Escândalo: IPSEMG e MADRECOR negam cirurgia a uma Orientadora Educacional em Uberlândia, Minas Gerais.

A professora/orientadora educacional Rosimeire da Costa Maximiano, funcionária da Rede Estadual de Ensino de Minas Gerais, lotada na Escola Estadual Teotônio Vilela, em Uberlândia, está vivendo um drama nas mãos do irresponsável sistema de saúde público mineiro. Ela fraturou o ombro em três lugares, no dia 12 de setembro, e há 19 dias está internada no Madrecor, tendo sua cirurgia negada por esse hospital que recebe funcionários públicos estaduais conveniados pelo Ipsemg. A negativa está em torno do custo das placas que serão gastas na cirurgia. O Ipsemg diz que vai cobrir apenas R$1.800,00 com o custo da placa e o Madrecor argumenta que a placa custa R$8.000,00. Há 19 dias, a orientadora de ensino está internada sendo pressionada pelo seguinte dilema: ou paga a cirurgia ou o Madrecor e o Ipsemg não se esforçam para fazer a operação. Enquanto isso, o braço da companheira corre risco, inclusive, de evoluir para infecção grave, ao ponto de ter de ser amputado.

Como a paciente é uma funcionária pública estadual e não uma política influente ou uma pessoa da classe burguesa desse país – que, caso o fosse, já teria resolvido o problema no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, por exemplo – em suma, como se trata apenas de uma simples e dedicada orientadora educacional que recebe um salário miserável no Estado de Minas Gerais, pagar os R$6.200,00 restantes para fazer a cirurgia representaria um difícil endividamento para a companheira trabalhadora em educação. Conclusão: internada e vivendo esse drama, ela corre o risco grave de ter sequelas incomensuráveis por conta desse descaso.

Rosimeire da Costa Maximiano, até agora, com a solidariedade do pastor de sua igreja, que é advogado, e com o acompanhamento político do Sind-UTE Uberlândia, entrou com mandato de segurança no Ministério Público e aguarda ansiosa mais um dia pela liberação ou não de sua cirurgia. Enquanto isso, na mídia, o governo Anastasia/Aécio Neves faz propaganda enganosa na televisão, dizendo que Minas Gerais tem o melhor sistema de saúde da região sudeste. Contudo, o que se vê, na prática, é o total descaso tanto da política do governo, tanto do Ipsemg, quanto do Madrecor, que é um hospital privado que presta serviço para o Estado de Minas Gerais através de convênio com o Ipsemg.

Na lógica deles, o que interessa, no caso do Madrecor, é lucrar com a cirurgia da paciente. E o que interessa, do ponto de vista do Ipsemg e do governo Anastasia/Aécio Neves, é gastar o mínimo com a saúde pública dos servidores públicos estaduais. Isso é ou não é um escândalo? Ainda temos desavisados que defendem privatizar a saúde, ao invés de exigir investimento público massivo no setor, para que a vida esteja acima do lucro e não o contrário.

Compartilhem, denunciem. Hoje o problema é de Rosimeire, amanhã o problema pode ser seu. Exigimos cirurgia já para companheira Rosimeire e tantos outros casos que são vítimas dessa política calamitosa de assistência à saúde em Minas Gerais. Custe R$8.000,00, custe R$100.000,00, que a vida seja colocada acima do lucro.

Para enviar mensagens de solidariedade e apoio à luta da companheira, segue o e-mail dela: rosemaximiano@yahoo.com.br e no facebook: rosemaximiano5@gmail.com

Por: Gílber Martins Duarte – Socialista Livre – Conselheiro do Sind-UTE / MG e diretor da subsede do Sind-UTE em Uberlândia – Professor da Rede Estadual de Minas Gerais – Doutorando em Análise do Discurso/UFU – Membro da CSP-CONLUTAS.

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62 respostas para Escândalo: IPSEMG e MADRECOR negam cirurgia a uma Orientadora Educacional em Uberlândia, Minas Gerais.

  1. Sol disse:

    Sempre tive descontado em meus contracheques a contribuição devida ao IPSEMG, mesmo não usufruindo dos serviços oferecidos por essa instituição. Em 2010 resolvi usá-lo e, infelizmente, me decepcionei muito.
    Descobri que desde 2008, fui desvinculada sem que nenhuma informação me fosse dada e com um detalhe, nunca deixaram de fazer o desconto em todos os meus contracheques.
    Mesmo apresentando todos os comprovantes, só pude ser atendida três meses depois. E isso porque ligue e enviei mensagem à Central/BH exigindo meus direitos! É muito triste todo esse descaso mas não podemos desistir!

  2. Maria Tereza disse:

    Colegas da educação de Minas Gerais também sou funcionária da escola Teotônio Vilela em Uberlândia . Precisei marcar consultas com cardiologistas , clínico geral e outros médicos pelo fato de precisar passar por uma perícia em BH. Afirmaram que não tem vaga e que só no próximo ano. Isso foi no hospital madrecor em Uberlândia . Liguei em BH e fiz minha reclamação ao seplag , central de perícia médica . Pediram para mim comparecer a perícia sem os exames . Mas não podemos colegas aceitar está situação se pagamos convênio ? O mais nem pagando a consulta não quiseram aceitar , alegando que tenho convênio . Como tenho convênio se não tem vaga. É realmente um descaso. Estou com uma cirurgia que deveria ser feita com um dentista a um bom tempo , não posso pagar , e pior o convênio não tem dentista. Vamos a luta , o lucramos com o sistema de ensino de MG se o convênio é precário ? Vamos a luta !!!!

  3. Hahahahahahahahahaha…. Eis a prova que o Estado é burocrático.E tem professor que ainda defende a implantação de ditaduras comunistas.
    Ao contrário dos socialistas, que após dois ou três livros já herdam um pacote ideológico (reinventada hoje sob a égide do “progressismo”, ou “socialismo livre” é ainda o mesmo movimento,talvez o único movimento no Ocidente com continuidade histórica, reconhecimento de seus líderes passados e com o mesmo projeto futuro, tanto é que seu lado mais “democrata”, como o da presidente Dilma Rousseff, nunca rompe seus laços de amizade com ditaduras decrépitas do meio da Guerra Fria, como o totalitarismo de Cuba, uma das ditaduras mais longevas do planeta, causadora da morte de cerca de 100 mil pessoas em mais de meio século.), o liberalismo não trata-se exatamente de uma ideologia. Partimos de pequenas constatações óbvias, de que o ser humano precisa de ampla liberdade para desenvolver-se plenamente.

    Existe uma miríade de pensadores liberais e cada um deles tem uma visão diferente do mundo. Alguns, pensam que a liberdade é providencia divina, outros tem um caráter mais agnóstico ou mesmo ateu. Alguns ponderam valores sob uma perspectiva mais conservadora outros são mais libertários.

    Uma citação de MARX sobre o seu método científico:

    “…o método que consiste em elevar-se do abstrato ao concreto não é senão a maneira de proceder do pensamento para se apropriar do concreto, para reproduzi-lo. O concreto é concreto porque é a síntese de várias determinações diferentes é unidade na diversidade. Por isso, o concreto aparece no pensamento como processo de síntese, como resultado, não como ponto de partida, ainda que seja o ponto de partida, ainda que seja o ponto de partida efetivo e, portanto, o ponto de partida da intuição e da representação”

    O interessante é que esta mesma citação está presente em vários trabalhos acadêmicos, inclusive em propagandas de eventos em universidades públicas. Agora ficam algumas perguntas:

    1- Marx está sendo claro no que ele esta dizendo?

    2- As pessoas realmente entendem a mensagem que ele desejava passar?

    3-Por que esta mesma citação está presente em tantos trabalhos ou eventos acadêmicos?

    Ao contrário da ficção seja na literatura de Marx ou nas novelas da Globo: o comunismo não é invenção do proletariado mas de “intelectuais” que nunca trabalharam na vida. E mais: em uma sociedade comunista não existem trabalhadores mas escravos em precárias condições. Na Coreia do Norte não há salários, apenas uma renda média de US$2 em função do mercado negro. Na Coreia do Sul a média é US$ 2180, mais de 1000 vezes o valor na nação comunista.

    A ideia de planejamento central promovida pelos marxistas é um dos maiores perigos do sistema socialista. Esse meio consiste em substituir a produção direcionada para o lucro dos capitalistas, por um sistema de produção para o uso.

    Existem diversos problemas relacionados à essa ideia de produção para o uso, mas gostaria de focar em dois desses.

    O primeiro é o óbvio ululante. . . ninguém detém todas as informações necessárias para dizer exatamente o que deve ou não ser produzido e em qual quantidade – ou no popular – ninguém sabe de tudo. A informação sobre o que deve ou não ser produzido, está diluído em cada um dos agentes do mercado. . . ou seja, em nós mesmos. Quando compramos um produto e deixamos de comprar outro, damos o nosso voto sobre qual é a marca que deve prevalecer e qual deve desaparecer. Aqueles empresários que melhor atender aos nossos desejos ficarão ricos, os outros irão à bancarrota.

    Quando o governo decide centralizar esse tipo de informação em meia dúzia de burocratas o que acontece? Acontece o que vemos na Venezuela, falta de papel higiênico, prateleiras vazias. Acontece o que vemos na Argentina, onde o pão está custando quase 7 reais, num país que sempre foi um dos grandes produtores de trigo. Miséria.

    O outro problema, foi identificado por Hayek em seu livro “O caminho da Servidão” (livro que ele dedicou à todos os socialistas). Hayek percebeu que só é possível a existência de liberdades individuais e políticas num ambiente onde existe liberdades econômicas. Isso porque um sistema com um rígido controle econômico, gradualmente evolui para campos que antes não tinham (aparentes) relações com à economia.

    Por exemplo, um sistema econômico que tem o poder de dizer quanto de tabaco pode ser produzido e a carga tributário sobre todos os produtos, pode, para o “bem de todos”, transformar o cigarro num artigo de luxo. Um exemplo pior, num sistema onde existe o planejamento sobre a produção de papel, pode dizer exatamente quais livros, jornais e revistas podem ser publicados.

    Procure identificar outros exemplos. . .é um exercício bem fácil e deprimente.

    Portanto queridos professores, lutem por um Estado menos burocrático e assistencialista. O SOCIALISMO, é sim um retrocesso da democracia, VIVA A LIBERDADE. FORA CORRUPTOS E DITADORES.

    • Você é mesmo um insensível com essa sua paranoia antimarxista, Gladimir. Uma pessoa sendo vítima do descaso da saúde privada (o Madrecor é um hospital privado, se você não sabe), e vítima também do Estado de Minas Gerais, através do IPSEMG, que é administrado por um governo neoliberal do PSDB, que não constrói hospitais públicos no Estado, preferindo fazer convênios com a máfia da saúde privada, como é próprio da sua visão política burguesa, para dar dinheiro para essa máfia, e você, Gladimir, vem aqui achar graça com seu hahahahahahaha, e fazer discursos vazios contra o socialismo. Ela, Rosimeire, está sendo vítima desse seu podre capitalismo selvagem que coloca o lucro acima da vida. É por conta da privatização da saúde e por conta da ausência de assistência do Estado é que a companheira está internada há 16 dias, esperando uma cirurgia. Guarde seus risos infelizes, guarde seu hahahahahahahahahaha, para outro momento, Gladimir. E na lógica da saúde privada que você tanto defende, eu sei muito bem quem vai ganhar com isso: os donos de hospitais! Os pobres vão morrer do lado de fora do hospital, porque não conseguem pagar R$8.000,00, como é o caso da professora Rosimeire, não conseguem pagar R$30.000,00, e etc, como é o custo de várias internações. Presta mais atenção na vida, Gladimir. E, se depender do Sind-UTE/MG, o Madrecor, hospital privado, vai pagar caro, se a companheira perder o braço. Tanto o Madrecor, quanto o Estado Burguês de Minas Gerais, administrado pelo PSDB de Aécio Neves/Anastasia que deixa as pessoas nessa situação de calamidade. De todos o seus comentários já postados nesse Blog, Gladimir, este seu hahahahahahaha, é o que mais revela o ponto de insensibilidade moral que chegou o seu fanatismo burguês-neoliberal. Essa campanha que estamos fazendo via esse Blog pela cirurgia da companheira é uma campanha muito séria, que envolve saúde ou sequela irreparável, portanto, risos irônicos com a situação, em meu ponto de vista, é blasfêmia contra a vida dos trabalhadores. Se não respeitam os Socialistas Livres, respeitem, por favor, a companheira Rosimeire, que é professora, trabalhadora da educação, e que só precisa de uma cirurgia no podre sistema capitalista burguês, sistema tão amado por Gladimir.

      • Leo disse:

        Nossa Gílber! Está tão eivado de marxismo que vc não escuta mais nada, ou sequer dar a si mesmo a possibilidade de averiguar as fontes do outro lado. (eu não preciso, digo por experiência própria que eu já fui esquerdista e já vi a história por esse prisma) Gílber, direitistas não são maus, tampouco só empresários e aristocratas é que são direitistas. O capitalismo não nenhum paraíso claro, mas frente às atrocidades que esse regime comunista cometeu e ainda comete em todos os lugares que essa utopia tentou se instalar, o capitalismo é ainda o único sistema que consegue abrigar a democracia harmoniosamente. Veja, até com uma carrocinha de carrocho quente é possível fazer dinheiro no capitalismo, basta que para isso vc saiba poupar e investir o seu dinheiro conquistado com os seus esforços e ampliar o seu negócio. Muitos empresários já foram um dia empregados e com dedicação hoje são empregadores. Nesse sistema o estado suga pouco do seu dinheiro com impostos cada vez mais alto. Pense nisto com carinho ok?

      • Fernando Pereira Silva Morais disse:

        Socialistalivre. Se ligue no post do Graaaaaaande Cel Gladimir e do Leo. Pense a respeito. Não apenas pense mas tente averiguar as fontes do “outro lado” também, aí no fim vc tira tuas conclusões.Meu grande Coronel Gladimir valeu pelos esclarecimentos. Engraçado que essa galera ditas esquerda nunca está satisfeita com nossas fontes de estudo. No entanto, eles não tem fontes sérias para defender essa bobagem toda. Por exemplo, eu quero ver um historiador sério que REFUTE a quantidade de mortos pelos regime comunistas mundiais, ah não tem né?

      • Leo disse:

        Qual o remédio para as mazelas africanas?! Este vídeo responde à pergunta: mercado ao invés de esmolas!Ele humilha a esquerdalhada assistencialista, os socialistas livres.

      • O Brasil é capitalista, e aqui um ser humano aguarda 16 dias para uma cirurgia, tudo porque o glorioso capitalismo defendido pelos antimarxistas não podem gastar com a vida humana. E ainda vem alguns aqui tirar onda com quem está lutando contra esse sistema miserável? O capitalismo assassina as pessoas diariamente, reflitam, olhem para o mundo. No Brasil, por falta de educação, só de acidentes de carro morrem 40 mil pessoas no ano. Por conta da violência contra a mulher, morrem milhares de companheiras. Por conta da violência urbana, mata-se mais do que qualquer guerra. O capitalismo é um sistema genocida lento, que mata as pessoas sem atendimento à saúde nos hospitais, sem escola de qualidade para orientar para a vida, sem emprego, jogados na violência das favelas, de fome e com suas guerras intermináveis. Ah, e quando defendemos que um ser humano tem direito a receber uma simples cirurgia, ah, aí somos “sentimentalistas”, como diz o Gladimir, rindo com seu hahahaha de nossa luta. É claro, se o Gladimir é coronel do exército, como diz o Leo, aliás, nunca me importei em saber qual é a profissão do Gladimir, porque prefiro debater ideias do que profissão das pessoas, mas, com toda certeza, se o Gladimir é coronel do exército, entendo agora o motivo de sua insensibilidade perante o caso de Rosimeire, é que jamais ele precisará de ficar internado em um hospital privado como o Madrecor, a depender de um convênio como o IPSEMG, gestado irresponsavelmente pelo governo do PSDB mineiro, para fazer uma cirurgia de um ombro fraturado que custa R$8.000,00 e essa certeza, faz com que ele não tenha sensibilidade para se colocar no lugar dos trabalhadores que se encontram nessa situação. Se de fato é Coronel do Exército, e se fosse sensível aos trabalhadores, e se se colocasse no lugar dos trabalhadores, ao invés de rir de nossa luta, deveria usar de sua influência política para sugerir às autoridades políticas para tirar a professora do estado de angústia em que se encontra, jogada em um hospital, esperando que algum Juíz obrigue o Madrecor e o Ipsemg a fazer a cirurgia da companheira Rosimeire, cirurgia, aliás, que não é gratuita, porque os trabalhadores em educação pagam o convênio do IPSEMG descontado todo mês em nossa folha de pagamento. Portanto, a luta dos trabalhadores não deveria ser motivo de pilhéria pública, e enquanto socialista livre, meu compromisso é única e exclusivamente o de defender justiça para os que de fato trabalham nesse mundo, os trabalhadores em geral. Não acho graça nenhuma no descaso do Estado e no descaso dos hospitais privados perante a vida das pessoas. Rosimeire é um caso dentre milhares de outros casos sofridos pelos trabalhadores mundo afora. Não tem graça.

      • Gílber!
        Você entendeu sim, meu hahahahaha…… que foi para sua defesa de um estado socialista e peguei exemplo de como o estado não funciona, não existe estado eficiente, principalmente os socialistas. Não fique insinuando ou colocando palavras em minha boca, jamais iria debochar de alguém nessa situação lamentável que se encontra a professora. Lave sua boca antes de insinuar contra minha profissão. O Brasil esta muito longe de ser capitalista.
        Se você está preocupado com a ‘justiça social’ e quer genuinamente ajudar os pobres a subir na vida de maneira permanente e independente, há alguns procedimentos que você pode seguir.
        Sua primeira e imprescindível obrigação para com os pobres é: não se torne um deles e não faça com que outros se tornem um deles. Será muito mais difícil ajudar pessoas pobres se você ou seu vizinho se tornar pobre. Assim como você não deve se tornar pobre, você também não deve defender políticas que levem ao empobrecimento de ricos na crença de que isso levará ao enriquecimento dos pobres. Para o pobre, não interessa se foi você ou o seu vizinho que empobreceu por meio de medidas do governo; a situação dele não melhorará. Um rico empobrecido não cria um pobre enriquecido. A economia não é um jogo de soma zero.

        Não sendo pobre, você tem uma escolha: você pode dar o peixe para os pobres comerem ou você pode lhes arrumar um emprego e ensiná-los a pescar o peixe por conta própria — isto é, ensiná-los a serem seres humanos produtivos.

        O que nos leva à sua segunda obrigação: se você quer ensinar os pobres a serem independentes e capazes de se auto-ajudar, comece dando o exemplo ainda dentro de sua própria casa. Crie seus filhos de maneira austera. Filhos independentes e não-mimados se tornam mais produtivos, mais solícitos, mais realistas e menos propensos a roubar ou a ser desonestos. No futuro, seu filho poderá servir de exemplo comportamental para aquelas pessoas que você está preocupado em ajudar.

        Dado que todos vivemos no mesmo planeta (e não há como fugir dele — vivos), todos enfrentamos o mesmo problema sobre como alocar recursos escassos da maneira mais eficiente possível do modo a satisfazer desejos cada vez maiores (já são quase 7 bilhões de pessoas na terra). Há duas maneiras de se alocar recursos: 1) por meio da força, ou seja, por meio de decretos e coerções governamentais; ou 2) voluntariamente, por meio do sistema de preços fornecido pelo mercado.

        Esta segunda maneira é mais duradoura e, logo, preferível para ser adotada com o intuito de sustentar a vida de um enorme número de pessoas. Por isso, é também sua obrigação explicar às pessoas — principalmente aos seus amigos igualmente sedentos por ‘justiça social’ — como funciona uma economia de mercado e por que apenas ela pode criar a maior quantidade possível de bens e serviços para os mais pobres, melhorando seu padrão de vida. Todo e qualquer sistema econômico socialista sempre culmina em escassez e em racionamento de recursos, exatamente o contrário do que você quer para os mais pobres.

        Sua terceira obrigação para com os pobres é dar bons exemplos, de modo que eles se sintam estimulados a emular seu sucesso. Não minta, não roube, não trapaceie e não tome dinheiro das pessoas, tampouco utilize o governo para fazer isso por você. Não enriqueça por meio de políticas governamentais. Não aceite dinheiro nem privilégios do governo — dado que o governo nada cria, tudo o que ele lhe dá foi adquirido coercivamente de terceiros (na esmagadora maioria dos casos, contra a vontade de seus legítimos proprietários), uma medida que gera apenas ressentimento destes pagadores de impostos. Uma civilização que é erigida sobre o roubo e sobre privilégios não pode ser duradoura. Dê o exemplo não contribuindo para o perpetuamento deste arranjo.

        Em um futuro muito próximo, será cada vez mais difícil para um indivíduo preservar sua riqueza. Governos falidos ao redor do mundo — consequência econômica inevitável de estados assistencialistas e inchados — estarão sedentos para confiscar quaisquer ativos remanescentes em uma desesperada tentativa de prolongar sua sobrevivência (mas sempre em nome do “bem público”). Os direitos individuais serão abolidos em nome do ‘bem comum’ e várias leis serão criadas com o intuito de tornar ilegal qualquer medida que vise a proteger a riqueza dos indivíduos mais ricos — e aí sim veremos uma verdadeira caça às bruxas.

        Algumas pessoas acreditam que poderão evitar problemas caso voluntariamente entreguem seu dinheiro para o governo (ou peçam para que o governo o tribute). Pode ser, mas o fato é que durante a hiperinflação da França nos anos 1790, os ricos que não fugiram foram decapitados. Talvez a França tenha sido um caso extremo, mas a história mostra que sempre que os ricos foram pilhados por políticos populistas, os resultados não foram bonitos. Portanto, não empreste sua retórica e nem dê seu apoio a políticos ou movimentos políticos que defendam o confisco direto da riqueza dos mais ricos. Além de os pobres nunca terem sido beneficiados por tais medidas (algo economicamente impossível), você estará apenas aumentando o número de pobres.

        Portanto, sua quarta obrigação para com os pobres é assegurar parte da sua riqueza para as gerações futuras. Dado que você genuinamente quer ajudar os pobres, acumule o máximo possível de ativos, trabalhe bastante e produza muita riqueza durante seu tempo de vida. Ao produzir riqueza, você não apenas estará empregando pessoas e enriquecendo-as também, como estará produzindo para toda a humanidade uma maior quantidade de bens e serviços. É assim que você fará com que as pessoas subam na vida.

        Caso prefira o assistencialismo puro, você também tem a opção de distribuir toda a sua riqueza quando se aposentar ou quando morrer. Quanto mais riqueza você produzir, mais você poderá distribuir. Você tem liberdade de escolha. Em vez de folgadamente defender o esbulho da riqueza alheia, crie você próprio a sua riqueza e então a distribua para os pobres — ou, melhor ainda, empregue-os neste processo de criação de riqueza.

        Durante este processo, você terá de saber manter seus ativos a salvo do perigo, evitando que sejam confiscados pelo governo ou que simplesmente sejam esbanjados e dissipados. É neste quesito que você terá seus maiores problemas, muito embora várias famílias já tenham demonstrado ser possível manter sua riqueza ao longo de gerações. Sua riqueza provavelmente estará na forma de ativos produtivos que são difíceis de serem movidos de um país para o outro. Isso tornará mais difícil se proteger do governo doméstico, que estará ávido para confiscar sua riqueza quando ele precisar do dinheiro. Conclusão: você terá de diversificar seus ativos ao redor do mundo, de modo que, quando o governo de um país se tornar muito ganancioso (sempre para ajudar os pobres), você terá outra base de operações da qual operar. Isso irá garantir que você se mantenha fiel à sua primeira obrigação para com os pobres. Quem disse que é fácil concorrer com o amor do governo pelos pobres?

        Caso continue preferindo ensinar a pescar em vez de dar o peixe, sua quinta e última obrigação para com os pobres é legar em herança sua riqueza para alguém (ou para um grupo de pessoas) que irá dar continuidade ao seu trabalho de fazer deste mundo um lugar melhor para os pobres viverem, com uma maior produtividade e uma mais eficiente alocação de ativos. Esta poderá ser a tarefa mais difícil de todas.

        Ser caridoso com a riqueza dos outros é uma delícia. Arregaçar as mangas e produzir por conta própria aquilo que você quer ver distribuído já é um pouco mais trabalhoso. Mas seu amor genuíno aos pobres servirá de estímulo todas as manhãs.
        PORTANTO QUEM É MESMO O INSENSÍVEL AQUI?????
        Boa sorte!

      • Gladimir, seu jeito de comentar é o seguinte: você comenta três frases. E depois você dá Ctrl C e Ctrl V nos argumentos antimarxistas que você tem gravado no seu computador e que quer colocar. E para fechar o seu Ctrl C e Ctrl V, você comenta mais três linhas. Em outras palavras, você não está aqui com sinceridade querendo discutir o escândalo da assistência à saúde dos trabalhadores desse país, especificamente os casos semelhantes ao de Rosimeire, uma vítima dentre outras do sistema capitalista e da saúde privada. Em uma discussão real, em um problema real, você vem fazer pregação antimarxista vazia. Isso não é debate político. Por isso não cabe o hahahaha. Usar de uma questão séria para fazer propaganda antimarxista vazia, sinceramente, é totalmente fora de foco. Se a saúde privada funcionasse, se o lucro não estivesse acima da vida, o Madrecor já teria feito a cirurgia de Rosimeire. Todos os outros devaneios antimarxistas são vazios. Por que o lucro está acima da vida na saúde privada? Elementar.

      • Fernando Pereira Silva Morais disse:

        Agora esse Comunista apelou, né Cel Gladimir?
        Quem disse que é fácil concorrer com o amor do governo pelos pobres?
        Isso realmente é muito difícil, o governo gosta de criar novas formas de ajudar os pobres com o dinheiro dos outros, geralmente com o dinheiro também dos pobres. Mais impostos(40% no Brasil). Um assalto, um confisco social jamais visto, em nome do capitalismo do estado. Socialistas, comunistas estão acabando com a riqueza produzida no Brasil.
        Petistas são capitalistas do estado.
        O governo gosta é de criar mais pobres. É nesse sentido o “amor pelos pobres” que todos os governos têm.
        Esse Gílber é apenas um comunista falando besteiras sem um pingo de conhecimento sobre economia.
        Gostaria de ver ele defendendo uma tese com o doutor Gladimir na banca examinadora.

      • Trabalhadores não são pobres. São os criadores das riquezas do mundo. Burgueses, sim, são pobres, pois são parasitas, vivem de roubar o trabalho não pago dos trabalhadores, a mais-valia. É claro, a verdade para os amantes da burguesia dói no ouvido, preferem sonhar que riqueza é um destino vindo dos céus, uma questão moral. Mas basta uma greve geral da classe trabalhadora para deixar a burguesia em pânico. É claro, a economia não anda sem as mãos daqueles que de fato trabalham. É claro que os burgueses sabem que estou certo, mas a verdade deles não pode ser admitida em público, não é elegante à empáfia da classe dominante dizer: “ADMITIMOS, SOMOS UNS PARASITAS”. O dia que a classe trabalhadora acordar para o fato de que vivem tripudiadas por um embuste político-econômico, o entusiasmo burguês rui, como ruem os castelos de areia.

      • leo disse:

        Esse Gílber é (mais) um blogueiro desesperado por audiência. Ele lê o básico (pra não pagar mico) sobre um assunto polêmico, (só pra provocar 99% da população e dar uma de evoluído/superior), e fala aquilo que “pensa”. Será que ele sabe uma linha sequer de Economia segundo a tradição austríaca? Sera que ele já leu seu artigos de seu blog Cel Gladimir? Não né.
        E o pior é que ele consegue uma baita audiência!
        Não perca tempo com esse lixo doutor Gladimir. Criticas de alguém que nunca estudou o assunto não vale o tempo escasso que possuímos.

      • Que elegância argumentativa, Leo? Onde aprendeu esse gentileza? Que os socialistas livres são “lixo”, eu ainda não sabia. Mas eu tenho autoestima, seus espasmos verbais não me abatem. Quanto ao Gladimir, ele tem todas as discordâncias do planeta comigo e eu também tenho profundas discordâncias políticas com ele, porém, ele sabe que os Socialistas Livres tem princípio, aqui não tem censura política e aqui o debate é franco e claro, não tem ninguém que esconde nada, como a maioria da imprensa e dos blogueiros fazem, então, no fundo, ele respeita a nossa postura política, tão simplesmente por isso. Gladimir sabe que somos claros e sabe que não escondemos para debaixo do tapete as críticas e até os ataques levianos que nos feitos, a exemplo de suas palavras pouco generosas que eu tenho até medo de saber em que escola você aprendeu isso.

      • Gílber Marxista.

        Não se pode ignorar que a realidade prática e bradar cegamente nossas ideologias.
        Qual cartel você conhece Gílber, que não foi formado com o conluio do estado? Qual cartel você conhece que se originou em um cenário de genuína desregulação e de total liberdade de entrada no mercado? Qual cartel você conhece que se formou em um cenário de livre mercado?

        Todos os cartéis, monopólios e oligopólios que eu conheço operam justamente em um setor econômico em que há agências reguladoras (que existem justamente para formar cartéis e proteger as empresas favoritas do governo contra a livre concorrência), enorme burocracia e fartos tributos. Tais cartéis, monopólios e oligopólios se formaram justamente porque o estado fechou o mercado para eles, garantindo-lhes privilégios e blindando-os contra a livre concorrência.

        Gentileza se informar minimamente antes de vir bradando tolices marxistas “A esfera política deve interferir na esfera econômica sim, de forma moderada.” Essa intervenção já ocorre, e o resultado é criar justamente os cartéis que você diz querer combater. Pare de pedir a solução para aquele que justamente causa o problema. Como sempre quem usa o Ctrl C e Ctrl V, é você “burguesia, mais-valia, elite…..”

        Todas as pessoas que conheço, desde pobres até os mais ricos, rejeitam por completo a hipótese de se reduzir o governo. Alguns chegam a se irritar quando eu coloco os meus argumentos, revelando um espírito totalitário que visa esmagar a opinião contrária à sua.

      • Gladimir, o Estado capitalista é gerenciado pela burguesia. E no caso do capitalismo de Estado, Rússia, China, foi gerenciado na maior parte do tempo por líderes burocratas que também queriam tirar vantagens sobre o povo. Todas as classes dominantes, portanto, usaram do Estado para tirar vantagem. Nesse ponto concordo com você. Agora veja o outro lado: a ideologia do tirar vantagem em tudo é a ideologia da exploração e a ideologia da opressão, próprias de todos os sistemas até hoje existentes, escravismo, feudalismo, capitalismo, estalinismo. Revolução é criar uma outra lógica ideológica, socialista e livre, sem exploração e sem opressão. Isso tem de ser o princípio. Mercado livre, concorrência estão na mesma lógica do tirar vantagem em cima dos outros, tripudiando os outros, não consigo entender como alguém honesto pode achar que isso seja bom para a humanidade. Empacar o mundo nessa ideologia atrasada e não fraterna é um equívoco grave, se a pessoa de fato é honesta consigo mesma e com os outros.

      • Leo disse:

        Onde aprendi??? Com vocês comunistas. Simplesmente estou usando o mesmo vocabulário de vocês. Olha como você ofendeu o doutor Gladimir, (de obras sócias de grande magnitude principalmente na região norte do pais) em seu primeiro comentário. Infelizmente não sou militar como ele, mas respeito as instituições, ao contrario de vc, que prega a separação das classes. Não tem jeito. O comunista fanatizado e lobotomizado nem com dez anos de psicanálise consegue acordar. O cara não percebe que ele argumenta com fatos de cem anos atrás. O que está acontecendo e fedendo debaixo de sua napa, nos dias de hoje, não o incomoda e ele consegue ainda defender a imundície. Xô, ignorância.É com o livro da história do passado aberto e entendido, que se projeta a história do futuro.Cuidado seu Gladimir, isso é pura paixão.

      • Honestidade Gílber? Falando em revolução? A honestidade é a honra, uma qualidade da pessoa, ou de uma instituição, significa falar a verdade, não omitir, não dissimular. O indivíduo que é honesto repudia a malandragem a esperteza de querer levar vantagem em tudo. Ao contrario do que pregou Marx.

        Honestidade, de maneira explícita, é a obediência incondicional às regras morais existentes. Existem alguns procedimentos para alguns tipos de ações, que servem como guia, como referência para as decisões. Exercer a honestidade em caráter amplo, é muito difícil , porque existe as convenções sociais que nem sempre espelham a realidade, mas como estão formalizadas e enraizadas são tidas como certas.

        Para muitos, a pessoa honesta é aquela que não mente, não furta, não rouba, vive uma vida honesta para ter alegria, paz, respeito dos outros e boas amizades. Atualmente, o conceito de honestidade está meio deturpado, uma vez que os indivíduos que agem corretamente são chamados de “careta”, ou são humilhados por outros.Isso tudo é oposto do que Marx pregou. Você não leu Marx?

        De onde vem a pobreza? É fácil.

        o que cria riqueza é divisão do trabalho, poupança, acumulação de capital, capacidade intelectual da população, respeito à propriedade privada, segurança institucional, desregulamentação econômica, moeda forte, ausência de inflação, empreendedorismo da população, leis confiáveis e estáveis, arcabouço jurídico sensato e independente, governo respeitador da liberdade etc.

        O que cria pobreza é exatamente o oposto disso.

        OBS: a caridade é uma virtude louvável, mas para que ocorra a pessoa deve escolher livremente realizá-la. Não existe caridade, por exemplo, no ato de pagar impostos sob a mira de armas. E existem várias formas para se fazer caridade: desde a oferta de um pedaço de pão a uma pessoa faminta até ensino de economia básica a socialistas.

      • Honestidade, Gladimir? Falando em manter a praga do capitalismo? Entendo as regras que você tanto defende, as regras do liberalismo burguês, as regras do mercado livre, as regras do vale tudo para ficar rico. Mas a classe operária consciente jamais vai aceitar as regras exploradoras e opressoras do capitalismo, uma questão de interesses irreconciliáveis. Vai na fé cega! Risos!

      • Honestidade? Implantar um regime totalitário, sem voto democrático? Quem é o desonesto aqui? Hahahahahahaha…… eis a honestidade Marxista. Marx e os marxistas, entre eles o “filósofo proletário” Dietzgen. Para eles, o pensamento é determinado pela classe social da pessoa, e o pensamento não produz verdades, mas ideologias. Para os marxistas, os pensamentos não passam de um disfarce para os interesses egoístas da classe social a qual esse pensador pertence. Nesse contexto, seria inútil discutir qualquer coisa com pessoas de outra classe social. O que se segue disso é que as “ideologias não precisam ser refutadas por meio do raciocínio discursivo; elas devem ser desmascaradas através da denúncia da posição da classe, a origem social de seus autores”. Se uma teoria científica é revelada por um burguês, o marxista não precisa atacar seus méritos. Basta ele denunciar a origem burguesa do cientista.

        O motivo pelo qual os marxistas buscaram refúgio no polilogismo pode ser encontrado na incapacidade de refutação por métodos lógicos das teorias econômicas “burguesas”. Quando o próprio Mises demonstrou que o socialismo seria impraticável pela impossibilidade de cálculo econômico racional, os marxistas não apontaram qualquer erro em sua análise lógica. Preferiram apelar para o estratagema do polilogismo, fugindo do debate com a desculpa de que sua teoria era uma defesa dos interesses de classe. O sucesso dessa tática marxista foi incrível, sem precedentes. Foi usado como “prova” contra qualquer crítica racional feita ao marxismo e sua pseudo-economia. Isso permitiu um crescimento assustador do estatismo moderno.

        Conforme Mises lembra, “o polilogismo é tão intrinsecamente sem sentido que ele não pode ser levado consistentemente à suas últimas conseqüências lógicas”. Nenhum marxista foi corajoso o suficiente para tentar fazer isso. Afinal, o princípio do polilogismo levaria à inferência de que os ensinamentos marxistas não são objetivamente verdadeiros, mas apenas afirmações “ideológicas”. Os marxistas negam essa conclusão lógica de sua própria postura epistemológica. Para eles, sua doutrina é a verdade absoluta. São completamente inconsistentes. O próprio Marx não era da classe dos proletários. Mas para os marxistas, alguns intelectuais conseguem se colocar acima desse paradoxo. Os marxistas, claro. Não é possível refutar isso, pois se alguém discorda, apenas prova que não faz parte dessa elite especial, capaz de superar os interesses de classe e enxergar além.

        Para os marxistas e nazistas, existem apenas dois grupos de adversários: aqueles errados porque não pertencem à mesma classe ou raça, e aqueles oponentes da mesma classe ou raça que são traidores. Com isso, eles ignoram o incômodo fato de que há dissensão entre os membros da sua própria classe ou raça.

        Deixo os comentários finais com o próprio Mises: “O polilogismo não é uma filosofia ou uma teoria epistemológica. Ele é uma atitude de fanáticos limitados, que não conseguem imaginar que alguém pode ser mais razoável ou inteligente que eles mesmos. O polilogismo também não é científico. Ele é a substituição da razão e da ciência por superstições. Ele é a mentalidade característica de uma era do caos”.

      • Ser a favor da exploração e da opressão capitalista é honestidade aonde, Gladimir? Me economize com suas falácias antimarxistas!

      • A reciproca é verdadeira meu amigo. Me economize das falacias Marxistas. Vai na fé cega! Risos! Viva a liberdade. Fora regimes totalitários.

      • Professora Antonia disse:

        Cade o Sind-UTE / MG? Cade o CONLUTAS? Para que servem mesmo? Ficar discutindo ideologias com um Coronel ? Cade a atuação do sindicato? Numa área tão flexível como a nossa (e todas as outras), um sindicato só atrapalha. Sr. Socialista, pimenta nos olhos dos outros é refresco e fazer caridade com o chapéu alheio é fácil, mas nunca se esquecer que,rapadura é doce mas não é mole.

      • Professora Antônia, nós estamos brigando na Justiça, e Justiça para o trabalhador é sempre lenta. E também estamos fazendo pressão política para fazer a cirurgia da professora. Mas o Sind-UTE/MG e a CSP-CONLUTAS não são médicos. Esse “cadê?”, Professora Antônia, da forma como está sendo feito, é totalmente com desconhecimento de causa. Estamos brigando e fazendo pressão política e denúncia e acampamento em frente ao Palácio da Mangabeira desde o dia 30 de agosto contra os descasos do governo mineiro, e acompanhando a professora lá no hospital e fazendo denúncia política do caso na internet e na sociedade. Se não fosse a nossa luta, e aqui me incluo como militante Socialista Livre, ninguém estaria sequer sabendo desse descaso com a Rosimeire e comprando a mentira de Anastasia/Aécio Neves de que Minas Gerais tem a melhor saúde do sudeste. Não sei se você sabe, mas o caso da Rosimeire não é o único, apesar do dela ser o do momento presente e o mais grave, pois há 17 dias ela está internada com o ombri preso apenas pela pele. O Sind-UTE/MG e a CSP-CONLUTAS não pode fazer o papel de convênio, ou seja, pagar a cirurgia ou as internações de todos os companheiros e companheiras que são mal tratados pelo IPSEMG e Madrecor, gerenciado pelo Anastasia/Aécio Neves. Nossa luta é política para que o sistema funcione e para que o governo assuma sua responsabilidade, pois todos pagamos o IPSEMG, o contracheque é prova disso. É claro que se a justiça negar a cirurgia da companheira, nós, do Sind-UTE, vamos fazer uma campanha financeira para a companheira não perder o braço e fazer a cirurgia e espero contar com sua contribuição. Depois seguimos a briga na justiça pelo ressarcimento do dinheiro. Quanto às discussões com o Coronel, que, aliás, descobri ontem que era Coronel, não sei se você sabe, mas ele, em toda discussão que postamos aqui nesse blog, ele entra para fazer discursos vazios contra o marxismo e contra os socialistas, quando, na verdade, somos os únicos que lutamos pelos direitos dos trabalhadores, no Brasil e no mundo. Como esse Blog é Socialista Livre e aqui não censuramos fala ou comentário de ninguém, por princípio nosso, portanto, a discussão com o Gladimir é uma discussão à parte, respondê-lo ou não respondê-lo, é uma decisão nossa, porque não vamos ficar calados perante comentários absurdos contra o marxismo, o que serve apenas para confundir os leitores e fazer parecer que a lógica suja do capitalismo é superiora ao que chamamos de Socialismo Livre. Agora, jogar pedra no Sind-UTE/MG e na CSP-CONLUTAS, como você está fazendo, é fácil. Mas em Minas Gerais, essas são entidades que estão na luta dos trabalhadores. Eu pergunto: ajuda o que fazer o que você está fazendo, Professora Antônia? Você indiretamente está cumprindo o mesmo papel do Gladimir, jogando pedra nas organizações de luta da classe trabalhadora, ao invés de ajudar a fortalecê-las para que os trabalhadores deixem de ser tratados com total descaso como está acontecendo com a professora Rosimeire. Como se vê, não discutimos ideologia apenas com o Gladimir, jogar pedra no Sind-UTE/MG e jogar pedra na CSP-CONLUTAS também é um discurso altamente ideológico, tão ideológico quanto o do Coronel Gladimir.

      • Meu Deus! Nada tenho a ver com seus sindicatos. Simplesmente sou contrário a sua ideologia marxista. Qual o problema disso? Mil vezes não a ditadura de expressão. Não quer vídeos, pois tem poder explicativo abrangente, não quer comentários mais elaborados contra o marxismo. Se intitula livre???? O que realmente você quer?????? Qual a implicância com minha profissão,??? Sou simplesmente um cidadão contrário a sua ideologia. Antes de ser um militar, sou um cidadão. Isso sim é descriminação. Agora sim vc demonstrou o que realmente quer. A ditadura do proletariado. Né seu Gílber? Desculpa a redação, pois estou bebendo um vinho burgues.

      • Gladimir, você se sente confortável com a ditadura burguesa? Melhor você de bom humor, do que com suas bravatas antimarxistas. Lembrando que enquanto você toma seu vinho burguês, nossa companheira está de castigo em um hospital, esperando a gerência do seu sistema capitalista selvagem autorizar uma simples cirurgia, já que o tema desse texto é esse.

      • Professora Antonia disse:

        Minha pergunta é sobre a inoperância do Sind-UTE/MG e a CSP-CONLUTAS, não quero saber de sua guerrinha ideológica. Se atenha a isso, caro colega.

      • Discordo radicalmente da sua palavra “inoperância”, professora. Muito fácil jogar pedra nos sindicatos de luta.

      • Professora Antonia disse:

        Qual o termo devo utilizar? Vocês só sabem defender essa ideologia ultrapassada e maldita, socialista. Sim qual é a verdadeira luta do Sind-UTE/MG e a CSP-CONLUTAS??? Para que serve mesmo??? Bando de pelegos e puxa saco do Mercadante.

      • Agora você demonstrou que não conhece mesmo nada dos socialistas livres, da CSP-CONLUTAS e do Sind-UTE/MG. Nesse nível fica difícil debater. Acompanhe nossas lutas, assim você vai se interagindo melhor de nossas posições políticas, e então podemos fazer um debate sério.

      • Amigão, não me sinto bem com nenhuma ditadura do “estado” e muito menos com a situação de nossa colega, sim “colega”, porque também sou um professor. Portanto, não fique insinuando coisas e me jogando contra os seus seguidores. Seja honesto “companheiro”. Também estou ao seu lado nessa luta inglória, contra esse e todos estados burocrático.

      • Ok, Gladimir. Paz! Divulgue a campanha também em seu Blog e juntos aos seus amigos do facebook! Com seu texto, com seu jeito. Mande msg de solidariedade para o face da companheira e para o mail dela. O caso da companheira é urgente, está com o braço seguro pela tipóia e apenas pela pele. É que esse Post não é para ficarmos em querelas ideológicas, Gladimir, vamos deixar as querelas para o posts que eu defendo o marxismo, porque você sabe que eu não abro mão da luta por um mundo melhor, que eu chamo de Socialista Livre. Mas o caso aqui é de ajudar a companheira. Ajude-nos na campanha! É uma vergonha um professor ser tratado com tamanho descaso, seja lá por quem quer que seja.

      • Estamos juntos nessa luta, meu amigo. Juntos somos fortes. Vou também inquietar esses políticos de merdas, tenho os e-mail deles, e vou distribuir para meus amigos. Faça o mesmo. Tenha um ótimo domingo.

      • Que legal, Gladimir. Muito feliz mesmo com sua atitude, juro que agora chorei de emoção por ver sua atitude, e se digo chorei, é que chorei mesmo, não sou fingido, e a emoção é que mesmo por trás de todas as nossas discordâncias, vi agora que há uma coisa maior que pode unir as pessoas, o amor universal em prol de um mundo melhor e mais justo. Esse ser humano também está dentro de você. Vamos sim ajudar a companheira. Ela é só mais uma vítima do descaso do mundo com a vida. Obrigado.

  4. Gílber Marxista!
    Por que a socialista ditos livres (comunistas, estado controla tudo) sempre faz uma oposição histérica e sentimentalista a toda e qualquer ínfima medida ou iniciativa que seja por ela tida como “antiprogressista” ou, pior ainda, “reacionária” e contrária ao seu “projeto de poder”? Seja no quesito aborto, na educação, no quesito dos “direitos” dos homossexuais (“direitos”, no linguajar esquerdista, nada mais são do que deveres impingidos aos pagadores de impostos), nos privilégios raciais e sindicais, no feminismo, no desarmamento e até mesmo em tímidas propostas de reformas assistencialistas, a esquerda progressista (socialista livre) sempre reage com um furor frenético contra qualquer pessoa — seja político, comentarista político ou apenas alguém da mídia alternativa — que se atreva a fazer algo que leve a um pequeno recuo destes sagrados esquemas socialistas.
    O frenesi progressista que vem varrendo o mundo começou realmente no final dos anos 1930. Naquela época, os esquerdistas, haviam chegado ao paroxismo do medo e da raiva por causa da contrarrevolução de Franco e da iminente derrocada do governo espanhol esquerdista durante a Guerra Civil Espanhola. Superabundavam denúncias e vituperações lacrimosas contra Franco, além de contínuas exortações para que “alguma coisa fosse feita”. Houve a criação de organizações especializadas em enviar de tudo para a Espanha, desde leite até armas e soldados. Era a “Brigada Internacional”, criada para defender a esquerda espanhola (alcunhada de “Legalistas” pelo sempre simpatizante The New York Times e por outros veículos da mídia “respeitável”).

    Vale enfatizar que estas pessoas jamais — nem antes e nem durante — haviam demonstrado qualquer tipo de interesse pela história, cultura ou política espanhola. Logo, por que repentinamente passaram a se preocupar com o país? O historiador esquerdista Allen Guttman chegou até a documentar e celebrar esta histeria em relação à Espanha em seu livro A Ferida no Coração (o título já diz tudo). Certa vez perguntei ao meu amigo Frank S. Meyer, que havia sido um proeminente comunista americano, a respeito deste enigma. Ele deu de ombros: “Nós [os comunistas] nunca conseguimos entender o porquê. Mas tiramos proveito do sentimentalismo progressista da questão”.

    A explicação ortodoxa dos historiadores é que os esquerdistas da época — cujo quartel-general, a fonte de financiamento, estava nos EUA — estavam especialmente temerosos quanto à “ameaça do fascismo”, e defendiam freneticamente a esquerda espanhola porque viam a Guerra Civil daquele país como um prenúncio de uma inevitável Segunda Guerra Mundial. Mas o problema com esta explicação é que, embora a esquerda progressista houvesse defendido entusiasmadamente a “boa” Guerra contra o Eixo, ela nunca realmente arregimentou a mesma emotividade, a mesma exaltação, o mesmo furor que demonstrava em relação a Franco contra Hitler, por exemplo.

    Então, qual a verdadeira explicação para a atual postura da esquerda em relação a temas cultural e economicamente progressistas?

    Creio que uma pista pode ser encontrada na mini-histeria que a esquerda demonstrou a respeito da contrarrevolução ocorrida contra o regime esquerdista da Salvador Allende no Chile, uma contrarrevolução que colocou o General Augusto Pinochet no poder. A esquerda, até hoje, ainda não perdoou a direita chilena e a CIA por este golpe. Allende ainda é considerado um mártir querido pela esquerda, e sua filha Isabel, um ícone (embora ainda percam para Che Guevara). Seria esta raiva tão duradoura só porque um regime comunista foi derrubado? Quase, mas ainda longe. Afinal, a esquerda não demonstrou grandes emoções, não demonstrou nenhum desespero, quando os regimes comunistas entraram em colapso na União Soviética e no Leste Europeu.

    Logo, sugiro que ‘A Resposta’ para este mistério é a seguinte: a esquerda é, em sua essência, “progressista”, o que significa que ela acredita, à moda marxista ou Whig, que a história consiste em uma ‘inevitável marcha ascendente’ rumo à luz, rumo à utopia socialista. A esquerda progressista acredita no mito do progresso inevitável; ela acredita que a história está ao seu lado, sempre conspirando a seu favor. Sendo ela formada por social-democratas (mencheviques), primos dos comunistas (bolcheviques) — com quem vivem entre tapas e beijos —, a esquerda progressista possui um objetivo similar ao dos comunistas, mas não idêntico: um estado socialista igualitário, gerido totalmente por burocratas, intelectuais, tecnocratas, “terapeutas” e pela Nova Classe iluminada, geralmente em colaboração com — e sempre sendo apoiada por — credenciados membros de todos os tipos de grupos vitimológicos, aquela gente que se diz perseguida e que vive lutando por “direitos iguais” — sendo que o ‘iguais’ significa na verdade ‘superiores’. Estes grupos são formados por negros, mulheres, gays, deficientes, índios, cegos, surdos, mudos etc.

    A esquerda progressista acredita que a história está marchando inexoravelmente rumo a este objetivo. Uma parte vital deste objetivo é a destruição da família tradicional, “burguesa” e composta de pai e mãe, que deve ser substituída por um sistema em que as crianças são criadas e educadas pelo estado e por sua Nova Classe de orientadores, tutores, terapeutas e demais “cuidadores” infantis.

    A utópica marcha da história, objetivo dos social-democratas, também é similar à dos comunistas, mas não exatamente a mesma. Para os comunistas, o objetivo era a estatização dos meios de produção, a erradicação da classe capitalista, e a tomada de poder pelo proletariado. Já os social-democratas entenderam ser muito melhor um arranjo em que o estado socialista mantém os capitalistas e uma truncada economia de mercado sob total controle, regulando, restringindo, controlando e submetendo todos os empreendedores às ordens do estado. O objetivo social-democrata não é necessariamente a “guerra de classes”, mas sim um tipo de “harmonia de classes”, na qual os capitalistas e o mercado são forçados a trabalhar arduamente para o bem da “sociedade” e do parasítico aparato estatal. Os comunistas queriam uma ditadura do partido único, com todos os dissidentes sendo enviados para os gulags. Os social-democratas preferem uma ditadura “branda” — aquilo que Herbert Marcuse, em outro contexto, rotulou de “tolerância repressiva” —, com um sistema bipartidário em que ambos os partidos concordam em relação a todas as questões fundamentais, discordando apenas polidamente acerca de detalhes triviais — “a carga tributária deve ser de 37% ou de 36,2%?”.

    Liberdade de expressão, de imprensa e de ideias é tolerada pelos social-democratas, mas desde que ela se mantenha dentro de um espectro de opiniões pré-aprovadas. Os social-democratas repelem a brutalidade dos gulags; eles preferem fazer com que os dissidentes padeçam da “suave” e “terapêutica” ditadura do politicamente correto, na qual eles forçosamente têm de aprender as maravilhosas virtudes de ser educado na “dignidade de estilos de vida alternativos”, sempre submetidos a um intenso “treinamento de sensibilidade”. Em outras palavras, Admirável Mundo Novo em vez de 1984. A “marcha ascendente da democracia” em vez da “ditadura do proletariado”.

    Também típica é a distinção, nas duas utopias, acerca de como lidar com a religião. Os comunistas, como fanáticos ateístas, tinham o objetivo de abolir por completo a religião. Já os social-democratas preferem uma abordagem mais suave: subverter o cristianismo de modo a fazer com que a religião se torne aliada da social-democracia. Daí a sagaz cooptação da esquerda cristã pelos social-democratas: enfatizando o modernismo entre os católicos e o evangelicalismo esquerdo-pietista entre os protestantes — este último objetivando criar um Reino de Deus na Terra na forma de uma coerciva e igualitária “comunidade de amor”.

    Trata-se de uma estratégia muito mais astuta: cooptar religiosos em vez de assassinar padres e freiras e confiscar igrejas — esta última feita pelo regime republicano espanhol e por seus partidários trotskistas e anarquistas de esquerda, algo que não gerou absolutamente nenhum grito de protesto por parte de seus devotos defensores progressistas e social-democratas ao redor do mundo.

    Esta distinção nos objetivos — totalitarismo brando vs. radical — também é refletida na acentuada diferença entre as estratégias e os meios utilizados. Os comunistas, ao menos em sua clássica fase leninista, ansiavam por uma revolução violenta e apocalíptica que destruiria o estado capitalista e levaria à ditadura do proletariado. Já os mencheviques — social-democratas ou neoconservadores —, fieis ao seu ideal “democrático”, sempre se sentiram um tanto desconfortáveis com a ideia de revolução, preferindo muito mais a “evolução” gradual produzida pelas eleições democráticas. O estado deve ser totalmente aparelhado por intelectuais partidários e simpatizantes, de modo a garantir a continuidade da longa marcha gramsciana da conquista das instituições culturais e sociais do país. Daí a desconsideração pelos gulags e pela revolução armada. Por isso o desaparecimento de seus primos (e concorrentes) bolcheviques não ter sido lamentado pelos social-democratas. Muito pelo contrário: os social-democratas agora detêm o monopólio da marcha “progressista” da história rumo à Utopia.

    O que me traz de volta à minha ‘Resposta’ sobre o porquê da histeria da esquerda progressista: ela se torna histérica sempre que percebe a ameaça de uma pequena reversão na Inevitável Marcha da História. Ela se torna histérica quando visualiza alguns empecilhos e, principalmente, retrocessos nesta sua inexorável marcha ao poder total, retrocessos estes que sempre são rotulados, obviamente, de “reações”. Na visão de mundo tanto de comunistas quanto de social-democratas, a mais alta — desde que “progressista” — moralidade é se mostrar não apenas um defensor, mas também, e principalmente, um entusiasmado fomentador da ‘inevitável próxima fase da história’. É ser a “parteira” (na famosa expressão de Marx) desta fase. Da mesma forma, a mais profunda, se não a única, imoralidade é ser “reacionário”, ser alguém dedicado a se opor a este inevitável progresso — ou, pior ainda, alguém dedicado a fazer retroceder a maré, a restaurar costumes enraizados, a “atrasar o relógio”.

    Este é o pior pecado de todos, e ele gera todo este frenesi justamente porque qualquer retrocesso bem-sucedido colocaria em dúvida aquele que é o mais profundo e o mais inquestionavelmente aceito mito “religioso” da esquerda progressista: a ideia de que o progresso histórico rumo à sua Utopia é inevitável.

    Trata-se, no mais profundo sentido, de uma guerra não apenas cultural e econômica, mas religiosa. “Religiosa” porque social-democracia/progressismo de esquerda é uma visão de mundo passional, uma “religião” no mais profundo sentido, pois guiada unicamente pela fé: trata-se da ideia de que o inevitável objetivo da história é um mundo perfeito, um mundo socialista igualitário, um Reino de Deus na Terra, seja este deus “panteizado” (sob Hegel e os adeptos do Romantismo) ou ateizado (sob Marx).

    Esta é uma visão de mundo em relação à qual não deve haver concessões ou clemência. Ela deve ser contrariada e combatida veementemente, com cada fibra de nosso ser.

    Quem vai vencer essa guerra? Não se sabe. De que lado está a maioria da população? Certamente perdida, disponível para quem chegar primeiro. A maioria está confusa, vagando de um lado para o outro, dividida entre visões de mundo conflitantes. Ela pode pender para qualquer lado. Durante suas inúmeras batalhas faccionárias dentro do movimento marxista, Lênin certa vez escreveu que há dois grupos batalhando, cada um formado pela minoria da população, sendo que a maioria está no centro, e é formada justamente pelas pessoas confusas, às quais ele se referiu como O Brejo. A maioria da população hoje está confusa e constitui O Brejo; estas pessoas estão no terreno no qual a maioria das batalhas será disputada. E a metáfora é corretamente militar. A batalha iminente é muito mais ampla e profunda do que apenas discutir alíquotas de impostos. Trata-se de uma batalha de vida e morte pelo formato do nosso futuro. Daí se compreende o frenesi que acomete a esquerda sempre que uma medida “reacionária” parece ser favorecida pela sociedade.

    A esquerda progressista (socialista livre) não se importa muito com — na verdade, ela até gosta de — pequenos revezamentos de poder: uma década de governos abertamente progressistas, nos quais a agenda esquerdista é avançada, seguida de alguns anos de governo “oposicionista” ou “conservador”, no qual há apenas uma consolidação ou simplesmente uma redução na velocidade do avanço. O que ela realmente teme é a perspectiva do conservadorismo se tornar reacionário, no sentido de realmente fazer retroceder alguns ganhos “progressistas”. É isso que a apavora. Daí a histeria em relação a Franco e a Pinochet; daí o linchamento de Joe McCarthy, que realmente ameaçou ser bem-sucedido em fazer recuar não apenas os comunistas, mas até mesmo os progressistas e social-democratas. Ameace retroceder “direitos” obtidos por grupos de feministas, de gays, de negros, de desarmamentistas, de funcionários públicos, de sindicalistas ou de qualquer outro do ramo vitimológico, e você verá o que é uma fúria progressista.

    Portanto, o combate requer, principalmente, coragem e nervos para não ceder e não se dobrar perante as totalmente previsíveis reações caluniosas e difamantes dos oponentes. Acima de tudo, o objetivo não deve ser o de se tornar querido e bem aceito por progressistas ou pela Mídia Respeitável. Tal postura irá gerar apenas mais rendição, mais derrotas. Igualmente, o objetivo não é apenas o de fazer retroceder o estado leviatã, sua cultura niilista e estas pessoas que querem se apossar do estado e impor sua agenda sobre nós. O objetivo tem de ser a eliminação completa e irreversível deste monstruoso sonho de um Perfeito Mundo Socializado gerido por “pessoas de bem”.

    Que a reação ocorra, que os “direitos” sejam retrocedidos, que esta gente recue, entre em órbita e finalmente perceba que, na realidade, sua religião é maléfica.

    Enfim, meu hahahahahahahahaha…. para esse Seu socialismo livre, para seu apelo sentimentalista, sem nexo. O povo padece, nesse nosso estado burocrático, que o socialismo livre quer cada vez mais tirar a nossa liberdade. LIVRE PARA QUEM CARA PÁLIDA. O POVÃO ESTA TENDO UMA PEQUENA PROVA DE SEU SOCIALISMO LIVRE TIRANO, DITATORIAL, FUNESTO E NEFASTO. VIVA A LIBERDADE.

    • Leo disse:

      Coronel Gladimir!
      As pessoas desinformadas, as mal-informadas, as indiferentes, só se dão conta na etapa final da perda da liberdade, quando há pouco a se fazer para impedir o totalitarismo. No Brasil ainda vê-se pessoas defendendo com vigor a democracia, e mesmo brasileiros a partir do exterior, onde foram morar, embora em pouco quantidade –pode-se perceber — os quais põem a cara na Internet, em sites e redes sociais, mostrando o perigo, o risco que o pais esta correndo. Eu aposto que se fizesse uma pesquisa nacional sobre o tema ‘risco ditatorial na atualidade’, o número de pessoas que acham que isso não tem nada a ver, que é fruto da imaginação de poucos seria bem alto, senão a maioria. Estas pessoas, acredito que seria a maioria, no caso de uma pesquisa, se enquadram nestas que conseguem ver este tipo de problema já quando se apresenta caótico, quase insolúvel. Mas mesmo assim, acredito que com auxilio das pessoas esclarecidas, estudiosos que dissecam atualmente a questão, e funcionam como agentes esclarecedores, e com a ajuda de agentes multiplicadores, o Brasil não irá cair no despotismo, e encontrar’a o seu rumo certo, e o seu espaço no cenário mundial.Muito obrigado Doutor e coronel do nosso glorioso Exército Brasileiro, pela sua luta contra a tirania comunista.

  5. Maria José disse:

    Também posso dizer que não estou satisfeita com o IPSEMG,pois há quase 2 anos estou tentando uma cirurgia no joelho e não foi liberado parte dos materiais. O desconto no contra cheque vem todo mês e o descaso está grande. E depois vem a propaganda com Aécio: Vamos conversar? Vamos: Cadê a valorização do professor? Chega de enganação!

  6. Fernando Pereira Silva Morais disse:

    Sr. Gladimir,muito obrigado por me ajudar a abrir os olhos nessas questões politicas.
    Eu sempre fui contra o estado intervir na economia,o esquerdismo e o feminismo,tudo que favorece uma classe em detrimento de outra.
    Muito esclarecedor o seu artigo sobre o Fórum do Búfalo nada mais é que o retrato do povo brasileiro,uma grande parte esquerdista que vê o outro se da bem e implora por mais estado,pois os mesmos não sabem se defender da vida que a própria esquerda criou. Depois que vc foi banido,o fórum perdeu a graça,pois o fórum “misteriosamente” ficou uns 5 dias fora do ar e os caras de Portugal e Inglaterra que vira e meche publicava artigos que mostram o que o feminismo com o esquerdismo fez por la diminuíram drasticamente e o ultimo tópico que participei eu mostrei o esquerdismo de um membro na cara dura e eles não aguentaram a pressão e me expulsaram. Mais tudo bem,não da nada,o que tinha de útil nesses fóruns eu já aprendi e eu ao contrario da media,estou colocando muita coisa em pratica e tem dado certo…
    Um Forte abraço grande guerreiro Gladimir.
    Viva a liberdade.

  7. Realmente um grande absurdo a situação que passa a companheira,pois paga,contribui todos os meses,durante muitos anos com o serviço medico do IPSEMG,e no momento que mais precisa dos seus serviços medico,tenha que passar por tantos problemas,e tanta humilhação. Não podemos abaixar a cabeça,temos que denunciar.Eu também estou aguardando para fazer uma cirurgia,que não pode esperar,mas os médicos me disseram,que não há vagas. Provavelmente só em janeiro de 2014.Pense bem,desse jeito se eu conseguir esperar,o problema vai se agravar,e causar complicações!!!!Esse e o serviço medico dos servidores públicos do Estado.E o governo mente nas suas propagandas global,”Que em Minas ,a Educação,e a saúde estão bem!!!Para quem não frequenta um SUS da vida.,e um IPSEMG mal administrado,e que nunca participou da realidade de uma Escola pública,tudo está bem,sem problemas…Venha conversar conosco!!!Venha fazer parte dessa nossa realidade!!!Venha ver as coisas da forma que real,nua,e crua!!!

    • Loremarie Minnegard Hoffmann Schäfer disse:

      Você não viu ainda o que é o socialismo de verdade, isso é uma pequena amostra. A grande maioria de seus colegas defendem o socialismo, isso é uma pequena introdução ao estado totalitário. Uai se o trem esta ruim, já comece a procurar a sério um emprego no setor privado. Terá de se submeter a um enorme corte salarial e abrir mão dessas generosas “benesses” que nos pagadores de imposto te concede. Porém, ao agir assim, estará finalmente contribuindo com algo positivo para a sociedade. E só assim poderá ser capaz de viver bem comigo mesmo, sem o sentimento de culpa que talvez carregue por estar ensinando as nossas crianças o lixo que o MEC impõe com suas cartilhas socialistas depravadas,e dessas ideologias marxista. Deixa de viver à custa daqueles que se sacrificam diariamente para te sustentar. E não me venham com essa falacia de Socialismo Livre. Não existe liberdade onde o estado é soberano.

  8. O Governo Antônio Augusto Anastasia está guardando o dilnheiro público para a campanha eleitoral do ano que vem, quando estará apoiando a candidatura do seu padrinho Aecio Neves, que pretende acabar com o serviço público a nível federal como já fez em Minas Gerais

    • Professora Leila disse:

      Rogério, Desculpe a contundência, mas sua franca exposição reflete a mediocridade que assola o país, chegando às raias científicas. Acredito que seja um funcionário público, bem pago, mas que nada produz. Serviço público é bom para quem???. Não importa quem lhe pague. Importa sua produção! Cadê ela? Porque não a usa para ensinar esses energúmenos que lhe requisitaram seus préstimos? Porque não lhes demonstra que eles próprios serão vítimas, mais cedo ou mais tarde, de suas torpes e irresponsáveis ações? Use a história para demonstrar onde foram parar os discípulos de Maquiavel! Necessitamos urgentemente de novas formulações políticas, e não serão semialfabetizados ou meros votantes os capazes a tão urgente tarefa. E se não lhe dão espaço, trate de abri-lo, já que está no ninho. Mostre-lhes que a ciência mudou muito desde o século XIX, mas a política, a economia, o direito, a sociologia, a filosofia, os comunistas,continuam serenas no mar das ilusões, justamente por falta de despertador. Mas por favor, não receba esta crítica como condenação, uma vez que sequer lhe conheço, mas sim como uma contribuição à sua consciência, em prol de nosso bem. Somos nós e nossas circunstâncias. Se não as salvarmos, não nos salvamos. Podes crer. Sem ter de se submeter à disciplina imposta pelo mercado, o governo é naturalmente uma máquina ineficiente pelos padrões do setor privado. Ele jamais irá abolir ou mesmo reduzir por conta própria funções desnecessárias. Na hierarquia do funcionalismo público, quanto mais alta a função, menos falta ela faz. Porém são exatamente esses lá de cima que têm poder de decisão sobre a máquina. E eles jamais irão tomar decisões que atentem contra si próprios.
      Enquanto o resto da população continuar sendo enganada pela propaganda e levada a crer que os funcionários do governo são pessoas que se sacrificam pelo bem público, os políticos não irão sentir qualquer pressão para reduzir essa máquina de espoliação em massa.Temos sim que rever esse inchaço do estado. Pior que tem ainda energúmeno, que defende o socialismo, criticando os patrões como já ouvi essa besteira: “não fazem esforço, vivem uma vida de rei”? Quem é que fornece o capital e os equipamentos para os trabalhadores trabalharem? Como seria possível os trabalhadores trabalharem e receberem salários sem que os patrões tivessem antes poupado e investido seus recursos, arriscando seu próprio patrimônio?
      Quanto aos salários serem baixos, debite a culpa no governo. É impossível uma empresa pagar altos salários quando 70% de todo seu rendimento é tributado. No Brasil, por exemplo, sobre a receita bruta incidem PIS e COFINS. E depois, sobre o lucro restante incidem a CSLL e o IRPJ. Além destes impostos, há também os encargos sociais (INSS, FGTS normal, FGTS/Rescisão, PIS/PASEP, salário-educação, Sistema S) e trabalhistas (13º salário, adicional de remuneração, adicional de férias, ausência remunerada, férias, licenças, repouso remunerado e feriado, rescisão contratual, vale transporte, indenização por tempo de serviço e outros benefícios) sobre a folha de pagamento.
      E estamos apenas na esfera federal. A essa sopa de letras acrescente também o ICMS (estadual) e o ISS (municipal).
      Dados Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário indicam que uma empresa paga tributos equivalentes a 70% do lucro obtido nos negócios — isso é recorde mundial.
      É impossível haver uma grande acumulação de capital desta forma. Lucro que poderia ser reinvestido na compra de bens de capital modernos, que aumentariam a produtividade dos trabalhadores — e, consequentemente, seus salários — é confiscado pelo governo e desperdiçado no sustento da burocracia e no salário de seus funcionários. A atividade governamental é destruidora de capital. Ela impede o enriquecimento de empresas e trabalhadores.
      O Brasil não pode virar uma Alemanha por meio de um simples decreto governamental que estipule salários, como muita gente acha. Para que o Brasil pague salários de primeiro mundo, antes é preciso acumular capital. E para acumular capital, é preciso investir. E para investir, é preciso poupar. E para poupar, é preciso trabalhar. E para que a economia faça tudo isso, o governo não pode atrapalhar, não pode obstruir a livre iniciativa e não pode confiscar capital acumulado.
      Qualquer discussão que não se atenha a estes fatos é mera espuma.
      E sim, toda essa carga tributária, que impede aumentos salariais na iniciativa privada, existe justamente para sustentar vocês do setor público. São vocês um dos principais responsáveis por essa situação. São vocês que vivem à custa dos trabalhadores da iniciativa privada. CHEGA DE ESTADO. PRINCIPALMENTE OS TOTALITÁRIOS MARXISTAS E QUADRILHA DO PT.

      • Leo disse:

        A produtividade no serviço público é baixa. O servidor, em geral, não tem muito compromisso com o trabalho e trata o público com desprezo. Entretanto, há muitos servidores que trabalham sério. Arrisco a seguinte avaliação: 10% leva a máquina pública nas costas, 30% faz apenas o necessário e 60% enrola. Verifiquem o número de faltas ao serviço, fundado em atestados médicos graciosos. Além do mais, o servidor público tem o privilégio, gritantemente inconstitucional, de sair de licença remunerada para fazer campanha política. Então, muitos são candidatos apenas para gozar essas férias de 90 dias. A licença deveria ser concedida, mas sem remuneração. Pois, no setor privado não temos esse privilégio. Esse quadro poderia mudar um pouco com a quebra da estabilidade e controle rigoroso da produtividade. Esses privilégios são ainsa maiores com juízes e promotores, cuja penalidade máxima é a aposentadoria compulsória ou a disponibilidade, sempre remunerada (prêmio aos heróis que violam a lei). Ademais, têm férias de 75 dias, mais 15 de recesso, dias enforcados, fins de semana prolongados, licenças prêmios e especiais,, para estudar, fazer mestrado (tudo uma grande embromação). Certo desembargador da Bahia calculou, em sessão do Tribunal, que um juiz não chega a trabalhar mais de 100 dias no ano. Esse é o quadro predominante. Portanto, tem sim que diminuir urgentemente esse estado gigantesco, acabar com os cargos comissionados. Chega de teorias socialistas e totalitárias, queremos um Brasil liberto, dessa aberrações. “A soma do conhecimento de todos os indivíduos não existe em lugar algum como um todo integrado.” (Hayek)

    • Manoel Braga disse:

      Serviço público não é serviço gratuito. Pelo contrário, custa muito caro e é financiado pela coação. E a meritocracia é um aspecto próprio e característico do Setor Público

      Meritocracia com o dinheiro de roubo e fraude (impostos e expansão monetária) é fácil, né?
      Quanto mérito..
      é um absurdo que sustentemos isso, esse parasitismo sem um bom serviço em troca. E por isso sou a favor do fim do regime estatutário.

    • Leo disse:

      E por falar em socialismo livre, a Globo News está fazendo reportagem incentivando a compra de apartamentos “compactos”-aquele que, para um entrar, o outro tem que sair- e a Globo acha isso um “luxo”. Meu Deus…não consigo me imaginar vivendo numa caixa de fósforos como as que vi na reportagem. Isso é a Globo já ensaiando o povo para quando formos um comunismo e tivermos que abrir mão do conforto.Incrível como num pais de dimensões continentais precisemos andar de lado como se morássemos na casa de um siri (caranguejo). E para completar um breve comentário da viagem que realizei a Cuba com o Cel Gladimir, Cuba é uma favela no paraíso caribenho. Não fiquei trancado no mundo cinco estrelas do hotel Habana Libre. Fui para a rua. Vi, ouvi e me estarreci. Em 42 anos, Fidel construiu o inferno ao alcance de todos. Em Cuba, até os médicos são miseráveis. Ninguém pode queixar-se de discriminação. É ainda pior. Os cubanos gostam de uma fórmula cristalina: ‘Cuba tem 11 milhões de habitantes e 5 milhões de policiais. Esse bando de PTralhas apoiados por PSOL, PSTU e outros comunistas deveriam ir morar em Cuba que os pariu.

  9. Loremarie Minnegard Hoffmann Schäfer disse:

    Esse sistema corrompido e fadado ao insucesso que é o serviço público. A pessoa não “pensa” que ela é parasita, ela de fato é.
    Em uma troca voluntária, ambas as partes saem ganhando. Isto é o livre-mercado.
    Já uma troca coercitiva, a parte que usa a violência ou ameaça de violência física ganha e a parte coagida perde. Isso é o que chamamos de relação parasitária. É daí que vem o salário e as benesses dos funcionários do estado.
    E pode acreditar, nem todas as pessoas se sentem confortáveis com esta situação. Assim como, por exemplo, existem pessoas que jamais comprariam algo roubado, mesmo sendo 10 vezes mais barato.

    E os parasitas tampouco têm a possibilidade que você recomenda, de trabalhar EFICIENTEMENTE para o INTERESSE PÚBLICO, já que por estarem fora do mercado, i.e., não contarem com o sistema de lucros e prejuízos para orientar suas ações, padecem do problema da desinformação e não tem como saber qual é o INTERESSE PÚBLICO.

    Lhe falta conhecimentos básicos de economia (desculpe a sinceridade)

    • Sophia Emma Schmidt Hartmann disse:

      Loremarie, essa definição de parasita não abrange todo mundo não. Como J.C. Calhoun já nos ensinou a muito tempo, a sociedade está dividida entre taxpayers e tax-consumers, e ne poderia deixar de ser diferente:

      Few, comparatively, as they are, the agents and employees of the government constitute that portion of the community who are the exclusive recipients of the proceeds of the taxes. Whatever amount is taken from the community in the form of taxes, if not lost, goes to them in the shape of expenditures or disbursements. The two-disbursement and taxation-constitute the fiscal action of the government. They are correlatives. What the one takes from the community under the name of taxes is transferred to the portion of the community who are the recipients under that of disbursements. But as the recipients constitute only a portion of the community, it follows, taking the two parts of the fiscal process together, that its action must be unequal between the payers of the taxes and the recipients of their proceeds. Nor can it be otherwise; unless what is collected from each individual in the shape of taxes shall be returned to him in that of disbursements, which would make the process nugatory and absurd. . . .

      Such being the case, it must necessarily follow that some one portion of the community must pay in taxes more than it receives back in disbursements, while another receives in disbursements more than it pays in taxes. It is, then, manifest, taking the whole process together, that taxes must be, in effect, bounties to that portion of the community which receives more in disbursements than it pays in taxes, while to the other which pays in taxes more than it receives in disbursements they are taxes in reality-burdens instead of bounties. This consequence is unavoidable. It results from the nature of the process, be the taxes ever so equally laid. . . .

      The necessary result, then, of the unequal fiscal action of the government is to divide the community into two great classes: one consisting of those who, in reality, pay the taxes and, of course, bear exclusively the burden of supporting the government; and the other, of those who are the recipients of their proceeds through disbursements, and who are, in fact, supported by the government; or, in fewer words, to divide it into tax-payers and tax-consumers.

      But the effect of this is to place them in antagonistic relations in reference to the fiscal action of the government and the entire course of policy therewith connected. For the greater the taxes and disbursements, the greater the gain of the one and the loss of the other, and vice versa. . .

  10. pintobasto disse:

    E o parlapatão do Aécinho anda por aí espalhando um monte de lorotas sobre o “brilhante governo” dele que se estende ao Anastasia, um tremendo pau mandado carunchoso!

  11. Bom dia a todos!
    Por gentileza, vamos se ater apenas no tema deste post. Infelizmente a querida professora é mais uma vitima da burocracia, e da necessidade de reduzir o tamanho do Estado. Grato

  12. pintobasto disse:

    Gladimir, nisso de reduzir o Aécinho é mestre. Que a professora seja operada já! Afinal não é o estado que está impedindo a cirurgia, são os mercenários da medicina.

    • Sr. Pinto Bastos!
      Concordo com o senhor. A professora Rosimeire da Costa Maximiano, tem que ser submetida a intervenção cirúrgica já.
      Permita-me discordar a respeito do estado. Não sou partidário. O estado não cobra, toma. O estado “vende” e não entrega. A sociedade precisa esvaziar a força incomensurável do estado, grande e improdutivo, aliviar sua mão pesada e quase sempre injusta. Vejam o nosso caso particular, onde o estado além de não nos garantir quase nada (desmontaram inclusive as Forças Armadas e roubam os aposentados o direito de uma aposentadoria justa), só serve para atrapalhar a vida de todos, criando dificuldades para vender facilidades. O estado brasileiro é uma aberração, que toma 40% de nossa riqueza e o pouco serviço que nos presta, ainda é precário, tosco e mal feito.
      Infelizmente o Brasil está caminhando, célere, para ser a maior repartição pública do mundo.
      Critico na realidade um estado perfeitamente ilegítimo esse que estamos vendo, que nada funciona.
      Se, então, o estado não somos “nós”, se ele não é a “família humana” se reunindo para decidir sobre os problemas mútuos, se ele não é uma reunião fraterna ou clube social, o que é afinal? Em poucas palavras, o estado é a organização social que visa a manter o monopólio do uso da força e da violência em uma determinada área territorial; especificamente, é a única organização da sociedade que obtém a sua receita não pela contribuição voluntária ou pelo pagamento de serviços fornecidos mas sim por meio da coerção.
      Sr Pinto Braga deixo esse confrontamento de idéias para outro post, pois com sua bela maturidade consegue deduzir logicamente certos fatos. Imagine o quão difícil é resolver um calculo integral sem ter noções básicas de geometria e trigonometria. Ou seja, muita gente acredita em péssimas ideias mas com a melhor das intenções.

      “A vida em seus métodos diz calma”

      Um fraternal abraços

  13. marilene disse:

    Que o SUS está uma pouca vergonha para os hospitais públicos até aí tudo bem, mas agora cá entre nós, hospital particular demorar desse tanto pra liberar uma cirurgia que custa tão pouco ah tem dó né… Vamos acordar pra vida pessoal, esse povo só pensa no bolso deles. Fico indignada
    viu.

  14. pintobasto disse:

    Caro Gladimir, infelizmente o estado brasileiro comporta-se como o maior algoz do Povo, principalmente dos mais idosos, como nós, a quem rouba descaradamente as aposentadorias, mas a grande maioria dos empresários respeitam ainda menos seus concidadãos. Falta honestidade moral a muita gente que se aloja no Estado e na iniciativa privada sobram maus exemplos, caso contrário a professora Rosimeire já tinha sido operada.

    • Sr. Pinto Bastos!
      Onde há o estado, há também o crescimento do estado. Por que a esfera de ação do estado está sempre em constante ampliação? Uma teoria diz que os reais culpados são os grupos de interesse, os quais, por meio de seus lobistas, sabem utilizar o poder do estado para seus próprios benefícios. Enquanto essas pessoas continuarem querendo que o governo utilize seu poder de tributar e regular a economia para o benefício delas próprias e em detrimento de todo o resto da população, e enquanto tais pessoas continuarem com essa influência, o estado irá manter seu poder e continuar crescendo.
      Escolhas propositadas feitas no âmbito do comportamento voluntário entre pessoas comuns tendem a melhorar a vida destas. Já as escolhas propositadas feitas por governantes tendem a destruir vidas, pois os governantes agem de acordo com seus caprichos, e não de acordo com os desejos dos pagadores de impostos.
      O poder de tributar envolve o poder de destruir. Mesmo se ignorarmos o argumento moral de que todo imposto é roubo e ignorarmos os argumentos consequencialistas de que impostos obstruem a busca da felicidade e reduzem a eficiência econômica, o poder de tributar gera inúmeros incentivos perniciosos que, com efeito, estimulam várias formas de destruição.
      O ponto principal é este: não deposite esperança alguma de melhorias na simples troca do partido que está no poder, pois, enquanto os governantes usufruírem o poder de tributar, eles utilizarão esse mecanismo estatal em detrimento de seus governados. O poder de tributar fornece à serpente do estado suas vítimas: nós. Impostos alimentam o monstro cujo crescimento espalha veneno para todos os lados. Impostos, com ou sem representação, sempre irão fomentar danos e destruição. A única coisa sensata a se fazer é tornar a besta impotente, acabando com seu poder de tributar.
      Só para constar um primeiro exemplo, em Israel pré-estatal, ou seja, antes da unificação das tribos, obviamente não havia Estado e os israelitas eram livres, no que de respeito a liberdade civil e econômica. Inclusive este foi período de maior prosperidade do povo. Então Estado não é igual a sociedade livre, afinal tributação e educação compulsória não me parece algo muito livre (além de tantos outros), e sem falar que existem mil e um exemplo em todas regiões do planeta nas quais o Estado oprimiu e não concedeu liberdade. A tendência do Estado é crescer e quando ele cresce usurpa a liberdade civil e econômica, isso é como se fosse a “Lei natural do Estado”.
      Enfim, pra não alongar muito, A saúde é um bem, e não um direito
      O filósofo político Richard Weaver corretamente declarou que ideias têm consequências. Peguemos, por exemplo, o debate que opõe bens a direitos. O direito natural afirma que as pessoas têm direito à vida, à liberdade e à busca da felicidade. Um bem é algo pelo qual você trabalha e, com os proventos desse esforço, adquire. Esse bem pode, por exemplo, ser uma necessidade básica, como comida. Porém, nessa nossa atual cultura da dependência, cada vez mais os “bens” estão se tornando “direitos”, algo que gera consequências danosas.
      A princípio, pode parecer algo bastante inócuo decidirmos que as pessoas têm direito a coisas como educação, emprego, moradia e tratamento médico. Mas, se analisarmos mais detidamente as consequências, veremos que o funcionamento da ética do trabalho e da frugalidade será violentamente desbalanceado caso as pessoas aceitem essas ideias.
      Primeiramente, se decidirmos que algumas pessoas têm direito a atendimentos médicos gratuitos, isso significa que outras pessoas terão de pagar para que esse serviço seja ofertado a terceiros. E essas pessoas também têm contas para pagar e famílias para sustentar, assim como você. Se houver um “direito” à saúde, então você estará obrigando essas pessoas a bancar esse serviço para você.
      É óbvio que, se aqueles obrigados a pagar pela saúde de terceiros fossem abertamente tratados como escravos destes, as faculdades de medicina rapidamente se esvaziariam, pois a imoralidade seria explícita. Porém, como o governo fez um bom trabalho em nos convencer de que a saúde é um direito em vez de um bem, ele também generosamente se prontificou a atuar como o intermediário, diluindo a noção da escravidão. Políticos são muito bons em fazer parecer que os tratamentos médicos serão gratuitos para todos. Mas nada poderia estar mais distante da realidade. O governo não quer que você pense muito sobre como os hospitais serão financiados, ou como você, magicamente, irá ganhar algo em troca de nada na arena médica. Apenas nos pedem que confiemos neles, os políticos, pois, de alguma forma, tudo vai dar certo.
      Saúde pública é algo que nunca funciona da maneira como as pessoas foram iludidas a acreditar que funcionaria antes de ser implementada. Os cidadãos dos países onde a saúde é estatal jamais teriam aceitado esse sistema caso soubessem antecipadamente sobre os racionamentos e as longas filas.
      Quando os burocratas assumem o controle da medicina, os custos aumentam e a qualidade despenca, pois os médicos perdem cada vez mais tempo mexendo com a papelada e dedicam cada vez menos tempo ao atendimento dos pacientes. À medida que os custos vão disparando — como sempre ocorre quando burocratas assumem as rédeas de qualquer empreendimento —, o governo tem de confiscar cada vez mais dinheiro de uma economia já sobrecarregada para de alguma forma conseguir pagar as contas.
      Como já vimos repetidas vezes naqueles países que adotaram a medicina estatal, quanto mais dinheiro e poder o governo tem, maiores serão o abuso e a depravação. O aspecto mais estarrecedor dessa política de saúde pública é que, em algum momento, inevitavelmente haverá a necessidade de se cortar custos. E, como todos já estarão obrigados a recorrer a tais serviços (por pura falta de opção), isso poderá significar o cancelamento de serviços vitais. Adicionalmente, como a participação no sistema de saúde estatal acabará se tornando obrigatória, nenhuma alternativa legítima estará disponível.
      Será o governo (isto é, o contribuinte) quem irá pagar todas as contas, obrigando os médicos e os hospitais a dançar de acordo com a música estatal. Ter de sujeitar a nossa saúde a essa insanidade burocrática é possivelmente o maior perigo que enfrentamos atualmente. A maior ironia de tudo é que, ao transformar o bem ‘saúde’ em um direito, a nossa vida e a nossa liberdade serão colocadas em risco.
      É verdade que todos têm o direito a buscar algum tipo de assistência médica, sem que sejam impedidos pelas políticas governamentais. Mas isto não é o sistema que temos hoje. O atual e confuso sistema de saúde é repleto de interferências governamentais no processo. A regulamentação federal, a inflação, as leis fiscais e normas federais ditando quais os serviços devem ser fornecidos obrigatoriamente pelos planos de saúde, a interferência estatal no mercado de planos de saúde, os licenciamentos para exercício da profissão, que nada mais são do que uma maneira de cartelizar a profissão de médico — tudo isso gera efeitos negativos na prestação de serviços médicos.
      Os fanáticos que agora reivindicam ainda maior envolvimento do governo no sistema de saúde não percebem que os mais necessitados e as pessoas que exigem tratamento mais cuidadoso são as maiores vítimas dessa política irracional. Quando programas humanitários bem-intencionados se baseiam em premissas falsas e noções econômicas insensatas, o resultado inevitável é que eles deixam de produzir benefícios desejados.
      Pode alguém imaginar o que estaria acontecendo se, por razões de segurança nacional, o governo tivesse tomado para si a função de garantir que cada pessoa — homem, mulher e criança — tivesse um telefone celular, chamasse isso de ‘direito’, e justificasse tal medida como tendo a finalidade da segurança nacional? Estaríamos vivendo um pesadelo. A qualidade do serviço nunca teria melhorado, os preços seriam estratosféricos e a distribuição seria um desastre. No entanto, hoje em dia temos celulares à vontade e os preços continuam a cair, mesmo com o mercado das telecomunicações estando sob forte regulamentação governamental.
      É da natureza do governo produzir e prestar serviços de baixa qualidade a preços extremamente altos. Sistemas econômicos socialistas, burocráticos e intervencionistas inevitavelmente causam danos à maior parte das pessoas que deveriam ajudar, e a custos muito altos.
      Há muitas décadas temos uma farta disponibilidade de tecnologia moderna e isso se comprovou um benefício real para todos os setores econômicos, além de ajudar a manter os preços em baixa e ao mesmo tempo melhorar a qualidade dos produtos e serviços. Isso ocorreu especialmente no setor de eletrônicos, representado pelos celulares, televisores e computadores. Conquanto a medicina tenha sido grandemente beneficiada pelas novas tecnologias, o custo da medicina, em vez de cair, aumentou significativamente. E há uma razão para isso ter acontecido.
      As corporações médicas que cartelizam o mercado, a interferência do governo nos planos de saúde — levando a seu encarecimento — e a enorme quantidade de dinheiro público injetada no sistema só conseguiram aumentar os preços e piorar o fornecimento de todos os serviços médicos. A saúde gerenciada pelo governo levou médicos, companhias de seguro-saúde, hospitais e principalmente pacientes a ficarem descontentes com o sistema. Mesmo os muito ricos, aqueles que podem pagar por um tratamento privado e exclusivo, estão insatisfeitos com a situação, pois sabem que estão pagando um preço muito maior do que poderiam pagar caso houvesse um genuíno livre mercado no sistema de saúde.
      Em vez de retirar os serviços de saúde do mercado, o racional seria implantar um genuíno livre mercado nos serviços de saúde — um mercado que fortaleça os indivíduos, e não os burocratas.
      Sempre que você quiser serviços de alta qualidade a preços baixos, você tem de ter um livre mercado, uma livre concorrência. Não há nenhuma outra opção. Quem acha que ofertar bens gratuitamente, criar uma montanha de regulamentações e impor controles de preços é a receita para bons serviços, deve se preparar para uma grande decepção. Isso nunca funcionou em lugar nenhum do mundo.
      Quem realmente quer serviços médicos de qualidade para os pobres (e quem não quer?) tem de defender um livre mercado nos serviços de saúde. Não há outra opção.

      A verdadeira ciência econômica explica

      • Quer saúde de qualidade para os trabalhadores e trabalhadoras? 10% do PIB para a saúde pública já! Saúde privada, Gladimir, é colocar a saúde dos trabalhadores refém da sede obter lucros! A saúde privada só interessa em ganhar dinheiro com o sofrimento do ser humano. Não tem saída para os trabalhadores a não ser exigir que se pare de beneficiar os grandes banqueiros, como se faz no Brasil, dando 40% do PIB para os banqueiros, enquanto a saúde pública fica com uma bagatela.

      • Professora Leila disse:

        Socialista livre, sim sou um fake, é o pseudônimo de um cidadã que, cercado de socialistas livres, PSOL, PSTU, PCdoB, PT, por todos os lados, e já conhecendo o tratamento que eles dão a quem ouse contrariá-los no local de trabalho, tem bons motivos para desejar permanecer incógnita. Segue o exemplo leia o outro lado também, saia desse seu mundinho de utopias.É um dever inadiável de todo cidadão consciente denunciar esse esquema podre, desmascarar a falácia socialista e esclarecer a opinião pública na medida de suas possibilidades. Assista o vídeo

      • Pedimos aos leitores que tenham a gentileza de não colocar vídeos. A opção desse Blog é pela linguagem escrita. Nunca publicamos um vídeo aqui e solicitamos a compreensão dos leitores. Existem muitos espaços outros para vídeos. A linguagem escrita é a nossa opção. Solicitamos compreensão dos leitores. O vídeo faz os textos ficarem lentos e prejudica que outros comentários possam ser visualizados.

    • Prezado Gílber, “um meio termo e mistura dos dois sistemas” foi exatamente o que levou ao colapso do sistema de saúde americano. Isso não é questão de ideologia; é pura ciência econômica. A saúde é um setor que demanda intensos investimentos em capital e, justamente por isso, é incapaz de manter sua qualidade no longo prazo caso seja o governo quem esteja no controle.
      Gílber, uma política opressora governamental e privada arrochando salários não se sustenta racionalmente. Os médicos são protegidos de si mesmos pelos Conselhos, regionais e federal. Não podem cobrar o quanto querem por seu trabalho, não podem fazer propaganda de seus consultórios que ofendam seus pares com preços concorrenciais; dia desses o governo proibiu ou queria proibir clínicas de cirurgiões plásticos de facilitarem o pagamento através de cartão de crédito ou linhas de financiamento, e de anunciar preços em anúncios comerciais, mas não vejo os conselhos defenderem seus “aconselhados”. Resumindo, a proteção do Estado aos médicos não lhes permitem ganhar o dinheiro que querem. Se autodenominam profissionais liberais, mas dependem de salários e de regulamentações proibitivas? Que liberais são esses? Com a mentira repetida de que a saúde é um direito e não um bem, que tem custo e portanto deve ser cobrada livremente por quem pratica a medicina. Em nome do status da profissão, médicos vivem se iludindo com as promessas falidas do governo. Os que atingiram boa prosperidade na prática da medicina estão muito satisfeitos com as políticas atuais de saúde no Brasil. Mas e os que não chegaram lá, como ficam? Vão procurar um emprego confortável com salário mixo e ficar o resto de suas vidas reclamando por que não se opuseram a tais medidas de corte à liberdade? Comunismo de rico também é comunismo.
      Isso foi explicado em detalhes na resposta que dei acima; por gentileza, tenha a bondade, de esquecer um pouco o Marx, e ler outros livros mais atuais, posso te indicar. O Sr. Pinto Braga, cidadão roubado pelo estado, na sua aposentadoria merecida (e você quer mais estado) tem razão: “Não podemos ficar debatendo as causas do desleixo que impede a operação da professora Rosimeire! Já foi operada? Temos que nos preocupar em conseguir seu tratamento imediato!”

  15. pintobasto disse:

    PREZADOS! Não podemos ficar debatendo as causas do desleixo que impede a operação da professora Rosimeire! Já foi operada? Temos que nos preocupar em conseguir seu tratamento imediato!

    • Professora Antonia disse:

      Socialista Livre, não gosto de sindicatos ( que por si só deveriam se unir como comunidade para um bem maior, mas só lutam pelos seus interesses salariais particulares, principalmente os líderes que criam um tipo doentio de lutas de classes)… a questão é como esta a situação de nossa colega. Repito onde esta o sindicato inoperante??? As favas com sua esquerdazinha. Se não fosse a estabilidade compulsória, ninguém se arriscaria a ser sindicalista.
      Por isso mesmo, quando alguém entra para o sindicato, não sai de lá nunca mais. Eles sabem que, se perderem a estabilidade, é rua! A colega já foi operada????

      • Enquanto membro do Sind-UTE/MG, com trabalho voluntário, sem ganhar um centavo para isso, pois nossa militância é por justiça social e não para obter vantagens pessoais, temos feito tudo que está ao nosso alcance, com acompanhamento na LENTA E MOROSA JUSTIÇA BRASILEIRA para que nossa companheira seja operada. Muito fácil ficar usando do preconceito de classe para jogar pedra em nós, sindicalistas. A professora Rosimeire sabe e é testemunha do nosso empenho e da nossa dedicação para que o Estado de Minas Gerais, gerenciado pelo Anastasia/Aécio Neves (PSDB), cumpra com suas obrigações. Cobrem do Anastasia e do Aécio Neves que são os irresponsáveis que colocaram Rosimeire 23 dias de castigo em um hospital, com risco de sequelas, e com o ombro fraturado em três lugares. Nós estamos na luta. Mais respeito antes de sair pronunciando palavras falaciosas contra os que lutam.

  16. Pingback: Por que votar em Aécio Neves (PSDB) é um retrocesso? Vejam alguns motivos! | www.socialistalivre.wordpress.com

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