismo com todas as forças e colocavam isso nas besteiras que inventavam e ensinavam.

  6. General de brigada Paulo Chagas disse:

    *31 DE MARÇO DE 1964*

    *UMA DATA A SER LEMBRADA*

    Completa no próximo mês o seu Jubileu de Ouro o Monumento Cívico-Militar ou a Revolução Democrática Brasileira, na realidade uma contra-revolução que salvou o País do caos para o qual estava sendo conduzido e que postergou, por vários anos, o êxito de nova tentativa de tomada do poder por uma minoria comunista, então encastelada nos sindicatos e outras instituições, bem como em diversas esferas do Governo.

    Nossos detratores, os vencidos de então, que anistiamos na esperança de paz e de concórdia nacionais, incansáveis, obliterados e empedernidos que são, e outros que não viveram aqueles tempos sombrios mas que procedem como “o papagaio de casa de tolerância do interior”, rotulam-no de “Golpe Militar” que implantou a “ditadura”; no Brasil. Este meio século, para eles, significa “anos de chumbo”, ou “anos de escuridão”.

    A técnica da propaganda aconselha que os slogans, os chavões, as idéias-força, as palavras-chave, devem ser repetidas à larga, até tomarem foros de realidade. E não faltam “marqueteiros”, milionários, vendedores de ilusão, para ajudar nesse mister, que conta com a ampla difusão de certa ídia, comprada ou comprometida ideologicamente, e que não respeita ética e nem tem compromisso com a verdade.

    Se perguntarmos a um desses que engrossam tal corrente, até bacharéis, se sabem o que caracteriza uma ditadura e quais são os parâmetros de uma democracia, terão dificuldade em responder. Ignoram que todos os Presidentes Militares foram eleitos pelo Congresso e que a maioria dos países democráticos utiliza uma forma indireta de escolha de seus mandatários. Nunca se deram conta – ou esqueceram-se, ou jamais lhes disseram – por exemplo, que José Maria Alkmin, ex- Ministro da Fazenda de JK, foi o Vice-Presidente de Castelo Branco, e que Aureliano Chaves, ex-Governador de Minas Gerais, o foi de João Figueiredo. Não lhes interessa lembrar que o MDB era o partido de oposição e que, por duas vezes, chegou a lançar candidato à Presidência da República, derrotado no voto. E que havia, circulando, jornais contra o governo, como, no Rio de Janeiro, o Correio da Manhã….Ditadura?

    Mas, por quê ocorreu, há meio século, o movimento de que estamos falando? A situação nacional deteriora-se a tal ponto que se temia um iminente golpe comunista, tal como o tentado em Novembro de 1935, para a tomada do Poder. Eram greves em atividades essenciais, desabastecimento, inflação galopante, comícios ameaçadores, serviços públicos em crise, as intimidações da CGT. E a Nação, cuja voz era a voz de Deus, aflita, temerosa, apelou para suas Forças Armadas – povo fardado que sempre, ao longo dos tempos, estiveram a seu lado, pois nunca foram intrusas na História Pátria. Como bem escreveu o lendário Osório, “a farda não abafa o cidadão no peito do soldado”. Sempre é bom lembrar a extraordinária “Marcha com Deus e a Família pela Liberdade”, que congregou, em passeata cívica e ordeira, um número incontável e inimaginável de bons brasileiros, de iniciativa e coordenação de Senhoras da sociedade.

    No âmago das Forças Armadas, a disciplina e a hierarquia, suas bases constitucionais e verdadeiras cláusulas pétreas, eram violentadas às escâncaras. Inspirados na velha tática napoleônica, tentaram dividir-nos, para nos bater por partes. Falava-se, abertamente, em “classe dos sargentos” e “classe dos oficiais”, como se não houvesse uma classe militar única e indivisível, organizada em círculos hierárquicos, sob uma disciplina comum. Teciam-se frequentes loas aos chamados “Generais e Almirantes do povo” – os “legalistas”, afinados com o Governo e que colocavam a lealdade à figura do Presidente acima de seu compromisso para com a Nação, pois só esta é eterna – e os “Gorilas”, os que manifestavam preocupação com o estado das coisas e, por várias vezes, haviam alertado o Governo para a situação preocupante, na esperança de uma mudança sensata de postura. Mas o Comandante Supremo só ouvia os “pelegos” que tinham livre acesso a ele.

    Muitos não querem lembrar da revolta dos sargentos em Brasília; da “Associação de Marinheiros e Fuzileiros”, que pregava abertamente a insubordinação e cujos dirigentes, seguidos por outros, acabaram refugiando-se no Sindicado dos Metalúrgicos, que lhes deu apoio e de onde foram retirados, presos; da reunião no Automóvel Clube do Brasil, no Passeio Público do RJ, com o incentivo e a presença de João Goulart, e do espetáculo deprimente de praças carregando nos ombros um Almirante, seu adepto – todos fardados -, demonstração inequívoca de quebra de disciplina e de hierarquia. Não interessa mencionar os comícios comunistas, a ação das Ligas Camponesas, dos “Grupos dos 11″… Era a própria revolução marxista em marcha!

    Vitorioso o movimento democrático, tão solicitado e aplaudido pela maioria esmagadora da Nação e sem derramamento de sangue – diferente, pois, do que ocorreu em outros países onde foi implantado, pela força, o regime comunista – o Brasil ainda viveu anos difíceis, com o surgimento da luta armada, nas cidades e no campo: assaltos, seqüestros, roubos, atentados, guerrilhas. Foram os comunistas novamente derrotados e, outra vez, não contaram com o apoio da população.

    Mas, como resultado ou vingança, nossos detratores rotularam todos os que, cumprindo ordens superiores, empenharam-se na defesa da democracia, como “torturadores”, tal como dão, genericamente, a todo profissional da área de Inteligência – essencial a qualquer Estado democrático – o epíteto de “Araponga”;.

    Derrotados naquela luta, apresentam-se hoje como “heróis da democracia”, cada qual fingindo ser um idealista que só queria o bem do Brasil. No fundo, há um interesse por indenizações, bolsas e cargos. E um exemplo dessa desigualdade e injustiça é patente: Mario Kozel Filho, um jovem soldado que durante a prestação do Serviço Militar inicial, estava de serviço de sentinela no Quartel-General do então II Exército, em S. Paulo, foi vítima de um atentado terrorista e morreu; sua beneficiária recebe pensão normal de 3º Sargento, graduação à qual foi promovido post mortem, enquanto que o assassino que o matou, anistiado, recebeu polpuda indenização e tem um salário mensal vitalício, isento de Imposto de Renda…

    Guerrilheiros de ontem, condenados hoje por outros crimes recentes de corrupção e afins, têm a desfaçatez de se declararem “presos políticos”. De seus companheiros de aventura, hoje no Poder?

    As obras destes cinqüentas anos aí estão, Brasil afora. É impossível alinhá-las todas nestas poucas linhas. Bem feitas, porque construídas com competência, honestidade e fiscalização. Ninguém foi acusado de corrupção. Não houve majoração indecorosa de preços, nem “mensaleiros”, tampouco dinheiro na meia ou na cueca, nem lavagem e depósitos em contas em paraísos fiscais. Aqueles que as edificaram morreram pobres. Mas, para os detratores sempre ativos, é imperioso desvinculá-las daqueles que as idealizaram e tornaram-nas realidade. Daí até o nome de algumas tentam agora mudar. Na modesta placa de bronze colocada na Ponte Costa e Silva, lê-se: “…É um exemplo da determinação do Povo Brasileiro em caminhar firmemente para o futuro.” Este era o espírito nacional àquela
    época! Os jovens cantavam: “Pra frente, Brasil!” Hoje, uma entidade que parece não ter nada mais para fazer, quer mudar-lhe o nome. Está olhando pelo retrovisor da História! Será que pretende retirar o nome de Getúlio Vargas, ou Presidente Vargas, que exerceu, verdadeiramente, o governo ditatorial, do Estado Novo, dado a inúmeras cidades, usinas, escolas, hospitais e tantos outros logradouros públicos, no País, de Norte a Sul? E a propósito, não reconhecem que tal ditadura de quinze anos só teve fim, na realidade, quando do regresso vitorioso dos nossos pracinhas que lutaram contra o nazi-fascismo no Teatro de Operações da Itália.

    Agora, usando a mesma tática do grande general francês antes mencionado, procuram separar o “Exército de hoje” do “Exército de ontem”, fosso este que tentam cavar também nas outras Forças Singulares. Como se iludem! As infiltrações sensíveis de antes de 1964 nelas não se repetiram. Somos todos, da Ativa, da Reserva e Reformados, uma classe que pensa igual, que está alerta e vigilante, que troca idéias e que quer o progresso do País e o bem-estar do povo.

    O Brasil, que nasceu sob a sombra da cruz e que, como diz o cancioneiro popular, “é bonito por natureza e abençoado por Deus”, será sempre uma nação cristã, fraterna e acolhedora, amante da paz, livre e democrata. Jamais será dominada pelos comunistas, mesmo que isto custe a vida de muitos.

    É o nosso compromisso!

    • REVANCHISMO… E A RECONCILIAÇÃO?

      PASSADO. Inegavelmente, tanto ações de tortura quanto de terrorismo convergem para uma vil afronta aos Direitos Humanos. Querer pesar qual desses atos atinge mais a honra e a dignidade da pessoa humana seria uma vã e passional tentativa de mascarar a verdade. Um teria sido perpetrado por agentes do Estado; outro, pelos que optaram pela luta armada em organizações tais como o Comando de Libertação Nacional – COLINA – e a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares -VAR Palmares. Consta na biografia da Presidente da República Dilma Rousseff que ela integrou tais organizações terroristas que atacaram o regime militar. Dentro desse contexto de conflito, ocorreram atrocidades truculentas e hediondas, tais como justiçamentos, sequestros, assassinatos, assaltos [www.goo.gl/nviFLN]. Eram os ventos da guerra fria que carecem da reconciliação das brisas tropicais.

      GEOPOLÍTICA. Esse cenário resultou no Ovo da Serpente, disseminando aqui a discórdia dos interesses exógenos que permeou o tecido social brasileiro em virtude da Guerra Fria, disputa global polarizada entre os Estados Unidos e a antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), pela hegemonia ideológica, armamentista e econômica [www.goo.gl/kL5idv]. Aquele visava ao capitalismo e à democracia; este, o comunismo. A aproximação, a partir de 1961, do então presidente João Goulart do Bloco Comunista conjugada com o protesto contrário da sociedade na “Marcha pela Família com Deus pela Liberdade” [www.goo.gl/PNGS1M], respaldou a intervenção militar no País em 1964. Ressalta-se que os integrantes dos grupos terroristas COLINA e VAR Palmares, dentre outros, eram adeptos do comunismo totalitário ditatorial e apoiados, com equipamento e treinamento, pelos regimes de Cuba, da China e da URSS [www.goo.gl/iRq2Mj] para, de acordo com o seu programa, implantar no Brasil uma ditadura do proletariado.

      VITÓRIA DA DEMOCRACIA. Observa-se que, na medida em que os militares evitaram que se instalassem ditaduras comunistas tal como a do regime de Fidel Castro e, também, criaram condições para uma transição – lenta, gradual e pacífica – para o processo democrático, eles contribuíram fundamentalmente para o Brasil ser o atual Estado Democrático de Direito [www.goo.gl/89no3G], porquanto ditadores são depostos e não promovem transição democrática[www.goo.gl/PAoJmq], nem anistia, mas, sim, o “paredón” de fuzilamento nos moldes cubanos [www.goo.gl/w0QPXZ]. Nenhum militar se perpetuou no poder, nem enriqueceu… Por isso, não cai nada bem o papel de bode expiatório da História que desejam impingir aos militares, nem a pretensa destruição do legado que os identifica junto ao povo brasileiro, visto que os militares de ontem são os de hoje: patriotas, institucionais e cumpridores do dever na DEFESA DO BRASIL e de sua CONSTITUIÇÃO. Esse feito, em seu conjunto da obra, ressalvados os excessos e as arbitrariedades, deve ser motivo de orgulho e de gratidão por parte de toda a sociedade. Infelizmente, os governos eleitos, que desfrutaram dessa abertura democrática, patrocinada, sim, pelas Forças Armadas, parecem compartilhar de um ranço histórico impermeável à necessária anistia ampla, geral e irrestrita.

      REVANCHISMO VELADO. Há o sentimento na caserna de que os governantes não dão, há tempos, o devido valor aos militares. O desprestígio conferido à família dos militares pelos últimos ex-presidentes fica evidenciado na sistemática deterioração de sua estrutura remuneratória a patamares que desafiam o orçamento doméstico a perdurar por todo o mês, sendo, muitas vezes, incapaz de uma provisão digna. Objetivamente, informações oficiais, de acordo com o Boletim Estatístico de Pessoal do Ministério do Planejamento, revelam que em 2004 a remuneração bruta média mensal dos militares correspondia a 102,50% da recebida pela categoria dos servidores mais mal remunerados em todo o Serviço Público Federal. Em 2010, essa relação só piorou, passando a 70,82% com os servidores federais e a 16,67 % em comparação aos servidores do Ministério Público da União. Para se ter ideia da tamanha desconsideração, até mesmo direitos reconhecidos pela justiça como a recomposição dos 28,86% foram solenemente ignorados até o momento[www.goo.gl/msZixt]. É constrangedor e muito degradante para o militar invocar o amor ao Brasil e à profissão como fatores compensatórios à retribuição remuneratória em nome de princípios e valores que lhe dão identidade e dignidade. Constrangimento maior, porém, é a situação lastimável que beira à penúria desses profissionais, dada a situação salarial iníqua que abala as condições emocionais e afetivas dos militares e de sua família, afetando a sua auto-estima.

      REVANCHISMO REVELADO. Dentro de uma análise lógica, o § 6º do artigo 144 da Constituição Federal estabelece que as Polícias e Bombeiros Militares são Forças Auxiliares e reserva do Exército. Logo, em condições especiais, são a extensão do próprio Exército. Então é razoável comparar os tratamentos dados à Polícia Militar do Distrito Federal e ao Exército na medida em que possuem a mesma autoridade competente da Presidência da República para sancionar a lei de remuneração e de plano de carreiras correspondentes, despesas de custeio do Tesouro Nacional. Nesse paralelismo lógico, a consideração deveria ser, no mínimo, igual. Não é, pois enquanto os colegas da PMDF têm seus projetos de leis apreciados no Congresso Nacional e submetidos à sanção presidencial, os militares federais experimentam uma espécie de “limbo legislativo” com uma precária Medida Provisória que sequer jamais foi votada, apresentada no ano de 2001. Consequência disso é a BASE DA PIRÂMIDE hierárquica dos militares federais subalternos estar literalmente à míngua, com elevado grau de endividamento consignado[www.goo.gl/XUJ7jT]. Por que disso? O argumento de que há a necessidade de fazer o superávit primário para garantir o pagamento dos juros nominal da dívida e fazer o equilíbrio fiscal só vale para os militares federais? É isso[www.goo.gl/Ml4uNL]? Não, não é, não convence mais. Infelizmente, o gargalo é político e atende pela palavra REVANCHISMO REVELADO, quase explícito. Quase… Até que resolveram explicitar.

      REVANCHISMO EXPLÍCITO. A instituição da Comissão Nacional da Verdade – CNV – teve o condão de desnudar o revanchismo. Com a nobre missão de promover a RECONCILIAÇÃO NACIONAL, deveria examinar e esclarecer as graves violações de direitos humanos praticados no período de 1946 a 1988. No entanto, o Princípio da Razoabilidade, na busca isenta e imparcial da verdade, exigiria uma composição heterogênea da Comissão. Já não foi. A aderência à literalidade da lei que a instituiu exigiria que tais violações fossem averiguadas em sua TOTALIDADE, no entanto, o critério passional escolhido pelos membros da comissão foi elucidar apenas os fatos relativos aos praticados pelos agentes do Estado. Da mesma forma, as suas atividades não deveriam ter caráter jurisdicional ou punitivo – em respeito à Lei da Anistia, que foi recepcionada pela Constituição em entendimento pacificado pelo Supremo Tribunal Federal, por ser um pacto histórico necessário à transição democrática. No entanto, pasmem, fala-se abertamente na CNV da possibilidade de revisão desse pacto para alcançar penalmente aqueles agentes do Estado, não em sua responsabilidade objetiva, mas, na subjetiva. Percebam, estou muito longe de defender atos seja de tortura, seja de terrorismo, mas a orientação dada à CNV tende naturalmente a desqualificá-la como tal. Quantos anos hoje têm esses senhores, os ainda vivos, que, dentro de uma estrutura hierarquizada, tinham cargos de comando à época? Em via oposta, foi concedido asilo político a um ex-dirigente dos Proletários Armados pelo Comunismo (PAC), o Senhor Cesare Battisti, que foi condenado à prisão perpétua na Itália por quatro assassinatos,[www.goo.gl/VtXoVi],[www.goo.gl/z8i8yl]. Em uma visão cartesiana, nada apaixonada, conclui-se o óbvio ululante do revanchismo puro e desnudo que nada constrói, só atormenta. Não é demais supor que, diante de tamanho rancor, se a ditadura do proletariado tivesse sido implantada no Brasil, todos esses Militares teriam morrido jovens em algum paredão de fuzilamento.

      REVANCHISMO ESCRACHADO. Não bastasse toda a opressão revanchista, o achincalhamento permanente não encontrou limites ao desrespeito que culminou na cusparada de jovens, alienados ideologicamente, em homens que devotaram as suas vidas aos serviços da Pátria[www.goo.gl/zgXBTo], após saírem de um debate realizado no Clube Militar intitulado “1964 – A Verdade”. Eu senti aquilo no fundo da minha alma. Doeu em mim, não sei na tropa… É como se eu mesmo ali estivesse sofrendo aquela espécie de linchamento público, totalmente descabido por quem respeita as liberdades democráticas. Engana-se muito quem acha que os militares de hoje não são os militares de ontem. Pois somos. Unidos em nobres PRINCÍPIOS e VALORES, irmanados no Culto à PÁTRIA, devotados no ESPÍRITO DE CORPO que consolidou, com sangue, o nosso amado Brasil. Só existe um EXÉRCITO, que é o de DUQUE DE CAXIAS; uma MARINHA, que é a de TAMANDARÉ; e uma FORÇA AÉREA, que é a de EDUARDO GOMES. Seus Patronos que forjaram com o exemplo o espírito dos soldados de hoje. Desafio qualquer um a responder o que seria desse País, no dia seguinte à hipotética extinção de suas Forças Armadas. Deixaria de ser. Simples assim. Paradoxal é que esse estado de coisas, que nos impõem estes governos rancorosos, nos leva a um sofrimento moral, uma angústia tão intensa que não sei em que medida a evasão das Forças Armadas de seus quadros[www.goo.gl/tMnnhY] e, até, o extremo de alguns militares cometerem suicídio estão relacionados ao fato de não suportarem tal grau de coação psicológica e humilhação. A quem interessa essa tortura, que não se caracteriza apenas por coação física, mas parece visar ao enfraquecimento de uma Instituição que existe para proteger o seu povo? Por mera coincidência do acaso, o Ministro da Justiça no governo Lula e atual Governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, o mesmíssimo que concedeu o asilo político a um assassino condenado à prisão perpétua na Itália, estava passando por ali, próximo ao Clube Militar, em 29 de março de 2012, no exato momento do escracho[www.goo.gl/A6JX9]. Além do material, desejam impor o sucateamento do moral da tropa? Isso tudo causa muitíssima indignação.

      PRESENTE. A voz das ruas reverbera nos corações dos militares, com toda a força de sua indignação[www.goo.gl/JaoSa0]. Emblemático que, no dia 20 de junho de 2013, a Praça dos Três Poderes tenha sido protegida pelas Forças Armadas, como é o seu dever, em meio a uma onde de protestos, na qual mais de um milhão de brasileiros saíram às ruas para manifestarem seus anseios daquilo que consideram importante para o Brasil, dando vazão a um turbilhão de sentimentos frente à inércia e à corrupção do poder público e político. Havia os que se manifestavam pacificamente e, infelizmente, os que utilizaram a depredação e o escárnio como “instrumentos políticos de pressão”, além dos saqueadores e depredadores comuns do patrimônio público e privado [www.goo.gl/OLtrqV]. O Contrato Social, na história da humanidade, assegura que as Forças Armadas são e sempre serão a “Ultima Ratio” do Estado na proteção de seu povo e de sua Constituição, pulsando no peito de cada soldado o coração cidadão de quem ama e deseja o melhor para o Brasil. São um alento de esperança os ventos da Teologia da Reconciliação pregada pelo Papa Francisco, na essência daquilo que Ele nos ensinou.

      FUTURO. O melhor por vir para o Brasil, não tenho dúvida, vai depender de uma efetiva reconciliação com o seu passado. Hoje, existe uma oportunidade ímpar de a Presidente de TODOS os brasileiros e Comandante-em-Chefe das Forças Armadas, eleita em um processo democrático – contra o qual lutou os grupos guerrilheiros COLINA e VAR Palmares, dos quais ela fez parte, e tinham como programa implantar no Brasil um regime totalitário ditatorial comunista-, promover a real RECONCILIAÇÃO NACIONAL para o bem do Brasil. Gandhi dizia que não era um homem político, mas, sim que era um homem cujas atitudes tinham efeito político. Assim promoveu a libertação de seu povo. Nelson Mandela, herói da luta anti-‘apartheid’ após ter sido sentenciado à prisão perpétua e amargurar 27 anos na prisão, promoveu a reconciliação na África do Sul, recebendo o Prêmio Nobel da Paz, assegurando o seu lugar na história da humanidade como VERDADEIRO ESTADISTA e PACIFISTA. Nesse emocionado apelo, usando exclusivamente a minha condição cidadã, com muita humildade, sugiro o encaminhamento de uma ação concreta da atual Presidente da República, Dilma Rousseff, para a efetivação dessa desejada reconciliação:

      – ACLAMAÇÃO PÚBLICA DAS FORÇAS ARMADAS DO SEU RELEVANTE PAPEL HISTÓRICO PARA A CONSOLIDAÇÃO DA DEMOCRACIA, com apresentação de UM PROJETO DE LEI ou UMA MEDIDA PROVISÓRIA, em substituição à MP 2215, que resgate a DIGNIDADE das famílias desses devotados profissionais em patamares não inferiores aos estabelecidos para a PMDF, bem como fornecer as condições para a EFETIVA IMPLANTAÇÃO DA ESTRATÉGIA NACIONAL DE DEFESA.

      Na certeza de que se a “palavra convence, o exemplo arrasta”, quem sabe a nobreza do espírito reconciliador não se alastre para a efetivação dos princípios da Constituição Federal, sobretudo, os da Legalidade, Impessoalidade, Moralidade, Publicidade e Eficiência para afugentar tanta corrupção que faz sangrar o nosso amado Brasil. Caso prevaleça o silêncio, tudo que ele representa deve ser repudiado com toda a força do exercício da cidadania, nas urnas, em 2014.

      SOLDADO. Tenho muito orgulho e gratidão por poder servir ao meu país e ao povo como um soldado e, também, poder exercer a cidadania e o civismo garantidos pelos que, outrora, me precederam. Quando Barack Obama diz que “É graças aos soldados, e não aos sacerdotes, que podemos ter a religião que desejamos. É graças aos soldados, e não aos jornalistas, que temos liberdade de imprensa. É graças aos soldados, e não aos poetas, que podemos falar em público. É graças aos soldados, e não aos professores, que existe liberdade de ensino. É graças aos soldados, e não aos advogados, que existe o direito a um julgamento justo. É graças aos soldados, e não aos políticos, que podemos votar…”, eu complemento dizendo bem aventurado o povo brasileiro que pode contar com soldados tão devotos do seu cumprimento do dever para com o Brasil. Por ele, eles vivem. Por ele, eles haverão de morrer, pois, parafraseando o Marechal do Ar Eduardo Gomes, tenho a plena convicção de que “só na liberdade se criam valores estáveis para o desenvolvimento e a justiça social” e essa liberdade passa inexoravelmente, em todas as grandes democracias do mundo, pela valorização de seus soldados. A reconciliação é o caminho. No entanto, eu sou apenas UMA VOZ, e quantas serão as vozes que terão adesão ou empatia por esse mesmo sentimento para, quem sabe, COMPARTILHARMOS essa idéia em um uníssono CORO capaz de ser ouvido e atendido… Isso é o que verdadeiramente sinto e acredito. Depende de nós! Brasil!

      • Rodolfo Aurich Balzer disse:

        Na Venezuela falta papel higiênico, no Brasil sobra cagão. Vamos descer a porrada nesses comunistas assassinos. Temos que acabar com esses comunistas antes que eles acabem com o Brasil.

    • Rodolfo Aurich Balzer disse:

      GÍLBER SEU RETARDADO RESPONDA O QUE TEM A VER
      A PROPOSTA DE “INTERVENÇÃO MILITAR” COM A FALTA DO CURSO DE RACIOCÍNIO LÓGICO NAS ESCOLAS DE ENSINO MÉDIO:

      Tudo.
      Quando se prega a Intervenção Militar no Brasil para expurgar a organização criminosa que se instalou no Palácio do Planalto e no Congresso, não implica, de modo algum, um regime ditatorial, antidemocrático, truculento e pernicioso, como VOCÊ alega aqui no BLOG.

      INTERVENÇÃO significa “intervir”, tomar para si um ato ou poder inadequado para modificá-lo, ajustá-lo segundo o que se considera correto.

      Intervenção, neste momento, é apropriado para impedir a continuidade de um poder federal essencialmente corrupto, inepto e anti-ético.

      (No SISTEMA PARLAMENTARISTA é comum o Parlamento exonerar o Primeiro Ministro ou o Primeiro Ministro dissolver o Parlamente se esse perder a confiança, convocando-se, então, novas eleições.)

      A Intervenção expurgará o Poder Executivo Federal e o Congresso apodrecido por uma junta provisória que retomará os rumos éticos administrativos da nação.

      Após a intervenção – depois de um tempo adequado – novas eleições gerais para o legislativo, com candidatos exclusivamente fichas-limpa, e para o Chefe de Poder Executivo.

      Pronto. Temos um novo Brasil, mais decente, mais eficaz.

      Agora deu para entender que Intervenção NÃO é golpe militar NEM regime antidemocrático.

  7. General de brigada Paulo Chagas disse:

    VANDALISMO OFICIALIZADO

    NO MOMENTO EM QUE SE DEBATE A VIOLÊNCIA NAS MANIFESTAÇÕES, O GOVERNO E OS SEM TERRA DÃO UM EXEMPLO DO QUE NÃO DEVE SER FEITO

    Foi-se o tempo em que o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST) tinha como maior emblema grandes acampamentos com barracas de lona preta à beira das estradas nos rincões do país. Historicamente ligado ao PT, o movimento mudou de patamar após a chegada de Lula ao Planalto onze anos atrás. Por vias transversas, milhões de reais saem dos cofres públicos para abastecer as contas da organização, ,em operações financeiras tão intrincadas e heterodoxas que, de tempos em tempos, viram até caso de polícia. Foi assim no fim do ano passado, quando dirigentes de uma cooperativa ligada aos sem-terra foram presos acusados de desviar verbas federais que deveriam ser usadas para comprar alimentos para creches e hospitais. O caminho é sempre o mesmo: o dinheiro público não vai diretamente para o MST, para não chamar tanta atenção, mas segue, por meio de convênios diversos, para entidades controladas por integrantes do movimento. As cifras chegam à casa dos milhões. Tamanho privilégio, porém, não garante a satisfação dos sem-terra. Eles querem mais, embora não se saiba exatamente o quê.

    Na quarta-feira passada, durante uma passeata que reuniu 15 000 militantes do movimento em Brasília, os sem-terra tentaram avançar sobre o Palácio do Planalto. Policiais militares foram atacados com paus, martelos e pedras. No confronto, trinta PMs e doze sem-terra ficaram feridos. Avisada um pouco antes, a presidente Dilma Rousseff transferiu seus compromissos para o Palácio da Alvorada. Curiosamente, os manifestantes gritavam palavras de ordem contra o governo federal que os financia. Um aparente paradoxo, mas é” só impressão. Ao PT interessa manter a massa companheira mobilizada. Não custa lembrar que, no auge do mensalão, quando sentiu que seu mandato poderia estar em risco, o ex-presidente Lula ameaçou recorrer à força das ruas para se segurar no poder — e o MST era uma de suas escoras. Talvez essa conjugação de interesses explique a reação do governo à baderna dos sem-terra. No momento em que o país discute como conter a violência nos protestos de rua, havia uma chance de mostrar que a brutalidade não é o melhor caminho. Mas o que aconteceu foi justamente o contrário. O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho (aquele que teve assessores presos nos protestos de junho do ano passado), foi ao encontro dos sem-terra. E ainda os colocou, no dia seguinte, frente a frente com a presidente Dilma Rousseff. Ponto para a baderna.

    • Professora Magda Wernersbach Ziemann disse:

      Essa é a pura realidade , os conceitos dos ” Direitos Humanos ” não atingem os ” HUMANOS DIREITOS ” , vivemos em tempos de inversões de valores.

    • Professora Magda Wernersbach Ziemann disse:

      Querem inverter tudo, o MST os mocinhos e a PMDF os bandidos!!

    • Mario Endlich Feurig disse:

      Já passou da hora de alguém com autoridade moral fazer com que a constituição seja respeitada e cumprida.

    • Mario Endlich Feurig disse:

      Os Sem Terra poderão ser usados como MASSA DE MANOBRA num futuro em quê haverão protestos anti-governo, seriam o FIEL DA BALANÇA nos protestos pois estão altamente treinados para isso, poderiam ser convocados para usarem suas bandeiras em defesa do governo, Têm lideranças treinadas para acioná´los e se dirigirem a qualquer lugar do Brasil. O FIEL DA BALANÇA em futuros protestos?? Vcs verão….uma massa de bandeiras vermelhas em contraponto aos demais….. !!!!

    • Rodolfo Aurich Balzer disse:

      A POLÍCIA NÃO PODE IR PRÁ RUA PRÁ APANHAR DE MALANDROS,. TEM QUE CHEGAR DESCENDO A LENHA E DEPOIS QUE VENHAM OS PROCESSOS. É MELHOR UMA TURMA DE JULGANDO DO QUE SEUS FAMILIARES E AMIGOS TE VELANDO.

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