Mesa Redonda: Educação,Ciências Sociais e PIBID

Convido a todos a participarem da Mesa Redonda intitulada: Educação,Ciências Sociais e PIBID.

Data: Dia 06/11/2013
Hora: 14:00
Local: Bloco 5O C e D – Campus Santa Mônica – Universidade Federal de Uberlândia

Esta Mesa Redonda ocorrerá durante o evento, conforme anunciado no link: http://sinppgcsufu.blogspot.com.br/

Por: Patricia Assunção, integrante do Grupo de Pesquisa Estado e Capitalismo na América Latina.

Anúncios

Sobre socialistalivre

Esse Blog está a serviço da Luta pelo Socialismo. Defendemos a plena liberdade do ser humano, mas somos radicalmente contra a liberdade de explorar, como a burguesia faz, e contra a liberdade de oprimir como os machistas fazem, os racistas fazem, os homofóbicos fazem, os praticantes de bullying fazem, os preconceituosos fazem, os possessivos fazem e os autoritários de plantão fazem. Assim, defendemos que cada corpo-consciência deve ter liberdade de ser o que ESCOLHE SER, desde que esta liberdade não oprima e explore os outros! Defendemos a plena liberdade de postura crítica e a plena democracia operária, todos devem ter o direito de expressar o que pensam! Defendemos a Revolução Socialista e a necessidade de libertação da classe trabalhadora do jugo do capitalismo. No entanto,somos contra comandos de hierarquias políticas ou de figuras públicas mais poderosas no seio dos lutadores que travam a batalha pelo socialismo. Defendemos que cada militante deve ousar pensar por si mesmo, cada militante deve ter o direito de concordar, mas também de discordar daquilo que julga equivocado, por isso nos definimos como Socialistas Livres e esse Blog está a serviço dos que desejam militar de acordo com essa concepção. Convidamos a todos a conhecerem nosso jeito diferente de entender e de praticar a política socialista, com liberdade, democracia operária, direito de crítica e respeito ao diferente. Saudações Socialistas Livres.
Galeria | Esse post foi publicado em Sem categoria e marcado , , . Guardar link permanente.

48 respostas para Mesa Redonda: Educação,Ciências Sociais e PIBID

  1. Professora Viktoria disse:

    Uma biografia de Ludwig von Mises
    A matança sem precedentes ocorrida no século XX foi primordialmente levada a cabo em nome do socialismo, doutrina que defende o controle governamental sobre todas as coisas. Um dos adversários mais francos do socialismo foi o economista austríaco Ludwig von Mises, autor de vinte e nove livros em alemão e inglês, traduzidos para chinês, tcheco, holandês, francês, grego, italiano, japonês, coreano, lituano, polonês, português, russo, espanhol e sueco.
    Mises antecipou o futuro de maneira extraordinária. Em 1920, apenas três anos após o golpe socialista na Rússia, previu ousadamente que as economias socialistas seriam uma bagunça. Alertou para o fato de que a existência de liberdades civis era impossível sob o socialismo. Em 1927 ele soou um alarme: “Aquele que não feche seus olhos deliberadamente para os fatos deve reconhecer por todos os lados os sinais de uma catástrofe próxima na economia mundial… O colapso geral de uma civilização”. “Ao controlar com exclusividade todos os fatores de produção”, explicou, “o regime socialista controla também toda a vida de cada indivíduo. O governo designa a todo mundo um emprego definitivo. Ele determina quais livros e jornais devem ser impressos e lidos, quem deve dedicar-se à escrita, quem pode usar salas de reuniões, transmitir informações e usar os meios de comunicações. Isso significa que aqueles encarregados da suprema conduta dos assuntos governamentais vão decidir no final das contas quais idéias, ensinamentos e doutrinas podem ser propagados e quais não podem. Independentemente do que uma constituição escrita e promulgada venha a dizer sobre liberdade de consciência, pensamento, expressão e sobre neutralidade em assuntos religiosos, ela vai permanecer como letra morta em um país socialista se o governo não prover os meios materiais para o exercício destes direitos”.
    Mises descreveu uma visão abrangente da liberdade econômica: “Há propriedade privada dos meios de produção. O funcionamento do mercado não é dificultado pela interferência governamental. Não há barreiras ao comércio; as pessoas podem viver e trabalhar onde queiram. Os mapas mostram fronteiras, mas elas não impedem a imigração de pessoas e o fluxo de mercadorias. Nacionais não desfrutam de direitos que sejam negados a estrangeiros. Governos e seus funcionários têm suas atividades restritas à proteção da vida, saúde e propriedade contra agressão violenta ou fraudulenta. Eles não discriminam estrangeiros. Os tribunais são independentes e protegem a todos contra a intrusão das autoridades… A educação não está sujeita à intervenção governamental… Todos podem dizer, escrever e imprimir aquilo que prefiram.”
    Mises insistiu em expressar sua visão radical mesmo que isso significasse ser tratado como um enjeitado. Era um economista altamente respeitado na Áustria, mas a Universidade de Viena recusou-se a fazer dele um professor pago em quatro ocasiões, e por catorze anos ele deu um prestigioso curso em Viena sem um salário. Durante a maior parte dos vinte e cinco anos durante os quais ele deu aulas em Nova York, seu salário foi pago por indivíduos privados. O então futuro Prêmio Nobel F. A. Hayek disse a Mises: “Você demonstrou inexorável coerência e persistência em seu pensamento mesmo quando isso levou à impopularidade e ao isolamento. Você demonstrou destemida coragem mesmo quando você esteve sozinho”. O economista Murray N.Rothbard disse: “Mises não cedia nunca em seus princípios. Como acadêmico, como economista e como pessoa, Ludvig von Mises era uma alegria e uma inspiração, um exemplo para todos nós”.
    Mises tinha 1,70m de altura e brilhantes olhos azuis. “Sempre se mantinha reto e com uma postura ereta, e caminhava com passos firmes”, recorda-se Bettina Bien Greaves, a principal acadêmica especialista em Mises no mundo. “Usava um terno, geralmente cinza, e mesmo nos dias mais quentes ele insistia em manter o paletó. Seus cabelos e bigode cinza estavam sempre cuidadosamente penteados. Era sério, sem frivolidades. Quando lhe perguntaram se jogava Tênis, respondeu que ‘não, porque não me interesso pelo destino de uma bola’. Mas adorava caminhar, e durante seus verões na Áustria, na Suíça e nos Estados Unidos, ele costumava fazer trilhas pelas montanhas. Permanecendo solteiro até os 57 anos, gostava de reunir os amigos para tomar chá. Posteriormente, ele e sua esposa Margit iam com frequência ao teatro, mesmo quando suas finanças se encontravam apertadas. Era um homem de graça, charme e cultura notáveis”.
    Ludwig Edler von Mises nasceu no dia 29 de setembro de 1881, em Lemberg, então parte do Império Áustro-Húngaro, cerca de 500 quilômetros ao leste de Vienna (hoje conhecida como Lviv, na Ucrânia). Ele era o mais velho dos três filhos de Adele Landau, que fazia trabalho de caridade em um orfanato judaico. Se pai era Arthur Edler von Mises, engenheiro ferroviário.
    Foi na Universidade de Viena, perto do Natal de 1903, que Mises leu um livro que o inspirou a ser um economista e conduziu-o na direção do livre mercado: Grundsatze der Volkswirtschafslehre [“Princípios de economia”], escrito por Carl Menger. Professor da Universidade de Viena por três décadas, explicava que os preços refletem o quanto os consumidores estão dispostos a pagar por algo em um mercado livre. A teoria do valor subjetivo de Menger rompeu com a hegemonia da teoria do valor do trabalho – os custos com o trabalho determinariam os preços. O grande defensor de suas idéias foi Eugen von Bohm-Bawerk, cujo principal trabalho, Kapital und Kapitalzins [“Capital e juros”], foi publicado em 1884. Mises participou do seminário de Bohm-Bawerk na Universidade de Viena até tornar-se professor, em 1913. Enquanto isso, em 20 de fevereiro de 1906 completava seu doutorado em leis e ciências sociais. Então, ele começou a trabalhar na Câmara de Comércio de Viena, que aconselhava funcionários do governo sobre leis que afetavam os negócios.
    Mises começou seu primeiro livro, Theories des Geldes und der Unlaufsmittel [“Teoria do dinheiro e do crédito”]. Publicado em 1912, atacou a popular idéia de que funcionários do governo poderiam ditar o valor do dinheiro. Mises demonstrou que, pelo contrário, o valor do dinheiro era determinado pelos seus usuários e fornecedores em um mercado livre. Mises insistiu que inflar a oferta monetária é inútil, por que as pessoas subirão os preços. Os beneficiários serão aqueles que, começando pelo próprio governo, gastarem a nova moeda antes que os preços subam. Os perdedores serão os últimos a receber a nova moeda, após a subida nos preços e a depreciação do valor da moeda no mercado.
    Depois da Primeira Guerra Mundial, Inglaterra e França demandaram indenizações de guerra, o que colocou pressão sobre Alemanha e Áustria para que estes países inflacionassem suas moedas. O gasto do Estado de bem-estar socialista apenas piorou as coisas. A inflação na Alemanha teve seu clímax em 1923, quando a elevação média dos preços foi de 300% ao mês e varreu milhões. A inflação na Áustria não chegou a este ponto, mas foi danosa o suficiente – os preços aumentavam quase 50% ao mês. Mises havia aparentemente persuadido o chanceler Ignaz Seipel e o presidente do Banco Nacional Austríaco, Richard Reisch, de que a impressão de dinheiro deveria ser interrompida.
    O socialismo também havia se tornado um problema sério. O socialismo havia sido posto em prática pela primeira vez em larga escala quando, durante a Primeira Guerra Mundial, governos expandiram suas burocracias, decretaram impostos confiscatórios, expropriaram negócios privados, fixaram preços, suprimiram mercados, ditaram a produção, instituíram o trabalho forçado e suprimiram a dissidência. Muitos intelectuais defenderam a idéia de que o socialismo em tempos de paz poderia alcançar o paraíso na Terra. Mises levantou-se desafiadoramente. Longe de alcançar uma ordem racional, como explicou em Nation, Staat und Wirtschaft (1919) [“Nação, estado e economia”], que o socialismo causava o caos. Citou “as estupidezes da economia política das Potências Centrais durante a guerra. Em determinado momento, por exemplo, foi dada a ordem para que a criação de animais fosse reduzida aumentando-se o número de abates devido a uma escassez de feno; então os abates foram proibidos e foram ordenadas medidas que promoviam o aumento da criação de animais… Medidas e contramedidas se cruzaram até que toda a estrutura da atividade econômica estivesse em ruínas”.
    Em 1920, Mises determinou por que o caos era inevitável sob o socialismo e explicou seu grandioso insight em um artigo para a Sociedade Econômica, “Wirtschaftsrechnung im sozialistichen Gemeneinwesen” [“Cálculo econômico na comunidade socialista”]. Sob o socialismo não havia mercados onde as pessoas revelassem suas preferências demandando bens, fazendo com que os planejadores centrais, mesmo que eles se importassem, não soubessem especificamente o que queriam os consumidores. E sem preços de mercado para a miríade de fatores de produção, seria impossível calcular o custo de alternativas e organizar a produção eficientemente. “Só é possível apalpar no escuro”, escreveu Mises.
    Mises decidiu escrever um livro expondo todos os erros do socialismo. Declarou: “Se a história pôde provar-nos e ensinar-nos algo, é que a propriedade privada dos meios de produção é um requisito necessário à civilização e ao bem-estar material. Todas as civilizações até hoje foram baseadas na propriedade privada. Apenas nações comprometidas com o princípio da propriedade privada deixaram para trás a penúria e produziram ciência, arte e literatura”.
    F. A. Hayek recorda-se, “Quando Socialismo primeiro apareceu em 1922, seu impacto foi profundo. Alterou gradualmente, mas fundamentalmente, a percepção de muitos jovens idealistas que terminavam seus estudos universitários após a Primeira Guerra Mundial. Eu sei, pois eu era um deles… Nos estávamos determinados a construir um mundo melhor, e foi este desejo de reconstruir a sociedade que levou muitos de nós a estudar economia. O socialismo prometia realizar nossas esperanças de um mundo mais racional e mais justo. E então veio este livro. Nossas esperanças se acabaram. Socialismo nos revelou que buscávamos por respostas na direção errada”.
    Mises iniciou um debate que se estendeu por anos. O socialista polonês Oskar Lange e outros afirmaram que o “socialismo de mercado” poderia ter de alguma maneira preços de mercado sem ter um mercado. Intelectuais socialistas disseram que Lange havia vencido o debate, embora seu modelo teórico nunca tenha sido tentado em nenhum lugar.
    Mises teve negada uma posição de professor para a qual ele era obviamente qualificado, em parte porque as universidades européias eram de propriedade dos governos, e apenas aqueles que pertencessem a um dos partidos políticos favoritos conseguiam tornar-se professores. Hayek acrescenta: “Para um judeu conseguir uma vaga de professor ele tinha que o apoio de seus colegas judeus… Mas como os professores judeus eram todos socialistas, e Mises era um anti-socialista, ele não conseguiu o apoio de seus próprios colegas… A Viena dos anos 20 e 30 não pode ser compreendida sem a questão judaica”.
    Mises tornou-se um privatdozent, tendo a permissão de dar aulas e ser chamado de professor, mas sem ser pago. Começando em 1920, de outubro até junho, explica, “Um número de jovens se reunia ao meu redor a cada duas semanas. Meu escritório na Câmara de Comércio era espaçoso o suficiente para acomodar de vinte a vinte e cinco pessoas. Nós geralmente nos reuníamos às sete da noite, indo até as dez e meia. Nestes encontros se discutia informalmente todos os problemas importantes de economia, filosofia social, sociologia, lógica e epistemologia das ciências da ação humana… Todos que faziam parte deste círculo vinham voluntariamente, guiados apenas pela sua sede de conhecimento”. Hayek descreveu o seminário como “o mais importante centro de discussão econômica de Viena”.
    Um dos trabalhos mais acessíveis e atraentes de Mises, Liberalismus (“Liberalismo”, 1927), apresentou sua defesa da liberdade e da paz. Ele explicou que mercados livres elevam dramaticamente os padrões de vida e promovem harmonia social, e deixou claro por que a intervenção governamental tende a empobrecer as pessoas e a provocar conflitos. Rejeitando o nacionalismo, ele escreveu, “O liberal abomina a guerra, não como o humanitário, apesar do fato de que esta traz consequências benéficas, mas porque só traz consequências maléficas”.
    Em todos os lugares o livre mercado era culpado pela Grande Depressão, mas Mises contrariou essa idéia com Die Ursachen der Wirtshaftskrise: Ein Vortrag (“As causas da crise econômica”, 1931). Ele asseverou que a recessão e a depressão eram resultados da inflação anterior causada pela expansão governamental da quantidade de crédito e dinheiro. Quando a inflação freasse, ou o volume de dinheiro e crédito se contraísse, muitos negócios estimulados pela inflação entrariam em colapso. Mises acreditava que o desemprego não diminuiria até que os vendedores aceitassem preços mais baixos e os trabalhadores aceitassem salários mais baixos, refletindo a realidade do que compradores e empregadores estavam dispostos a pagar. Ele alertou para o fato de que o desemprego crônico seria a consequência de políticas que mantivessem salários artificialmente altos durante uma depressão, e ele estava certo: mais de 11 milhões de americanos estavam desempregados em 1940, quase o mesmo número do início do New Deal, em 1933. O economista inglês John Maynard Keynes, entretanto, foi aclamado por dizer aos políticos que estes deveriam intervir na economia e gastar o dinheiro das outras pessoas – o que eles já desejavam, de qualquer forma.
    Convidado por William E. Rappard a juntar-se ao Graduate Institute of International Studies at the University of Geneva, Mises partiu para Genebra em 3 de outubro de 1934. Deixou para trás diversas posses pessoais no apartamento em Viena onde havia vivido com a mãe desde 1911, incluindo milhares de livros de que ele não necessitaria para seu trabalho. Permaneceu em Genebra por seis anos, conduzindo um seminário em francês durante as manhãs de sábado.
    Cerca de um ano após a morte de sua mãe, Mises surpreendeu seus amigos ao casar-se em 6 de julho de 1938, em uma cerimônia civil suíça que necessitou de cinco advogados para executar dezenove documentos. Margit Herzfeld, a esposa de Mises, era uma atriz que havia encenado peças de Johann Wolfgang von Goethe, Henrik Ibsen, Friedrich Schiller, William Shakespeare e Leon Tolstoy, dentre outros. Eles se conheciam há treze anos, e ela teve dois filhos com seu falecido marido, Guido e Gitta. Nascida em 6 de julho de 1890, era “uma mulher glamourosa, de cerca de 1,70m. Ela era um pouco vaidosa e tinha algo de esnobe, mas era sempre uma excelente anfitriã. Mises havia lhe avisado: ‘eu escrevo sobre dinheiro, mas eu nunca vou ter muito’”.
    Mises concentrou-se em seguida em escrever um grande livro, que se tornou Nationaloekonomie, Theorie des Handelns und Wirtschaftens [“Economia: teoria da ação e da troca”], com 756 páginas, publicado em 1940. Partindo de axiomas fundamentais sobre a ação humana, desenvolveu uma defesa abrangente do livre mercado e atacou todo tipo de interferência governamental na economia. Foi um ato de coragem vir a público com este livro em um momento em que regimes totalitários estavam ganhando poder. O livro foi publicado em Genebra pela Editions Union.
    Após a queda da França, os Mises decidiram deixar a Europa. Em 4 de julho de 1940, embarcaram em um ônibus para Cerberes, França, perto da fronteira espanhola, frequentemente mudando de rota para escapar dos nazistas. Tentaram por três vezes, sem sucesso, entrar na Espanha. Finalmente, chegaram a Lisboa e depois de duas semanas de esforços constantes Margit von Mises conseguiu passagens em um navio para Nova York. Chegaram em 2 de agosto de 1940, e estabeleceram-se em um pequeno apartamento no número 777 na West End Avenue, que viriam a ocupar pelo resto de suas vidas.
    Mises estava profundamente deprimido pelo fato de seus esforços na luta contra o socialismo e por alguma segurança financeira naufragaram. Ele não tinha qualquer expectativa de um emprego estável, e, embora tivesse algum dinheiro na Inglaterra, não podia transferi-lo para os EUA devido aos controles de câmbio. Hayek ajudou usando o dinheiro de Mises para comprar livros raros (como uma primeira edição de A riqueza das nações) e enviando-os, o que era legal.
    Um mês após sua chegada na América, Mises telefonou ao então editor financeiro do New York Times, Henry Hazlitt. Hazlitt tinha se deparado pela primeira vez com o nome de Mises ao ler O valor do dinheiro(1917), de Benjamin Anderson, e havia resenhado a edição em inglês de Socialismo no New York Times, chamando-o de “a análise mais devastadora do socialismo jamais escrita”. Hazlitt ajudou a tirar Gitta, a filha de treze anos de Margit von Mises, de Paris, ocupada pelos nazistas, usando seus relacionamentos no New York Times com um funcionário do Departamento de Estado. Também incentivou Mises a escrever nove artigos sobre a situação européia, que foram publicados no New York Times. Os artigos levaram a uma ligação com a Associação Nacional dos Manufatureiros (NAM), uma das líderes na oposição à intervenção do governo na economia. Ele contribuiu com um estudo de dois volumes patrocinado pela NAM, The Nature and Evolution of the Free Enterprise System [“A natureza e a evolução do sistema de livre empresa”], e conheceu diversos industriais americanos. Na mesma época, em 24 de dezembro de 1940 Mises foi notificado de que a Rockefeller Foundation havia doado dinheiro ao Departamento Nacional de Pesquisa Econômica, possibilitando que ele escrevesse Governo Onipotente e Burocracia, seus primeiros livros em inglês. Hazlitt chamou a atenção de Eugene Davidson, editor da Yale University Press, para estes livros, e ele concordou em publicá-los.
    Burocracia explicava que empresas privadas são muito mais eficientes e dinâmicas do que burocracias governamentais porque seus gestores podem usar sua imaginação e tentar coisas novas, sendo sua performance facilmente monitorada por lucros e perdas. A performance dos burocratas não pode ser facilmente monitorada. Dar-lhes demasiada discricionariedade resulta em arbitrariedade e corrupção.
    Em Governo Onipotente, Mises relacionou o Nazismo (Nacional Socialismo) ao Comunismo, os quais, segundo os intelectuais da moda, seriam fenômenos completamente distintos. Mises contraargumentou afirmando que “os nazistas não apenas imitaram as táticas Bolcheviques de tomada de poder. Eles copiaram muito mais. Eles importaram da Rússia o sistema de partido único e o papel privilegiado deste partido e de seus membros na vida pública; a posição suprema da polícia secreta… execuções e prisões de adversários políticos; campos de concentração”.
    Hazlitt encorajou Eugene Davidson a considerar a publicação de Nationaloekonomie, traduzido e adaptado para o público americano. Mises escreveu a Davidson explicando que seu objetivo “era fornecer uma teoria abrangente do comportamento humano que incluísse não apenas a estudo de uma economia de mercado (o sistema de livre empresa), mas também o estudo de qualquer outro sistema de cooperação social, como por exemplo socialismo, intervencionismo, corporativismo, e assim por diante. Ademais, considero necessário que se lide com as objeções que têm sido levantadas contra a solidez do raciocínio econômico e a validade dos métodos até aqui aplicados por economistas de todas as escolas e linhas de pensamento sob diversos pontos de vista – como, por exemplo: ética, psicologia, história, atropologia, etnografia, biologia”.
    Quando Ação Humana foi publicado, em setembro de 1949, foi respeitosamente resenhado em diversas publicações, incluindo New York Herald Tribune, New York Journal American, New York World-Telegram, The Wall Street Journal, Commentary, Saturday Review of Literature e American Economic Review. No New York Times, o socialista John Kenneth Galbraith creditou Mises como “um homem culto e um professor famoso”. Partidários da liberdade estavam extasiados. Henry Hazlitt, que havia deixado o New York Times e começado a escrever sua coluna semanal, “Business Tides” [“Marés dos Negócios”], disse na edição de 19 de setembro de 1949 que “Ação Humana é … ao mesmo tempo a mais intransigente e rigorosamente argumentada declaração em favor do capitalismo que já se viu”. Rose Wilder Lane, autora de Discovery of Freedom [“Descoberta da liberdade”], chamou Ação Humana de o “o maior produto da mente humana em nossa era”. O economista Austríaco Murray N. Rothbard aclamou o livro como “a Bíblia econômica do homem civilizado”.
    Ação Humana descreveu o mercado livre como “uma democracia em que cada centavo dá o direito a um voto… Na democracia política, apenas os votos no candidato da maioria ou no plano da maioria efetivamente influenciam os rumos da política. Os votos da minoria não influenciam diretamente as políticas. Mas no mercado nenhum voto é dado em vão. Cada centavo gasto tem o poder de influenciar os processos de produção. Lançando histórias de detetives, as editoras não fornecem livros apenas à maioria, mas também à minoria que lê poesia lírica e tratados filosóficos. Os padeiros não assam pães apenas para as pessoas saudáveis, mas também para pessoas enfermas em dietas especiais… É verdade que no mercado os vários consumidores não tem os mesmos direitos de voto. Os ricos tem mais votos que os cidadãos mais pobres. Mas esta desigualdade é, ela mesma, resultado de um processo de votação anterior. Em uma pura economia de mercado, ser rico é resultado do sucesso em atender às demandas dos consumidores”.
    Entre as obras selecionadas pelo Book-of-the-Month Club [“Clube do livro do mês”] (o maior vendedor de livros dos EUA), Ação Humana foi traduzido em francês, italiano, japonês e espanhol. Yale publicou uma nova edição de Socialismo (1951), uma nova edição de Teoria da Moeda e do Crédito (1953) e Teoria da História: uma interpretação da evolução econômica e social (1957). Van Nostrand publicou o A mentalidade anticapitalista, de Mises, que relata como o livre mercado enriquece as culturas. A segunda edição da Yale de Ação Humana foi, entretanto, um dos maiores fiascos editoriais já vistos; havia páginas faltando, páginas com letras em negrito, com letras mais claras, dentre outros problemas. A editora Henry Regnery Co., de Chicago, logo lançou uma terceira edição corrigida, e a Fox & Wilkes, de San Francisco, lançou uma edição em brochura.
    Enquanto isso, Mises continuava a falar em favor do livre mercado onde pudesse, e em uma destas ocasiões encontrou Leonard E. Read, gerente-geral da Câmara de Comércio de Los Angeles. Dois anos depois, Read criou a Foundation for Economic Education (FEE) e contratou Mises como autor e palestrante por 6 mil dólares ao ano. Mises estava dentre os convidados por Hayek para formar a Mont Pelerin Society, um grupo internacional de acadêmicos liberais formado em 1947.
    Mises havia concordado em 1945 em dar um curso sobre socialismo todas as segundas-feiras à noite na New York University Graduate School of Business, localizada em Trinity Place, número 100. Ele receberia mil dólares por semestre, e em 1948, Mises começou também um seminários às quintas-feiras à noite sobre controles governamentais. Quando a New York University anunciou que não mais lhe pagaria, Harold Luhnow do William Volker Charities Fund, de Kansas City, ofereceu-lhe 8,5 mil dólares ao ano. Após a sua dissolução em 1962, Leonard E. Read, Henry Hazlitt e o publicitário Lauwrence Fertig levantaram o dinheiro para o salário de Mises, inicialmente 11,7 mil dólares. O seminário das segundas continuou até 1964. O das quintas, até 1969. Entre 1960 e 1964, o seminário das quintas-feiras ocorreu na sala 32, Gallatin House, 6 Washington Square North.
    De acordo com Barbara Branden, biógrafa da famosa romancista e filósofa Ayn Rand, “Iniciando no final da década de 50 e continuando por mais de dez anos, Ayn começou a articular uma campanha para que o trabalho de Mises fosse apreciado e lido: publicou resenhas, citou-o em artigos e discursos públicos, participou de alguns de seus seminários na New York University, recomendou-o aos admiradores da sua filosofia”.
    Após seu nonagésimo aniversário, Mises sofreu uma dolorosa obstrução intestinal. Em 7 de setembro de 1973 ele foi levado ao St. Vincent’s Hostpital, na 11th Street com a 7th Avenue. Ele morreu lá em 10 de outubro, cerca de 8h30min da manhã. Tinha noventa e dois anos. O funeral, três dias depois, foi assistido por 29 amigos no Ferncliff Cemetery, em Hartsdale, NY. Houve uma missa em sua homenagem na Universal Chapel, 1976 Madison Avenue, Nova York, no dia 16 de outubro.
    Mises foi vingado pelo colapso do império soviético em 1991. Em The New Yorker, o influente autor socialista Robert L. Heilbroner relembrou que Mises havia tempos sustentava “que nenhum Conselho de Planejamento Central poderia jamais juntar a enorme quantidade de informações necessárias para se criar um sistema econômico viável”. “Mises estava certo”, admitiu Heilbroner.
    O editor e jornalista Llewellyn H. Rockwell Jr. Fundou o Ludwig von Mises Institute para promover o estudo sobre a economia Austríaca. Margit von Mises foi presidente. Murray N. Rothbard observou que “Margit… descobriu manuscritos não-publicados de Lu, traduziu-os e editou-os, e supervisionou sua publicação. Ela também supervisionou reimpressões e traduções de trabalhos já publicados de Mises”. Ela morreu em seu apartamento em Nova York em 25 de junho de 1993, aos 102 anos. O Mises Institute publicou uma excelente edição acadêmica de Ação humana.
    No outono de 1996, o professor Richard M. Ebeling e sua esposa russa Anna localizaram cerca de 10 mil documentos que Mises havia deixado em seu apartamento em Viena. Eles haviam sido confiscados pela Gestapo e após a guerra os soviéticos haviam se apropriado deles e levaram-nos a Moscou, sendo liberados após o colapso da União Soviética. Ebeling relatou, “Percebe-se que Ludwig von Mises foi mais importante e influente do que até mesmo seus admiradores mais profundos poderiam ter imaginado”. Ebeling está escrevendo uma biografia, e o acadêmico alemão Guido Hulsmann está completando outra.
    Muito tempo depois que Karl Marx e John Maynard Keynes estiverem esquecidos, Ludwig von Mises será conhecido como o homem que disse a verdade sobre o poder dos governos que flagelou o século XX. Ele demonstrou com tremenda clareza que o livre mercado combate a pobreza, liberta o espírito humano e possibilita que as pessoas respirem livremente em todos os lugares.

    • Nayara Pérez disse:

      Professora Viktoria, mais um comentário totalmente congruente, analítico, fundamentado e muito esclarecedor para aqueles que não estão acostumados a informações deste calibre, como aliás, é o caso da grande e esmagadora maioria da população (mundial), reféns das políticas de “press releases” perpetradas pelo Mainstream.
      Simplesmente, nada mais a declarar.

  2. Nayara Pérez disse:

    A escravidão é uma daquelas coisas que nós associamos com o passado distante e com os países mais pobres e à margem da civilização. Sabemos que é ruim e nós somos instintivamente contra, mas não poderia acontecer em qualquer nação moderna, rica, certo?

    Tente dizer isso para a Rússia. Em um relatório recente, o Departamento de Estado dos EUA classificou o país como um dos piores para a escravidão em todo o mundo. De acordo com o grupo de defesa da Humanity United, existem atualmente cerca de um milhão de russos sendo mantidos em condições de trabalho forçado, incluindo cerca de 50 mil crianças que trabalham involuntariamente como prostitutas. E isso é antes de começarmos a falar sobre o abuso de trabalhadores migrantes.

    • Marileia Gomes Duarte disse:

      A exemplo do programa mais médicos, da Dilma. Médicos Cubanos em regime de trabalho escravo em pleno solo brasileiro. Tudo em prol do partidão.

      • Petroski Heiko Kowalewski disse:

        É sabido que o PT da Dilma marxista até a medula, está idiotizando o povo pois necessita de idiotas para ganhar votos. O efeito dessa idiotização se reflete no povo que reclama da corrupção na esfera pública e do mau uso do dinheiro arrecadado em impostos enquanto pede cada vez mais coisas de graça do Estado. O povo não se apercebe que quanto mais pedir do Estado mais o Estado arrecadará em impostos para pagar tudo isto que o povo quer de graça, tirando-lhe cada vez mais dinheiro. Todo regime de esquerda só subsiste com a idiotização do povo e é preciso ser idiota para querer que o Estado administre o próprio dinheiro fruto do próprio trabalho. O brasileiro prefere dar o dinheiro ao Estado, através dos impostos, para que o Estado o administre e lhe devolva em serviços do que administrar o próprio dinheiro e custear o que quer; prefere comprometer terrivelmente sua renda mensal pagando impostos ridículos para que o Estado lhe dê saúde e educação de graça do que pagar saúde e educação privada por conta própria.
        O nível de penetração dos brasileiros pelo Partido dos Trabalhadores (PT) chegou a um ponto jamais visto na história do Brasil no que diz respeito à choradeira do povo pelas mamadeiras estatais. Nunca o brasileiro choramingou tanto por tanta coisa de graça do Estado e esta tacanhez de espírito só fortalece o PT, pois quanto mais o cidadão quiser que o PT seja seu pai provedor mais o cidadão será filho dependente do PT e lhe obedecerá como um menor impúbere obedece ao seu genitor. O Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães, um partido político alemão de esquerda formado por comunistas que instalou o nazismo na Europa e deu causa à 2ª Guerra Mundial, tinha o mesmo princípio do Estado-babá. A mesma deturpação da função do Estado serve agora ao PT em seu projeto de poder. O brasileiro já está adestrado para querer tudo de graça do Estado – mesmo aquilo que não compete ao Estado lhe dar – e desta forma o PT ganha tanto através da arrecadação de impostos quanto pelo aparelhamento do Estado.
        Se o Estado não cobrasse tantos impostos as pessoas teriam dinheiro para pagar aquilo que precisam; poderiam pagar por conta própria saúde e educação privada com o dinheiro que vai para o Estado através dos impostos, ainda mais que não se comparam saúde e educação privada com saúde e educação pública. O serviço público jamais chegará aos pés do serviço privado. Quem vive na esfera privada vive no mundo do mérito, onde precisa provar dia após dia a sua qualidade oferecendo qualidade e sabendo que poderá perder o emprego para um profissional mais qualificado, de forma que isto o motiva a dar o melhor de si a cada dia e sempre qualificar-se. Já na esfera pública se convive com o comodismo decorrente da estabilidade do funcionário público que não tem medo de perder o emprego em razão da mesma. É naturalmente diferente o serviço oferecido por alguém que convive diariamente dando o seu melhor para não perder o emprego do serviço de quem cujo esforço é indiferente porque possui estabilidade.
        A esfera pública é regida pelo “tanto faz”. Para um funcionário público tanto faz render X, 10X ou 0,1X, isso não interferirá em seus rendimentos mensais, pois aquilo que ele faz não irá crescer ou diminuir em razão de seu rendimento e todo mês o seu salário cairá em sua conta bancária independentemente do que ele fez. Já no universo privado o profissional sabe que poderá fazer o seu negócio evoluir e assim ganhar mais dinheiro, assim como sabe que se não render poderá ficar sem dinheiro, o que lhe motivará a dar sempre o seu melhor. Não há limites para onde podem chegar um colégio e um hospital privados, mas há limites para onde podem chegar uma escola e um hospital públicos; consequentemente o desempenho de um professor de um colégio privado é superior ao desempenho de um professor de uma escola pública, assim como o desempenho de um médico de um hospital privado é superior ao desempenho de um médico de um hospital público. O dinheiro motiva as pessoas a se superarem. Quem sabe que pode ganhar mais trabalha melhor.
        No mundo privado a escolha dos profissionais é feita pelo mérito. Os diretores de um hospital privado e de um colégio privado os são por seus méritos, não por questões políticas. Um empresário sabe que perderá dinheiro se tiver empregados incompetentes. Já na esfera pública se convive com a situação de profissionais incompetentes exercerem cargos meramente por questões políticas. Nisso, o desempenho e a dedicação dos médicos e professores da esfera pública são irrelevantes quando confrontados com as questões políticas. Na esfera pública se dois ou mais funcionários disputam um cargo pouco importa o esforço e a dedicação de um deles se o outro tem o amparo político. Um candidato eleito não irá desprezar o apoio político que recebeu de alguém e quando surgir a oportunidade ele saberá retribuir o apoio recebido, sob pena de perder o apoio na próxima eleição. É o que acontece quando o familiar de quem apoiou um candidato necessitar de sua canetada em uma disputa de um cargo público entre funcionários públicos.
        O Estado não surgiu para dar saúde e educação de graça para a população, assim como não surgiu para dar habitação, dinheiro para o cidadão gastar como quiser e tantas outras coisas que o brasileiro cada vez mais quer de graça. O Estado serve para garantir a segurança interna e externa, para reprimir a lei da selva entre as pessoas e para defender as fronteiras do país. A tributação arrecadada de um país não deve ser usada para pagar médicos e professores, pois o Estado não foi criado para isto. Os impostos devem ser recolhidos para efetivar o contrato social e garantir a ordem social, custeando o Ministério da Defesa, as policias, os três poderes e principalmente a aplicação das leis, não tudo aquilo que apenas serve para aumentar o poder do Estado colocando-o como provedor de tudo na vida do cidadão. A histeria coletiva dos brasileiros que clamam insanamente por saúde e educação do Estado é fruto da penetração que sofreram pelo PT e o que o PT mais quer é que a população lhe exija algo. Pessoas autossuficientes não votam no PT.
        Quando os penetrados pelo PT ficam gritando por saúde e educação do Estado eles estão dando mais poder ao PT, pois estão aumentando a mão do Estado controlado pelo PT. Qualquer reivindicação popular que exija qualquer serviço público favorece o PT, pois avalizará o recolhimento de impostos para o seu custear. Uma pessoa que vive berrando que quer coisas de graça do Estado, mesmo que seja saúde e educação, não pode reclamar do IRRF que vem descontado todo mês de seu salário, do ISS que paga ao realizar ou contratar um serviço, do ITCMD que paga quando um familiar falece e precisa fazer um inventário, do ITBI que paga ao comprar um imóvel, do II que paga ao comprar um produto importado e não pode reclamar de ter que pagar imposto algum, pois ela mesma está avalizando a tributação ao gritar para o Estado lhe dar as coisas de graça. O brasileiro precisa ter consciência de que serviço público algum é de fato gratuito. Exigiu serviço público, será tributado. Quem não quer ter contas, não contrata.
        A perpetuação do PT no poder vem também pelo aparelhamento do Estado. Em empresas privadas o PT não pode colocar membros do partido onde bem quiser; já na esfera pública existe a abertura para colocar companheiros e é este o motivo pelo qual o PT sempre demonizou as privatizações. Uma grande empresa possui inúmeros cargos que na esfera pública são preenchidos por questões políticas, enquanto que na esfera privada são preenchidos por méritos. Quando os penetrados pelo PT exigem saúde e educação do Estado eles estão dizendo para construir mais hospitais e mais escolas onde serão necessárias mais licitações – dispensa-se falar sobre o que acontece em licitações – e onde haverá mais cargos de confiança esperando para serem preenchidos pelo partido. O pior de tudo isto é que há pessoas que se dizem contra o PT enquanto clamam para que o PT aumente o seu poder aumentando a mão do Estado com a prestação dos serviços públicos. O PT seduziu até aqueles que se dizem contra ele, penetrando-lhes bem fundo.
        O caminho para um povo viver bem não é usufruir da prestação de serviços públicos de qualidade, mas diminuir a carga tributária para poder usufruir dos serviços privados. Se o brasileiro não tivesse que pagar tantos impostos quanto paga lhe sobraria dinheiro para usufruir da saúde e da educação privada, que sempre serão imensuravelmente melhores do que a saúde e a educação pública. Quando uma pessoa exige saúde e educação “de qualidade” do Estado ela está dizendo para o Estado tomar o seu dinheiro e depois lhe pagar um médico e um professor, ao invés de ela mesma, com o próprio dinheiro, pagá-los. O brasileiro, idiotizado pelo PT, vive a ilusão de que ao receber um serviço público está recebendo aquilo de graça, mas coisa alguma é de graça. Os espíritos tacanhos têm dificuldade em compreender que é melhor pagar diretamente por um serviço do que recebê-lo “gratuitamente” do Estado, pois pensam que é melhor receber um serviço público “de graça” do que ter que pagar por um serviço privado.
        Ignorantes diriam que a saúde e a educação pública são necessárias em razão dos altos preços da saúde e da educação privadas, mas isto seria resolvido por um ajustamento natural do mercado. Em relação à saúde e à educação privada quem, por princípio de buscar o melhor para si e sua família, paga X por tais serviços também pagaria 1,5X, mas quem não paga X, porque acha que pode usufruir de tais serviços gratuitamente através do Estado, não pagaria 0,5X. Se houvesse menos tributação as pessoas teriam mais dinheiro para contratar saúde e educação privada; isto faria aumentar a busca de tais serviços, a concorrência aumentaria e consequentemente os preços reduziriam, pois não haveria mais a necessidade de compensar no preço do serviço a procura. É ignorância reclamar da corrupção na esfera pública, do mau gasto do dinheiro público e do PT enquanto se clama pela mão do Estado para tudo, principalmente para aquilo que não é função do Estado e que a iniciativa privada faria muito melhor, por muito menos e com muito mais transparência.

      • Não acho que o povo seja idiota e ignorante: o povo faz comparações e vota naqueles que acha que estão de alguma forma melhorando suas vidas. O PT, em comparação a outros governos passados, ganhou mais a confiança popular, isso porque fez pequenas concessões aos mais pobres, com programas como bolsa família, minha casa minha vida, e algumas outras facilitações sociais, o que não significa que isso se perpetuará para todo o sempre e que é o melhor dos mundos para a classe trabalhadora. Aliás, o governo petista facilita muito mais a vida dos ricos do que a dos trabalhadores, dando isenção de impostos às automobilísticas, dando isenção de impostos às faculdades privadas via PROUNI, privatizando o Petróleo, Rodovias, etc… A classe trabalhadora, isto é, a classe que verdadeiramente trabalha no mundo, não sabe que pode conquistar muito mais, se, de fato, controlasse o Estado e estatizasse as empresas estratégicas da economia, colocando os lucros dessas empresas para melhorar a educação, a saúde, a segurança… Para isso a classe trabalhadora teria de superar os governos atuais em direção a um Estado Socialista Livre. Agora, quem detesta o socialismo, no fundo, detesta o fato de os trabalhadores terem conquistas sociais. É típico da ideologia burguesa que acha um absurdo que trabalhadores hoje em dia possam também andar de avião.

      • Professora Antonia disse:

        Petroski, esclarecedor seu comentário , muitos tem medo de andarem com as próprias pernas , faz parte do cenário. Acham que recebem de “graça” mas não, é descontado um absurdo de impostos, pagamos por péssimo serviço publico. De qualquer forma não pagamos? Então seria melhor pagarmos por um serviço de qualidade.
        O Brasil é um país contraditório: a maioria da sociedade tem posição política de centro-direita ou de direita. “Esquerda” mesmo são 4% e extrema-esquerda é traço, bolinha. Mesmo assim, a esquerda consegue seguidas vitórias eleitorais. Em boa parte por conta do assistencialismo a que alude o seu comentário. Parabéns.

      • Manoel Braga disse:

        É importante lembrar que o Capital Humano só é capaz de desenvolver outros capitais caso este consiga poupar. É preciso haver suficiente abundância para uma pessoa num local isolado conseguir dedicar algum tempo e esforço à construção de ferramentas que aumentem sua produtividade. Dependendo do nível de preocupação que ele tiver com sua própria sobrevivência (por exemplo, devido a uma grande dificuldade em se conseguir comida e água), nem um machado de pedra o gênio do primeiro exemplo vai conseguir produzir.

        Ninguém está questionando a importância da inteligência, conhecimento e trabalho humanos, apesar da frase não muito feliz do Mago. Só que o capital humano sem outros tipos de capital possui sérias limitações de produtividade. Tanto que todos os exemplos que foram dados, de pessoas pouco qualificadas com equipamentos mais complexos conseguirem ser mais produtivas do que pessoas muito qualificadas sem equipamentos, são reais. O “gênio na Índia” só conseguiria construir um arado, e partir do arado pra um trator se conseguisse poupar.

        Claro que os dois são importantes.Mas se a pergunta for:qual é o MAIS importante? É claro que é o ser humano. Bote um Jack Welch e uma Dilma pra administrar empresas equivalentes, com os mesmos recursos e veja quem vai mais longe.
        Eu achava que os marxistas já tinham se vacinado contra essa besteira de igualdade. As pessoas são assim mesmo, umas são mais inteligentes e capazes do que outras, é a vida.

        Menos estado e mais liberdade!!!

  3. Manoel Braga disse:

    PORQUE VOCÊ NÃO DEVE PARTICIPAR DESSE EVENTO???
    Porque é um debate marxista.
    É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Para cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar para alguém aquilo que tira de outro alguém. Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação. É impossível multiplicar riqueza dividindo-a.
    Esse vai ser nosso lema: Carpe diem
    Menos estado e mais liberdade!!!

    • Nayara Pérez disse:

      Sim adotamos seu lema. Menos estado e mais liberdade!!! Fora Socialistas.
      Concretamente, devemos observar se os jovens em nossas cidades sonham em se tornar médicos, engenheiros e programadores ou se estudam editais de concursos públicos. Se as instituições favorecem a atividade de predação, mais pessoas se dedicam a esse tipo de atividade. No limite, não sobra muito para ser roubado e, nas palavras de Bastiat, o estado se transforma na grande ficção pela qual todos buscam viver à custa dos demais, e a estagnação impera.

      • Fora Socialistas é uma palavra de ordem que nunca irá se concretizar, porque a classe trabalhadora só tem um jeito de melhorar sua vida, através do Socialismo com liberdade, ou seja, através do Socialismo Livre. A não ser que a burguesia cometa um genocídio, isto é, assassine toda a classe trabalhadora mundial, ah, mas isso jamais vai ocorrer, porque a burguesia é uma classe parasita e para existir necessita de ter os trabalhadores para trabalharem para essa classe e gerar-lhe as riquezas, já que as riquezas não são frutos do vento, são frutos do trabalho dos trabalhadores. Viva o Socialismo Livre!

      • Professora Viktoria disse:

        O país, para crescer, precisa de menos estado e mais liberdade, de mais garantias de propriedade privada e de menos intervenções estatais, de mais regras impessoais e menos privilégios a firmas amigas do poder, de mais investimento privado e menos gastos públicos e impostos, de mais investimentos baseados em critérios econômicos e menos investimentos baseados em critérios políticos, de mais comércio e menos protecionismo, de mais empreendedorismo livre e menos dirigismo.

        O exame histórico das ascensões e declínios econômicos das civilizações antigas e modernas ilustra de forma eloquente o que foi dito ao longo dessas seis lições. Outro passo importante para o convencimento do poder explanatório das teorias mencionadas aqui: sugerimos o abandono da prática ideológica que atribui qualquer notícia boa aos governos e qualquer notícia ruim ao “capitalismo”, em favor da análise realista de que vivemos em uma economia mista, o que significa que temos de separar causas e efeitos no que diz respeito aos aspectos livres e controlados das economias reais. Para tal, é muito interessante o exame das relações entre as medidas de crescimento econômico e os índices que classificam os países segundo seu grau de liberdade econômica.

      • Você diz “O país, para crescer, precisa…”. Na verdade, o suposto crescimento, conforme sua sugestão, com “mais garantias de propriedade privada”, apenas representará o crescimento do bolso da burguesia, isso até a crise de superprodução bater às portas. Aliás, O Estado Burguês controla a economia e não segue suas sugestões justamente para evitar colapsos de crises, não fosse por isso, o capitalismo selvagem corria solto. Não existe Estado Burguês socialista. Mesmo o Estado controlado pelo PT e seus aliados está a serviço do lucro da burguesia.

      • Professora Viktoria disse:

        Dito isso, vamos às lições.

        A lição de Turgot: a prosperidade depende do progressivo uso de bens de capital, que elevam a produtividade do trabalho.

        A lição de Smith: o crescimento econômico resultante da poupança e acúmulo de capital depende de instituições liberais, favoráveis ao desenvolvimento do livre comércio.

        A lição de Bastiat: a prosperidade ou a estagnação dependem da comparação entre os ganhos esperados de se dedicar à atividade produtiva ou à atividade predadora do trabalho dos outros. O predomínio dessa última freia o desenvolvimento econômico.

        A lição de Buchanan: nas economias modernas, a lógica da atividade política faz com que a maioria seja explorada por grupos de interesse, limitando no longo prazo o crescimento econômico.

        A lição de Hayek: o crescimento no longo prazo depende de mais espaço para mercados livres, pois o aumento da especialização torna progressivamente mais complexa a tarefa de coordenar as ações individuais e ninguém é capaz de centralizar toda a informação necessária para empreender tal tarefa.

        A lição de Mises: o fracasso de alguns países em suas tentativas de gerar crescimento econômico é causado pelos defeitos inerentes ao sistema econômico adotado no presente, denominado intervencionismo. O socialismo tampouco é alternativa viável, já que é impossível alocar recursos de forma econômica em tal sistema.

        O sistema de preços nunca gera uma alocação ótima de bens. Mas isso não é desculpa para condenar os mercados livres. Estes devem ser comparados com alternativas concretas, todas elas utilizando os mesmos pressupostos hayekianos sobre conhecimento limitado e buchanianos sobre autointeresse dos agentes. Quando empreendida tal comparação, obtemos as conclusões às quais Mises já havia chegado quase um século atrás. Para Mises, uma sociedade socialista, mesmo se habitada por anjos, não seria um sistema econômico viável, pois, sem propriedade privada, não teríamos mercados genuínos, com preços que refletem o valor dos bens em seus usos alternativos. Sem propriedade, mercados e preços — que, em conjunto, viabilizam o que esse autor denomina de “divisão intelectual do trabalho” —, teríamos dirigentes socialistas que não poderiam planejar uma economia por falta de conhecimento sobre como alocar recursos escassos.

        Além de mostrar que o socialismo é impossível, Mises nos ensina que o sistema econômico intervencionista no qual vivemos é inerentemente instável. Nesse sistema, falhas de governo são atribuídas a falhas de mercados, de modo que o fracasso das intervenções gera demanda por mais intervenções, o que resulta em um processo que leva ao crescimento do estado e acúmulo de erros e distorções causados pelas intervenções. As crises do intervencionismo levam ou a mais controle, o que agrava ainda mais a situação, ou a fases de liberalização, que aliviam o problema, até que o processo se reinicie ou até que as pessoas parem de associar os males da realidade ao conceito marxista de “capitalismo” e voltem a analisar a realidade como exemplo de sistema econômico intervencionista, como faziam os economistas clássicos desde Smith.

    • Os defensores da “liberdade” agora querem impedir as pessoas de participar de debates marxistas? Esse é o reflexo da ideologia burguesa que teme que as pessoas se instruam com as teses incontestáveis de Karl Marx acerca de como funciona a exploração capitalista. Participemos sim do debate de nossa companheira Patrícia Assunção que vai discutir com bastante propriedade a educação voltada para as classes populares, que, com certeza, não é a mesma educação que interessa à burguesia.

      • Sophia Emma Schmidt Hartmann disse:

        vc tem casa, carro, computador, e outros bens Gílber??? então enquanto vc está aí escrevendo nesse computador, o qual vc adquiriu a um preço acessível, devido ao capitalismo, tem gente passando frio, andando a pé, pegando ônibus…seja coerente e socialize seus bens… Vc que critica os burgueses, e só sabe fazer isso, o dinheiro do investimento no capital, viria de onde??? do seu bolso, do governo…por isso socialismo não funciona…se vier do governo vai vir pela metade, viciado na corrupção e se vier do seu bolso, duvido, porque pelo visto, vc não é chegado em um trabalho…
        Para os “Socialistas” funciona assim: Para mim e os meus o melhor, para o resto o básico.
        Isto expõe a mediocridade do discurso vazio dos socialistas
        Para vc que criminaliza a propriedade privada, acumular riqueza não tem sentido. É sobre a cara-de-pau deste blogueiro que estou falando.
        Abram uma empresa e paguem o mesmo valor do Presidente à faxineira e depois me venham falar sobre riqueza .
        Mas a Esquerda Caviar sempre tenta posar de bom-moço, mas o Socialismo só serve para os outros.
        O que você está esperando para abrir a sua empresa socialista ganhando o mesmo que a faxineira ou o mesmo que o Office-Boy? Vai lá e socializa o seu próprio dinheiro.
        Fique você bem caladinho no seu cantinho feliz da esquerdopatia tentanto fazer um “mundo melhor”, com os idiotas úteis sonhando em ser um Che Guevara de Rolex. Mas eu creio que são realmente IDIOTAS INÚTEIS… Deveriam ser agraciados com uma passagem só de ida para a maravilha cubana!!!

      • Quem não tem argumentos, xinga, xinga e xinga… Que escola, hein!

  4. Sophia Emma Schmidt Hartmann disse:

    O capital humano é de extrema importância, mas ele sozinho não faz milagres. Embora o capital humano de fato seja essencial, ele não é absolutamente nada se não estiver munido de máquinas e equipamentos que permitam que todo o seu potencial frutifique.

    Coloque um gênio para arar terras na Índia com um ancinho e coloque um indiano médio para trabalhar em uma empresa americana munida dos mais sofisticados computadores e produtos tecnológicos. Qual dos dois será mais produtivo? Qual acabará sendo mais rico?

    Além do capital humano, o que gera riqueza é divisão do trabalho, poupança, acumulação de capital, respeito à propriedade privada (o que implica baixa tributação), segurança institucional, desregulamentação econômica, moeda forte, ausência de inflação, empreendedorismo da população, leis confiáveis e estáveis, arcabouço jurídico sensato e independente etc. No extremo, se a capacidade intelectual da população for baixa (isto é, se a população for burra), a mão-de-obra terá de ser importada.

  5. Manoel Braga disse:

    Veja a coisa por esse lado: o capital humano constrói os bens de capital. Os bens de capital são exportados para uma localidade cujo capital humano é de baixo nível. Tais bens de capital passam a ser usado por esse capital humano de baixo, o que se torna mais produtivo. Logo, os bens de capital fizeram a diferença

    Lembrando que esses bens de capital podem ser construídos usando outros bens de capital. Imagine construir e montar um trator ou uma ferrovia usando apenas o corpo humano? Seria um fardo terrível. Na prática são usados diversos equipamentos e ferramentar. Por isso se usa a expressão acumulação de capital como uma forma de se indicar esse processo de enriquecimento de uma economia.

    Há uma longa linha de acumulação de capital, ao longo dos séculos, que permite a construção de mais capitais. São Fabricados hoje naves espaciais, computadores impressionantes, robôs, aviões de ultima geração. Mas pense num grupo de pessoas inteligentes e capacitadas abandonadas numa enorme ilha deserta. Quanto tempo eles demorariam para recriar uma civilização com o mesmo nível técnico da nossa? Suponho que várias gerações. Teriam de começar com ferramentas de pedra, buscar sobreviver, construir e acumular pouco a pouco o capital. Você vê um aparelho de ressonância magnética hoje porque um dia, muitos milênios atrás, alguém fez uma machado de pedra.

    Mas isso não quer dizer que capital humano não é importante. Troque as populações da Coreia do Sul e do Sudão. Em duas gerações a Coreia do Sul terá se transformado num Sudão e o Sudão terá se transformado numa Coreia do Sul. Talvez não exatamente, porque os sudaneses poderão tirar algum proveito de bens acumulados, sejam residências, fábricas ou infraestrutura. Mas seria um proveito muito menor que o que os coreanos dariam a esses bens. Com o tempo, grande parte do capital acumulado se deterioraria ou se tornaria obsoleto. A não ser que os sudaneses, realocados na Coreia do Sul. contratassem estrangeiros mais qualificados, que poderiam ser os coreanos, agora realocados no antigo Sudão, por exemplo… o que só evidencia a importância do capital humano. Mas os filhotes de Marx, não conseguem entender isso, só repetem que nem papagaios as termologias, do papai: Mais-valia, burguesia, capitalistas…
    Menos estado e mais liberdade!!!

    • Enquanto nós marxistas dizemos e repetimos a verdade para a classe trabalhadora, que a burguesia só ganha dinheiro através do trabalho não pago aos operários, ou seja, através da exploração, os defensores do mercado livre repetem igual papagaios, “MENOS ESTADO, LIVRE CONCORRÊNCIA”. Os comentários aqui revelam bem a nossa tese marxista: “FILOSOFIA É LUTA DE CLASSES NA TEORIA”! A filosofia-econômica liberal é uma tentativa desesperada dos amantes do mundo burguês de tentar perpetuar seus privilégios de classe.

      • Manoel Braga disse:

        Esse socialismo só funciona entre insetos, nenhum animal é socialista, nem entre família funciona quando o pai morre a briga é feia.
        Bacana que o Marx nunca trabalhou, foi sustentado por uma viúva rica, e nunca reconheceu sua família e seus filhos, ou seja foi um fracassado profissionalmente e frustado na vida pessoal , falava coisas de que não sabia e criou uma legião de retardados uteis. esse cara é um gênio.

      • As obras frutos das pesquisas e escritas de Marx não é trabalho? Quer dizer que para você as Universidades podem fechar as portas, porque lá os pesquisadores são todos um bando de inúteis. Tenha paciência, Manoel! Com esse seu tipo de raciocínio, desprezando desse modo o trabalho intelectual, a humanidade ainda estaria trepada nas árvores, correndo dos leões.

  6. Manoel Braga disse:

    ” burguesia é uma classe parasita e para existir necessita de ter os trabalhadores para trabalharem para essa classe e gerar-lhe as riquezas, já que as riquezas não são frutos do vento, são frutos do trabalho dos trabalhadores.”

    Esse é o verdadeiro marxista. E fala que isso não é xingamento??? Agora sim, ele mostrou a sua cara. Pior que malucos igual a você existem aos montes por aí. Gílber,triste. Só faltou sustentar que tudo isso decorre de um complô dos americanos e de alien maldosos ocorrido na conferência de Roswell…
    Quando voltar aqui deixe de fazer copiar/colar do capeta do Marx.
    Ao invés de gastar tempo com isso, aproveite-o passando na biblioteca e conheça a escola austríaca antes de proferir disparates.
    O conceito de ideologia que Marx definiu, é o conceito que a ESQUERDA usa para que a sua militância reivindique suas porcarias esquerdistas, escondendo o real objetivo que é o total poder para o estado.

    Se você quer usar o marxismo para definir os conceitos das suas palavras, fique a vontade. Eu prefiro usar o dicionário.

    É no mesmo sentido e que alguns marxistas usam quando querem reivindicar muitas das mesmas porcarias da esquerda (liberação das drogas e aborto), mas cujo real objetivo é o aumento de estado.

    É nesse sentido também que você usou o termo quando quis desqualificar, definir ou delimitar a outra corrente de pensamento .

    Não, não é. Como falei em cima, eu não dou a mínima para o que o marxismo diz que as coisas significam. Ideologia, para mim, significa aquilo que está no dicionário e que citei anteriormente.

    Pesquise antes a origem do termo para aprender a usar-lo sem desqualificar sua própria corrente de pensamento, chamando ela de ideologia. (os ditos burguese que vc enquadra principalmente aos opositores de suas idéias nefastas, devem dar risada disso)

    A biblioteca é um bom caminho, para os incautos do ontem.

    • Ninguém aqui é bobo: trata-se de interesses de classes opostos. Seu interesse é a manutenção da ordem em benefício do capitalismo e sua classe privilegiada, a burguesia e seus amantes, o nosso é de transformá-la em favor da classe trabalhadora.

  7. Marileia Gomes Duarte disse:

    O comentário do blogueiro é, antes de mais nada, difícil de ler. As coisas não fazem sentido, causa e efeito inexistem. Ortografia e gramática então, pelo amor…

    Mas “O trabalho é a forma mais evoluída de escravatura.” é a coisa mais IMBECIL que alguém pode dizer.

    Se é assim, caro blogueiro, o homem já nasce escravo? Ou você supõe que em alguma era anterior aos sistemas econômicos e à vida em sociedade o homem não precisava trabalhar (não vale apelar para o Éden)? Você não considera coisas que o homem primitivo fazia, como caçar e pescar, como trabalho? Ou você acha que algum dia o homem tinha a satisfação plena em mãos?

    Parece que as pessoas têm uma dificuldade imensa de entender uma coisa extremamente simples: vivemos em um mundo de escassez! O trabalho é e sempre vai ser necessário para suprir nossas necessidades. O que ocorre é que, ao contrário do que pregam pessoas como o senhor blogueiro, cada revolução tecnológica diminui a quantidade de trabalho necessária. Mas os fãs de ideologias preferem acreditar em um tempo idílico em que o trabalho não “escraviza” o homem.

    In casu, a confusão na qual os marxistas se insere gerada é mesmo coisa demoníaca: trata-se de uma rebelião ontológica, uma revolta contra a estrutura do real, a negação d’Aquilo que É em favor daquilo que, na mente do [lato sensu] esquerdista, “deveria ser”.

    Uma vez um marxista me disse que o Holodomor foi um problema climático… esse pessoal é psicopata.

  8. Leo disse:

    O que esse blogueiro não sabe é que”Capitalismo” é o jargão popular para o sistema de livre mercado, baseado na propriedade privada, especialização do trabalho e uso de moeda. É uma ordem espontânea, ou ordem natural, como queira. Por definição esse sistema é voltado para a cooperação social, não para o conflito. Não é preciso promover revolução, matança, redistribuição da propriedade para que esse sistema funcione e prevaleça. É por isso que, com todo respeito Roberto, sua pergunta não faz sentido. Se alguma entidade (indivíduo, gangue ou governo) matou, violentou ou roubou em nome do capitalismo, essa entidade cometeu crime puro e simples, além de ter conspirado contra a propriedade privada e o sistema de livre mercado. Matar em nome do capitalismo é agir CONTRA o capitalismo.
    pessoas fazendo trocas voluntárias e respeitando a propriedade privada alheia é um arranjo que mata pessoas? Se sim, acabei de descobrir.

    Agora, se você por acaso está se referindo a governos de países ricos que invadem outros países e saem dizimando sua população, então coloque a culpa em quem realmente é o culpado: o estado e seus burocratas.

    Caso tenha mais dúvidas, não se acanhe em perguntar.

  9. Leo disse:

    capitalismo não é socialismo. O capitalismo não é uma imposição do governo, nem o mercado é uma ideologia em que a teoria necessariamente precede a prática. O capitalismo é simplesmente o que ocorre quando as pessoas têm liberdade para fazer trocas, apoiadas em direitos de propriedade bem definidos. É o socialismo que necessita da mobilização social para alcançar um objetivo comum entre todas as pessoas. O socialismo precisa da pregação e da concentração de poder na autoridade manipuladora. O socialismo é a politização da vida econômica, é um discurso interminável do Fidel Castro, é a transformação de tudo o que é belo e espontâneo no dirigismo rígido da política. O livre mercado é apenas o conjunto de ações de agentes humanos livres sobre a alocação de recursos escassos. Se os propósitos desses agentes são morais, a ordem gerada será igualmente moral. E é quando nós conseguimos sinceramente compreender e avaliar o capitalismo que passamos a ter o discernimento para defendê-lo ou atacá-lo.

  10. Akihito Fuyuki disse:

    Meu intuito é alertar os jovens sobre o lado negro do marxismo.

    Eu tomei vergonha na cara a 62 anos atrás e comecei a ler a crítica de Böhm-Bawerk ao trabalho de Marx sobre o capitalismo. É assombroso como alguém consegue simplesmente demolir toda a argumentação de Marx simplesmente apontando falha simples de lógica e coerência na argumentação. Quando você aponta as contradições, o marxista simplesmente admite que há contradições e que elas fazem parte do processo, como era meu caso, na minha latente ignorância. Resumindo: o sujeito se abstém de ser coerente porque ele achou um método que casa perfeitamente com sua falta de vontade de mostrar argumentos lógicos. Não estou nem sequer exigindo uma lógica perfeita e sem absolutamente nenhuma falha e nenhuma contradição. Só costumo pedir que haja ao menos um pouco de coesão ao invés de argumentos soltos e emendados com durepox.

    Daqueles que prezam a liberdade. Minha defesa é:
    Quem sabe da voz de todos os mortos pelas ditaduras socialistas que já perduram por quase um século?

    Ou quem sabe daqueles que são obrigados a ouvir essa m**** de doutrinação marxista todos os dias nas escolas, emprego e universidade?

    Talvez daqueles cidadãos que são sempre incomodados por comunistas playboys entregando cartilhas da UJS no caminho do terminal de ônibus?

    Quem sabe não está defendendo os interesses de alguém que ganhou seu dinheiro ao oferecer um serviço que outros compraram por iniciativa própria e que não deseja ser considerado um bandido por isso?

    Ou quem sabe para preservar a memória de todos aqueles que morreram em vão em um campo de trabalho forçado para no final algum jovem intelectual desgraçado(Ou algum intelectual já envelhecido que nunca cresceu) fazer apologia de sua dor em prol de alguma utopia cretina?

    Estes burgueses reacionários são mesmo incompreensíveis, não?

  11. Annabella Orsola Bellini Schimmelpfenning disse:

    Vai pra Cuba,Gílber, vai seu petista/comunista/populista!!!
    Vai ver o quê é pobreza e prostituição!
    Vai ver como vivem os ‘camaradas’ que rezam todos os dias para os Castro morrerem.
    – Só idiota apoia um regime desses, mais de 53 anos de ditadura !!!
    PALHAÇOS…!!!

    Cuba: o país onde é proibido prosperar
    Por que em Cuba, melhorar de vida, ainda que honestamente, é um ato tão subversivo quanto dar uma opinião sobre a política nacional.
    E vc ainda vem com essa que não é petista, mente, como mente sobre seu socialismo livre, que é só engodo, no segundo turno vc vota nela seu cara de pau. Ou vai negar??? Há a Burguesia….

  12. PM Francisco disse:

    E o que o marxismo, o maior de todos os experimentos sociais humanos, realizou para seus cidadãos pobres à custa deste sangrento número de vidas humanas? Nada de positivo. Ele deixou em seu rastro apenas desastres econômicos, ambientais, sociais e culturais. ESSE M**** APOIA OS BANDIDOS, BLACK BOOKS, PT, SINDICATOS, MAIS ESTADO, enfim apoia o demônio do Marx. Quem apoia bandido, bandido é.
    Quando ele pergunta a um comentário o que este quis dizer, é porque um dos dois é burro. Quem sera???? Acorda PM mineira.

  13. Professora Leila disse:

    A grau da doutrinação marxista nas escolas públicas e universidades é tão grave quanto as provas do Enem, que exalam esquerdismo em quase todas as questões, ela já está enraizada na cabeça dos jovens, zumbis manipulados pelo socialismo fracassado, que ainda nem tem ideia do que defendem e escrevem. Nessa universidade. que nos pagamos os salários desses salafrários, com pesados impostos, esta promovendo esse disparate. Acorda povão.

  14. Chemin De Saint Jacques "CUBANA" disse:

    YO, acuso a Fidel y Raúl Castro del asesinato de miles de cubanos. -Los acuso de haber destruido a la nación cubana hasta reducirla a escombros. -Los acuso de la masacre del río Canimar. -Los acuso de haber fusilado a hombres y mujeres que se opusieron a su régimen de terror. -Los acuso de haber adoctrinado a generaciones enteras de cubanos. YO, acuso a Fidel y Raúl Castro de haber desmembrado a la familia cubana hasta enfrentar a hijos contra padres. -Los acuso del derribo de las avionetas de Hermanos al Rescate . -Los acuso de haber asesinado a Wilman Villar Mendoza. -Los acuso de haber quebrado la economía de Cuba y de haberse robado todo el dinero de la nación. YO acuso a Fidel y Raúl Castro del vil asesinato de todos los que perecieron en el Remolcador 13 de Marzo y de haber impedido que los restos fueran rescatados del fondo del mar. -Los acuso de haber sometido a base de terror a todo un pueblo manteniendo un eterno estado de sitio. -Los acuso de la muerte de Oswaldo Paya y Harold Cepero. YO ,acuso a Fidel y Raúl Castro del encierro por motivos políticos a Sonia Garro , Armando Sosa Fortuny , Ángel Santiesteban , Ramón Alejandro Muñoz y miles de cubanos más. -Los acuso de las golpizas que reciben las Damas de Blanco . Los acuso de toda la represión en contra de opositores pacíficos. -Los acuso de ser traidores a la patria. YO, acuso a Fidel y Raúl Castro de ser los responsables de todas las muertes ocurridas en el Estrecho de la Florida , cubanos/as que solo querian huir de la falta de libertades y el hambre imperante en la isla. -Los acuso, de ser los autores intelectuales de todos los asesinatos políticos en estos 54 años de dictadura que han implantado. -Los acuso de apátridas y terroristas. -Los acuso de haber prostituido los símbolos patrios de la nación cubana haciendo que el mundo nos vea como invasores. -Los acuso de la prostitución infantil que ellos promueven descaradamente. -Los acuso de haber fusilado a mujeres cubanas opositoras a su régimen de terror. -Los acuso de la degradación moral en la que vive hoy el pueblo de Cuba. -Los acuso de las muertes por huelga de hambre de muchos cubanos en este mas de medio siglo de opresión. -Los acuso y los hago responsables directos de las muertes de miles de cubanos en el Estrecho de la Florida. Y por si fuera poco, los acuso de todas las lágrimas de madres cubanas por no saber donde están enterrados los hijos que ellos dos les asesinaron.

  15. Manoel Braga disse:

    Como todos sabem, vivemos num totalitarismo de esquerda. A rubra súcia domina o governo, as universidades, a mídia, a cúpula da CBF e a Comissão de Direitos Humanos e Minorias, na Câmara. O pensamento que se queira libertário não pode ser outra coisa, portanto, senão reacionário. E quem há de negar que é preciso reagir? Quando terroristas, gays, índios, quilombolas, vândalos, maconheiros e aborteiros tentam levar a nação para o abismo, ou os cidadãos de bem se unem, como na saudosa Marcha da Família com Deus pela Liberdade, que nos salvou do comunismo e nos garantiu 20 anos de paz, ou nos preparemos para a barbárie.

  16. Sophia Emma Schmidt Hartmann disse:

    Cuba é tão democrático, que lá só foram escolhidos dois presidentes diferentes há mais de 50 anos. Isso é que é democracia. Vai vendo ! E esse pessoal socialista querem impor isso para o Brasil. Mas nosso socialismo é livre, blá, blá, blá….

  17. Sophia Emma Schmidt Hartmann disse:

    Assim são os marxistas, todos farinha do mesmo saco. Deem credibilidade a esses socialistas, depois aguentem as consequências.

    Dilma sem vergonha.

    Não entendi, uma esquerdista chamando sua prole de FASCISTAS, será que a hipócrita esqueceu o que fez e apoiou no passado, por exemplo, quando a VPR lançou um carro bomba contra o QG do II Exército em São Paulo matando um soldado e ferindo outros seis ???

    Talvez a gerentona petista tenha sido acometida de amnésia ou quem sabe, é uma tremenda de uma sem vergonha.

    >>>>>>>>>>>>>>>>>

    A imprestável e repugnante Dilma Rousseff, afirmou nesta sexta-feira 01/11 em entrevista a rádios da Bahia que apoia manifestações pacíficas pelo País, mas repudia o “uso da violência” e o vandalismo, “que destrói patrimônio público e privado e fere gravemente pessoas”.

    Dilma fez críticas diretas aos Black Blocs, grupo de manifestantes que atua com o rosto coberto e com violência contra o patrimônio público e privado, a quem chamou de FASCISTAS.

    Segundo Dilma, esses manifestantes “provocam ferimentos, machucam e mostram, não a civilização e a liberdade da democracia, mas mostram a barbárie”.

    Ver publicação no Facebook · Editar configurações de e-mail · Responda a este e-mail para adicionar um comentário.

  18. PM Francisco disse:

    BLACKS BOSTAS QUE ESSE GÍLBER ESTÃO SIM À SERVIÇO DO PT MARXISTA, E DOS SOCIALISTAS E CONTRA A ORDEM PÚBLICA !
    QUER QUE EU DESENHE?

    VAMOS AOS FATOS :

    A Polícia militar realmente nunca teve um preparo maior para lidar com as manifestações populares, Isso é fato! Mas não por culpa dela, mas por culpa do próprio Estado que nunca investiu nessa corporação. Na verdade, sempre foi o objetivo dos Esquerdopatas quebrar a Polícia Militar e implantarem A MILÍCIA PARTIDÁRIA TERRORISTA NO SEU LUGAR. Mas como sempre eles fazem, os esquerdistas doentes, para alcançarem seus objetivos, eles são capazes de tudo. Mas para saírem de “bonzinhos” e justificarem junto à opinião pública o desmantelamento deles das entidades em prol de seu objetivo comunista, primeiro eles aparelham uma luta popular com uma frente para esse fim. Aqui, no caso, Os Black Blocs é que estão servindo como ferramentas da Esquerdopatia, PT e partidos signatários do FORO SP, para causar violência e colocar a culpa na PM. Vejamos : Os protestos dos BBs não são espontâneos, mas sim protestos programados para serem msm violentos, provocativos (pq há um objetivo nisso, no caso a desmilitarização da PM) , aí vem uma polícia, que foi, propositalmente, mal preparada pelo Estado e com as ordens do Estado q não quis prepará-la (pq há um fim a ser alcançado) , para conter essa manifestação violenta ( na vdd, eu acho q a PM, dentro do seu mal preparo, está tendo até paciência demais ). Logo, assim, o Estado q não preparou a polícia proposital, não investiu na sua humanização, no seu preparo especializado nisso, nada fez para valorizar essa categoria, vem com a sua “solução” mentirosa e dissimulada , então, para justificar a desmilitarização da PM e implantar a sua tão sonhada milícia partidária, que servirá, tão somente aos fins do partido e nunca para defender a ordem pública. Será uma Milícia parcial que, se vc , Se estiver à favor do governo, aí vc será protegido, mas se não, se discordar, então, prepare-se, pois vc será Eliminado. Abram o olho, povo ! Analisem ! reflitam ! Cuidado com o PT ! Ele é astuto e os Blacks Bostas estão usando essa violência toda para que o PT faça o que eles sempre sonharam e alcancem o seu objetivo que é comunizar o aís e acabar com a nossa democracia e liberdade. Fora PT ! Fora Partidos esquerdistas comunistas ! Comunismo não ! Liberdade sim ! Acordaa, Brasil !!

  19. Annabella Orsola Bellini Schimmelpfenning disse:

    Hahahahahahahahaha !!!
    Kekekekekekekekekekeke !!!

    A Cristina ‘sifu’ nas eleições parlamentares recentes!
    Está acabando um ciclo de ‘burrices políticas e econômicas’…na América Bananeira; o povo da Argentina está acordando…em tempo.
    AGORA, SÓ FALTA AQUI NO BRAZIL VARONIL, em Cuba, na Venezuela, e poucos outros lugares.
    Falando em Venezuela, o amiguinho do Lula e da Dilma, ‘o Maduro Verde Avermelhado’…está ‘dando o cano nas empresas brasileiras, não paga o que importa, e ficará por isso mesmo, ‘são hermanos dos retrógrados políticos brasileiros’.
    SERÁ QUE ALGUM BEÓCIO, PARVO, ABDERITA, como muitos que defendem o sem nexo, ainda consegue apoiar regimes assim, tipo: Social/Comunista/Populista…e que só existem em lugares como Cuba, Venezuela, Argentina, North Korea, e outros países bananeiros pelo mundo!
    Existem sim, e mesmo aqui nesse grupo têm muitos parvos, alguns até ‘estudados’…!!! Né seu marxista Gílber???

  20. Manoel Braga disse:

    O que você faz?
    Ah, eu sou o substituto eventual do Coordenador-Geral da Coordenação-Geral de Produção Associada e Desenvolvimento Local do Departamento de Qualificação e Certificação e de Produção Associada ao Turismo da Secretaria Nacional de Programas de Desenvolvimento do Turismo.
    Parece piada, mas saiu no Diário Oficial da União de quarta-feira passada.
    É isso que esse tonto não percebe do mais estado.

    • “Tonto”? Você acredita mesmo que eu sou um “tonto”? Infelizmente, quem não sabe debater, quem não consegue perceber que existem pontos de vista diferentes na história da luta de classes, partem para a grosseria argumentativa. Lamentável que a formação do brasileiro esteja nesse nível! A educação brasileira é mesmo um fiasco! Não consegue formar nem pessoas que sabem debater e discordar com decência!

  21. Chemin De Saint Jacques "CUBANA" disse:

    La lucha de clases justificó y expandió sin escrúpulos el crimen, el robo, la mentira, la injusticia, la traición, la hipocresía, el abuso, la envidia, la ingratitud, el oportunismo, la indolencia, la vagancia y muchas aberraciones más. El culto a la inverecundia se convirtió en el pan nuestro de cada día en la vida del hombre nuevo identificado como “el compañero”

  22. Rodolfo Pereira Mascarenhas disse:

    Vai lá participar dessa roda de conversa intitulada “A esquerda festiva” repetindo constantemente palavras como: “golpe, porco, capitalista, opressor, PIG, coxinha, maniqueísmo, burguesia, chico Buarque, 1964 é hoje, Cuba, cubanos, elite, direitistas, Olavo, Lobão e FHC.

  23. Professora Viktoria disse:

    A crítica de Marx à cultura de ter coisas só pela posse em si é válida. Só não é uma crítica ao capitalismo, como querem os comunistas… Capitalismo não te obriga a priorizar o acúmulo em relação ao consumo (aliás, não são os próprios comunas que ficam choramingando que capitalismo precisa de consumismo pra existir? Decidam-se, porra).
    Além do mais ele “esqueceu” de contar que comida, bebida, livro, teatro, etc. podem ser compradas logo em seguida com quanto mais você tenha acumulado.
    Marx era tão inteligente que muito antes da Semiótica Tensiva, ter descoberto o “modus operandi” do avarento, Marx já expunha a sua lógica, ou seja, viver na extrema penúria, para ter um monte de riquezas e viver rodeado delas sem poder tocá-la. A paranoia da cobiça é tão doentia, que os gregos criaram o mito de Midas, para mostrar seus perigos.
    Esse msm canastrão disse tb: ” as classes e as raças, fracas demais para conduzir as novas condições de vida devem deixar de existir. Elas devem perecer no holocausto revolucionário”. Lindo né

  24. Leo disse:

    Gílber, eu nunca entendi porque é ganância querer manter o dinheiro que você ganhou, mas não é ganância querer tomar o dinheiro dos outros como você prega?

    • Leo disse:

      OS GANANCIOSOS SÃO AQUELES QUE DEFENDEM COM FORÇA O DINHEIRO GANHO …
      EM COMPENSAÇÃO OS QUE TIRAM O DINHEIRO DOS OUTROS SÃO GATUNOS LADRÕES BANDIDOS…
      Os gananciosos devem ser aplaudidos…os gatunos devem ser presos…
      Há gatunos pobres e gatunos ricos … AMBOS DEVEM SER PRESOS…
      Há gananciosos ricos e gananciosos pobres… AMBOS DEVEM SER APLAUDIDOS…
      Ninguém é criminoso por ser pobre ou rico…só é criminoso QUEM COMETE CRIME.. e tanto faz ser rico , pobre , azul , amarelo ou branco…
      SE FOR CRIMINOSO DEVE ESTAR PRESO…
      Essa ideia modernista e idiota dos COITADINHOS que são CRIMINOSOS mas não têm culpa…é a maior estupidez do mundo…
      Os gananciosos podem ser criticados por excesso de defesa do seu dinheiro…
      MAS OS GATUNOS DEVEM SER PRESOS E CONDENADOS POR ROUBAREM aquilo que é dos outros
      O que é certo correto e honesto…NUMCA PODE SER MISTURADO com
      O que é errado desonesto e criminoso…
      Se concorda partilha …COM TODOS OS AMIGOS….!!!!
      E/OU adere aos grupos REVOLUÇÂO DO BOM SENSO…IMPOSTOS INJUSTOS NÂO…NOVO OCIDENTE….

    • O Socialismo Livre não propõe tomar dinheiro dos outros, mas sim estatizar os setores estratégicos da economia que são meios de produção geradores de riquezas que devem ficar com os trabalhadores e devem servir a quem de fato trabalha. Todos vão se beneficiar dessa estatização e não apenas uma meia dúzia de pessoas, como no caso da privatização.

  25. Sgt PM RJ Antonio Carlos Carneiro Pinto disse:

    Enquanto o cara esta na VASP (Vagabundos Anônimos Sustentados pelos Pais), é fácil fazer apologia ao socialismo burro de Cuba. Vai trabalhar e aprender a se sustentar por conta própria. e tenho dito!!!
    Só um ignorante pode ter o Che como idolo. Che Guevara era um psicopata. Fazia questão de executar os inimigos, indefesos é claro, com as proprias mãos, inclusive um menino de 12 anos, que foi preso porque estava defendendo seu pai, anticomunista. Era tão sanguinário que o Fidel, que não confiava nele, deu um jeito de mandá-lo para missões longe de Cuba.
    Tinha que haver um intercambio, idolatra a ditadura cubana que vá morar lá e não fique enchendo o saco. O BRASIL tem que crescer e sair das mãos desses loucos já…..liberdade

  26. Nayara Pérez disse:

    De acordo com NIETZCHE o socialismo/ comunismo nada mais é do que a RE-EDIÇÃO DA MONARQUIA ABSOLUTISTA com sua corte frívola , fútil e corrupta , reis despostas e um povo imbecil trabalhando feito animal para sustentar o luxo da realeza
    Lembre-se de que vc desconta QUARENTA POR CENTO DO SEU SALÁRIO PARA SUSTENTAR A FARRA- ou seja, vc trabalha de graça CINCO MESES por ano….

  27. Marileia Gomes Duarte disse:

    No COMUNISMO CLÁSSICO tudo era feito ostensivamente: a centralização do poder e a revolução armada, com milhares de vítimas. No “NEO COMUNISMO LATINO” observa-se que tudo é feito paulatinamente, “na boa”, com sutileza, no “cinzento”, com estádios, com copa, com entretenimento, e com muita esperteza. E, talvez, o NEO COMUNISMO LATINO se apresente como: Revolução Bolivariana, Nacionalismo Boliviano, Sandinismo, FARC, OPM, Tudo pelo Social, Heróis contra a ditadura de direita, enfim, são movimentos semelhantes protagonizados por camaradas e companheiros. E, neste contexto o objetivo maior dos mentores destes movimentos não é o pobre, mas sim, agir em nome do pobre, mas em prol deles mesmos; os “operadores do Estado”. Estes “operadores do Estado” são semelhantes àqueles “milionários corruptos” do antigo Estado da URSS, ou, também, da China maoista. Em nome do povo, russo ou chinês, os camaradas que operavam os estados daqueles conglomerados se corromperam sobremaneira, e, como pessoas físicas, se enriqueceram acintosamente. Hoje, estes larápios escondem suas fortunas em paraísos fiscais, como Chipre, por exemplo. E,por outro lado, os povos da Rússia, Polônia, Uzbequistão, e tantos outros, continuam tais quais antes.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s