CONVITE: Defesa de Doutorado – Gílber Martins Duarte

Com alegria, convido amigos e amigas, companheiros e companheiras, para a minha Defesa de Doutorado, cuja tese intitula-se: “Na arena da luta de classes – a mais-valia – sob o crivo da Análise do Discurso”.

A defesa será realizada no dia 11 de dezembro, quarta-feira, às 14:00, na sala 1 U – 209, na Universidade Federal de Uberlândia, Campus Santa Mônica, fazendo parte do evento IV Jornada de Estudos Polifônicos. Sua presença me será uma honra.

RESUMO DA TESE: Defendemos, como centralidade, a tese de que um dos mecanismos usados pelo processo econômico-jurídico-ideológico-discursivo para reproduzir as relações de produção no capitalismo passa pela interpelação que procura apagar-legitimar-naturalizar-eternizar-(fazer parecer inevitável)-(fazer parecer necessária) a mais-valia, ou seja, a exploração do tempo de trabalho do trabalhador, não os pagando por isso: tudo com vistas a beneficiar os donos dos meios de produção. Para demonstrar a pertinência dessa tese central, pesquisamos corpus constituído por materialidades linguísticas provindas das instituições pró-capitalistas (excertos e sequências discursivas recortados de: i) sites de empresas; ii) discursos político-partidários tradicionais e iii) teorias antimarxistas). Também pesquisamos corpus constituídos por materialidades linguísticas provenientes das organizações combativas da classe trabalhadora (excertos e sequências discursivas recortados de: i) jornais da esquerda socialista; ii) músicas alternativas, poesias e quadrinhos de cunho marxista e iii) discursos político-partidários da esquerda socialista). Com essa pesquisa, demonstramos a relevância de se ler criticamente, segundo o viés da Análise do Discurso, as diversas práticas econômico-jurídico-ideológico-discursivas constitutivas da mais-valia. Também demonstramos que é preciso ler criticamente as teorias que negam o marxismo, já que estas não conseguem tratar da contradição capitalista da mais-valia, corroborando indiretamente para a perpetuação desse fenômeno social que se funda na exploração dos trabalhadores. O grande efeito de sentido que procuramos fazer emergir é: faz-se necessário desvendar-problematizar, com criticidade, as diversas discursividades que se relacionam à mais-valia, pois, no fundo, por meio dessas discursividades, definem-se tomadas de posição na luta de classes, ou seja, tomadas de posição na batalha reprodução/transformação das relações de produção, batalha, esta, em que todo e qualquer sujeito está implicado, conforme Pêcheux (1997). Portanto, adotando a posição de uma Análise do Discurso de cunho marxista revolucionária, de orientação pecheutiana, colocamos as discursividades que, direta ou indiretamente, sustentam a extração da mais-valia sob suspeita, demonstrando que estas ajudam a reproduzir as relações de produção como algo natural, eterno, legítimo, necessário, inevitável. Com esse trabalho, concluímos então que o marxismo continua sendo um referencial de leitura crítica bastante pertinente em Análise do Discurso, a despeito dos que insistem em negá-lo, apagá-lo, esquecê-lo.

Por: Gílber Martins Duarte – Socialista Livre – Conselheiro do Sind-UTE-MG e diretor da subsede do Sind-UTE em Uberlândia – Professor da Rede Estadual de Minas Gerais – Doutorando em Análise do Discurso/UFU – Membro da CSP-CONLUTAS.

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Sobre socialistalivre

Esse Blog está a serviço da Luta pelo Socialismo. Defendemos a plena liberdade do ser humano, mas somos radicalmente contra a liberdade de explorar, como a burguesia faz, e contra a liberdade de oprimir como os machistas fazem, os racistas fazem, os homofóbicos fazem, os praticantes de bullying fazem, os preconceituosos fazem, os possessivos fazem e os autoritários de plantão fazem. Assim, defendemos que cada corpo-consciência deve ter liberdade de ser o que ESCOLHE SER, desde que esta liberdade não oprima e explore os outros! Defendemos a plena liberdade de postura crítica e a plena democracia operária, todos devem ter o direito de expressar o que pensam! Defendemos a Revolução Socialista e a necessidade de libertação da classe trabalhadora do jugo do capitalismo. No entanto,somos contra comandos de hierarquias políticas ou de figuras públicas mais poderosas no seio dos lutadores que travam a batalha pelo socialismo. Defendemos que cada militante deve ousar pensar por si mesmo, cada militante deve ter o direito de concordar, mas também de discordar daquilo que julga equivocado, por isso nos definimos como Socialistas Livres e esse Blog está a serviço dos que desejam militar de acordo com essa concepção. Convidamos a todos a conhecerem nosso jeito diferente de entender e de praticar a política socialista, com liberdade, democracia operária, direito de crítica e respeito ao diferente. Saudações Socialistas Livres.
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47 respostas para CONVITE: Defesa de Doutorado – Gílber Martins Duarte

  1. Solange Cardoso disse:

    PARABÉNS, Gílber!

  2. Parabéns Gilber!!!! tenho certeza que será um sucesso!!!!!

  3. Allyne disse:

    Te aplaudo desde já.

  4. Annabella Orsola Bellini Schimmelpfenning disse:

    Com a banca composta de comunistas, fica fácil. Todos “cumpanheiros”

  5. Yusnaidys Arteaga Rodriguez disse:

    A única coisa grande em Marx era sua barba. Aliás, ter a barba grande é a única razão para achar que Marx tinha alguma inteligência (quem assistiu o filme Planeta dos Macacos vai entender a anedota).

  6. Sophia Emma Schmidt Hartmann disse:

    Comunistas, me expliquem: o que leva vocês a querer que todos nós sejamos escravos? Por que vocês acham que a humanidade viveria melhor se tivessem um governo pra definir sua vida por você?

    Fatores históricos servem para comprovar muita coisa. Dê um passo atrás e olhe bem para essa nuvem de argumentos que é o comunismo. Se fosse um ideal perfeito não precisaria de defesa, teria funcionado, é simples assim.

    Importante mesmo são os fatores econômicos nessa história. Eles sim mostram o que é viável e o que não é.

    Vocês precisam mesmo é saber o significado da palavra UTOPIA. Pois peguem um dicionário e leiam e releiam muitas vezes. Essa palavra é a chave de tudo. Ela é a explicação para as coisas que não deram certo.

  7. Fernando Pereira Silva Morais disse:

    Como alguém pode defender uma ideologia nefasta como essa?
    Sinceramente, só acredito em duas hipóteses: falta de conhecimento ou patologia psiquiátrica.

    • Professora Leila disse:

      Faltou uma terceira,… a má fé ou desonestidade daqueles q sabem a verdade mas enganam para chegar ao poder e levar uma vida boa, como a figura desse Gílber.

  8. Professora Leila disse:

    Porém, dizem os marxistas, essa minoria será composta de operários. Sim, com certeza, de antigos operários, mas que, tão logo se tornem governantes ou representantes do povo, cessarão de ser operários e pôr-se-ão a observar o mundo proletário do topo de sua autoridade estatal; não mais representarão o povo, mas a si mesmos e suas pretensões de governá-lo.

  9. Fernando Pereira Silva Morais disse:

    Sabe o que mais me impressiona? Na nossa sociedade quem adora Hitler, o Mussolini, o capeta, etc é um monstro, e quem adora Marx, Che Guevara, Fidel, Chaves é simplesmente uma pessoa que tem visão social do mundo?
    Visão social é o escambau, isto é autoritarismo, morte, destruição, imoraldade etc.
    Como libertário tenho que respeitar o direito de livre opinião do cara ser neo-nazista ou comunista, desde que pacificamente, mas tenho nojo das duas ideologias e espero que elas sumam.

    • Yusnaidys Arteaga Rodriguez disse:

      Sinceramente, por essa e outras que falo que o comunismo é ainda mais imoral que o nazismo.
      Não por números de morte,(Apesar de ter mais) pois acho que a vida humana independente da quantidade, deveria ser vista praticamente como algo “sagrado”. Mas digo que é o mais imoral, por uma única coisa, a pessoa que é comunista, se orgulha disso, e tende a ser respeitado por isso, enquanto um nazista é tratado como louco( que ele é de fato).
      Ora os comunistas são tão maléficos quanto. E é sério, respeito o direito da pessoa a expressar seu pensamento, mas eu acho que quem é marxista não pensa.

  10. Professor Nikolai Yuri Kuznetsov Tchébrikov disse:

    O socialismo nada produz, só distribui as riquezas de acordo com a conveniência de seu gestor. Este sistema pune o competente e beneficia o incompetente no acesso as riquezas, cargos e vantagens da sociedade. Promove a corrupção através do mercado paralelo, inibe a descoberta de novos avanços em toda cadeia do conhecimento e sobretudo expolia as riquezas adquiridas pelo trabalho alheio. Felizmente o socialismo acaba quando termina o dinheiro dos outros.

  11. Petroski Heiko Kowalewski disse:

    A verdadeira história do psicopata mais amado pela esquerda latino-americana.

  12. Petroski Heiko Kowalewski disse:

    UFSC: HISTÓRICO DOS ACONTECIMENTOS RECENTES E PERSEGUIÇÃO POLÍTICA A ESTUDANTES
    http://www.uniaodemocraticaacademica.com/#!blog/cj11/post/2192337837969186667

  13. Professora Leila disse:

    Para jogar o jogo da simulação de guerra de classes, onde as classes em guerra são muito mais variadas que proletariado X burguesia, os marxistas culturais criaram simulações dessa “guerra” para grupos como homossexuais X heterossexuais e mulheres X homens. Obviamente, eles dirão que esses grupos estão em guerra, e depois pedirão dinheiro do estado para eliminar as diferenças entre esses grupos. Eles afirmarão em uníssono que essas diferenças são “apenas construções culturais”.

    Claro que é tudo mentira baseada em uma ideologia que jamais se preocupou em ser científica, e o vídeo de Eia faz exatamente isso: denunciar o quão pseudo-científicos são os ideólogos que querem “igualar gêneros”.

    http://lucianoayan.com/2013/08/13/para-levar-a-loucura-as-feministas-radicais-e-o-movimento-lgbt-como-harald-eia-abalou-a-ideologia-de-genero/

  14. Leo disse:

    A revolução comunista está em marcha batida, observando os princípios
    marxista leninistas revestidos da nova concepção filosófica de Gramsci, mas
    com o mesmo objetivo da conquista do poder e implantação de um Estado
    Socialista de viés comunista.
    Além dos princípios filosóficos que estão sendo amplamente divulgados pela
    mídia e Instituições, predomina o pragmatismo das lideranças comunistas de
    que os meios, mesmo que sejam os mais esdrúxulos, justificam os fins. O que
    importa é a conquista do poder, onde a “nomenclatura ”(grupo de elite
    fanática pela filosofia marxista leninista) substituirá as Instituições da
    nossa República Democrática: os poderes legislativo, executivo e
    judiciário.
    Só a “nomenclatura” terá o privilégio de pensar, legislar, de sonhar o bem
    estar social, de determinar o coletivismo econômico, da adoção do
    trabalhador sem patrão, de acabar com a propriedade privada, de restringir
    as liberdades individuais, de estabelecer o predomínio das classes pobres
    sobre as demais, da eliminação do lucro nas atividades econômicas… etc..
    Para impor-se, a “nomenclatura”, propala a degradação dos princípios éticos
    e morais, a restrição do direito e liberdade de pensar das pessoas, a
    desvalorização dos trabalhos honestos, de pesquisa, o incentivo a desordem,
    incentiva a indisciplina, a criminalidade, a corrupção, a impunidade, o
    endeusamento da sexologia com a destruição da instituição família, e tudo
    mais que destrói uma Nação, a fim de apresentar-se como a única via para
    retirá-la do caos e implantar uma República Socialista de viés marxista
    leninista.
    Neste quadro caótico atual, a filosofia de Gramsci, da hegemonia das mentes
    e ocupação dos pontos chaves da administração do Estado, encontra um
    campo, altamente, favorável a sua implantação, com adoção de um Estado
    Forte de viés comunista.
    Na atual conjuntura nacional assistimos, através da ação deletéria do
    ministério da educação, a pregação do proselitismo ideológico comunista, em
    todos os níveis escolares, o executivo atuando nos 39 ministérios, com 23
    mil cargos comissionados ocupando os pontos chaves da administração do
    País e ao mesmo tempo que fragiliza as principais Instituições que poderão
    frustrar a sua marcha batida para conquista do poder, tais como: as
    Forças Armadas sucateadas, impotentes e humilhadas; o legislativo cooptado
    pelo suborno do “poder”; o judiciário desestruturado e infiltrado por
    ideólogos indicados pelo governo; as classes empresarias pressionadas
    econômica e fiscalmente pelo poder central e a maioria dos Estados e
    Municípios em situação pré-falimentar e dependentes do executivo federal,
    o que caracteriza um laboratório de uma verdadeira “nomenclatura” que, de
    fato, já está instalada no Palácio do Planalto, sendo “adestrada” para
    implantação do Estado Socialista.
    Brasileiros! O quadro atual é, altamente, favorável a uma nova INTENTONA
    comunista. Vamos dar um basta a esta revolução que vem em marcha batida,
    embora que silenciosa e sorrateira e determinada. Nós podemos parar esta
    revolução e salvar o Brasil.
    As Comunidades esclarecidas, como as dos aposentados, as dos militares, as
    do agronegócio, as das classes produtivas discriminadas, as religiosas, as
    dos clubes de serviços, as de saúde, as contrárias a implantação de um
    Estado Comunista e, essencialmente, as patrióticas , poderão, pelo voto,
    em outubro de 2014 , afastarem do poder o PT e caterva e maus brasileiros
    que, no momento, ocupam os pontos chaves da administração do País.
    VOTE EM QUEM PRESTA! NÃO VOTE EM GENTE DE MÁ NOTA, SEM CARÁTER E LADRÕES DE
    DINHEIRO PÚBLICO E QUE NÃO TENHAM HONRA.

    SEU VOTO VALE OURO!

    PENSE NA SUA FAMÍLIA E NO BRASIL

  15. Manoel Braga disse:

    Dr Tonto!

    • Manoel Braga disse:

      Lênin combatia o regime condenável dos czares, Fidel combatia a ditadura condenável de Fulgêncio Batista, Robespierre combatia o regime condenável dos Bourbons, mas todos, quando venceram, trouxeram regimes ainda piores, mais sangrentos, mais opressores.

  16. Professora Viktoria disse:

    O termo “socialista” já não era lá essas coisas quanto a sua reputação internacional, mas no Brasil ganhou conotação ainda pior, pois aqui se tornou denominação de pessoas que apoiam corruptos, mensaleiros, que odeiam o cumprimento das leis, de pessoas que adoram destruir biografias dos adversários e por ai vai….o Brasil não é, nunca foi e talvez nunca será um país sério, mas com certeza nossos socialistas são muito piores do que os socialistas mundo a fora, mesmo que os nossos não tenham feito genocídios como lá, aqui o genocídio gerado pela corrupção é tão ruim quanto, poucos se dão conta disso, e os que se dão conta são colocados por nossos socialistas como “burgueses contrariados” ou outros termos pejorativos, uma forma nefasta deles tentarem tirar o foco de sua obra sórdida em nosso país.

  17. Petroski Heiko Kowalewski disse:

    À medida que uma elite governante adquire o poder de fazer tudo o que quiser, seja para satisfazer suas próprias vontades pessoais ou, como é o caso dos marxistas de hoje, para implantar aquilo que acredita ser certo e verdadeiro, ela poderá impor seus desejos sem se importar com os custos em vidas humanas. O poder é a condição necessária para os assassinatos em massa. Quando uma elite obtém autoridade plena, várias causas e condições poderão se combinar para produzir o genocídio, o terrorismo, os massacres ou quaisquer assassinatos que os membros dessa elite sintam serem necessários. No entanto, o que tem de estar claro é que é o poder — irrestrito, ilimitado e desenfreado — o verdadeiro assassino.

    Nossos acadêmicos e intelectuais marxistas da atualidade usufruem um passe livre. Eles não devem explicações a ninguém e não são questionados por sua defesa de uma ideologia homicida. Eles gozam de um certo respeito porque estão continuamente falando sobre melhorar as condições de vida dos pobres e dos trabalhadores, suas pretensões utópicas. Porém, sempre que adquiriu poder, o marxismo fracassou miserável e horrendamente, assim como o fascismo. Portanto, em vez de serem tratados com respeito e tolerância, marxistas deveriam ser tratados como indivíduos que desejam criar uma pestilência mortal sobre todos nós.

    Da próxima vez que você se deparar com marxistas ou com seus quase equivalentes, os fanáticos esquerdistas, pergunte como eles conseguem justificar o assassinato dos mais de cento e dez milhões de seres humanos que sua fé absolutista provocou, bem como o sofrimento que o marxismo criou para as outras centenas de milhões de pessoas que conseguiram escapar e sobreviver.

  18. Manoel Braga disse:

    TONTO!
    O MUNDO “SOCIALISTA” É UMA FARSA: É DE EXTREMA-DIREITA

    Em todo o mundo, as CASTAS MONOPOLISTAS REGIONAIS CORROMPIDAS (PAÍSES), ESTÃO A TRANSFERIR PODER E RIQUEZAS PARA AS CASTAS MONOPOLISTAS GLOBAIS (BANCOS, QUE TAMBÉM CONTROLA EMPRESAS DE CÚPULA).
    – A SOCIALIZAÇÃO DAS PERDAS É DESTINADA AO POVO, ENQUANTO A CONCENTRAÇÃO DE PODER E RIQUEZAS AOS MONOPOLISTAS.

  19. Chemin De Saint Jacques "CUBANA" disse:

    Jovem ucraniana agora no noticiário “Já ESTIVEMOS COM A RÚSSIA. SABEMOS COMO É. QUEREMOS ALIANÇA COM EUROPA. QUEREMOS LIBERDADE”

  20. Leo disse:

    Caros Amigos,

    Acabei de ler e assinar o abaixo-assinado: «Cassar Registros de todos os Partidos Políticos Socialistas/comunistas» no endereço http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR60757

    Concordo com este abaixo-assinado e cumpro com o dever de o fazer chegar ao maior número de pessoas.

    Caso você concorde, agradeço que assine o abaixo-assinado e que ajudem na sua divulgação através de um email para os seus contatos.

    Obrigado.

    • É isso, a exemplo desse abaixo-assinado ridículo, que os antimarxistas e antisocialistas pensam: um mundo em que apenas os partidos burgueses tenham vez. Na lógica dessa classe dominante, querem acabar com os partidos socialistas da classe trabalhadora para eles explorarem, oprimirem e assassinarem à vontade os lutadores da classe trabalhadora. Fica registrado aqui o REPÚDIO a esse abaixo-assinado!

      • Leo disse:

        Quem já provou do socialismo sabe o que faz.
        Manifestantes ucranianos que protestavam contra a rejeição do governo de um pacto com a União Europeia derrubaram neste domingo uma estátua de Lênin na praça central de Kiev, indicou a polícia. A mobilização pró-europeia reuniu centenas de milhares de pessoas nas ruas de Kiev.

        Trinta pessoas com o rosto coberto cercaram a estátua com uma corda na altura do pescoço e a amarraram a árvores próximas para derrubá-la, ao grito de “Ao chão, miséria comunista!”, constatou um fotógrafo da AFP. Dois deputados do Partido da Liberdade estavam presentes no local, segundo a mesma fonte. “Manifestantes mascarados derrubaram a estátua de Lênin”, declarou uma porta-voz policial à AFP, indicando que os manifestantes carregavam bandeiras do Partido da Liberdade.
        Lênin é uma figura detestada pelos nacionalistas ucranianos, que veem nela um símbolo da submissão de seu país a Moscou no período da União Soviética. A estátua derrubada, de 3,5 metros de altura, foi erguida em 1946 e atualmente serve de ponto de encontro na capital para os comunistas ucranianos. A Rússia é acusada de ter pressionado a Ucrânia para que o país não assinasse um acordo de associação com a UE.

      • Leo disse:

        E, segundo Gílber……o povo está errado. O certo e voltar pra chibata.

      • Manoel Braga disse:

        Cristão que apoia socialismo é o mesmo que judeu que apoia nazismo.

      • Marileia Gomes Duarte disse:

        o socialismo é impraticável, não existe. O comunismo sim é miséria e genocídio. Os dois são inviáveis, portanto. O problema é que essas ideologias veem sempre camufladas e as pessoas (as mais simples) compram gato por lebre.

  21. Loremarie Minnegard Hoffmann Schäfer disse:

    1 , 2 , 3 , 4 , 5 MIL , QUEREMOS O SOCIALISMO / COMUNISMO FORA DO BRASIL !!!

    • Manoel Braga disse:

      EU COMO CIDADÃO ESTOU DE SACO ABSOLUTAMENTE CHEIO COM ESSAS MENSAGENS CIFRADAS DAS FFAA QUE NÃO LEVAM A PORRA NENHUMA.

      TODOS OS DIAS, EM TODAS AS HORAS, ENQUANTO AS FORÇAS ARMADAS SÃO PERSEGUIDAS E HUMILHADAS, O PAÍS ESTÁ SENDO DESTRUIDO E HUMILHADO PERANTE O MUNDO POIS SUA SOCIEDADE, ESPECIALMENTE OS ESCLARECIDOS CANALHAS, ESTÃO ESCRAVOS VOLUNTÁRIOS DE UM COVIL DE BANDIDOS.

      NÃO ADIANTA COMANDANTES EXIGIREM QUE AS FFAA SEJAM TRATADAS COM DIGNIDADE OPERACIONAL E MORAL SE O PAÍS JÁ FOI TRANSFORMADO EM UM PARAÍSO DE PATIFES E O PODER PÚBLICO UM COVIL DE BANDIDOS, COM ESSA JUSTIÇA DE MERDA GARANTINDO A IMPUNIDADE DOS LIDERES DAS GANGS DA CORRUPÇÃO E DO SUBORNO QUE TOMAM CONTA DO ESTADO.

      FFAA BEM PAGAS COM CARREIRAS BEM DEFINIDAS E O PAÍS COMANDADO POR BANDIDOS? QUE SACANAGEM É ESSA? SERÁ UMA CUBA CONTINENTAL PROTEGIDA POR FFAA FELIZES E CÚMPLICES DE UM LEVANTE COMUNISTA? PUTA QUE PARIU! QUE MERDA É ESSA?

      MILICOS DE MERDA. ASSIM SÃO CHAMADOS OS COMANDANTES MILITARES PELO COVIL DE BANDIDOS PETISTA. O SILÊNCIO DOS OFENDIDOS, ATACADOS E PERSEGUIDOS OS FAZ MERECER ESTA TRISTE ADJETIVAÇÃO E OUTRA MUITO MAIS GRAVE, A DE TRAIDORES DE NOSSA PÁTRIA.

      NAS FRONTEIRAS GRUPOS GUERRILHEIROS SÃO TREINADOS E FORMADOS.

      NOS CAMPOS O MST CONTINUA SENDO PREPARADO E DOUTRINANDO AS COMUNIDADES NA IDEOLOGIA COMUNISTA.

      NAS ESCOLAS E UNIVERSIDADES PÚBLICAS A DOUTRINAÇÃO COMUNISTA JÁ É UMA REALIDADE QUASE IRREVERSÍVEL.

      NAS METRÓPOLES MILÍCIAS NOS BAIRROS POBRES, NAS FAVELAS E NOS GUETOS OS BOLSISTAS DESSE DESGOVERNO SAFADO SÃO TREINADOS PARA TOCAR O HORROR NAS RUAS A UM COMANDO DO FILHO DA PUTA DO RETIRANTE PINÓQUIO OU DE ALGUM EMISSÁRIO SEU.

      OU AS FFAA TOMAM A DIREÇÃO DO PAÍS, OU PAREM COM ESSAS HIPOCRESIAS DISCURSIVAS PARA ENGANAR OS TROUXAS QUE AINDA GUARDAM ALGUMA ESPERANÇA EM UM INTERVENÇÃO CIVIL MILITAR QUE COM ESSES COMANDANTES DE MERDA QUE ESTÃO AÍ NUNCA IRÁ ACONTECER E COM ESSES ESCLARECIDOS CANALHAS FILHOS DA PUTA QUE ESTÃO SE APROVEITANDO DA DESGRAÇA DO NOSSO PAÍS.

      ENQUANTO ESSES COMANDANTES COVARDES, OMISSOS OU CÚMPLICES, FALAM DO NADA NAS ENTRELHINHAS DO NADA QUASE CEM MIL PESSOAS MORREM POR ANO POR CULPA DIRETA DESTE ESTADO COVIL DE BANDIDOS.

      ME DESCULPEM MAS AS FFA ARMADAS DE 64 NÃO TEM NADA A VER COM AS ATUAIS QUE ESTÃO VIRANDO UM LIXO NA HISTÓRIA DO PAÍS.

  22. Leo disse:

    “Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.”
    (A Revolução dos Bichos – George Orwell)

    Orwell já alertava: Para que todas as pessoas sejam iguais, devem existir alguns que são ainda mais iguais. Em outras palavras, para que um governo seja capaz de instaurar a igualdade entre todas as pessoas, ele deve ser mais poderoso que todos os demais – Logo, os seus membros serão os indivíduos mais poderosos – lógica elementar.

    Os socialistas pedem ‘poderes’ e como troco nos dariam um regime de paz, prosperidade e igualdade. Socialistas dizem que podem redistribuir riquezas, mas para isso devemos pagar mais e mais impostos. Dizem que podem regular a economia de maneira justa, para isso pedem que confiemos na sua capacidade de planejar o funcionamento de todo o mercado – em suma, pedem que confiemos na sua capacidade de reger as nossas vidas melhor que nós mesmos.

    Não por acaso que socialismo só pôde nos entregar misérias e genocídios. É isso mesmo, isso que vimos até agora não são subversões do Socialismo – isso é o Socialismo.

  23. Leo disse:

    Gostaria que aqueles, cujo o cérebro permitir entender esse assunto, tirassem alguns minutos para ler esse artigo e pensar a respeito; È sem dúvida um assunto muito sério, origem da maioria dos problemas que o Brasil enfrenta hoje!

    PATRIOTISMO, SIM SENHOR !
    Olavo de Carvalho – Jornalista, Filósofo e Cientista Político.

    Como todos os meninos da escola na minha época, eu não podia cantar o Hino Nacional ou prestar um juramento à bandeira sem sentir que estava participando de uma pantomima. A gente ria às escondidas, fazia piadas, compunha paródias escabrosas.

    Os símbolos do patriotismo, para nós, eram o supra-sumo da babaquice, só igualado, de longe, pelos ritos da Igreja Católica, também abundantemente ridicularizados e parodiados entre a molecada, não raro com a cumplicidade dos pais. Os professores nos repreendiam em público, mas, em segredo, participavam da gozação geral.

    Cresci, entrei no jornalismo e no Partido Comunista, freqüentei rodas de intelectuais.

    Fui parar longe da atmosfera da minha infância, mas, nesse ponto, o ambiente não mudou em nada: o desprezo, a chacota dos símbolos nacionais eram idênticos entre a gente letrada e a turminha do bairro.

    Na verdade, eram até piores, porque vinham reforçados pelo prestígio de atitudes cultas e esclarecidas. Graciliano Ramos, o grande Graciliano Ramos, glória do Partidão, não escrevera que o Hino era “uma estupidez”?

    Mais tarde, quando conheci os EUA, levei um choque. Tudo aquilo que para nós era uma palhaçada hipócrita os americanos levavam infinitamente a sério.

    Eles eram sinceramente patriotas, tinham um autêntico sentimento de pertinência, de uma raiz histórica que se prolongava nos frutos do presente, e viam os símbolos nacionais não como um convencionalismo oficial, mas como uma expressão materializada desse sentimento.

    E não imaginem que isso tivesse algo a ver com riqueza e bem-estar social. Mesmo pobres e discriminados se sentiam profundamente americanos, orgulhosamente americanos, e, em vez de ter raiva da pátria porque ela os tratava mal, consideravam que os seus problemas eram causados apenas por maus políticos que traíam os ideais americanos.

    Correspondi-me durante anos com uma moça negra de Birmingham, Alabama. Ali não era bem o lugar para uma moça negra se sentir muito à vontade, não é mesmo?

    Mas se vocês vissem com que afeição, com que entusiasmo ela falava do seu país! E não só do seu país: também da sua igreja, da sua Bíblia, do seu Jesus. Em nenhum momento a lembrança do racismo parecia macular em nada a imagem que ela tinha da sua pátria.

    A América não tinha culpa de nada. A América era grande, bela, generosa. A maldade de uns quantos não podia afetar isso em nada. Ouvi-la falar me matava de vergonha.

    Se alguém no Brasil dissesse essas coisas, seria exposto imediatamente ao ridículo, expelido do ambiente como um idiota-mor ou condenado como reacionário um integralista, um fascista.

    Só dois grupos, neste país, falavam do Brasil no tom afetuoso e confiante com que os americanos falavam da América.

    O primeiro era os imigrantes: russos, húngaros, poloneses, judeus, alemães, romenos. Tinham escapado ao terror e à miséria de uma das grandes tiranias do século (alguns, das duas), e proclamavam, sem sombra de fingimento: “Este é um país abençoado!” Ouvindo-nos falar mal da nossa terra, protestavam: “Vocês são doidos.

    Não sabem o que têm nas mãos”. Eles tinham visto coisas que nós não imaginávamos, mediam a vida humana numa outra escala, para nós aparentemente inacessível. Falávamos de miséria, eles respondiam: “Vocês não sabem o que é miséria”.Falávamos de ditadura, eles riam: “Vocês não sabem o que é ditadura”.

    No começo isso me ofendia. “Eles acham que sabem tudo”, dizia com meus botões.Foi preciso que eu estudasse muito, vivesse muito, viajasse muito, para entender que tinha razão, mais razão do que então eu poderia imaginar.

    A partir do momento em que entendi isso, tornei-me tão esquisito, para meus conterrâneos como um estoniano ou húngaro, com sua fala embrulhada e seu inexplicável entusiasmo pelo Brasil, eram então esquisitos para mim.

    Digo, por exemplo, que um país onde um mendigo pode comer diariamente um frango assado por dois dólares é um país abençoado, e as pessoas querem me bater.

    Não imaginam o que possa ter sido sonhar com um frango na Rússia, na Alemanha, na Polônia, e alimentar-se de frangos oníricos.

    Elas acreditam que em Cuba os frangos dão em árvores e são propriedade pública. Aqueles velhos imigrantes tinham razão: o brasileiro está fora do mundo, tem uma medida errada da realidade.

    O outro grupo onde encontrei um patriotismo autêntico foi aquele que, sem conhecê-lo, sem saber nada sobre ele exceto o que ouvia de seus inimigos, mais temi e abominei durante duas décadas: os militares.

    Caí no meio deles por mero acaso, por ocasião de um serviço editorial que prestava para a Odebrecht que me pôs temporariamente de editor de texto de um volumoso tratado O Exército na História do Brasil.

    A primeira coisa que me impressionou entre os militares foi sua preocupação sincera, quase obsessiva, com os destinos do Brasil.

    Eles discutiam os problemas brasileiros como quem tivesse em mãos a responsabilidade pessoal de resolvê-los. Quem os ouvisse sem saber que eram militares teriam a impressão de estar diante de candidatos em plena campanha eleitoral, lutando por seus programas de governo e esperando subir nas pesquisas junto com a aprovação pública de suas propostas.

    Quando me ocorreu que nenhum daqueles homens tinha outra expectativa ou possibilidade de ascensão social senão as promoções que automaticamente lhes viriam no quadro de carreira, no cume das quais nada mais os esperava senão a metade de um salário de jornalista médio percebi que seu interesse pelas questões nacionais era totalmente independente da busca de qualquer vantagem pessoal.

    Eles simplesmente eram patriotas, tinham o amor ao território, ao passado histórico, à identidade cultural, ao patrimônio do país, e consideravam que era do seu dever lutar por essas coisas, mesmo seguros de que nada ganhariam com isso senão antipatias e gozações.

    Do mesmo modo, viam os símbolos nacionais – o hino, a bandeira, as armas da República – como condensações materiais dos valores que defendiam e do sentido de vida que tinham escolhido. Eles eram, enfim, “americanos” na sua maneira de amar a pátria sem inibições.

    Procurando explicar as razões desse fenômeno, o próprio texto no qual vinha trabalhando me forneceu uma pista.

    O Brasil nascera como entendida histórica na Batalha dos Guararapes, expandira-se e consolidara sua unidade territorial ao sabor de campanhas militares e alcançara pela primeira vez, um sentimento de unidade autoconsciente por ocasião da Guerra do Paraguai, uma onda de entusiasmo patriótico hoje dificilmente imaginável.

    Ora, que é o amor à pátria, quando autêntico e não convencional, senão a recordação de uma epopéia vivida em comum?

    Na sociedade civil, a memória dos feitos históricos perdera-se, dissolvida sob o impacto de revoluções e golpes de Estado, das modernizações desaculturantes, das modas avassaladoras, da imigração, das revoluções psicológicas introduzidas pela mídia.

    Só os militares, por força da continuidade imutável das suas instituições e do seu modo de existência, haviam conservado a memória viva da construção nacional.

    O que para os outros eram datas e nomes em livros didáticos de uma chatice sem par, para eles era a sua própria história, a herança de lutas, sofrimentos e vitórias compartilhadas, o terreno de onde brotava o sentido de suas vidas.

    O sentimento de “Brasil”, que para os outros era uma excitação epidérmica somente renovada por ocasião do carnaval ou de jogos de futebol (e já houve até quem pretendesse construir sobre essa base lúdica um grotesco simulacro de identidade nacional), era para eles o alimento diário, a consciência permanentemente renovada dos elos entre passado, presente e futuro.

    Só os militares eram patriotas porque só os militares tinham consciência da história da pátria como sua história pessoal.

    Daí também outra diferença. A sociedade civil, desconjuntada e atomizada, é anormalmente vulnerável a mutações psicológicas que induzidas do Exterior ou forçadas por grupos de ambiciosos intelectuais ativistas apagam do dia para a noite a memória dos acontecimentos históricos e falseiam por completo a sua imagem do passado.

    De uma geração para outra, os registros desaparecem, o rosto dos personagens é alterado, o sentido todo do conjunto se perde para ser substituído, do dia para a noite, pela fantasia inventada que se adapte melhor aos novos padrões de verossimilhança impostos pela repetição de slogans e frases-feitas.

    Toda a diferença entre o que se lê hoje na mídia sobre o regime militar e os fatos revelados no site de Ternuma vem disso. Até o começo da década de 80, nenhum brasileiro, por mais esquerdista que fosse, ignorava que havia uma revolução comunista em curso, que essa revolução sempre tivera respaldo estratégico e financeiro de Cuba e da URSS, que ele havia atravessado maus bocados em 1964 e tentara se rearticular mediante as guerrilhas, sendo novamente derrotada.

    Mesmo o mais hipócrita dos comunistas, discursando em favor da “democracia”, sabia perfeitamente a nuance discretamente subentendida nessa palavra, isto é, sabia que não lutava por democracia nenhuma, mas pelo comunismo cubano e soviético, se gundo as diretrizes da Conferência Tricontinental de Havana.

    Passada uma geração tudo isso se apagou. A juventude, hoje, acredita piamente que não havia revolução comunista nenhuma, que o governo João Goulart era apenas um governo normal eleito constitucionalmente, que os terroristas da década de 70 eram patriotas brasileiros lutando pela liberdade e pela democracia.
    No Brasil, a multidão não tem memória própria. Sua vida é muito descontínua, cortada por súbitas mutações modernizadoras, não compensadas por nenhum daqueles fatores de continuidade que preservava a identidade histórica do meio militar.

    Não há cultura doméstica, tradições nacionais, símbolos de continuidade familiar. A memória coletiva está inteiramente a mercê de duas forças estranhas: a mídia e o sistema nacional de ensino.

    Quem dominar esses dois canais mudará o passado, falseará o presente e colocará o povo no rumo de um futuro fictício. Por isso o site de Ternuma é algo mais que a reconstituição de detalhes omitidos pela mídia.

    É uma contribuição preciosa à reconquista da verdadeira perspectiva histórica de conjunto, roubada da memória brasileira por manipuladores maquiavélicos, oportunistas levianos e tagarelas sem consciência.

    Perguntam-me se essa contribuição vem dos militares? Bem, de quem mais poderia vir?

    Olavo de Carvalho

  24. Manoel Braga disse:

    ESSE TONTO DO GÍLBER DEFENDE A DOUTRINA DA INVEJA, QUE PUNE E USURPA QUEM PRODUZ.

  25. Caro Gílber,

    discussão tensa, hein?

    • Rafaela, os antimarxistas inventam alvos imaginários e fazem generalizações para atacar as lutas da classe trabalhadora! Faz parte da luta de classes!

      • Haja discussão sem fim

      • Sophia Emma Schmidt Hartmann disse:

        Rafaela eis uma só motivo de tantos que o marxismo prega:
        CRISTIANISMO E SOCIALISMO NÃO COMBINAM. É COMO AGUÁ E ÓLEO.

        O socialismo e cristianismo não combinam, é histórica a perseguição pelo comunismo/socialismo aos cristãos. Quem conhece sabe que a meta é uma só tirar DEUS do centro e a criatura ocupar o lugar do criador. A essência do ideal socialista é incrivelmente simples. Consiste em implantar o amor e a adoração ao homem e suprimir o amor e a adoração a Deus. O raciocínio é assim: uma vez desaparecido o amor a Deus, os homens não mais se amarão e passarão a se odiar. De maneira que seu objetivo consiste em reduzir o primeiro mandamento da lei de Deus a apenas isto: “Amar ao próximo como a si mesmo”, suprimindo a primeira parte: “Amar a Deus sobre todas as coisas, com todo o coração, com toda a alma e com toda a mente”.
        O plano é bem atraente, pois tudo é sugerido em nome de uma grande causa: o amor ao próximo. E com este lema, nada menos que em nome do ‘amor’, se consegue facilmente a colaboração sincera de bons cristãos de padres e de bispos e pastores, para esta macabra empreitada: acabar com o amor a Deus, com o amor à fonte de todo amor. Em nome do amor, se procura suscitar o ódio à essência do amor, que é Deus.

        Ao se dar conta da transcendência incalculável desse plano, Tenho certeza de que, à medida que o irá conhecendo em detalhes, se aperceberá da sua natureza simplesmente diabólica que leva a desalojar Cristo da alma dos cristãos… e, em definitivo, à destruição do amor ao próximo. Porque o amor ao próximo não pode subsistir sem a base essencial do amor a Deus, como o reconhece muito bem o a essência do socialismo.

      • Chemin De Saint Jacques "CUBANA" disse:

        Rafaela Goveia, não vai ter fim enquanto tiver marxistas, veja um pouco do Socialismo: ensinando a roubar e invadir ao invés de adquirir propriedades pelo trabalho. Para eles, poupar e investir é coisa de “burguês explorador”. Portanto: cuidado com o que seus filhos aprendem na escola!

    • Professor Nikolai Yuri Kuznetsov Tchébrikov disse:

      Rafaela,se ser “Marxista” significasse simplesmente uma preocupação com os pobres, com os marginalizados etc., não haveria problema algum em um católico ser marxista. Acontece que ser marxista não é meramente preocupar-se com os pobres e com os problemas sociais, e é absolutamente fundamental que essa distinção fique bem clara, pois é com esse discurso, de que ser marxista é ficar do lado dos pobres, que os arautos marxistas feito esse Gílber têm levado muitas pessoas, principalmente os jovens (naturalmente idealistas), para as fileiras socialistas. Vejamos, pois, em que realmente consiste ser “marxista”.

      Luta de classes: dogma básico da ideologia marxista

      Em primeiro lugar, ser marxista significa, necessariamente, aderir a uma ideologia, a uma visão de mundo, enfim, a um conjunto de idéias e princípios que determinam o modo pelo qual o marxista enxerga e compreende a realidade. E mesmo quem nunca leu nada sobre o pensamento marxista sabe, mesmo que inconscientemente, que um dos dogmas dessa ideologia, talvez o dogma principal, é a luta de classes, que podemos definir, sucintamente, como o embate entre os ricos e os pobres, entre os “opressores” e os “oprimidos”, entre os “donos do capital” (ou capitalistas) e os trabalhadores. Em suma, luta de classes é a idéia segundo a qual em todas as relações sociais existe essa tensão entre os “fortes” e os “fracos”, e praticamente toda a realidade é afetada por esse embate, na medida em que todas as ações são determinadas pelos interesses desta ou daquela classe. De acordo com o marxismo, até mesmo os princípios éticos e morais estão sujeitos à luta de classes, no sentido de que, na luta contra os “poderosos” em favor dos “fracos”, vale tudo, até mesmo mentir, roubar, desviar dinheiro público etc, coisas que esse professor tem feito nesse site. Mas é preciso que o católico saiba que a Igreja reprova a teoria da luta de classes. Vejamos, por exemplo, o que nos ensinou o Papa João Paulo II sobre essa teoria:

      “77. A Igreja, encorajando a criação e a ação de associações — tais os sindicatos — que lutam pela defesa dos interesses legítimos dos trabalhadores pela justiça social, nem por isso admite a teoria que vê na luta de classes o dinamismo estrutural da vida social. A ação que a Igreja preconiza não é a luta de uma classe contra outra para eliminar o adversário, nem provém da submissão aberrante a uma pretensa lei da história, mas se trata de uma luta nobre e ponderada, visando à justiça e à solidariedade sociais. Aliás, o fiel cristão sempre preferirá a via do diálogo e do acordo. Cristo nos deu o mandamento do amor aos inimigos (cf. Mt 5,44; Lc 6,27s 35). No espírito do Evangelho, a libertação é, portanto, incompatível com o ódio pelo outro, considerado individual ou coletivamente, inclusive o ódio ao inimigo.”[1]

      É inegável que a luta de classes, princípio fundamental da ideologia marxista, alimenta o ódio entre as pessoas e os grupos sociais, o que acontece com esse professor, que destila seu veneno diuturnamente. Quem adere ao marxismo é inevitavelmente tomado por esse ódio, mesmo que nunca tenha ouvido falar do conceito de luta de classes. E esse ódio marxista, por seu turno, é dirigido a todas as pessoas e instituições que possam, na visão marxista, simbolizar a “classe dominante”. As Organizações Globo, os empresários, as pessoas mais abastadas e os países ricos (sobretudo os EUA), por exemplo, tornam-se objeto do ódio marxista, na medida em que servem à opressão dos poderosos sobre os mais fracos. E é de se notar que a própria Igreja passa a ser objeto desse ódio. Enfim só seguem essa doutrina, quem é fora da casinha, ou tem outros objetivos obscuros.

    • Loremarie Minnegard Hoffmann Schäfer disse:

      Nossa luta é para alertar os incautos, promover a liberdade, defender o livre mercado e denunciar os absurdos vermelhos de agora e do passado! Nossa luta jamais arrefecerá!

    • Akihito Fuyuki disse:

      Eu sou um libertário! Mas o que e isso? É alguém q acredita na liberdade econômica e na liberdade para decidir como viver sua vida, um libertário acredita q propriedade e trabalho são extensões do seu corpo e como dono do meu corpo sou dono do meu trabalho e da minha propriedade e ninguém pode toma-los contra a minha vontade.

  26. Leo disse:

    O Brasil encontra-se numa luta terrível, onde a democracia ameaçada pelos
    inimigos de esquerda vai perdendo força e a cada eleição torna-se mais
    difícil a volta ao PODER daqueles que desejam o Bem Comum o e não o
    enriquecimento de uma quadrilha de ladrões.
    Todos os erros que possam acontecer no governo atual nunca é culpa deles,
    pois eles defendem os pobres, a igualdade e dizem que é preciso mudar tudo
    para que se tenha um País Novo. Estão mentindo.
    Todos nós sabemos que usam com inteligência o provérbio: “os fins
    justificam os meios”. Os que pensam diferente são eliminados ou por morte
    ou por expulsão do Partido. Para chegar ao PODER usam a MENTIRA,
    descaradamente. No caso do MENSALÃO tiraram o ex-Presidente da briga. Foi
    criado para ele a idéia defendida com unhas e dentes que “ELE NÃO SABIA DE
    NADA”. Se é verdade o serviço de informação do governo é inútil e muito
    vagabundo. Não podemos acreditar, mas a massa inculta acredita.
    O MENSALÃO, que só apareceu por denúncia de um cidadão que se vendo perdido
    passou para ao ataque e deu no que deu.
    A esquerda luta desesperadamente para mostrar que o tal MENSALÃO não foi
    roubo etc. e etc. Leva para o caixa dois e TV, Radio e jornais estão cheios
    de artigos defendendo os criminosos e denegrindo o Presidente do STF.
    Qualquer patifaria que eles façam precisa ser defendida. Não usam o fogo
    amigo para se destruir. Defendem-se com unhas e dentes. Quando LENINE
    determinou que TROTSKY, comandante do Exército Vermelho, eliminasse
    qualquer liderança contrária, estava limpando a área, para o domínio
    político. Assim agem. Exemplo: Prefeitos de Santo André e Campinas.
    Os democratas lutam pela liberdade e pensam que a liberdade é para ser
    usada de maneira indiscriminada. Os esquerdistas vibram quando os
    democratas se dividem. Assim ficam mais fracos. Eles vibram quando aparecem
    artigos atacando chefes militares, que causa desconfiança e podem praticar
    até a desunião entre elas.
    Os democratas precisam saber que tiro no pé nos enfraquece bem como fogo
    amigo. O esquerdista só ataca esquerdista quando sai do meio deles.
    Lacerda, Olavo de Carvalho e milhares de outros são exemplos claros.
    Quando é ao contrário – saí da direita para a esquerda – é SANTO- Don
    Helder Câmara – que foi galinha verde e tornou-se vermelho.
    OS DEMOCRATAS precisam se unir na luta pela vitória da democracia. Quando
    eles se dividem, fazem acordo com a esquerda ou com a direita (exemplo
    HITLER) estão cavando a própria morte. Não há ESQUERDA QUE NÃO SEJA
    DITADORIAL. Cuba –Correia do Norte – Venezuela.
    PENSE. PENSAR É
    BUSCAR A VERDADE.
    Há um artigo do Gen Torres de Melo – MILITARES DE ONTEM E DE HOJE -, onde
    mostra que somos originários da mesma Escola. Deixa a entender que os
    chefes de hoje são até melhores do que os de ontem. O argumento é que se os
    de hoje foram formados pelos mais velhos devem ser bons, se não são bons os
    culpados são os de ontem, que não eram bons.
    Agora explodiu a bomba. O ex-secretário da Polícia Federal e atual Delegado
    da Polícia Civil de SP, publicou o livro “Assassinato de reputações: um
    crime de Estado”, onde conta todas as misérias praticadas pelo Estado no
    tempo do Governo Lula. Jogou excremento em todas as direções.
    É uma desgraça só e somando-se ao livro de MARCO ANTÔNIO VILA “Uma década
    Perdida”, estamos dentro de um lamaçal de matéria fecal. Apodreceu. E
    estamos PERDIDOS E SE NÃO APARECER UMA REAÇÃO FORTE SEREMOS UMA VENEZUELA
    OU PIOR.
    UNIÃO É FORÇA.
    DEMOCRACIA É ÉTICA.
    FORÇAS ARMADAS SÃO DEFESA DA PÁTRIA
    O MILITAR É UM DEMOCRATA.

  27. Fernando Pereira Silva Morais disse:

    Três milagres da Revolução ucraniana. A revolução liberal ucraniana salva pelo heroísmo da Nação e pelo suporte do mundo livre: Viva a liberdade, fora marxistas sanguinários.Chupa essa SOCIALISTA LIVRE.
    http://ucrania-mozambique.blogspot.com/2013/12/tres-milagres-da-revolucao-ucraniana.html

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