Socialismo e TRABALHO: uma revolução no jeito de trabalhar!

A concepção de que o socialismo é distribuição da miséria entre os que trabalham é o argumento de menor imaginação da ideologia burguesa capitalista, quando quer defender seus privilégios de classe, com base em um modo de produção capitalista anárquico, sem planejamento, e voltado simplesmente para encher o bolso de uma minoria dona das empresas privadas.

O socialismo livre, que defendemos, é a aposta em uma educação para OUTRO tipo de sociedade em que o TRABALHO seja uma alegria e não um suplício. No socialismo livre o TRABALHO não é uma exploração e uma tortura, como ocorre no capitalismo. No capitalismo, trabalhar em empresas privadas é uma tortura, pois simplesmente o trabalhador, para receber pífios salários, entrega grande parte do tempo de toda a sua vida para encher o bolso de burgueses sugadores, exploradores de mais-valia, estelionatários legalizados do trabalho não pago aos outros.

No socialismo livre, trabalhar em benefício de todos é uma alegria, é um prazer, não é a imposição fatigante definida pela lógica capitalista que até hoje só desenvolveu a cultura do TRABALHAR com base no chicote, com base na punição, com base na miséria do outro. Que imaginação curta a da ideologia burguesa, quando se trata de fazer mover a sociedade pelo/através do trabalho! Faz do trabalho uma tortura das massas trabalhadoras e ainda acha isso o máximo da evolução humana.

O socialismo livre é outra forma de encarar o trabalho e uma revolução na forma de organizar o trabalho social. Um exemplo: eu trabalho na Rede Pública Estadual de Ensino de Minas Gerais como professor. Meu salário é uma vergonha, mas trabalho ali com grande ALEGRIA, porque não trabalho para o PSDB de Anastasia / Aécio Neves, governo inimigo dos alunos da escola pública, já que tal governo sucateia essa escola dia após dia.

Mas por que trabalho com alegria na Rede Pública Estadual de Ensino, mesmo com um Governo Inimigo da Escola Pública? Trabalho com ALEGRIA, justamente porque sou um servidor público dos estudantes filhos da classe trabalhadora. E a educação, no mundo socialista livre que defendemos, deverá ser 100% pública, não tem de existir escola privada, saúde privada, construtoras de casas privadas, etc. Luto, portanto, desde já, para melhorar as condições de trabalho na escola pública, na saúde pública, etc, logo, com orgulho faço todas as greves que o meu sindicato organiza, justamente porque quero melhorar a escola pública de nossos alunos filhos da classe trabalhadora. A classe trabalhadora merece um serviço público de qualidade. Faço meu trabalho com total responsabilidade e ALEGRIA, porque a classe trabalhadora merece ser bem tratada com a minha prestação de serviço público que, aliás, é paga com o dinheiro da própria classe trabalhadora. Esse é um exemplo micro de como deve ser encarado o trabalho na sociedade socialista livre: uma alegria de servir ao bem comum de todos, através de empresas estatais e públicas, não um trabalho-tortura, em troca de míseros salários, para enriquecer meia dúzia de burgueses exploradores. Governos inimigos do serviço público, porém, deliberadamente sucateiam os serviços públicos para privatizá-los paulatinamente, fazendo de todo trabalho uma tortura a serviço de dar lucros para patrões exploradores.

Sendo socialista livre, entretanto, seguindo as orientações do marxismo, achamos que todo trabalho tem de ter um sentido social, além da mera sobrevivência do trabalhador. No capitalismo, infelizmente, o trabalho é alienado. Nesse sistema, trabalha-se apenas para a sobrevivência, porque o trabalho é voltado apenas para enriquecer o dono da empresa privada. Ora, forçar as pessoas a trabalharem para empresas privadas é um jeito de tirar o sentido social do trabalho. Todas as empresas, portanto, deveriam ser públicas e deveríamos trabalhar de modo planejado, única e exclusivamente, para beneficiar a coletividade da classe social que realmente trabalha, os trabalhadores. Trabalhar deveria ser uma cultura prazerosa de melhorar a vida da coletividade que trabalha, não apenas uma cultura para promover o enriquecimento de uma minoria da humanidade. Chega de trabalhar para a burguesia exploradora, em troca de salários medíocres, sem ter retorno das riquezas que produzimos.

“Trabalhadores do mundo, uni-vos!” Concordamos com esse chamado de Karl Marx em O Manifesto Comunista. Livremo-nos do chicote da burguesia que nos faz trabalhar tão só para enriquecê-la ainda mais! Venham mudar o mundo, venham lutar pelo Socialismo Livre! Um mundo em que trabalhar é uma ALEGRIA de servir ao público.

Por: Gílber Martins Duarte – Socialista Livre – Conselheiro do Sind-UTE / MG e diretor da subsede do Sind-UTE em Uberlândia – Professor da Rede Estadual de Minas Gerais – Doutorando em Análise do Discurso/UFU – Membro da CSP-CONLUTAS.

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2 respostas para Socialismo e TRABALHO: uma revolução no jeito de trabalhar!

  1. Gílber!
    Como pode você usar um termo plagiado de Marx “Trabalhadores do mundo, uni-vos!” Concordamos com esse chamado de Karl Marx em O Manifesto Comunista. Consultem! Pois tem que realmente estudar todas as obras, para concluir, que Marx é um mestre do plágio: “De Marat, se apropria da frase ‘o proletariado não tem nada a perder, exceto os grilhões’. De Heine, ‘a religião é o ópio do povo’; e de Louis Blanc, via Enfantin, sacou a fórmula ‘de cada um segundo suas capacidades, a cada um segundo suas necessidades’. De Shapper, tirou a convocação ‘trabalhadores de todo o mundo, uni-vos’, e de Blanqui, a expressão ‘ditadura do proletariado’. Até mesmo sua obra mais bem acabada e de efeito vertiginoso, ‘O Manifesto Comunista’ (1848, em parceria com Engels), tem-se, entre os anarquistas, como plágio vergonhoso do ‘Manifesto da Democracia’, de Victor Considérant, escrito cinco anos antes.
    Muito se fala sobre a famosa obra de Karl Marx chamada de O Capital (escrita em 1867), porém muito pouco se ouve de uma obra bem íntima que também escreveu chamada de Oulanem. Em meio às mentirosas propagandas das ideologias atéias, opressoras e comunistas, O Capital é sempre mencionado, enquanto sua obra Oulanem é frequentemente ocultada. E por que? Vejamos um trecho desta tétrica e medúsica obra de Karl:

    “Evaporações infernais se levantam e enchem meu cérebro,
    até que eu enlouqueça e que meu coração não mude dramaticamente.
    Vêem esta espada? O rei das trevas a vendeu a mim.”
    Karl Marx, do verso Nidler;Oulanem
    Vejamos mais uma amostra desta sórdida e nauseabunda obra do pai do Comunismo:

    “Pois ele está marcando o tempo e dando sinais.
    Mais audaciosamente ainda eu executo a dança da morte.
    E eles também: Oulanem, Oulanem.
    Este nome soa como a morte,
    E soará até que não pare em formas miseráveis.
    Alto! Agora eu já tenho.
    Se levanta da minha alma, claro como o ar,
    E duro como os meus ossos.
    E ainda assim tu personificas a humanidade.
    Eu te poderei tomar pelo poder de minhas poderosas mãos,
    E esmagar-te com força feroz,
    Enquanto o abismo se fende diante de mim,
    E tu na escuridão.
    Tu cairás no abismo e eu te seguirei,
    Gargalhando e sussurrando em teus ouvidos:
    “Venha para baixo juntamente comigo, companheiro!” Karl Marx, Oulanem
    Mais uma amostra? Vamos a ela:

    “Pereci, pereci. O meu tempo se esgotou.
    O relógio parou, a pequena construção ruiu.
    Logo abraçarei a eternidade, e com um grito,
    Proferirei gigantesca maldição para toda a humanidade.”
    Karl Marx, Oulanem
    A História também registra que Karl Marx era um indivíduo devasso e que vivia afundado em dívidas e que vivia constantemente embriagado. Ao mudar-se para a França, lhe foi oferecido um emprego em um jornal chamado de Anais Franco-Germânicos, onde trabalhavam Michael Bakunin, um anarquista russo, e Friedrich Engels, filho de um industrial alemão. Foi por essa época que Marx passou a se autodenominar comunista, alegando ter ficado impressionado com a pobreza do povo parisiense. Afundado em dívidas, Marx passou a ser sustentado por Engels, podendo dedicar seu tempo à elaboração de suas conhecidas e bizarras teorias econômicas e sociais. De suas concepções mirabolantes e notavelmente anticientíficas surgiu o famoso Manifesto Comunista, uma obra influenciada pelos rascunhos de Engels em seu Princípios do Comunismo. O Manifesto Comunista foi publicado em fevereiro de 1848. Em 1867 Karl Marx publica Das Kapital (O Capital), um dos maiores embustes em termos de teorias econômicas jamais concebidos.
    Na realidade, o que está por trás das idéias de Karl Marx não são preocupações humanitárias e muito menos amor ao próximo. Vejamos o que diz Richard Wurmbrand, autor do livro Marx & Satan (Marx & Satanás):

    “Não há evidências para a crença de que Marx mantinha nobres ideais com relação à humanidade e teria adotado uma postura anti-religiosa por ter visto a religião como obstáculo a esses ideais. Do contrário, Marx odiava qualquer noção de Deus ou deuses e estava determinado a ser o homem que ia tirar Deus do cenário – tudo isso antes de abraçar o socialismo, que seria apenas a isca para que proletários e intelectuais adotassem para si esse intento demoníaco.”

    Para piorar a situação (de Marx), um de seus amigos mais íntimos, Mikhail Bakunin, ao lado de quem Karl Marx fundou a Primeira Internacional Comunista, deixou trechos que nos podem mostrar a explícita e estreita relação do Marxismo-Comunismo com o Satanismo. Senão vejamos:

    “Satanás o rebelde eterno, o primeiro livre-pensador e o emancipador de mundos. Ele faz com que o homem se sinta envergonhado de sua bestial ignorância e de sua obediência; ele o emancipa, estampa em sua fronte o selo da liberdade e da humanidade, instando-o a desobedecer e comer o fruto do conhecimento.”
    Ora, que resultados se poderiam obter de um sistema político-ideológico que teve suas origens em um homem cujo coração exalava ódio, amargura e rancor?
    Na foto, da esquerda para a direita: Fidel Castro, Lula da Silva, Nestor Kirschner e Hugo Chavez. Todos membros do Foro de São Paulo, uma Organização que planeja transformar toda a América Latina em um continente totalmente dominado e manipulado pelo Comunismo.

    O autor Paul Johnson conseguiu sintetizar bem os resultados práticos da obra de Karl Marx:

    “No devido tempo, Lênin, Stálin e Mao Tsé-Tung puseram em prática, numa imensa escala, a violência que Marx trazia em seu íntimo e que transpira em sua obra.”

    Portanto, venha realmente, com algo, mais fundamentado, e menos ruim que o socialismo/comunismo, com certeza mudo de exército a exemplo de Carlos Lamarca. Infelizmente o homem não criou nenhum arranjo melhor que o capitalismo.

  2. Rafael disse:

    Maravilhosoooo. Principalmente agora que o estado do Rio de Janeiro anunciou que não pagaria os aposentados dos estados, imagine com esta um professor ou uma médico que trabalharam a vida toda para a rede publica. é muito decepcionante e revoltante viver numa sociedade aonde falta respeito com os mais velhos.

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