‘L’Unità’ entrevista Louis Althusser

Confira a seguir entrevista concedida pelo filósofo marxista francês Louis Althusser para o jornal L’Unità, órgão oficial do então Partido Comunista Italiano, realizada em fevereiro de 1968, sobre a filosofia marxista.

1 Você poderia nos contar um pouco sobre sua história pessoal? O que o trouxe à filosofia marxista?

Em 1948, quando eu tinha 30 anos, me tornei professor de filosofia e me filiei ao PCF [Partido Comunista Francês]. A filosofia era um interesse, eu buscava fazer dela minha profissão. A política era uma paixão, eu almejava ser um militante comunista.

Meu interesse pela filosofia foi motivado pelo materialismo e sua função crítica: o conhecimento científico, contra todas as mistificações do “conhecimento” ideológico. Contra o mero denuncismo moral de mitos e mentiras, por suas críticas racionais e rigorosas. Minha paixão pela política foi inspirada pelo instinto revolucionário, inteligência, coragem e heroísmo da classe operária em sua luta pelo socialismo. A Guerra e os longos anos em cativeiro me propiciaram um vívido contato com operários e camponeses e fui apresentado aos militantes comunistas.
Foi a política que decidiu tudo. Não a política em geral: a política marxista-leninista.

Primeiro tive que encontrá-las e entendê-las. Isso é sempre dificílimo para um intelectual. E foi difícil assim nos anos 50 e 60, pelos motivos que você sabe bem: as consequências do “culto”, o Vigésimo Congresso, depois a crise do movimento comunista internacional. Acima de tudo, não foi fácil resistir à propagação da ideologia “humanista” contemporânea e aos outros ataques da ideologia burguesa ao marxismo.

Uma vez que atingi um melhor entendimento da política marxista-leninista, comecei a me apaixonar pela filosofia também, e consequentemente passei a entender a grande ideia de Marx, Lênin e Gramsci: a de que a filosofia é fundamentalmente política.

Tudo que escrevi – primeiro sozinho, depois em companhia de camaradas e amigos mais jovens – gira, apesar da “abstração” de nossos ensaios, em torno dessas questões bastante concretas.

2 Você poderia ser mais preciso: por que em geral é tão difícil ser um comunista na filosofia?

Ser um comunista na filosofia é tornar-se partidário e perito na filosofia marxista-leninista, a do materialismo dialético.

Não é fácil ser um filósofo marxista-leninista. Como todo “intelectual”, o professor de filosofia é um pequeno burguês. Quando ele abre a boca, sua ideologia pequeno-burguesa fala: seus truques e espertezas são infinitos.
Você sabe o que Lênin diz dos “intelectuais”. Individualmente, alguns deles poderiam (politicamente) ser considerados revolucionários e corajosos. Mas no conjunto eles permanecem sendo pequeno-burgueses “incorrigíveis” na ideologia. O próprio Gorki era, para Lênin (que admirava seus talentos), um revolucionário pequeno-burguês. Para se tornarem “ideólogos da classe operária” (Lênin), “intelectuais orgânicos” do proletariado (Gramsci), os intelectuais devem atingir uma revolução radical em suas ideias: uma longa, dolorosa e difícil reeducação. Uma interminável luta exterior e interior.

Os proletários têm um “instinto de classe” que os ajuda a alcançar “posições de classe” proletárias. Os intelectuais, por outro lado, têm um instinto de classe pequeno-burguês que se opõe ferozmente a essa transição.
Uma posição de classe proletária é mais do que um mero “instinto de classe” proletário. É a consciência e a prática que estão de acordo com a realidade objetiva da luta de classe proletária. O instinto de classe é subjetivo e espontâneo. A posição de classe é objetiva e racional. Para atingir as posturas de classe proletárias, o instinto de classe dos proletários necessita apenas ser educado; o instinto de classe dos pequeno-burgueses (e, logo, dos intelectuais) necessita, por outro lado, ser revolucionado. Essa educação e essa revolução são, em última análise, determinadas pela luta de classe proletária conduzida desde a base pelos princípios da teoria marxista-leninista.
Como diz o Manifesto Comunista, o conhecimento dessa teoria pode ajudar certos intelectuais a atingirem posições da classe operária.

A teoria marxista-leninista abrange uma ciência (o materialismo histórico) e uma filosofia (o materialismo dialético).

A filosofia marxista-leninista é, portanto, uma das duas armas teóricas indispensáveis para a luta de classe do proletariado. Os militantes comunistas devem assimilar e aplicar os princípios da teoria: ciência e filosofia. A revolução proletária precisa de militantes que são tanto cientistas (materialistas históricos) quanto filósofos (materialistas dialéticos) para auxiliar na defesa e no desenvolvimento da teoria.

A formação desses filósofos vai de encontro a duas grandes dificuldades.

Primeiro, a dificuldade política. O filósofo profissional que se junte ao Partido continua sendo, ideologicamente, um pequeno burguês. Ele deve revolucionar seu pensamento de forma a ocupar uma posição de classe proletária na filosofia.

Essa dificuldade política é “determinante em último caso”.

A segunda é a dificuldade teórica. Nós sabemos com que direcionamento e com quais princípios devemos trabalhar a fim de definir essa posição de classe na filosofia. Mas devemos desenvolver a filosofia marxista: é teórica e politicamente urgente fazer isso. Agora, esse trabalho é vasto e difícil. Dentro da teoria marxista, a filosofia ficou para trás da ciência da história.

Atualmente, em nossos países, essa é a dificuldade “dominante”.

3 Então você distingue uma ciência e uma filosofia dentro da teoria marxista? Como você sabe, essa distinção é bastante contestada atualmente.

Eu sei. Mas essa “contestação” é uma velha história.

Para ser extremamente esquemático, pode-se dizer que, na história do movimento marxista, a supressão dessa distinção expressou um desvio tanto direitista quanto esquerdista. O desvio direitista suprime a filosofia: resta apenas a ciência (positivismo). O desvio esquerdista suprime a ciência: resta apenas a filosofia (subjetivismo).

Existem exceções a isso (casos de “inversão”), mas elas “confirmam” a regra.

Os grandes líderes do movimento operário marxista, de Marx e Engels até hoje, sempre disseram que esses desvios são resultado da influência e dominação da ideologia burguesa sobre o marxismo. Da parte deles, eles sempre defenderam a distinção (ciência, filosofia), não apenas por razões teóricas, mas por razões vitais políticas também. Pense no Lênin em Marxismo e Empírio-criticismo ou em Esquerdismo – Doença Infantil do Comunismo. Suas razões são claramente óbvias.

4 Como você justifica essa distinção entre ciência e filosofia na teoria marxista?

Responderei a essa pergunta formulando algumas questões provisórias e esquemáticas.

1. A fusão da teoria marxista com o movimento operário é o evento mais importante de toda a história da luta de classes, ou seja, de praticamente toda a história da humanidade (os primeiros efeitos foram as revoluções socialistas).

2. A teoria marxista (ciência e filosofia) representa uma revolução sem precedentes na história do conhecimento humano.

3. Marx fundou uma nova ciência: a ciência da história. Vou ilustrar isso. As ciências com as quais somos familiares têm seus alicerces em alguns “continentes”. Antes de Marx, dois desses continentes haviam sido abertos ao conhecimento científico: o continente da matemática e o continente da física. O primeiro pelos gregos (Tales), o segundo por Galileu. Marx abriu um terceiro continente ao conhecimento científico: o continente da história.

4. A abertura desse novo continente levou a uma revolução na filosofia. Essa é uma regra: a filosofia está sempre ligada às ciências.

A filosofia nasceu (com Platão) quando o continente da matemática foi aberto. Ela foi transformada (com Descartes) pela abertura do continente da física. Hoje em dia, ela está sendo revolucionada com a abertura do continente da história por Marx. Essa revolução é chamada materialismo dialético.

As transformações da filosofia são sempre reverberações de grandes descobertas científicas. Portanto, em essência, elas nascem após esses eventos. É por isso que a filosofia ficou para trás da ciência na teoria marxista. Existem outras razões que todos nós conhecemos, mas hoje essa é a dominante.

5. Como conjunto, apenas os militantes proletários reconheceram o âmbito revolucionário da descoberta científica de Marx. Sua prática política foi transformada por ela.

E aqui chegamos ao maior escândalo teórico da história contemporânea.

Como conjunto, os intelectuais, por outro lado — mesmo os que têm um interesse “profissional” no assunto (especialistas em ciências humanas, filósofos) —, não reconheceram ou se recusam a reconhecer o âmbito sem precedentes da descoberta científica de Marx, esta que eles condenam e desprezam e que eles distorcem quando discutem a seu respeito.

Com poucas exceções, eles ainda estão “engatinhando” na economia política, sociologia, etnologia, “antropologia”, “psicologia social”, etc., etc. Mesmo hoje, cem anos após o Capital , assim como os físicos aristotélicos estavam “engatinhando” na física, cinquenta anos depois de Galileu. Suas “teorias” são anacronismos ideológicos, rejuvenescidos por uma grande dose de sutilezas intelectuais e técnicas matemáticas ultramodernas.

Mas esse escândalo teórico não é um de todo um escândalo. É um efeito da luta de classe ideológica: pois é a ideologia burguesa, a “cultura” burguesa que está no poder, que exerce uma “hegemonia”. Como conjunto, os intelectuais, incluindo muitos intelectuais comunistas e marxistas, são – com exceções – dominados em suas teorias pela ideologia burguesa. Com exceções, o mesmo acontece nas ciências “humanas”.

6. A mesma situação escandalosa aparece na filosofia. Quem compreendeu a incrível revolução filosófica provocada pela descoberta de Marx? Apenas os líderes e militantes proletários. Por outro lado, os filósofos profissionais, como conjunto, nem sequer se deram conta dela. Quando eles mencionam Marx, isso sempre ocorre (com raríssimas exceções) com o intuito de atacá-lo, condená-lo, “absorvê-lo”, explorá-lo e revisá-lo.Aqueles que defenderam a dialética materialista, como Engels e Lênin, são tratados como filosoficamente insignificantes. O verdadeiro escândalo é que certos filósofos marxistas sucumbiram ante a mesma infecção, em nome do “antidogmatismo”. Mas aqui também a razão é a mesma: o efeito da luta de classe ideológica. Pois é a ideologia burguesa, a “cultura” burguesa, que está no poder.

7. As tarefas cruciais do movimento comunista, em teoria:
– Identificar e conhecer o âmbito teórico revolucionário da ciência e da filosofia marxista-leninista;
— Lutar contra a visão de mundo burguesa e pequeno-burguesa que sempre ameaçou a teoria marxista e que a permeia profundamente hoje em dia. A forma geral dessa visão de mundo é o economismo (hoje “tecnocracia”), e seu “complemento espiritual”, o idealismo ético (hoje “humanismo”). O economismo e o idealismo ético formaram a base opositora na visão de mundo burguesa desde as origens da burguesia. A atual forma filosófica dessa visão de mundo é o neopositivismo e seu “complemento espiritual”, o subjetivismo existencialista-fenomenológico. A variante peculiar às Ciências Humanas é a ideologia chamada “estruturalismo”;
— Conquistar para a ciência a maioria das Ciências Humanas, acima de tudo as Ciências Sociais, que, com exceções, têm ocupado como impostoras o continente da história, o continente legado por Marx a nós;
— Desenvolver a nova ciência e filosofia com todo rigor e ousadia necessários, vinculando ambas aos requisitos e inventos da prática da luta de classe revolucionária.

Em teoria, a ligação decisiva na atualidade: a filosofia marxista-leninista.

5 Você disse duas coisas que são aparentemente contraditórias ou diferentes: primeiro, a filosofia é basicamente política; segundo, a filosofia está ligada às ciências. Como você explica essa dupla relação?

Aqui também terei de responder por meio de questões esquemáticas e provisórias.

1. As posições de classe em confronto na luta de classes são “representadas” no domínio das ideologias práticas (ideologias religiosas, éticas, legais, políticas, estéticas) por visões de mundo de tendências antagônicas: idealistas (burguesas) e materialistas (proletárias). Todos desenvolvem espontaneamente uma visão de mundo.

2. As visões de mundo são representadas no domínio da teoria (ciência + as ideologias “teóricas” que envolvem a ciência e os cientistas) pela filosofia. A filosofia representa a luta de classes na teoria. É por isso que a filosofia é uma luta (Kampf, como disse Kant) e fundamentalmente uma luta política: uma luta de classes. Ninguém é um filósofo por natureza, mas todos podem ser filósofos.

3. A filosofia surge logo que o domínio teórico aparece, logo que uma ciência (num sentido estrito) nasce. Sem a ciência não há filosofia, apenas visões de mundo. A aposta na batalha e o campo de batalha devem ser distinguidos. A aposta definitiva da luta filosófica é a luta pela hegemonia entre as duas grandes tendências de visão de mundo (materialista e idealista). O principal campo de batalha dessa luta é o conhecimento científico: contra ou a favor dele. Deste modo, a batalha filosófica mais importante ocorre na fronteira entre o conhecimento científico e o ideológico. Lá, as filosofias idealistas que depredam a ciência lutam contra as filosofias materialistas que servem às ciências. A luta filosófica é uma esfera da luta de classes existente entre visões de mundo. No passado, o materialismo sempre foi dominado pelo idealismo.

4. A ciência fundada por Marx mudou toda a conjuntura do domínio teórico. É uma ciência nova: a ciência da história. Dessa forma, isso nos possibilitou conhecer, pela primeira vez, as visões de mundo que a filosofia representa na teoria; isso no permitiu entender a filosofia. Isso nos fornece recursos para mudar as visões de mundo (a luta de classe revolucionária guiada pelos princípios da teoria marxista). A filosofia é assim duplamente revolucionada. O materialismo mecanicista, “idealista historicamente”, se torna o materialismo dialético. O equilíbrio das forças é invertido: agora o materialismo pode dominar o idealismo na filosofia e, se as condições políticas estiverem concretizadas, pode também conduzir a luta de classe pela hegemonia entre as visões de mundo.
A filosofia marxista-leninista, ou o materialismo dialético, representa a luta de classe proletária na teoria. Com a união da teoria marxista e do movimento operário (a união definitiva entre teoria e prática) a filosofia é interrompida, como disse Marx, para “interpretar o mundo”. Torna-se uma arma para “mudá-lo”: a revolução.

6 São essas as razões que levaram você a dizer que é essencial ler o Capital hoje em dia?

Sim. É essencial ler e estudar o Capital.
— Para realmente entender, em todo seu âmbito e consequências científicas e filosóficas, o que os militantes proletários há muito entendem na prática: o caráter revolucionário da teoria marxista.
— Para defender essa teoria de todas as interpretações burguesas e pequeno-burguesas, ou seja, revisões que ameaçam-na seriamente hoje, principalmente a oposição economismo/humanismo.
— Para desenvolver a teoria marxista e prover os conceitos científicos indispensáveis à análise da luta de classes contemporânea, em nossos países e mundo afora.

É essencial ler e estudar o Capital. Devo acrescentar que é necessário e essencial ler e estudar Lênin e todos os grandes textos, novos ou antigos, aos quais se devem a experiência da luta de classe do movimento operário internacional. É essencial estudar os textos práticos do movimento operário revolucionário em sua realidade, seus problemas e contradições: seu passado e, acima de tudo, sua história presente.

Atualmente, existem grandes recursos em nossos países para a luta de classe revolucionária. Mas eles devem ser buscados em suas fontes: as massas oprimidas. Eles não serão “descobertos” sem um vínculo direto com as massas e sem as armas da teoria marxista-leninista. As noções ideológicas burguesas de “sociedade industrial”, “neocapitalismo”, “nova classe trabalhadora”, “sociedade afluente”, “alienação” e tutti quanti são anticientíficas e antimarxistas: criadas para fazer frente aos revolucionários.

Finalmente, devo acrescentar um comentário, o mais importante de todos.

Para que alguém realmente entenda o que “lê” e estuda nessas obras teóricas, políticas e históricas deve-se vivenciar diretamente as duas realidades que de fato as determinam: a realidade da prática teórica (ciência, filosofia) em sua vida concreta e, também nesta, a realidade da prática da luta de classe revolucionária, em contato próximo às massas. Pois é a teoria que nos permite compreender as leis da história: não são os intelectuais nem os teóricos, mas as massas que fazem a história. É essencial aprender com a teoria – mas ao mesmo tempo é crucial aprender com as massas.

7 Você atribui uma grande importância ao rigor, inclusive a um vocabulário rigoroso. O que isso significa?

Uma simples expressão resume a função maior da prática filosófica: “traçar uma linha divisória” entre as ideias verdadeiras e as falsas, como disse Lênin.

Mas a mesma expressão resume uma das operações fundamentais que norteiam a prática da luta de classe: “traçar uma linha divisória” entre as classes antagônicas. Entre nossos amigos de classe e nossos inimigos de classe.
É a mesma expressão. A linha divisória teórica entre as ideias verdadeiras e as falsas. A linha divisória política entre o povo (o proletariado e seus aliados) e os inimigos do povo.

A filosofia representa a luta de classes na teoria. Em contrapartida, ela ajuda o povo a distinguir na teoria e em todas as outras ideias (políticas, éticas, estéticas, etc.) quais ideias são corretas e quais são erradas. A princípio, as ideias verdadeiras sempre servem ao povo; as ideias falsas sempre servem aos inimigos do povo.
Por que a filosofia batalha pelas palavras? As realidades da luta de classes são “representadas” pelas “ideias”, que são “representadas” pelas palavras. Na argumentação científica e filosófica, as palavras (conceitos, categorias) são “instrumentos” do conhecimento. Mas na luta política, ideológica e filosófica, as palavras são armas, explosivos ou tranquilizantes e venenos. Às vezes, toda a luta de classe pode ser resumida a um confronto entre palavras. Certas palavras lutam entre si como inimigas. Outras palavras são raízes de uma ambiguidade: são a aposta em uma batalha decisiva, porém não resolvida.

Por exemplo: a luta comunista pela supressão das classes e por uma sociedade comunista, onde, um dia, todos os homens serão livres e irmãos. Entretanto, toda a tradição marxista clássica se recusou a considerar o marxismo como um humanismo. Por quê? Por a palavra humanismo ser, na prática (isso é, com base nos fatos), explorada por uma ideologia que a usa para brigar, ou seja, para obliterar aquela outra expressão verdadeira, vital ao proletariado: a luta de classes.

Outro exemplo: os revolucionários sabem que, em último caso, tudo dependerá, não das técnicas, armas, etc., mas dos militantes, com sua consciência de classe, sua devoção e sua coragem. Contudo, toda a tradição marxista se nega a dizer que é o “homem” que faz a história. Por quê? Por esta expressão ser na prática (com base nos fatos) explorada pela ideologia burguesa, que a utiliza para brigar, ou seja, para extinguir outra ideia legítima, vital ao proletariado: que são as massas que fazem a história.

Ao mesmo tempo, a filosofia — mesmo nos longos trabalhos onde ela se mostra abstrata e difícil — batalha pelas palavras: contra as palavras mentirosas, contra as palavras ambíguas, a favor das palavras corretas. Ela luta pelas “marcas de opinião”.

Lênin disse: “Apenas as pessoas incautas consideram as disputas factuais e a rígida diferenciação entre as marcas de opinião como inoportunas ou supérfluas. O destino da socialdemocracia russa nos muitos anos que hão de vir poderá depender do fortalecimento de uma ou outra “marca” (in Que fazer?).

A batalha filosófica pelas palavras é uma parte da luta política. A filosofia marxista-leninista só poderá concluir sua obra teórica abstrata, rigorosa e sistemática se ela lutar tanto pelas expressões fortemente “acadêmicas” (conceito, teoria, dialética, alienação, etc.) quanto pelas mais triviais (homem, massas, povo, luta de classe).

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60 respostas para ‘L’Unità’ entrevista Louis Althusser

  1. Professora Leila disse:

    Na melhor tradição platônica, os biocêntricos agem como que dotados do monopólio da virtude e, portanto, autorizados moralmente a ditar aos demais, logicamente em benefício destes (ainda que não o queiram…), em que bases devem “nascer, viver e morrer”. A pena para a desobediência aos preceitos biocêntricos é o inferno da degradação ambiental.

  2. Fernando Pereira Silva Morais disse:

    Tem gente que se acha. Ah, como isso existe. Sua aula foi pro brejo, orevuar.

  3. Fernando Pereira Silva Morais disse:

    Paredão Já!!!!

    “Estimado camarada Kim Jong Un
    Estimados camaradas do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia

    Recebemos com inenarrável felicidade a notícia da execução do traidor Jang Song-thaek, seu ex-tio.

    Durante toda a sua vida de traidor, o ex-camarada Jang Song-thaek fez de tudo para contrair os interesses do povo e da Revolução proletária que apesar dos ataques covardes manteve bem altas as bandeiras da independência da República Popular Democrática da Coreia, da luta anti-imperialista, da construção de um Estado e de uma economia prósperos e socialistas, e baseados nos interesses e necessidades das massas populares.

    As ações do traidor Jang Song-thaek buscavam improficuamente sabotar o desenvolvimento da revolução coreana, bem como atacar as conquistas do socialismo em sua pátria. Antipatriota, sabotou as causas da reunificação coreana, da paz e da amizade e da solidariedade entre os povos.

    Em nome dos militantes e do Comitê Central do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) expressamos nossa profunda felicidade com a notícia da execução do seu ex-tio.

    Paredão já!

    Saudações comunistas.

    Renato Rabelo, presidente nacional do PCdoB e Ricaro Abreu Alemão secretário de Relações Internacionais do PCdoB”

    Via Joselito Muller, jornalista de notícias não reais, mas imensa e extremamente verossímeis:

    http://joselitomuller.wordpress.com/2013/12/13/pc-do-b-publica-nota-dizendo-que-execucao-de-tio-de-kim-jong-um-foi-um-ato-democratico/

  4. Sophia Emma Schmidt Hartmann disse:

    Como prega o marxista Gílber, mais estado. O Estado não cria empregos, cria sanguessugas feito ele,Que fica fazendo lavagem cerebral em nossa crianças com o nosso dinheiro roubado dos pesados impostos.

  5. Chemin De Saint Jacques "CUBANA" disse:

    A palavra ideologia tal como é entendida hoje teve seu conceito elaborado por Karl Marx que, de maneira genial – para o mal -, enxergou que se desse a uma ideia ruim uma nova roupagem, ela poderia ser aceita como boa. O Brasil está mergulhado na ideologia socialista.
    Essa triste realidade, como o conceito elaborado por Karl Marx foi aplicado com sucesso em nosso país e como é possível combatê-lo.VEM CARREGADA DE CAPILES ,USAM O PODER DO DINHEIRO PRA CORROMPER ENGANAR OS FRACOS E OPRIMIDOS PELA MISERIA FICA FACIL ESSA MOEDA DE TROCA ESMOLAS PRA MENDIGOS PATRIMONIO PROS PODERES,SE TORNA UMA BOLHA DESTRUTIVA DE VIRTUDES ,O MAL ALIMENTA O MAL O RESTO ALIMENTA O RESTO

  6. Chemin De Saint Jacques "CUBANA" disse:

    A destruição da cultura, o fim da vergonha e a banalidade da corrupção são o legados que o PT marxista da Dilma vai deixar para o Brasil quando desaparecer!

  7. PM Francisco disse:

    Os maus nunca querem se isolar e viver sua maldade entre eles, eles querem impo-la a nós e essa é a unica alternativa de vida que eles conseguem conceber. foder a vida dos outros é um estilo de vida pra esses marxistas/socialista livres.

  8. Sophia Emma Schmidt Hartmann disse:

    IDIOTA é aquele indivíduo que não consegue encarar a verdade essencial sobre si mesmo e fica remoendo seus autoenganos e culpas até a morte. Enfraquecido pela mentira, ele acaba sendo alvo fácil para os movimentos ideológicos que envenenam o nosso tempo. O idiota vira idiota útil: é o que vemos se espalhar como epidemia no Brasil. Epidemia da idiotia.

    • Sophia Emma Schmidt Hartmann disse:

      IDIOTA é aquele indivíduo que não consegue encarar a verdade essencial sobre si mesmo e fica remoendo seus autoenganos e culpas até a morte. Enfraquecido pela mentira, ele acaba sendo alvo fácil para os movimentos ideológicos que envenenam o nosso tempo. O idiota vira idiota útil: é o que vemos se espalhar como epidemia no Brasil. Epidemia da idiotia.

      • Mineirinho Antonio do Espirito Santo disse:

        Quando eu não estiver mais aqui, as flores crescerão normalmente, os pássaros voarão e as pessoas nem notarão a minha ausência. Seguirão os seus caminhos felizes e eu terei somente uma certeza de que estive aqui lado a lado contigo e fui feliz…

  9. Maria Eugenia Pimentel disse:

    Continua cego Gílber! Não, você não defende sua família, defende seu interesses pessoais.

  10. Pedrita disse:

    Quando morei em Lagoa Santa na grande BH, eu vi este seriado. Aluguei e depois comprei na Amazon. Recomendo, nada tão atual quanto ele.

    http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/2580226

  11. Juca disse:

    Tende Misericórdia, Senhor! O trem esta tenso, lá pelas banda do triângulo mineiro.Relaxa moço

  12. Gabriel Baggio disse:

    Este é o País em que você vive e defende! Que situação meu Deus.
    Fazia quase 10 anos que eu não recebia ameaça de morte por exercer a profissão. Ontem, o jejum acabou. Advogar na Terra de Jorge Amado não é para amador não.

  13. Professor Nikolai Yuri Kuznetsov Tchébrikov disse:

    A inteligência causa inimizade pela intimidação ou pelo rancor que ela desperta ao mostrar aos medíocres a exata medida de suas mediocridades”.
    Se aplica igualzinho à coragem, riqueza, etc …
    Em resumo: “a inveja marxista é uma merda !

  14. Annabella Orsola Bellini Schimmelpfenning disse:

    A propósito quem lê essas merda que esse otário marxista escreve? Nem os alienados seguidores dele consegue ler. Aff

  15. Professora Leila disse:

    Contra os professores marxistas, veja a vacina abaixo:
    Ana Caroline Campagnolo cedeu o espaço de sua Vlogoteca para Marcela Gomes resenhar o indispensável “Ten Ways to Destroy the Imagination of Your Child”, de Anthony M. Esolen (que, aliás, precisa ser urgentemente traduzido em língua portuguesa):

  16. Professora Leila disse:

    Na minha opinião, GREVE É A ARMA DO INCOMPETENTE. Não vejo de outra forma, se o motivo for aumento salarial. Não vejo nada mais humilhante, do que empregado fazendo greve para forçar patrão a lhe pagar mais. Um profissional competente, jamais mendigará aumento salarial, ao contrário, sabendo de sua competência, tal profissional não pensará duas vezes em largar um emprego cuja remuneração não lhe satisfaz e ir para outro. Pois não é que o governo vermelho MARXISTA, acha lindo e maravilhoso ser incompetente? Tanto que está criando em SBC, um MUSEU DA GREVE!! Adivinha com dinheiro de quem? Dos que não fazem greve, óbvio, NÓS.
    http://www1.folha.uol.com.br/poder/2013/12/1385868-museu-sobre-greves-de-lula-pode-captar-ate-r-17-mi.shtml

    • PM Francisco disse:

      Obra ridícula. Para que fosse construído esse “museu” derrubaram o antigo “Mercado Municipal” e a Cooperativa de Consumo dos Servidores Municipais. O que é mais importante??? um ícone medíocre ou um prédio comercial onde, antes de mais nada, dava emprego para mais de 200 pessoas??? Esse é o petê… o pior e mais corrupto governo da história do Brasil… Imaginem quanta “bola” estão levando nesse prédio… que ainda está na “alvenaria”.

    • Indianista Meireles disse:

      Moralidade, onde?
      Em um país onde a cota mensal de gastos com combustíveis dos Senadores chega a R$44 mil, a moralidade foi estuprada.

  17. Solange Zago disse:

    Curiosamente, esse entrar em si mesmo, essa relação com a intimidade, o levará à superação do ceticismo. Lembrem que a Academia platônica perdeu seu vigor criador, metafísico, depois de Platão, mas continuava existindo e era uma escola de céticos: os acadêmicos. Ele escreveu um tratado contra os acadêmicos, contra os platonizantes, que não era o mesmo que platonismo. Pois bem, é curioso como ele se opõe justamente a esse ceticismo dominante na Academia, e é extremamente interessante que ele faça um apelo à evidência, e portanto, ao pensamento: eu penso; eu posso errar; posso me enganar; mas não posso duvidar de que existo, porque se me engano então existo, porque só existindo é que posso me enganar. Isto é, eu não posso duvidar precisamente porque é evidente minha realidade pensante.

    Considerem que isso é exatamente – em termos muito parecidos, embora com outros pressupostos, com um alcance diferente – o que será o núcleo do pensamento de Descartes. Cogito, ergo sum, penso, logo existo. Sou uma res cogitans, sou uma coisa que pensa. E é curioso que foi precisamente com Descartes é que iniciará outra grande época do pensamento. Se dividirmos o pensamento filosófico em grandes épocas, teremos a grega, com sua prolongação romana (que não é original, depende do pensamento grego). Depois vem o pensamento cristão, que começa em forma plena com Santo Agostinho, e que irá durar até que aparece o pensamento moderno, o idealismo, a doutrina de Descartes. É curioso que justamente o grande momento inicial do cogito, a operação da evidência, alcançar o que é absolutamente evidente, um fundamento que não só não seja duvidoso, mas também indubitável, algo do qual não se possa duvidar, justamente porque está na própria evidência do pensamento: palavras muito parecidas às de Agostinho em De civitate Dei.

  18. Padre Albertino Vieira disse:

    Político não é corrupto, mas todo brasileiro é corruptível.
    Não basta simplesmente criar resistências revolucionárias e militâncias políticas contra a esquerda em voga. A desordem moral em que vivemos é tão absurda que brasileiro acredita piamente na excelsa vantagem de furar a fila em caixa preferencial do supermercado. Isso não tem nada a ver com a ideia de que todo político é corrupto, embora haja uma verdade contida nessa percepção do senso comum: a de que, no Brasil, não há uma única alma viva capaz de resistiria à tentação do poder. Político não é corrupto, mas todo brasileiro é corruptível.

  19. Chemin De Saint Jacques "CUBANA" disse:

    Tome partido. A neutralidade ajuda o opressor marxista, nunca a vítima. O silêncio encoraja o algoz marxista, nunca o oprimido. Vamos combater o marxismo diuturnamente. O Brasil tem que se livrar desse regime totalitário.

    • Padre Albertino Vieira disse:

      O comunismo está se insinuando inexoravelmente nessas terras …..
      Se regime comunista fosse bom ninguém fugiria de Cuba.

    • Padre Albertino Vieira disse:

      Não demonstre medo diante de seus inimigos. Seja bravo e justo e Deus o amará. Diga sempre a verdade , mesmo que isso o leve à morte. Não seja como os marxistas que mentem descaradamente, em prol da causa comunista.

    • Padre Albertino Vieira disse:

      O ataque dos marxistas à família é um ataque contra toda a sociedade, um cataclismo que nos desvincula da sociedade, uma ruptura que mina os cimentos da civilização e uma dilapidação do capital social e pessoal cuja solidez tornou possível em grande parte, a civilização ocidental.

  20. Padre Albertino Vieira disse:

    Amigos, boa noite.
    Fiquem com Deus. Pax et bonum.

  21. Pastor Bonifácio disse:

    Se você não tem uma meta, vai trabalhar para alguém que tenha. Isso tem nome.

  22. Padre Miguel Fernandez Cunha disse:

    Faltam 10 meses para vc dizer fora PT.

  23. Professor Vladimir Enko Korolenko disse:

    Boas festas para todos os meus amigos. Que 2014 seja próspero e realize os sonhos de cada um. Um grande abraço .

  24. Professor Andreiko disse:

    Um profissional é aquele que faz o seu melhor trabalho quando menos vontade tem de o fazer. Façamos o melhor professores.

  25. Dr. Wilson Smith disse:

    Audiência segunda- feira de manhã é para os fortes. E ainda inquietar os marxistas rsrsrsrsrsrsrs….

  26. Dr. Taylor disse:

    Previsão FURADA os Estados Unidos vão estourar o teto da dívida e dar o calote
    Quem fez: Paul Krugman, prêmio Nobel de economia, em post no seu blog.
    O que aconteceu: republicanos e democratas chegaram a um acordo antes que a data-limite do teto da dívida fosse atingida. Obama não teve que evocar a Constituição para continuar a pagar os débitos do país, como Krugman havia previsto. É marxistas…..

  27. Adelita Aguilar disse:

    Antropólogo fazendo palestra a convite de vereadora do PSOL? tô fora! e ainda, defensor das drogas e marxista…

  28. Alvarez disse:

    Brasil…não precisa ser especialista para PREVER A CATÁSTROFE PETISTA/MARXISTA:
    Dilma disse que esperava crescimento “sério, sustentável e sistemático” e “um pibão” em 2013. Mantega, ONU e OCDE previram uma expansão anual da economia brasileira na faixa dos 4%.
    O ano acabou marcado pela instabilidade do Real, balança comercial com déficits recordes e números fiscais que despertaram até a possibilidade de rebaixamento da nota da dívida.

  29. Professora Bernadina disse:

    º Os países capitalistas são mais ricos;
    º Cuidam melhor do meio-ambiente;
    º São mais igualitários entre gêneros;
    º Tem menos trabalho infantil;

    E inúmeros outros bons resultados.
    Veja aqui: http://goo.gl/oGF9L0

  30. Professora Carmilta Castro disse:

    Países capitalistas, de viés majoritário liberais ou conservadores, porém democráticos, possuem liberdade religiosa, de ter ou não religião, cristã ou outra, de qualquer matiz segundo o critério da consciência individual. Países comunistas, bem, nesses a religião é o Estado, onipresente, onipotente e onimaligno.

  31. Antonio Jimenez disse:

    não temos opção entre a bosta maior (comunismo) e a bosta menor (capitalismo) ou como dizia meu professor do curso de econômica o fim da escravidão começou a partir de um salario minimo.

  32. Aldegunda Carames More disse:

    ATAQUES A FAZENDAS NA AFRICA DO SUL

    Another farm attack that includes the sickening modus operandi of torture on a minority and his wife.

    These savage crimes happen way to often to be considered “random attacks” however the ANC and the so called “free press” (it controls) refuse to acknowledge that this is an orchestrated campaign to drive farmers from their land

    Our thoughts are with the family of the farmer, let’s hope the SAPS catch the animals that committed this atrocity

  33. Evellyn disse:

    Insista, persista, nunca desista, uma hora você conquista.Portanto quem sabe esse professor não deixe o marxismo de lado e caia na real.

  34. Major Klaus Heinz disse:

    1. É óbvio que o objetivo da esquerda nos anos 60 era implantar no Brasil a ditadura do proletariado, repetindo o erro de Lenin. O papo da democracia veio depois da ditadura anti-ditadura. (não houve revolução alguma, de nenhum dos lados. Nem principio de guerra civil chegou a acontecer).

    2. O Marechal Castelo Branco tinha a intenção de devolver o poder aos civis em dois ou três anos, mas os militares da linha dura não deixaram, o que estimulou a esquerda da luta armada a prosseguir em suas ações insanas.

    3. Assim os militares da linha dura aderiram à insanidade do setor “armado” da esquerda. Só mesmo malucos poderiam pensar em derrotar o Exército Brasileiro, como se este país de dimensões continentais fosse uma ilhasinha.

    4. A grande maioria dos membros da esquerda eram intelectualóides (inclusive eu) que eram contra a luta armada para a tomada do poder. Estes intelectualóides sonhavam com uma insurreição popular para então assumir o poder. Podemos chamar essa insanidade de delírio marxista.

    5. Dizer que os comunistas estão hoje no poder é pura bobagem. Os comunistas do passado aderiram ao capitalismo selvagem do presente. Mas como a grande maioria dos militares foram doutrinados a combater o comunismo, o seu grande inimigo, é preciso, de alguma forma, ressuscitar o defunto para continuar guerreando.

    6. Militar que combate a corrupção só do PT está fazendo o jogo dos corruptos que fazem oposição ao PT. Não consigo entender essa ingenuidade. Só vislumbro uma explicação: ” temos que guerrear e agora o nosso alvo é o PT, que se não for comunista é da esquerda e o nosso inimigo sempre foi da esquerda” – Que pensamento reducionista, my God!

    Uma sugestão: que meia dúzia de generais se organizem para criar um movimento não ideológico de combate à corrupção. A chance disso acontecer é tão reduzida que quase não dá para ler nessas letrinhas.

    Abraços

    • José Almeida Padua disse:

      Ex-intelectualóide da esquerda e inimigo do capitalismo selvagem, da exploração do homem pelo homem e da manipulação do homem pelo homem através da Rede Globo. Isto é ideologia zero! A defesa dos oprimidos não é privilégio dos intelectualóides da esquerda. Se o Hosé Ingenieros estivesse vivo eu pediria a ele que escrevesse um artigo com este titulo “O homem medíocre da esquerda”. (da direita não precisava escrever nada…isso fica para os malucos do Tea Party. Tea?… que direita suave né?

  35. Tenente Büscher disse:

    HOJE 16 DE DEZEMBRO COMEMORA-SE O DIA DO RESERVISTA

    CONFIRA ESTA E DEMAIS COMEMORAÇÕES:
    http://www.blumenews.com.br/site/index.php/colunas/colunas/item/9687-comemoracoes-em-16-de-dezembro

  36. Castrinho disse:

    Mundial 2014: El partido que ya perdió Brasil
    El país invirtió más de 13.000 millones de dólares pero los accidentes, la inseguridad, la violencia y los retrasos dañan la imagen de Brasil

    http://www.lavozdegalicia.es/noticia/deportes/2013/12/15/mundial-2014-partido-perdio-brasil/00031387106309783445775.htm

  37. Mario Endlich Feurig disse:

    Lista de brasileiros mortos vítimas de terrorismo marxista, pela guerrilha terroristas no Brasil Diógenes do PT – Dilma Roussef e demais terroristas marxistas indenizados e os matadores do soldado Mário Kozel Filho. http://atragedia.wordpress.com/2010/04/17/lista-de-brasileiros-mortos-vitimas-de-terrorismo-pela-guerrilha-terroristas-no-brasil-diogenes-do-pt-%E2%80%93-dilma-roussef-e-demais-terroristas-indenizados-e-os-matadores-do-soldado-mario-kozel-fil/

  38. Dr Romeine Hack disse:

    E O PETRÓLEO É DO PT.
    “Investidor da Petrobras denuncia R$ 40 bi de perdas a acionistas e R$ 115 bi de prejuízo com combustíveis
    A Antares Capital Management, gestora de um fundo de investimentos multimercado, reivindica uma auditoria detalhada da Refinaria Abreu Lima e do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro, para a apuração precisa das irregularidades e responsabilidades que geram “R$ 40 bilhões de destruição de valor dos acionistas”.

    Lamentável é que a denúncia do empresário Fabio Augusto Fuzetti, sócio-diretor da Antares, tenha sido censurada no noticiário dos principais jornais do Brasil. Fuzetti calcula que só com a defasagem nos preços dos combustíveis, a Petrobras acumula perdas de R$ 115 bilhões em 12 anos. Ele constata, ironizando a realidade: “A Petrobras poderia fazer Libra sozinha com esse dinheiro!”. (…)”

  39. Adelita Aguilar disse:

    COMISSÃO DA VERDADE QUER EXUMAR CHE GUEVARA A patética, revanchista, vagabunda e imoral comissão da verdade quer exumar os restos mortais do herói dos idiotas, Che Quérvara para saber se sua morte não foi por envenenamento das balas que os valorosos bolivianos enfiaram na carcaça fedida do porco assassino comunista. E no mais…Essa cara ainda vai vender muita camiseta para militonto esquerdofrênico movido a Toddynho com maconha….

  40. Wallisson disse:

    Deus vomitará os mornos.

  41. Aldegunda Carames More disse:

    Via Gracita Salgueiro

    Uma breve análise da situação latino-americana, que escrevi para o Jornal Inconfidência de Minas e o Heitor De Paola publicou.

    Despencando ladeira abaixo

    http://www.heitordepaola.com/publicacoes_materia.asp?id_artigo=4355

  42. Professor Vladimir Enko Korolenko disse:

    Alguma dúvida?
    O Brasil tem um excesso de jovens palpiteiros e uma carência fatal de homens adultos.

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